quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Herança Maldita na Barraca

A peça sobe ao palco pela primeira vez, pela mão da Companhia com quem o dramaturgo brasileiro e fundador do Teatro do Oprimido trabalhou nos primeiros anos.

O espectáculo tem nos papéis principais Maria do Céu Guerra e João D'Ávila e conta ainda com Rita Fernandes, Pedro Borges, Ruben Garcia e Sérgio Moras.
“A Herança Maldita” estará em cena no Teatro Cinearte de 5ª a Sábado às 21h30.
O preço dos bilhetes é de 12,5€ (10€ para estudantes, grupos, maiores 25 e maiores 65).
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António Manuel Teixeira
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Exposição de Rita Teixeira

O"Work&shop" é uma Galeria, Loja d'Arte e Lounge que proporciona, num ambiente ecléctico, uma dinâmica de intercâmbio cultural para o convívio íntimo entre diversas formas de expressão artística. Este espaço apresenta uma programação regular que integra exposições de arte contemporânea , arte popular e novas manifestações de artesanato ( new crafts).

No dia 3 de Fevereiro inaugura a exposição "Movimentos Dispersos" da pintora Rita Teixeira, que estará patente no "Work&Shop" até 27 de Fevereiro.
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Zita Ferreira Braga
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terça-feira, 30 de janeiro de 2007
Cargo nos cinemas a 1 de Fevereiro
Do galardoado argumentista Paul Laverty e realizado por Clive Gordon, um dos principais realizadores britânicos, Cargo é um sofisticado e claustrofóbico thriller passado a bordo de um ferrugento navio numa viagem entre Africa e a Europa.
Chris (Daniel Bruhl, Good Bye Lenin – Adeus Lenine), um jovem pretensioso que se encontra a viajar por África, perde o seu passaporte num aceso confronto com a polícia. Obrigado a fugir a bordo de um navio de carga a caminho de Marselha, ele descobre rapidamente que o navio nada tem de normal e que a sua tripulação, liderada pelo enigmático e assombrado Capitão Brookes (Peter Mullan, Trainspotting), esconde um terrível segredo.
Escondido e observando os vários acontecimentos, Chris vai ficando cada vez mais perturbado com o que presencia e quando a tripulação começa a desaparecer começa a parecer evidente que ele não é o único estranho a bordo.
À medida que a paranóia aumenta, a tripulação que resta começa a ficar cada vez mais violenta e a precária máscara de sanidade de Brookes começa a desaparecer.
Chris é empurrado para um aterrorizador jogo letal enfrentando a insuportável escolha entre lutar para sobreviver a todo o custo ou seguir a sua consciência, arriscando a própria vida.
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António Manuel Teixeira
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O Bando no CCB com Grão de Bico

