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quinta-feira, 29 de março de 2007

Mostra Fotográfica no Rio Sul Shopping

Mostra fotográfica sobre alterações climáticas

EXPOSIÇÃO “NorteSulEsteOeste” NO RIOSUL SHOPPING


A partir de hoje poderá visitar no RioSul Shopping a mostra fotográfica “NorteSulEsteOeste” que retrata em várias fotografias as alterações climáticas que neste momento decorrem em todo o globo a uma velocidade alucinante. Esta exposição estará patente no piso 1 e ficará no RioSul Shopping até dia 08 de Abril.

Até ao final do ano, esta exposição marca presença em vários dos centros da Sonae Sierra e surgiu de uma iniciativa entre Climate Group e o British Council que pediram a dez dos melhores fotógrafos do mundo que registassem os impactos do aquecimento global em diversos locais do planeta.

A alteração do clima constitui um dos maiores problemas da actualidade a nível ambiental. Estas mudanças climáticas verificadas a nível global, intensificaram-se no último século e a preocupação com esta questão aumentou nas últimas décadas, tornando-se numa das maiores preocupações e prioridades da humanidade.

Durante o último século, as alterações climáticas registadas têm sido mais pronunciadas do que em qualquer período registado até ao momento. Uma das conclusões do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) de 1995 indica que estas alterações são resultado de intensas intervenções humanas sobre o meio natural com repercussões no clima e que se reflectem a uma escala global. Este organismo prevê que as temperaturas médias globais aumentem entre 1 e 3.5ºC até 2100 e que o nível médio das águas do mar aumente entre 15 e 95 cm.

O aumento da concentração dos gases de estufa na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono, tem sido apontado como uma das principais causas destas alterações no clima, que terão impacto directo e negativo sobre os ecossistemas terrestres, nos diversos sectores socio-económicos mundiais, na saúde pública e na qualidade de vida das pessoas em geral. A camada atmosférica da Terra, constituída por vapor de água e gases de estufa como o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O) e principalmente o dióxido de carbono (CO2), reflecte a radiação infravermelha emitida pela superfície da terra impedindo que parte desta seja perdida para o espaço, tal como uma parede de vidro numa estufa. Como consequência dá-se o aquecimento da superfície da troposfera, provocando estas gigantescas e irreversíveis alterações climáticas.

Arte Contemporânea no Chiado

Inaugura no próximo dia 30 de Março, sexta-feira, às 22h00, no Espaço Fidelidade Mundial Chiado 8 Arte Contemporânea, no Largo do Chiado n.º 8, uma exposição de João Queiroz. Esta é a quinta exposição do projecto para o Espaço Fidelidade Mundial Chiado 8 Arte Contemporânea concebido por Miguel Wandschneider, produzido pela Culturgest e pela Fidelidade Mundial e com curadoria de Ricardo Nicolau. A exposição estará aberta ao público até 15 de Junho de 2007.


Assumidamente pintor, preocupado com os mecanismos específicos da pintura, João Queiroz (n. Lisboa, 1957) elegeu o confronto com a natureza, com a paisagem, como o campo de acção do seu trabalho. Não é, contudo, um pintor de paisagens: àquele género histórico, que subentende sempre categorizações e hierarquias, João Queiroz contrapõe, através de um idiossincrático método de trabalho, a possibilidade de uma relação com a paisagem que demita catalogações, que instaure novos modos de ver e que, nas suas palavras, “mostre o indominável”.

Se a paisagem lhe interessa é como álibi, não-tema ou, no máximo, como inesgotável depósito de convenções visuais a contrariar através da imersão física que caracteriza a sua forma de desenhar e de pintar.

É este singular processo de trabalho que o conjunto de 35 aguarelas de pequeno formato, agora apresentado no Espaço Chiado 8, permite testemunhar, embora se constitua como projecto autónomo. Estas aguarelas partem de desenhos executados numa relação directa com a natureza, mas são feitas na ausência do motivo, da paisagem, numa crescente autonomia em relação a referentes. São registos quase imediatos com uma forte dimensão performativa: executados com todo o corpo, visto partirem de “memorizares físicos”, mais do que de quaisquer códigos de semelhança, interrogam-nos com uma notável perseverança sobre o problema da representação.

O projecto de exposições para o Espaço Fidelidade Mundial Chiado 8 Arte Contemporânea, que apresenta agora a exposição de João Queiroz, irá desenrolar-se até ao final de 2008, englobando catorze exposições individuais de artistas portugueses. A escolha dos artistas não se rege por critérios geracionais nem privilegia um determinado medium. O projecto tem a intenção de dar a conhecer a um público alargado o trabalho de artistas que se destacam pela singularidade e com os quais esse público não está necessariamente familiarizado. Na sua maioria, as exposições irão apresentar trabalhos inéditos e, em diversos casos, pensados especificamente para o espaço expositivo.

Não se exclui a hipótese de incluir obras que já foram expostas noutras situações, embora sujeitas na sua apresentação às necessárias adaptações às especificidades desse espaço. A identidade do projecto não decorre de qualquer orientação programática previamente definida, mas antes da combinação de todas essas escolhas e das obras apresentadas. .

Cada exposição será acompanhada de um pequeno catálogo e, no final de 2008, será editado um catálogo de todo o projecto.


Fotografia na Escola Superior de Dança


Numa iniciativa da associação de estudantes da Escola Superior de Dança está patente, desde o dia 14 de Março e até 30 de Abril, uma exposição de fotografia a preto e branco. Rita Marques Pinto e Rafael Ferreira são os autores dos trabalhos com que a AEESD inaugura um espaço que pretende dedicar à exibição de trabalhos de artistas convidados.

Rita Marques Pinto é natural de Oeiras e estudante do 4º Semestre Curricular da Licenciatura em Dança da Escola Superior de Dança. Um workshop de fotografia a preto e branco, realizado no Gabinete da Juventude de Oeiras fez-lhe crescer a paixão por esta arte. Rafael Ferreira formou-se na Escola Superior de Comunicação Social, no Porto. Aí frequentou uma disciplina de fotojornalismo onde adquiriu alguns dos conhecimentos fundamentais da técnica fotográfica. Em Setembro e Dezembro de 2006 expuseram alguns dos seus trabalhos em dois locais distintos na cidade de Viseu, tendo confirmada, para Julho próximo, uma nova exposição no Museu Almeida Moreira da referida cidade beirã.

As cerca de três dezenas de trabalhos expostos na cozinha, e corredores de acesso, do antigo Palácio do Marquês de Pombal – actual zona de refeições da Escola Superior de Dança – foram recolhidas em ‘Terras do Demo’, designação dada por Aquilino Ribeiro aos ‘territórios e tempo que fazem parte do nosso quintal beirão’.

No texto de apresentação da exposição, Rita Marques pinto escreve:

‘Sonhar, Amar, Ver, Sentir, Imaginar, saímos de nós para nos encontrarmos vendo o outro. Partir, atrevemo-nos, ousar imaginar.

Perdermo-nos para ganharmos o objecto à nossa frente. Viajar para depois voltarmos. Imagens que se formam e que nos (en)formam. Imagens-emoção que se formam na mente e que nos dizem quem somos. Falar de um outra linguagem, num mundo massificado à escala global, em que cada vez mais somos confrontados com o fenómeno da imigração e de fusão de culturas, não é reproduzir a realidade, mas sim reconstruí-la, acrescentando-lhe poesia com um novo-velho olhar. E se não existem valores absolutos de progresso, justiça, moral e ordem, e se não há resposta para o sentido da vida, esta não faz sentido sem a noção do nosso “lugar-donde”. O tempo, esse, existe só e apenas quando ligado a uma emoção, a um passado, a lugares-memória. De outra forma apresenta-se-nos como uma linha indefinida, que nos lança, como que perdidos, numa amnésia sem fim. A noção de espaço - tempo tem como unidade medida no Homem, o seu “lugar-donde”.

O nosso “lugar-donde”, lugr-memória, é essencial para a nossa individualidade como seres únicos que somos; Para que nos possamos encontrar sempre que partimos, para que nos possamos encontrar voltando.‘

sexta-feira, 9 de março de 2007

Martinho Dias expõe na Galeria de Arte de S.Bento


GALERIA DE ARTE DE S. BENTO APRESENTA MARTINHO DIAS

«Aplauso»
10 de Março a 28 de Abril de 2007

APÓS A REABERTURA COM PAULA REGO,
A GALERIA DE S. BENTO APOSTA EM NOVOS VALORES NACIONAIS

Após o sucesso da exposição de reabertura de Paula Rego, a Galeria de S. Bento de Lisboa inaugura no Sábado, 10 de Março de 2007 (das 15h às 19h) uma exposição de pinturas de Martinho Dias, um jovem artista português formado pela Faculdade de Belas Artes do Porto e que nos apresenta uma série de trabalhos entitulados “Aplauso”.

Em relação a esta série, o artista afirma o seguinte: “O objectivo das pinturas que constituem a série “Aplauso” é o de reflectir a ténue fronteira que separa a vitória, a glória, o glamour, a mentira, o medo ou a incapacidade de vencer.

É nesta linha frágil, plena de emoções diversas, que o direito do aplauso é determinado, quer a vitória tenha sido conseguida através de um cronómetro, ou numa situação de sobrevivência ao limite, ou pela intervenção dos media.”
Paralelamente à exposição, será lançado um catálogo editado pela Galeria com o título da exposição onde se pode apreciar todos os pormenores desta mostra.

Do catálogo, citamos o texto escrito pelo crítico de arte, Hugo Barata, por ocasião da exposição:
“O conceito por nós entendido como “realidade” é, no fundo, simbolicamente estruturado através da linguagem. A “realidade real”, essa, está para trás do “simbólico”, ou seja, está na génese das coisas(...)
Martinho move-se na senda de desdobrar “esta realidade”, aquela que nos é comum, e fá-lo de uma forma sugestiva, sugerida, mais do que prescritiva.

Privilegia padrões de informação recolhida através de fotografias de diversas fontes dos meios de comunicação (...) e, de forma criteriosa, divide-os em momentos composicionais de “instância matérica”, substrato das representações de figuras e corpos da sua pintura, encarados como uma inevitabilidade do quotidiano.

A sua visão tem em consideração a consciência como elemento identificatório da identidade humana, sabendo no entanto que cada um de nós enquanto observador e espectador, apenas almejamos a ser um momento à parte de um mapa global.
A série de acrílicos «Aplauso» mostra e propõe o corpo como algo que aprendemos a manipular, articulando-o sem diferenciação ou demarcação absoluta entre existência corpórea e simulação imagética. Nós somos aquelas figuras, naquelas situações.
Martinho Dias equaciona uma desconstrução das diversas franjas da nossa realidade percepcionada, naquilo que Debord considera “o espectacular integrado”, e reconfigura-as no plano da tela, demonstrando em níveis múltiplos e de diversas formas (no realismo das figuras, no esboço ou no apagamento parcial) que não nos será possível a total captação do mundo exterior, a não ser que a própria pintura seja tão complexa e multifacetada como o próprio mundo global.
Segundo o próprio artista nos seus escritos, este corpo de trabalho está intimamente ligado à “sociedade espectacularizada” e suas tensões diversas, tensões essas que exploram implicações culturais das teorias sociológicas, ou, se quisermos, a forma como encaramos a indústria dos media, considerando que as imagens serão sempre anúncios do status quo.”


A exposição estará patente ao público até ao dia 28 de Abril e a entrada é gratuita.

terça-feira, 6 de março de 2007

Exposição de Fotografia de Amedée Lemaire de Ternantes



Em finais de Abril de 1858, D.Pedro V casa com a brevíssima rainha D.Estefânia.


Tinham ambos 21 anos e o casamento duraria pouco mais de um ano.


Em 1859 a rainha morre de difteria e o rei dois anos depois.


Com D. Estefânia, que já aprendera português, desloca-se uma pequena corte e artistas diversos, que inclui o já então conhecido pintor e fotógrafo francês Amédée Lemaire de Ternante.


Esta é, pois, a Lisboa desse ano ainda feliz e representa, ao que se sabe, um dos mais antigos e mais ricos conjuntos de imagens da capital e, pela diversidade dos temas abordados, um dos mais esclarecedores do país.


Trata-se de albuminas originais, respondendo ao objectivo de descoberta e de registo da capital do reino, apontando aspectos do património monumental, (os Jerónimos com a sua patine e erosão antes do restauro, a Torre de Belém, com as velhas galés de passeio ao fundo e, em primeiro plano, a seca das redes dos pescadores, a igreja da Estrela, o Aqueduto das Águas Livres, o Paço das Necessidades, o Chafariz d¹ El Rei, em AlfamaŠ), mas também vistas gerais da cidade.


Não apenas o litoral obrigatório avistado do casario mais elevado, mas também S.Pedro de Alcântara e as muitas aldeias que permaneciam incólumes no interior da cidade e a panorâmica que se desfruta nos acontecimentos: as tribunas de recepção frente ao Cais das Colunas.


Já em estúdio, (um interior bastante elementar e um jardim onde uma cadeira permite o indispensável apoio) reencontramos a sociedade colunável, homens de canecão ou chapéu mole, suíças e bandós, mulheres com saias de balão à Imperatriz Eugénia, tão crispados, afinal, como os grupos populares que Ternante capta no quotidiano.


Nos instantâneos, os rostos em movimento provam-nos a dificuldade da fotografia sem pose, mas também a sua ainda relativa novidade para o público comum.


E aquele retrato de Castilho, entre o solene e o "habitué".


Afinal Castilho cedo se deixara fotografar em daguerreótipo, tornando bem conhecida, em artigo de imprensa, a estranha relação que se estabelece entre o fotógrafo e o fotografado.


A mostra suscitará olhares diversos, do historiador, do urbanista ou do curioso dessa já velha identidade que desbaratamos.


Mas também do esteta, pois aqui e ali, certas composições falam bem da intenção do seu autor e deste nosso inabalável compromisso estético com tudo o que é reconhecido e traz consigo pergaminhos de antiguidade.




Breve biografia do autor




Amédée Lemaire de Ternantes nasceu em França, em Chatillon-sur-Seine, provavelmente em 1821 e faleceu em data posterior a 1866.


Conhecido sobretudo como pintor, da escola francesa, os seus quadros encontram-se em muitos museus de França e no Museu do Vaticano.


Em 1858, acompanhou a princesa D. Estefânia a Lisboa, tendo anotado com precisão a data a que aportou ao Terreiro do Paço: 18 de Maio, cerca do meio dia.



Durante a sua estadia em Lisboa, fez um extenso levantamento fotográfico da cidade, que imprimiu em provas de papel salgado e albumina.




Informações complementares




Centro Português de Fotografia/Ministério da Cultura


Edifício da Cadeia da Relação do Porto


Campo Mártires da Pátria4050-368 Porto


Tel. 222 076 310


Fax 222 076 311


E-mail: email@cpf.ptURL: www. cpf.pt


Horário dos serviços: 2ª a 6ª das 9.00h às 12.30h e das 14.00h às 17.30h


Horário do centro de exposições: 3ª a 6ª das 15.00h às 18.00h;


Sábados, Domingos e Feriados das 15.00h às 19.00h.

Exposição no Instituto Franco-Portugais



INDIGONOIR & MECANOSPHERE " Membranes"
Nature - Organe - Circuit 8 - 30 de Março.

