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quinta-feira, 22 de março de 2007

Mão Morta e Jazz Iguanas


Os Mão Morta e os Jazz Iguanas são duas das bandas incluídas na primeira edição do Entulho Sonoro de 2007!

Os Mão Morta participam com uma raridade inédita que remonta à pré-história dos bracarenses, o tema B"r"osh é bom e os Jazz Iguanas incluem a sua Song 4 no primeiro Entulho Sonoro de 2007!

Para além disso, os Green Machine contam com uma crítica ao seu disco Themes For The Hidenbounds neste novo número da Underworld!

quinta-feira, 15 de março de 2007

Festival de Blues da Guarda

TMG promove, em Março, o primeiro Festival de Blues da Guarda
InBlues, com Son of Dave, Black Diamond Heavies, José Luis Gutierrez e Velma Powell



Começa dia 16 de Março, a primeira edição do InBlues – Festival de Blues da Guarda.

A cidade mais alta recebe pela primeira vez um festival inteiramente dedicado ao Blues, que vai contar com figuras de topo do Blues internacional.

Pelo palco do TMG vão passar Son of Dave [Inglaterra] no dia 16, Black Diamond Heavies [EUA] no dia 17 e o espectáculo Autoblues, de José Luis Gutierrez [Espanha] e de Velma Powell [EUA] no dia 24.

A esta série de concertos que irão desvendar as múltiplas facetas deste género musical, junta-se também o workshop do músico Luís Lapa, que o TMG promove através do Serviço Educativo, no dia 23 de Março, para músicos e apaixonados do Blues.

Os concertos de Son of Dave e de Black Diamond Heavies são em colaboração com o Teatro Académico Gil Vicente de Coimbra.

O bilhete geral para o Inblues já está à venda na bilheteira do TMG e custa 7.5€.

Os bilhetes individuais para os espectáculos custam 5€.

Todos os concertos do Inblues decorrem no Pequeno Auditório do TMG às 21.30 horas.

Directamente de Inglaterra, surge, no dia 16 e a abrir este Festival o enigmático Son of Dave com o seu one-man-show. Benjamin Darvill, a.k.a. Son of Dave, é uma inesperada one-man-band. Numa aventura de músculo e espiritualidade desenvolvida por este membro dos Crash Test Dummies ao longo de centenas de celebrações ao vivo, o bater de pé, a respiração e o timbre roufenho da harmónica – filtrado por um velho microfone – marcam o ritmo e fazem a máquina funcionar. Son of Dave actua no Inblues, no dia 16.

Seguem-se, no dia seguinte (17 de Março), os norte-americanos Black Diamond Heavies. São originários do sul dos EUA (Tenesse), mas actualmente dizem-se “cidadãos do mundo”. A dupla John Wesley Myers e Van Campbell diz que a sua música é “simplesmente… Blues”, mas o resultado do que fazem é bem mais apimentado, com incursões ao Punk. A maioria das suas composições são originais, mas há na música de Black Diamond Heavies alguns “covers” transformados em tributos a “deuses” como John Lee Hooker, Muddy Waters, Lou Reed ou Tom Waits. Os Black Diamond Heavies carregam a tradição do Blues desde sempre (um dos elementos, John Wesley Myers, é filho de um Sacerdote Baptista e cantou Gospel em criança) mas acrescentam-lhe um sem fim de outros meios e estilos (Van Campbell participou em projectos arrojados da chamada Punk Art londrina como os The Invisibles e os The Rum Circus).