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A crise dos 40 chega à Figueira da Foz
Depois do grande sucesso em Lisboa, o Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, dia 3 de Fevereiro, pelas 21h30, a peça de teatro “A Crise dos 40”.
Da autoria de Eduardo Galán e Pedro Gómez, “A Crise dos 40” é uma comédia sobre a crise masculina dos 40 anos.
Com o título original “La Curva de la Felicidad”, que esteve em digressão por toda a Espanha obtendo grande sucesso, trata-se de uma peça onde são abordados temas como a insegurança, os medos e os conflitos que marcam a fronteira dos 40, numa perspectiva cómica, e que suscita uma profunda ternura nos espectadores.A versão portuguesa, com encenação de Celso Cleto, tem no elenco Almeno Gonçalves, António Melo, Joaquim Nicolau e Fernando Ferrão.
O custo dos bilhetes é de € 14,00 por pessoa, e que os mesmos estão à venda no Centro de Artes e Espectáculos.
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: teatro
Hamlet por André Gago estreia no Olga Cadaval
André Gago vai finalmente levar a cenaaquela que é a peça de teatro mais emblemática de toda a literatura ocidental, Hamlet de William Shakespeare.
Numa co- produção entre o Inatel/Teatro da Trindade e o Teatro Instável, Hamlet estreia a 2 de Fevereiro de 2007. E manter-se- à em cena até 5 de Maio.
Com estreia marcada em Sintra, no Centro Cultural Olga Cadaval, dias 2 e 3 de Fevereiro, esta nova produção de Hamlet promete.
já por si, um grande desafio como o foi para tantos outros encenadores”.
Não são muitos, porém, aqueles que se aventuraram, em Portugal, na tradução do texto que apresenta as várias faces do talento literário de Shakespeare, em que drama histórico, tragédia, sátira e romance se mesclam ao longo da apaixonante trajectória de Hamlet. “A escritora Sophia de Mello Breyner, António Feijó e José Blanc de Portugal são os autores das traduções e adaptações que actualmente se encontram disponíveis no mercado. No entanto, tive a necessidade de fazer a minha própria tradução. Para poder recriá- la em Português e o mais intensamente possível”, comenta o actor.
Assinalará finalmente o regresso a Lisboa com uma temporada no Teatro da Trindade, de 22 de Março a 29 de Abril, para mais tarde, a 5 de Maio, estar em cena em Torres Novas, no Teatro Virgínia.
Trad./Enc: André Gago;
No Teatro da Trindade - de 22 de Março a 29 de Abril
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DJ Smash faz festa de aniversário com After Hours
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Rodrigo Leão em Portalegre
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Orquestra Metropolitana de Lisboa no Casino Estoril
Em concerto agendado para o próximo Sábado, a Orquestra Metropolitana de Lisboa regressa ao Salão Preto e Prata, pelas 17 horas, para redescobrir algumas das melhores obras de Weber, Elgar e Schubert. São três compositores, cujas peças asseguram um final de tarde muito especial no Casino Estoril.
Dirigida pela maestrina Romely Pfund, a Orquestra Metropolitana de Lisboa apresenta:
- “Abertura de Oberon” (Weber)
- “Concerto para Violoncelo em Mi menor, op.85” (Elgar)
- “Sinfonia nº 4 em Dó menor, D. 417, Trágica” (Schubert)
Recorde-se que, Romely Pfund, de nacionalidade alemã, é a maestrina titular da Orquestra Sinfónica de Solingen e Remscheid, aliás, a única orquestra sinfónica alemã dirigida por uma mulher.
O programa inicia-se com a “Abertura de Oberon”, a última ópera do pioneiro do drama musical alemão, Carl Maria von Weber.
A actuação de Natália Gutman, é aguardada, também, com expectativa, nomeadamente no concerto para violoncelo em Mi menor, de Edward Elgar, uma das derradeiras obras deste compositor.
A concluir o programa, a OML interpreta a quarta sinfonia de Franz Schubert, baptizada como Trágica pelo próprio compositor, depois de terminada a obra. Apesar disso, o sentimento que nela predomina não é o de tragédia. As afectações emocionais predominantes referenciam-se, mormente, no extremo lirismo do segundo andamento e no clima agitado do seu final.
O grande mestre da melodia e dos movimentos harmónicos revela-nos nesta obra a influência que o modelo sinfónico instituído por Haydn e Mozart teve nas suas primeiras sinfonias. Também aqui permanecem a forma e as dimensões do modelo clássico. Porém, regista-se um carácter emocional intenso que vai ao encontro das propostas mais ousadas dos outros dois compositores da cidade de Viena.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa actua no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, no próximo Sábado, dia 3 de Fevereiro, pelas 17 horas. Os ingressos para os concertos deste ciclo dedicado à música clássica serão de 15 euros por pessoa.
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Rodrigo Leão & Cinema Ensemble em digressão
Fevereiro e Março são os meses marcados para uma breve tournée de apresentação do novo espectáculo de Rodrigo Leão e o seu Cinema Ensemble.
2 de Fevereiro - Leiria, Teatro José Lúcio da Silva
3 de Fevereiro - Portalegre, Centro das Artes do Espectáculo
2 de Março - Baixa da Banheira, Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
9 de Março - Redondo, Centro Cultural
10 de Março - Redondo, Centro Cultural
16 de Março - Lisboa, Casino
17 de Março - Lisboa, Casino
30 de Março - Palmela, Cine-Teatro São João
31 de Março - Braga, Teatro Circo
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Etiquetas: concertos
Zeca Afonso pela voz de Cristina Branco no S. Luiz
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Etiquetas: concertos
Scott Fields Ensemble no D. Maria II
No próximo dia 2 de Fevereiro pelas 19 horas no atrio do Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, apresentam-se os Scott Fields Ensemble – lançamento do novo album - “Beckett”.
O encontro faz-se na altura em que o mais recente disco de Scott Fields, “Beckett” (Clean Feed), chega aos escaparates. À semelhança do anterior “Mamet”, no qual a música é uma derivação da escrita do dramaturgo David Mamet, o novo álbum baseia-se nas mais curtas peças do mestre do “non-sense” Samuel Beckett, cada “pitch” e cada ritmo correspondendo aos diálogos do irlandês. Alípio Carvalho Neto só podia ficar entusiasmado com tal abordagem, ele que estudou musicalmente os versos e a prosa de Jack Kerouac e Boris Vian. Algo de muito bom poderá surgir desta colaboração, é o que desde já se vaticina... “
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4Taste no Campo Pequeno
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Flamenco pelo Ballet Flamenco de Espanha
Teatro Tivoli
1,2,3 e 4 de Fevereiro de 2007
Espanha baila Flamenco conta no seu espectáculo com 3 músicos de primeira linha, ao vivo, que com a sua qualidade convertem-no num inovador espectáculo de dança e música.
Espanha baila Flamenco com uma iluminação espectacular enriquece o palco e transforma-o em função das necessidades do número que se represente; podemos dizer que estamos perante um dos espectáculos mais original e inovador do mundo.
Espanha baila Flamenco é um espectáculo rico e imaginativo, onde se cruzam a coreografia, a luz e o vestuário, para oferecer ao espectador um musical diferente, difícil de definir... mas magnífico para desfrutar.
Espanha baila Flamenco é um espectáculo espanhol, que se criou desde Espanha para todo o mundo com o objectivo de transformar algo muito espanhol em algo universal, um espectáculo musical e visual que nunca esquecerá.
Preço dos Bilhetes:
Plateia 27,50€ * 1º Balcão Frente 20,00€ * 2º Balcão Frente 17,50 * 1º Balcão (letras) e 1º Balcão Lateral 10,00€ * 2º Balcão Lateral 7,50€
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João Leonardo expõe no Porto
Sobre esta exposição, Paulo Cunha e Silva afirma: "Esta exposição, é a exposição de um depósito, de vários depósitos e, embora não rejeite o estatuto de exposição, pretende sobretudo ser vista como um depósito. Ela é, assim o registo desta vontade ambígua da peça em ser mostrada, única e original, e por isso convocar todos os discursos do mundo à sua volta, mas também a expressão do seu direito ao recolhimento e à sombra. Do direito a uma certa normalidade, mesmo no sentido estatístico. Desta forma muitas peças serão mostradas em articulação com a colecção em que se integram. Privilegiamos a ideia de série e parentesco, em vez da ideia de peça única, pois parece-nos mais produtiva quando pretendemos fazer uma reflexão sobre o presente dos depósitos e o futuro desse museu de museus que são as colecções da Universidade do Porto"
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É a Cultura, estúpido no S.Luis
30 de janeiro , excepcionalmente à terça-feira, às 18h30
Jardim de Inverno
Soares foi protagonista na construção da democracia.
Mário Soares é o convidado do É a Cultura, Estúpido! deste mês.
Com Anabela Mota Ribeiro, Daniel Oliveira, José Mário Silva, Nuno Artur Silva e Pedro Mexia.
Coordenação Produções Fictícias
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Dias de Espanha na Casa da Música
Quarta-feira, 31 de Janeiro
Michel Camilo & Tomatito
22h00 Sala Suggia 30 €
A Casa da Música apresenta um concerto de Michel Camilo & Tomatito, que inclui um tributo a Astor Piazzola, na quarta-feira, 31 de Janeiro, às 22h00, na Sala Suggia.