Inauguração: Institut Franco Portugais
8 de Março - 18 Horas / Av. Luis Bivar, 91 / Metro : Saldanha ou São Sebastião

IndigoNoir & Mecanosphere : Uma instalação em forma de circuito onde se cruzam os assemblages visuais de IndigoNoir com as bandas sonoras espectrais de Mécanosphère, a emitir a partir de postes de escuta.


Psicogeografia auditiva e visual de uma possivel "natureza da natureza" - insectos, fantasmas migratórios, restos de textos, evocação de orgãos e resistência dos materiais, close-ups de paisagens sub-pastorais, organologia microgótica e land art mental em cut up.


Uma homenagem longinqua a Novalis, Robert Smithson e Alexander Graham Bell.
IndigoNoir: Johan Viviers, Carlos G. Garcia


Mecanosphere: Benjamin Brejon, Adolfo Luxuria Canibal, Jonathan Hhy, Henrique Fernandes

sábado, 3 de março de 2007

Conjunto escultórico " Sagrada Família " em Espanha







O conjunto escultórico em barro, do Séc. XVIII, “Sagrada Família”, atribuído à Escola de Machado de Castro, do Museu de Aveiro, foi emprestado para a exposição “Salzillo, testigo de un siglo”, a decorrer em Múrcia, Espanha, de 1 de Março a 31 de Julho de 2007, que mostrará o tempo da vida do escultor Francisco Salzillo (1707 a 1783).




A Sagrada Família do Museu de Aveiro será integrada na temática “Beleza do Corpo, Deleite da Alma”, que analisa a vida do escultor, o seu trabalho e as suas relações com a arte do Séc. XVIII, considerado a “Nova Era de Ouro de Espanha”.
A cedência temporária da Sagrada Família para esta exposição reveste-se do maior interesse para o Museu de Aveiro, pela dimensão e carácter internacional da exposição.

quinta-feira, 1 de março de 2007

Fotojornalismo no C.A.E.da Figueira

Uma região, três olhares, dezasseis fotos

Nada de equívocos: não se trata de um resumo da região Centro (falta-lhe o interior, para começar, as beiras Alta e Baixa), não é um portfólio, não é um panfleto.
São, simplesmente, fotografias de dezasseis reportagens de jornalistas da Agência Lusa tiradas com o exclusivo propósito de noticiar, de mostrar ao maior número possível de pessoas coisas relevantes que em determinado momento ocorreram, para o bem e para o mal.
Boas fotos, em todo o caso. A sua selecção ajuda a compor o imaginário de uma região singular, de uma rede de cidades e de lugares com um peso muito forte na identidade nacional.
As fotos de Paulo Novais, Sérgio Azenha e Paulo Cunha dão-nos uma imagem da região Centro muito curiosa, um território atravessado por festas universitárias, campeonatos da Europa e do Mundo de futebol e de ginástica, inundações, fogos, crimes e desastres.
Vêem-se dois chefes de Estado com capas de estudante sobre os ombros, famílias que fugiram da pobreza brasileira para o “El Dorado” da zona do Pinhal (valha-nos Deus…), a fé tremenda do Santuário de Fátima e a entrada na última morada de Lúcia, a vidente.
Bem perto, numa penitenciária, os reclusos precipitam-se no canto barroco e nos mistérios do amor com D. Giovanni (D. Juan), o sedutor.
E há, enfim, a beleza inexplicável da Serra da Boa Viagem entrando em cunha pelo Atlântico dentro, tocada naquele domingo improvável de Janeiro pela unção de um manto de neve.
São instantes únicos captados para noticiar, para reportar, para fornecer aos órgãos de comunicação do país inteiro e de mais uns quantos que se editam fora de Portugal.

A foto, escreveu um jornalista da Lusa, “é um instante verdadeiro, um relâmpago sobre a verdade – e o que ela nos traz não é um discurso, é uma emoção”.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

O retrato na FBAUL


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Cartoon Xira 2006


Hoje pelas 18h no Celeiro da Patriarcal inaugura a "VII Cartoon Xira", em Vila Franca de Xira.