O Festival termina no dia 24 com o espectáculo Autoblues, do saxofonista espanhol José Luis Gutierrez e da cantora norte-americana Velma Powell. Autoblues é um projecto que une a tradição à vanguarda do Blues.
José Luis Gutiérrez é uma das jovens figuras mais relevantes da cena jazzística espanhola. Possuidor de um marcado estilo original, é também desde o início da sua carreira um apaixonado do Blues. Tem desenvolvido trabalhos neste estilo musical com Velma Powel, Eric Lewin, Chema Sáiz, Charly Crespo, Tonky Blues Band, Esteban Cabezos e Niky Mitchell, entre outros.
Velma Powel nasceu em Chicago (EUA), no berço do Blues. Desde jovem, participou em várias formações de grupos na área do Gospel. Mais tarde iniciaria a actividade musical em diferentes salas dos EUA, partindo depois para a Europa. Na década de 90 instalou-se em Espanha. Desde então gravou três discos e colabora com os projectos Vargas Blues Band, La Orquesta Mondragón, com o projecto Christmas Blues, que partilha com o saxofonista José Luis Gutiérrez, e com muitos outros artistas das cenas Pop e Jazz espanholas. A sua voz tórrida e emocionante de Blues contrasta com a sensibilidade das baladas mais delicadas do Jazz. Em Autoblues, José Luis Gutierrez e Velma Powell são acompanhados por Ramón Garcia na guitarra, Cesar Díez no baixo e Antolín Olea na bateria.

sexta-feira, 9 de março de 2007

Festival de Blues em Coimbra


Com esta 5ª edição, o Festival Internacional de Blues de Coimbra reforça a sua identidade específica e, ao mesmo tempo, permite ao Teatro Académico de Gil Vicente voltar a encarnar plenamente no seu papel de instituição de programação.
Tentemos então, mais uma vez, descrever brevemente esta feliz associação entre o «Coimbra em Blues» e o TAGV.

Uma das características da programação do «Coimbra em Blues» destes cinco anos tem sido a combinação de formas tradicionais da canção negra norte-americana, sejam de origem rural ou de origem urbana, com formas contemporâneas, de latitudes diversas, que transfiguram as matrizes originais.
Por um lado, tem sido possível ouvir os clássicos (de Robert Johnson, John Lee Hooker, Blind Willie Johnson, Howlin’ Wolf, Muddy Waters, R.L. Burnside, Junior Kimbrough, etc.) nas reinterpretações de cantores como Paul Jones, Reverend Vince Andersen, Sheila Wilcoxon, Little Freddie King ou Adolphus Bell.

Por outro lado, como sucedeu nos concertos de Kenny Brown e Heavy Trash, em 2006, podemos perceber a influência da linguagem instrumental e vocal dos blues em formas que cruzam este género musical com outros géneros.
A ligação quase umbilical entre o blues e o rock, por exemplo, mantém-se viva numa nova geração de músicos que, pelo mundo fora, continua a reapropriar-se daquela tradição.
«Coimbra em Blues» tem procurado mostrar o blues como prática viva e em plena evolução, mesmo quando é interpretado pelas gerações mais velhas, e não como mera reinterpretação estandardizada de covers e solos em slide guitar.

É precisamente essa produtividade continuada dos blues enquanto fonte e matriz seminal da música popular que se pode apreciar na programação de 2007, através de um conjunto de músicos, de diversas origens geográficas, que nos mostram ao mesmo tempo a filiação e a transfiguração do blues no blues contemporâneo: Hell’s Kitchen Blues Band e Son of Dave, a 15 de Março; Bob Log III e Black Diamond Heavies, a 16 de Março; e Scott H. Biram e Alabama 3, a 17 de Março.

Na medida em que se trata de um festival inteiramente organizado e produzido pelo TAGV, «Coimbra em Blues» constitui uma demonstração da capacidade de produção e programação próprias.
E é esta capacidade, antes de mais, que permite ao TAGV a realização da sua missão específica e a afirmação da sua identidade pública.
Que o festival «Coimbra em Blues» tenha ganho crescente projecção nacional e internacional resulta tanto da qualidade da programação como do trabalho colectivo das equipas do Teatro.

E que a essa programação e a esse trabalho tenha correspondido o interesse continuado do público mostra a felicidade da associação que em 2003 se estabeleceu entre o TAGV e os blues. Uma associação cuja relevância artística e cultural tem sido reconhecida também através dos apoios obtidos.
Refira-se que a edição de 2007, como aconteceu em 2005 e 2006, é uma organização conjunta do TAGV e da Delegação Regional da Cultura do Centro.
Como novidade desta edição, a cooperação com o Teatro Municipal da Guarda, que integra no seu próprio festival duas das bandas convidadas.

O TAGV tem o blues? Sim, sem dúvida.
E, com o TAGV em blues, voltamos em 2007 a ter «Coimbra em Blues» mais uma vez.
Manuel Portela


“Le blues reste et restera dans nos vies et dans nos coeurs, même si de nombreux artistes ne sont plus là et jouent du blues au Paradis!”
Claude Nobs, Fundador do Festival de Jazz de Montreux


É com uma enorme alegria que vejo o Coimbra em Blues chegar à sua quinta edição.
Neste ano de 2007 não só se impõe um balanço destes cinco anos de festival, como importa reconhecer e nomear quem acreditou e trabalhou para que o Coimbra em Blues se tornasse num dos eventos mais importantes da agenda cultural conimbricense.
É fundamental agradecer também ao público fiel, que todos os anos se desloca ao Teatro Académico de Gil Vicente para celebrar uma música cujas raízes se encontram no passado, mas que mantém inalterável o que a torna tão essencial hoje, em Coimbra, como há 100 anos nas margens do Mississippi: a celebração da vida.
Desde 2003 passaram pelo palco do T.A.G.V. nomes incontornáveis dos blues, na sua maioria em estreia absoluta em Portugal, como: Cephas & Wiggins, Carey Bell, T-model Ford, Little Freddie King, Kenny Brown, Heavy Trash, Elmo williams & Hezekiah Early, Toni Lynn Washington, Little Milton e Paul “Wine” Jones.
Nesta 5º edição do Coimbra em Blues, o que se pretende que fique claro é que este festival nunca se propôs, e não se propõe, ser um festival de blues tradicional ou saudosista.

Além do fundamental critério de qualidade na selecção dos artistas, sempre tentámos mostrar um leque de músicos que, de algum modo, fosse representativo dos vários espectros e mutações dos Blues.
Neste sentido, a programação deste ano pretende trazer toda uma nova geração de Bluesmen que, neste milénio, continua a construir a história dos Blues.
Hells Kitchen (Suiça), Son of Dave (Inglaterra), Bob Log III (E.U.A.), Black Diamond Heavies (E.U.A), Alabama3 (Reino Unido) e Scott H. Birham (E.U.A), são os artistas que este ano nos vão abrir a porta para o admirável novo mundo dos Blues.
Paulo Furtado



COIMBRA EM BLUES 2007
Organização: Teatro Académico de Gil Vicente e Delegação Regional da Cultura do Centro
Produção: Teatro Académico de Gil Vicente
Assessoria Artística: Paulo Furtado
apoios: Carhartt Antena 3 RUC

Preçário:
Concertos:
Preço normal_ 12,00€
Preço estudante e sénior _10,00€
Mostra de filmes:
Preço normal_ 4,50€
Preço estudante e sénior _3,50€
Preço Geral (para os 3 concertos e para as 3 sessões de cinema) _ 30,00€
Preço Geral Estudante e sénior (para os 3 concertos e para as 3 sessões de cinema) _ 25,00€

Informações:
Teatro Académico de Gil Vicente -Praça da República, Coimbra
Blog: http://blogtagv.blogspot.com/
BILHETEIRA seg a sáb 17h00-22h00 Tel. 239 855 636

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

5º Portalegre Jazz Fest


Portalegre JazzFest - Festival Internacional de Jazz de Portalegre - 5ª Edição



Dia 21 de Fevereiro - Sexteto de Mário Barreiros


Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros

Livre Trânsito 30 euros


Mário Santos - saxofone tenor e clarinete baixo
José Pedro Coelho - saxofone tenor e flauta
José Luís Rego - saxofones alto e soprano
Pedro Guedes - piano
Pedro Barreiros - contrabaixo
Mário Barreiros - bateria

A Música e o músico são indissociáveis em Mário Barreiros. Bem antes de enveredar pela actividade de produtor, Mário Barreiros viveu a música como músico, um baterista cujo mérito lhe permitiu integrar formações de relevo no panorama do jazz português, tais como o Quinteto de Maria João; Quarteto de António Pinho Vargas; Sexteto de Jazz de Lisboa e Quarteto de Mário Laginha, entre outras.


Em 1994 formou o seu Sexteto de Mário Barreiros com alguns dos músicos frequentadores da Escola de Jazz do Porto.


Hoje, a paixão pelo jazz volta a ocupar um primeiro plano, e o Sexteto de Mário Barreiros reaparece, agora constituído por Mário Santos (saxofone tenor e clarinete baixo), José Luís Rego (saxofones soprano e alto), José Pedro Coelho (saxofone tenor e flauta), Pedro Guedes (piano), Pedro Barreiros (contrabaixo) e Mário Barreiros (bateria), com um repertório alargado de temas originais da autoria de Mário Barreiros, Pedro Guedes e Mário Santos.


Dia 22 de Fevereiro - Trigon Quartet - Ethno Jazz group Trigon - Moldávia
Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros / Livre Trânsito 30 euros


Anatol Stefanet: viola
Vali Bogheanu: saxofone, trompete, trompete flugelhorn, flauta, kaval, vozes
Dorel Burlacu: órgão, piano, harmónica
Gari Tverdohleb: bateria, percussão, xilofone



"Os Trigon têm tido um enorme sucesso no encontrar do estreito caminho entre o folclore e o jazz, e na criação da sua própria música, demonstrando uma imaginação e virtuosidade tremendas. Todos os músicos são solistas, tocando a sua própria música no seu próprio estilo, o que é um feito exigente. Os espectadores, ao tentar acompanhar os músicos caem imediatamente em transe. E durante o resto do concerto estão perdidos num devaneio sonhador. A sonhar sonhos espantosamente belos. É impossível ficar indiferente durante o concerto. As imagens são reais, visíveis, palpáveis. É um Teatro de música, plástico, artístico, com um enorme sentido de humor. Pintura e Música - ousada, forte, dramática. Em que qualquer movimento do Arco, qualquer som é liberdade, prazer, alegria. É música vivida no palco. Música sobre verdades universais. Sobre o mundo e o nosso lugar nesse mundo. Sobre algo em nós, escondido fundo, inconsciente e deveras importante. Uma ilusão? Deveríamos antes dizer virtuosismo, conhecimento profundo, e metamorfose".


Dia 23 de Fevereiro - Michel Portal Quartet
Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros / Livre Trânsito 30 euros


Michel Portal: saxofone alto, bandoneon, clarinete
Louis Sclavis: clarinete, saxofone
Bruno Chevillon: contrabaixo
Daniel Humair: bateria

Nascido em 1935, o compositor Michel Portal também toca clarinete, saxofone e o pequeno acordeão ou bandoneon.
Músico difícil de classificar devido á sua enorme oferta em diversas categorias, Michel Portal é uma personagem extraordinária que está tão á vontade com compositores clássicos - Mozart, Brahms, Schumann, Berg - como com músicos contemporâneos, como Boulez, Stockhausen, Berio, Kagel, entre outros, com os quais já tocou.

No vasto campo do jazz europeu, Portal têm tido uma influência profunda. Quer seja a fazer duetos com Bernard Lubat ou Martial Solal; ou convidado a acompanhar grupos (Humair-Jeanneau-Texier; Kuhn-Humair-Jenny Clark); ou a tocar como parceiro temporário com Jack DeJohnette, Dave Liebman, Howard Johnson, John Surman, ou Mino Cinelu, a sua influência têm sido notável.

Os arranjos podem ser estruturados ou espontâneos, mas Portal consegue ser tanto um activista como um reaccionário.