Com percursos e origens muito diferentes, o pianista de jazz dominicano Michel Camilo, que combina as harmonias do jazz com os sabores e ritmos do Caribe, e o guitarrista de flamenco espanhol Jose Fernandez Torres “Tomatito”, descoberto por Paco de Lucía, formam uma dupla em que se cruzam “duas almas, quatro mãos, seis cordas e oito oitavas” que, de acordo com Tomatito, os levam “até ao infinito”.
O infinito parece ser o limite destes dois músicos singulares que deram origem a uma música inovadora.
Seis anos depois, Michel Camilo e Tomatito reencontraram-se para gravar “Spain Again”, o álbum que dão a conhecer neste concerto.
«Spain Again» é composto por temas originais, um tributo a Astor Piazzolla e standards do Jazz, e conta com a participação do compositor Juan Luís Guerra, «Amor de Conuco», no único tema cantado do disco.
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" Monsieur Pipon" no Teatro da Trindade
TEATRO-BAR
1 a 24 Fevereiro
5ª-feira a sábado 23h00
Sinopse
A historia dum mágico que criou um espectáculo baseado nas suas viagens e aventuras à volta de mundo, à procura de mistérios, segredos inexplicáveis e do amor.
Baseado num género clássico do entretenimento teatral, este espectáculo pretende, proporcionar aos espectadores um encontro divertido com a arte teatral inspirada num universo lúdico de gestos, magias, pantomimas, faquirismos e da comicidade do Clown.
Ficha Técnica
Criação artística: Piper/Altheimer
Intérprete: Andreas Piper
Direcção: Jens Altheimer
Fotografia: Paulo Maria
Produção: Andreas Piper
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Zita Ferreira Braga
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Marina Ribeiro expõe na Sala Zé Penicheiro do CAE

