Mostrar mensagens com a etiqueta Glubenkian. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Glubenkian. Mostrar todas as mensagens

domingo, 17 de dezembro de 2006

"Amadeo de Souza-Cardoso. Diálogos de Vanguarda"


A edição fac-similada de um manuscrito ilustrado por Amadeo da obra "La Legénde de St. Julien l'Hospitalier" de Flaubert, vai ser apresentada na 2ª feira, dia 18 de Dezembro, às 21h00, no Auditório 2.


Trata-se de um dos trabalhos mais importantes do artista e da colecção do CAMJAP cujo lançamento se enquadra nas várias acções em torno da exposição "Amadeo de Souza-Cardoso.


Diálogos de Vanguarda" inaugurada no dia 14 de Novembro e que foi visitada, no primeiro mês de abertura ao público, por 35 mil pessoas.


A grande afluência de público levou, aliás, ao alargamento do horário da exposição, que continua a estar aberta de terça a domingo das10h às 22h e às sextas-feiras das 10h à meia-noite.


A mostra integra 260 obras de pintura e desenho do artista português, e trabalhos de 36 artistas internacionais, vindos de vários museus de todo o mundo e de muitas colecções particulares, abrangendo todo o período de produção de Amadeo, entre 1908 e 1918.


"Amadeo de Souza-Cardoso. Diálogos de Vanguarda" conta com o apoio exclusivo do Banco BPI e o Alto Patrocínio do Presidente da Comissão Europeia.

Exposição de Joias na Glubenkian


Cartier 1899-1949. O percurso de um estilo
Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa
Inaugura a 15 de Fevereiro de 2007



Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955), pioneiro da indústria petrolífera e coleccionador de arte, reuniu ao longo da sua vida uma extensa colecção que se pode apreciar no museu da Fundação, em Lisboa.



Um dos núcleos da colecção mais celebrizados internacionalmente é o dedicado à obra de René Lalique, cujas jóias se encontram entre as primeiras aquisições de Calouste Gulbenkian.


A joalharia francesa mereceu sempre grande interesse por parte do coleccionador, amante da beleza e da qualidade.

Menos conhecidas do grande público são as aquisições que efectuou junto de outros joalheiros parisienses, nomeadamente Cartier, de quem foi cliente.

Nas décadas de 1910 e de 1920 adquiriu um importante conjunto de jóias, na linguagem mais arrojada da época que se veio a afirmar como Art Déco.


A exposição "Cartier 1899-1949.


O Percurso de um estilo" reúne um conjunto excepcional de 230 jóias, relógios e objectos pertencentes à Colecção Cartier, bem como algumas das aquisições de Calouste Gulbenkian, pertencentes à Fundação.

São ainda expostos desenhos originais - alguns dos quais associados ao coleccionador -, moldagens e diversa documentação.
A Colecção Cartier tem sido exibida nos últimos anos nos mais prestigiados museus do mundo, de que destacamos, o Museu do Ermitage, São Petersburgo, o British Museum, Londres, o Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, o Museum of Fine Arts, Houston e o Museu de Xangai.

Centrado nas personalidades dos principais clientes da Casa Cartier, o catálogo da exposição, em edição internacional, procura dar a conhecer o contributo da joalharia francesa nas artes decorativas do século XX e a sua estreita relação com os coleccionadores do seu tempo.



Organizada pelo Museu Calouste Gulbenkian em colaboração com a Colecção Cartier e a editora Skira, esta iniciativa integra-se nas comemorações do 50º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian.