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quinta-feira, 29 de março de 2007

Mostra Fotográfica no Rio Sul Shopping

Mostra fotográfica sobre alterações climáticas

EXPOSIÇÃO “NorteSulEsteOeste” NO RIOSUL SHOPPING


A partir de hoje poderá visitar no RioSul Shopping a mostra fotográfica “NorteSulEsteOeste” que retrata em várias fotografias as alterações climáticas que neste momento decorrem em todo o globo a uma velocidade alucinante. Esta exposição estará patente no piso 1 e ficará no RioSul Shopping até dia 08 de Abril.

Até ao final do ano, esta exposição marca presença em vários dos centros da Sonae Sierra e surgiu de uma iniciativa entre Climate Group e o British Council que pediram a dez dos melhores fotógrafos do mundo que registassem os impactos do aquecimento global em diversos locais do planeta.

A alteração do clima constitui um dos maiores problemas da actualidade a nível ambiental. Estas mudanças climáticas verificadas a nível global, intensificaram-se no último século e a preocupação com esta questão aumentou nas últimas décadas, tornando-se numa das maiores preocupações e prioridades da humanidade.

Durante o último século, as alterações climáticas registadas têm sido mais pronunciadas do que em qualquer período registado até ao momento. Uma das conclusões do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) de 1995 indica que estas alterações são resultado de intensas intervenções humanas sobre o meio natural com repercussões no clima e que se reflectem a uma escala global. Este organismo prevê que as temperaturas médias globais aumentem entre 1 e 3.5ºC até 2100 e que o nível médio das águas do mar aumente entre 15 e 95 cm.

O aumento da concentração dos gases de estufa na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono, tem sido apontado como uma das principais causas destas alterações no clima, que terão impacto directo e negativo sobre os ecossistemas terrestres, nos diversos sectores socio-económicos mundiais, na saúde pública e na qualidade de vida das pessoas em geral. A camada atmosférica da Terra, constituída por vapor de água e gases de estufa como o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O) e principalmente o dióxido de carbono (CO2), reflecte a radiação infravermelha emitida pela superfície da terra impedindo que parte desta seja perdida para o espaço, tal como uma parede de vidro numa estufa. Como consequência dá-se o aquecimento da superfície da troposfera, provocando estas gigantescas e irreversíveis alterações climáticas.

Fotomontagem no CCB

BOX NOVA

FOTOMONTAGEM

DE VICTOR HUGO PONTES

31 Março | 19h | Sala de Ensaio

Centro Cultural de Belém




“Por que gostamos tanto de recordar?

Será, ironicamente, porque sabemos da impossibilidade de voltar a um instante

que já foi e que nunca mais poderá repetir-se?”

Fotomontagem partirá em busca da petrificação da beleza, ainda que não, num processo de alargamento da memória, repercutindo as mudanças resultantes da deambulação humana entre a ânsia de tudo apreender e a angústia de não o conseguir. O espectáculo construir-se-á entre o espaço que separa um corpo finito de uma consciência incomensurável.“Antes de tudo: trata-se de deixar uma marca da minha existência: estive aqui.”

Victor Hugo Pontes nasceu em Guimarães, em 1978. É licenciado em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Em 2001 frequentou a Norwich School of Art & Design, Reino Unido. Concluiu o Curso Profissional de Teatro do Balleteatro Escola Profissional (1999) e o do Teatro Universitário do Porto (1998), bem como o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica, do Fórum Dança (2003). O Curso de Encenação de Teatro na Fundação Calouste Gulbenkian, dirigido pelos Third Angel (2004), e o Curso Internacional de Aperfeiçoamento Teatral, Project Thierry Salmon, la Nouvelle Ecole de Maîtres, dirigido por Pippo Delbono (2006). Como intérprete trabalhou com Moncho Rodriguez, Joclécio Azevedo, João Garcia Miguel, Nuno Carinhas, João Paulo Costa, Lígia Pape, Ana Luísa Guimarães, Jack Souvant, Isabel Barros, Mário Afonso, Alberto Magno, Elisabete Magalhães, Mathilde Monnier, Clara Andermatt, entre outros. Como coreógrafo criou Puzzle e o solo Voz Off, em 2003. Foi seleccionado para a Mostra Nacional de Jovens Criadores, em 2003, em Faro, com o trabalho de vídeo Eu gosto muito de ti. Em 2004/2005, em Amarante com Voz Off, e em 2006 no Montijo com Ícones. Foi assistente de encenação de Nuno Cardoso no espectáculo Woyzeck, de Georg Buchner (2005), e em Plasticina de Vassili Sigarev (2006), ambos produzidos pelo Teatro Nacional S. João.