"A inspiração busco-a na paisagem. A paisagem, dantes um mito visual, desperta agora para a imaginação segundo um horizonte inteiramente novo de fenómenos, relações e técnicas. A descoberta da paisagem significa uma descoberta da natureza ao mesmo tempo que a descoberta do inconsciente, da sensação, da emoção a qual envolve a implicação subjectiva dos processos de representação e de expressão. A paisagem transforma-se na imagem da vivência dos homens, nos pontos altos e baixos. É a confusão a tentar orientar-se. Como que pego num elemento natural, a "árvore", e retrato a vida quotidiana aos meus olhos, chegando a criticar a sociedade. Comparo a vida da natureza, da floresta, com a vida da sociedade, no crescimento, na pureza e na morte

Influência da Pop Art. A Pop Art com as suas imagens normativas, disciplinadas e disciplinadoras são retrato da sociedade de hoje, o conceito de reprodução que nos invade a que tiro proveito e critico. A essa imagem junto técnicas diferentes, mais livres, expressivas, em que a conjunção leva à evolução da minha pintura, havendo um aperfeiçoamento da técnica. É a sobreposição da imagem fotográfica, serigráfica, do consumismo, com a pintura expressiva, com o mundo natural. Árvores artificiais que se movimentam, alusão a uma dupla dimensão de espaço, pela sobreposição. A arte e a fotografia constituem este circuito de investigação e registo das imagens no qual se inscreve a tensão existente entre natureza e sensação, entre experiência e interpretação, entre percepção e representação. É o mundo artificial a impor-se ao mundo natural." ( Marina Ribeiro)