Michel Portal ocupa um lugar particular e singular na cena do jazz europeu. A sua reputação como solista clássico parece ter tornado desnecessária qualquer necessidade de reafirmação das suas capacidades técnicas. Recipiente directo das obras dos grandes compositores contemporâneos, Portal não é impelido pela necessidade de ser reconhecido. Regularmente aclamado pelos profissionais musicais de diversos géneros (três Óscares franceses, os Césares, pelo seu trabalho em bandas sonoras, complementam os mais variados prémios noutros campos), Portal está na posição de apreciar o lugar que ocupa. É isso que lhe possibilita a oportunidade de embarcar com vigor renovado em ainda mais improvisação, o que vêm por sua vez perturbar ainda mais as ideias definidas a seu respeito. Uma improvisação que não exclui a incerteza ou a veemência. Longas viagens musicais, um lirismo estridente, uma invenção caprichosa, sentimentos de fantasia que criam tensão em conjunto com melodias animadas.
Através de uma teimosa procura pelo âmago da alma ou a explosão do ritmo, Portal parece viver cada quilómetro musical como se estivesse a trazer o Tom de volta á ribalta. Parece necessitar de expandir a sua alma musical até aos limites, assim como as regras de contribuição dos outros músicos. Ao fazer isso, consegue alcançar excepcionais pontos altos, não apenas em termos de momentos de paixão mas também quando gritos trágicos se manifestam.

O palco é no entanto o seu lugar favorito. É apenas para as gravações (principalmente "Dejárme solo" e "Turbulence"), que ele reserva as suas matizes, os seus arranjos a solo com figuras cuidadosamente posicionadas e de comentários fixos que remetem para a sua agitação fora do palco.

O Ivey-Divey Trio vai buscar o seu nome e maior parte do seu reportório ao álbum homónimo de 2004, considerado pela revista Jazz Times como o "Disco do Ano", e elogiado como o "melhor álbum de Don Byron em muitos anos", pelo jornal "The New York Times"; este álbum inclui ainda a música "I Want to be Happy", que contém um solo de Byron nomeado para os prémios Grammy.

O trio homenageia de forma calorosa neste álbum Lester Young, lenda do Saxofone, e o seu álbum em conjunto com o pianista Nat "King" Cole e o baterista Buddy Rich, datado de 1946.
Alem de executarem várias músicas dessa gravação clássica do Trio de Lester Young, o Ivey-Divey Trio interpreta também composições de Miles Davis, John Coltrane, e algumas músicas originais de Don Byron.

A escolha de músicos para o seu trio foi tão acertada como sempre, incluindo dois dos mais talentosos e ritmicamente dotados músicos da nova geração, o pianista George Colligan (colaborador de longa data de Byron em diversos projectos) e o baterista Ben Perowsky.

Desde o lançamento do CD, o Ivey-Divey Trio têm actuado com enorme sucesso em diversos festivais de jazz (Monterey, San Francisco, Seattle e Newport), assim como na New York's Symphony Space, no Village Vanguard, e em diversos outros festivais de jazz.

Além do trio habitual, participaram nestes concertos outros músicos de renome, como os pianistas Jason Moran e Edward Simon, e os bateristas Jack DeJohnette e Billy Hart.


"... Mostrar-nos novas formas de pensar e sentir sobre experiências que nos são familiares é uma das tarefas do verdadeiro artista, e é algo em que Don Byron se excede."
- The Times, Londres


"O clarinetista Don Byron fez o seu melhor disco em Ivey-Divey, uma sessão de trio poderosa e relaxada."
- The New York Times


"Enquanto o disco Ivey-Divey continua a preferência de Byron por projectos idiossincráticos, é também um tributo a uma gravação de 1946 do Trio de Lester Young, e de facto resulta num trabalho que é maior que as palavras - é ousado e sublime..."

Jazz Times
Jam Sessions

Dia 23 e 24 de Fevereiro - Jeffrey Davis Trio
Café Concerto CAEP
Início 00.00h

Jeffrey Davis - Vibrafone
Nelson Cascais - Contrabaixo
Alexandre Frazão - Bateria


+ info: tel 245 307 498