Em Março de 2005 representou Portugal nos Repérages – Rencontres Internationales de la Jeune Chorégraphie, em Lille, tendo sido convidado para participar na residência coreográfica resultante dos encontros e organizada pelo Danse à Lille/Tanztendenz, em Munique, em Agosto de 2005. Em 2005 criou Laboratório, produção da Fundação Calouste Gulbenkian e 100 Palavras para o projecto Inter.faces do NEC; em 2006, Voyeur para os Quadros de Dança 06 do NEC e Ícones apresentado no Auditório da Fundação de Serralves.

Integrou a residência artística MUGATXOAN em 2006 organizado pela Fundação de Serralves e a Arteleku.

É docente do Curso de Teatro do Balleteatro Escola Profissional e cenógrafo da banda Clã.

Concepção, coreografia e interpretação: Victor Hugo Pontes

Sonoplastia: Sérgio Cruz

Desenho de Luz: Wilma Moutinho

Assistente de Coreografia: Elisabete Magalhães

Música: Christos Fanara, Sérgio Cruz

Apoio Dramatúrgico: Madalena Alfaia

Registo Fotográfico: Susana Neves

Fotografia na Escola Superior de Dança


Numa iniciativa da associação de estudantes da Escola Superior de Dança está patente, desde o dia 14 de Março e até 30 de Abril, uma exposição de fotografia a preto e branco. Rita Marques Pinto e Rafael Ferreira são os autores dos trabalhos com que a AEESD inaugura um espaço que pretende dedicar à exibição de trabalhos de artistas convidados.

Rita Marques Pinto é natural de Oeiras e estudante do 4º Semestre Curricular da Licenciatura em Dança da Escola Superior de Dança. Um workshop de fotografia a preto e branco, realizado no Gabinete da Juventude de Oeiras fez-lhe crescer a paixão por esta arte. Rafael Ferreira formou-se na Escola Superior de Comunicação Social, no Porto. Aí frequentou uma disciplina de fotojornalismo onde adquiriu alguns dos conhecimentos fundamentais da técnica fotográfica. Em Setembro e Dezembro de 2006 expuseram alguns dos seus trabalhos em dois locais distintos na cidade de Viseu, tendo confirmada, para Julho próximo, uma nova exposição no Museu Almeida Moreira da referida cidade beirã.

As cerca de três dezenas de trabalhos expostos na cozinha, e corredores de acesso, do antigo Palácio do Marquês de Pombal – actual zona de refeições da Escola Superior de Dança – foram recolhidas em ‘Terras do Demo’, designação dada por Aquilino Ribeiro aos ‘territórios e tempo que fazem parte do nosso quintal beirão’.

No texto de apresentação da exposição, Rita Marques pinto escreve:

‘Sonhar, Amar, Ver, Sentir, Imaginar, saímos de nós para nos encontrarmos vendo o outro. Partir, atrevemo-nos, ousar imaginar.

Perdermo-nos para ganharmos o objecto à nossa frente. Viajar para depois voltarmos. Imagens que se formam e que nos (en)formam. Imagens-emoção que se formam na mente e que nos dizem quem somos. Falar de um outra linguagem, num mundo massificado à escala global, em que cada vez mais somos confrontados com o fenómeno da imigração e de fusão de culturas, não é reproduzir a realidade, mas sim reconstruí-la, acrescentando-lhe poesia com um novo-velho olhar. E se não existem valores absolutos de progresso, justiça, moral e ordem, e se não há resposta para o sentido da vida, esta não faz sentido sem a noção do nosso “lugar-donde”. O tempo, esse, existe só e apenas quando ligado a uma emoção, a um passado, a lugares-memória. De outra forma apresenta-se-nos como uma linha indefinida, que nos lança, como que perdidos, numa amnésia sem fim. A noção de espaço - tempo tem como unidade medida no Homem, o seu “lugar-donde”.

O nosso “lugar-donde”, lugr-memória, é essencial para a nossa individualidade como seres únicos que somos; Para que nos possamos encontrar sempre que partimos, para que nos possamos encontrar voltando.‘

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Olhares.com expõe na Figueira da Foz


Na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, está patente de 2 a 28 de Fevereiro, uma exposição de fotografia intitulada “Olhar Além Tejo”, da Colectiva Olhares.com.


A exposição “Olhar Além Tejo” reúne 30 fotografias de diversos membros do site “Olhares.com”, sobre a temática do Alentejo.


As fotos foram seleccionadas de entre cerca de 400 trabalhos propostos por membros do site, tendo sido escolhidas por um júri constituído pelos promotores da exposição.


Esta mostra foi inaugurada no Museu Municipal de Fotografia de Elvas, em Maio de 2006, aquando do evento “Olhar Além Tejo”, tendo posteriormente passado por Évora, Marvão, Avis e Castelo Branco.


Horário:

De segunda a sexta-feira:9h00 às 19h00
Sábados e Feriados: 10h00 às 20h00
Domingos: 10h00 às 21h30
Entrada Livre