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sábado, 27 de janeiro de 2007
Groundation voltam a Portugal com novo disco
Groundation têm novo disco e voltam a Portugal em concerto!
Na próxima segunda feira, 29 de Janeiro, o novo Upon The Bridge dos Groundation chega às lojas.
A banda californiana Groundation nasceu em 1998 quando três músicos de longa data decidiram juntar-se: Marcus Urani, Ryan Newman e Harris Stafford.
Incondicionais fãs de Bob Marley, os Groundation souberam fundir estilos tais como jazz e dub, de forma a produzirem um reggae com uma identidade muito própria.
Com 6 álbuns editados, os Groundation tornaram-se numa banda de reggae de referência no panorama internacional, com o muito aclamado Hebron Gates de 2002, que contou com a participação de ilustres convidados como é o caso de Don Carlos e The Congos, a servir de rampa de lançamento para o sucesso internacional da banda.
Com harmonias muito ricas e músicas que tocam no coração, os Groundation conseguem em pleno criar uma empatia perfeita entre eles e o público.
Upon the Bridge é um álbum muito diferente dos seus antecessores, produzido por Harris Stafford e Marcus Urani e masterizado pelo lendário Jim Fox da Lion Fox Studio. O disco conta com as participações dos lendários Pablo Moses e I Jahman Levy e caracteriza-se pelos numerosos momentos de originalidade e pelo crescimento da banda como um todo.
Para além do novo disco, a banda vem a Portugal para uma memorável noite de reggae...
A Positive Vibes apresenta o Festival Winter Jam, dia 23 de Fevereiro, no Pavilhão Desportivo dos Lombos, em Carcavelos.
O cartaz deste evento conta com o regresso a Portugal dos Groundation e a estreia nacional de duas lendas jamaicanas, U-Roy (mundialmente conhecido como The Originator, pai de todos os MC’s) e Junior Murvin (famoso pelo clássico Police And Thieves).
Para além destes 3 grandes nomes internacionais do reggae, o Festival Winter Jam conta ainda com a presença dos One Love Family e Julah Jah Soundsystem.
Os bilhetes para o Festival Winter Jam custam 25 euros e estão à venda nas Lojas Embassy Sound (Rua da Atalaia, 17, Bairro Alto), Bana (Carcavelos, Praça da Figueira e Espaço Agora), FNAC, Abreu e http://www.ticketline.pt/. A compra do bilhete para o espectáculo dá direito a um desconto de 5 euros na compra do disco dos Groundation, Upon The Bridge, na Embassy Sound. Upon The Bridge será editado pela Musicactiva em Portugal. As portas abrem às 20h e o espectáculo tem início marcado para as 21h.
Tragam as vibrações positivas!
Jah Bless
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ESMAE apresenta jazz na Casa da Música

Domingo, 28 de Janeiro
Coro de Jazz da ESMAE
12h00 Sala Suggia 5 €
O Coro de Jazz da ESMAE “AquiJazz” apresenta um programa variado, no próximo domingo, 28 de Janeiro, na Sala Suggia.

O público terá oportunidade de ouvir temas como: “September Song”, estreada em 1938 no musical Knickerbocker Holiday, “It don’t mean a thing (if it ain’t got that swing)”, um dos mais conhecidos de Duke Ellington, “Moonglow”, de Will Hudson com o letrista Eddie de Lange, “A quiet place”, um ‘gospel’ de Ralph Carmichael, “I’ve got to hide your love away”, oficialmente atribuído à dupla de John Lennon e Paul McCartney, mas que, na realidade, foi escrito apenas por John Lennon, e “Don’t worry ’bout a thing”, de Stevie Wonder, entre outros.
Este programa inclui o tema “Venham mais cinco”, de José Afonso, com um arranjo de Alexandre Dinis, pianista formado em Jazz pela ESMAE e com intensa actividade no meio musical português.
Dois temas da música brasileira fazem, ainda, parte deste domingo: “Tico-tico no fubá”, um choro de Zequinha de Abreu, e “Mas que nada”, tema que lançou, no início dos anos 60, a carreira de Jorge Ben.
Sobre o “AquiJazz”
Fundado em 2001 por Barbara Francke, o “Aquijazz” é composto, na sua maioria, por alunos da ESMAE, resultando de uma das disciplinas do curso de Jazz da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo.
Sobre Barbara Francke
Barbara Francke nasceu em Kassel, República Federal da Alemanha, e licenciou-se em música litúrgica, em Herford, e em regência e canto, em Karlsruhe. Frequentou masterclasses nas áreas de regência coral, coro de Jazz, canto, trabalho corporal e respiração. Canta em ensembles vocais (tanto de música clássica como de Jazz), actuando como cantora solista. Desde Outubro de 2000, dirige os coros da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), onde, actualmente, exerce a sua actividade docente.
Os jovens com menos de 18 anos têm, neste concerto, um desconto de 80 por cento sobre o preço do bilhete.
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
Beto Betuk apresenta novo trabalho
Desde então ampliando os seus horizontes, Betuk cria e participa em várias bandas sonoras para dança, teatro e televisão.
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Beto Betuk apresenta novo trabalho
Desde então ampliando os seus horizontes, Betuk cria e participa em várias bandas sonoras para dança, teatro e televisão.
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" Pequenos Crimes Conjugais " no D.Maria II
O Teatro Nacional D. Maria II estreia, no dia 30 de Janeiro, a primeira encenação do realizador José Fonseca e Costa.
A peça, que tem conhecido montagens um pouco por todo o mundo, estreou originalmente em Paris, numa interpretação de Charlotte Rampling.
encenação JOSÉ FONSECA E COSTA
figurinos MANUEL ALVES JOSÉ MANUEL GONÇALVES
desenho de luz DANIEL WORM D’ASSUMPÇÃO
assistente de encenação FRANÇOISE FILIPE
COM
MARGARIDA MARINHO
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Queen on Fire na Figueira da Foz a 27 de Janeiro
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Soltropico oferece Viagens na BTL

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
BTL 2007
Para o público que, ano após ano, visita a BTL, é a oportunidade de escolher o seu próximo destino de fim-de-semana ou de férias!
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terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Vitorino em tournée
Tudo!Alentejo, Amor, Lisboa É o título da tour que celebra os 30 Anos de carreira de Vitorino.
A Tour inclui algumas das passagens mais marcantes da sua carreira, como Ó Rama, ó que linda Rama ou a marcante Menina estás à Janela.
Queremos passar por todo o país, pelas melhores salas que merecem associar-se a esta feliz celebração.
O primeiro espectáculo tem início no dia 27 de Janeiro, no Fórum José Manuel Figueiredo, no AUDITÓRIO pelas 22H00. O preço do bilhete é de € 12,50.
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" Four: Espírito dos Elementos "no Casino Estoril

no Salão Preto e Prata
Num conceito absolutamente inovador, o Casino Estoril estreia “Four: Espírito dos Elementos” no final de Janeiro.
Num espectáculo total, “Four: Espírito dos Elementos” distingue-se pela sua invulgar versatilidade, apresentando, em palco, diferentes formas de arte.
Neste contexto dinâmico, o verdadeiro espírito dos elementos da natureza, nomeadamente o Ar, o Fogo, a Terra e a Água são dissecados num admirável espectáculo cénico, que exibe um guarda-roupa de excepção.
Numa ambiência poética, estes quatro elementos universais são a essência para um verdadeiro desafio à experiência de novas sensações. Os sons e os movimentos cénicos tornam-se num fio condutor para uma inesquecível viagem através dos sentidos.
A vibrante pulsação da Terra é transmitida pelas batidas de um tambor gigante,

O poder etéreo do Ar inspira uma intérprete que propõe outro registo invulgar.
A suave fluidez da Água é dominada pelo virtuosismo de diversos números no trapézio.
Visualmente muito apelativa, a paixão do Fogo simboliza outro quadro de excepção.
“Four” torna o público parte integrante do próprio espectáculo, convidando-o a ser o seu quinto elemento.
Com numerosos efeitos especiais, inspirados no magnetismo de imagens de vídeo, “Four” apresenta outras surpresas no cenário privilegiado do Salão Preto e Prata, apetrechado, aliás, com o melhor equipamento técnico disponível.
Com produção executiva de Michael McPherson, Patrice Marques e Paulo Dias, “Four: Espírito dos Elementos” reúne um notável conjunto de experientes profissionais que asseguram um espectáculo total.
O desenho de luz é da responsabilidade de Paul Lee, a música de Michael Meyer, sendo Cinda Steiner a figurinista. Com coreografia “Taiko” de Voyce McGinley III, os efeitos especiais são de Rick Fleming e Jerome Engerski. O aderecista é Thomas Mitchell e a construção de adereços pertence a Dan Daddonna e Glenn Falkum.
Um novo espectáculo a não perder.
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Dianne Reeves no CCB

Pelo terceiro ano consecutivo, Dianne Reeves promete esgotar o grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Dianne Reeves é considerada uma das mais directas sucessoras das grandes vozes femininas do jazz: Sara Vaughan, Billie Holliday ou Dinah Washington.

Um dos grandes encantos de Dianne Reeves - além da magnífica voz - e que leva à aclamação tanto por parte do público como por parte da crítica, reside no facto de a cantora não assumir uma identidade puramente jazz, criando um estilo próprio que se traduz em actuações intensas, repletas de improvisação, e registos de estúdio mais contidos.
Vagueando entre sonoridades R&B e ambientes mais pop, é no jazz que Dianne Reeves se reinventa e onde vai beber influências.
INCUBADORA D'ARTES
A Incubadora d'Artes surgiu em 2004 pelas mãos de Tiago Angelino e António Cabrita.
Os dois primeiros anos de actividade revelaram-se extremamente produtivos, com concertos esgotados em algumas das melhores salas de espectáculos de Lisboa e Porto.
Além de nomes internacionalmente reconhecidos, a Incubadora d'Artes apostou em valores seguros da música portuguesa, apresentando ao vivo o álbum mais recente de Maria João e Mário Laginha e o arrojado projecto 3 Pianos, que levou Mário Laginha, Bernardo Sassetti e Pedro Burmester ao palco de um Centro Cultural de Belém completamente esgotado.
Fora dos palcos, a Incubadora d'Artes apostou forte na edição de um dos mais aclamados álbuns de jazz nacional de 2004: Pictures, de António Cabrita Quintet.
Por todas estas razões, torna-se quase desnecessário dizer que a qualidade é e vai continuar obviamente a ser um dos valores que norteiam as actividades da Incubadora d'Artes.
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Vasos Gregos No Museu Nacional de Arqueologia


VASOS GREGOS EM PORTUGAL
No Museu Nacional de Arqueologia, situado no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, vai ser inaugurada no próximo dia 25 de Janeiro, às 18h00, a mais importante exposição de vasos gregos jamais realizada em Portugal, a qual constitui uma homenagem a Maria Helena da Rocha Pereira
A cerimónia de inauguração será presidida pela Senhora Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima.
A cerâmica produzida na Antiga Grécia constituiu sempre, ao longo de séculos, um motivo de atracção e coleccionismo.

Em museus e instituições oficiais portuguesas e em colecções privadas existem peças de grande valia histórica e patrimonial, porém muito dispersas e em grande medida desconhecidas, senão inteiramente inéditas.
Reunidos pela primeira vez num mesmo espaço os mais importantes exemplares de vasos gregos existentes em Portugal, num total de cerca de seis dezenas, revelam-nos toda a grandeza deste tipo de peças, sendo o seu primeiro impacto visual completado, em exposição e em catálogo, pelo comentário erudito, mas igualmente claro, de Maria Helena da Rocha Pereira, comissária científica da exposição, ao qual se juntam alguns dos mais credenciados especialistas portugueses nestas matérias.
A exposição é constituída por três partes distintas: uma colecção particular de uma qualidade rara, pertencente a Manuel de Lancastre; uma selecção de peças pertencentes ao Museu Nacional de Arqueologia ou cedidas por instituições públicas ou privadas; uma amostragem de escavações no território português.
Datas
26 de Janeiro a 15 de Julho de 2007
Local no MNA:
Torre Oca
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