Como aconteceu em edições anteriores, esta exposição será composta por duas exposições paralelas:

Cartoons do Ano 2006” - Pretende apresentar de forma perspicaz e humorística, o ano político, social e cultural português, exibindo para tal cerca de cem trabalhos de três dos mais conceituados cartoonistas nacionais - António, Cid e Maia.

Um Mundo às Avessas” – Carlos Brito, cartoonista que publica regularmente no jornal “Le Monde”, apresenta a sua obra.

O “Cartoon Xira”, que estará patente entre 24 de Fevereiro e 25 de Março.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Olhares.com expõe na Figueira da Foz


Na Sala Afonso Cruz do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, está patente de 2 a 28 de Fevereiro, uma exposição de fotografia intitulada “Olhar Além Tejo”, da Colectiva Olhares.com.


A exposição “Olhar Além Tejo” reúne 30 fotografias de diversos membros do site “Olhares.com”, sobre a temática do Alentejo.


As fotos foram seleccionadas de entre cerca de 400 trabalhos propostos por membros do site, tendo sido escolhidas por um júri constituído pelos promotores da exposição.


Esta mostra foi inaugurada no Museu Municipal de Fotografia de Elvas, em Maio de 2006, aquando do evento “Olhar Além Tejo”, tendo posteriormente passado por Évora, Marvão, Avis e Castelo Branco.


Horário:

De segunda a sexta-feira:9h00 às 19h00
Sábados e Feriados: 10h00 às 20h00
Domingos: 10h00 às 21h30
Entrada Livre

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

XX salão de Outono no Casino Estoril

Encontra-se patente na Galeria de Arte do Casino Estoril, até 15 de Janeiro, o XX Salão de Outono, considerada a mais importante colectiva de pintura da programação anual desta galeria.

Na edição do corrente ano participam 39 autores representativos das principais correntes contemporâneas, desde o expressionismo ao neofigurativismo e ao abstraccionismo geométrico, com a presença de nomes como Júlio Pomar, Nadir Afonso, Guilherme Parente, Manuel Cargaleiro, Noronha da Costa, Paulo Ossião, Sérgio Telles, Jacinto Luis, António Joaquim, Fernando Gaspar, Alfredo Luz, os professores Joaquim Lima Carvalho, António Pedro, Quadros Ferreira e Pedro Rocha.



Na inauguração deste Salão, pelo qual passaram até hoje 390 artistas, o director da galeria, Lima de Carvalho, revelou que a edição do próximo ano passará a incluir, além da pintura, também o desenho e a fotografia e terá por tema o Vale do Douro, desde a nascente à foz, nos seus múltiplos aspectos e valores, humanos, paisagísticos, laborais, feiras e festas, navegabilidade do rio, vindimas e outros aspectos que se insiram no âmbito do tema geral, com a participação por convite de artistas portugueses e espanhóis, com preferência pelos que já tenham tratado o tema enunciado e tenham nascido ou sejam residentes naquela região e correspondam ao nivel de qualidade que tem caracterizado esta colectiva “Douro/Duero” será o nome da exposição, que em princípio se realizará em Outubro do próximo ano.



O XX Salão de Outono, que assinala 20 anos de realização e procurámos que fosse considerado uma homenagem à Pintura, foi já visitado por mais de 5.000 pessoas e ficará patente ao público até 15 de Janeiro, todos os dias, das 15 ás 24 horas, excepto no próximo dia 24, em que o casino se encontra encerrado.


É uma exposição que, pelo nível dos autores presentes e a qualidade dos trabalhos apresentados, merece ser visitada.

domingo, 17 de dezembro de 2006

"Amadeo de Souza-Cardoso. Diálogos de Vanguarda"


A edição fac-similada de um manuscrito ilustrado por Amadeo da obra "La Legénde de St. Julien l'Hospitalier" de Flaubert, vai ser apresentada na 2ª feira, dia 18 de Dezembro, às 21h00, no Auditório 2.


Trata-se de um dos trabalhos mais importantes do artista e da colecção do CAMJAP cujo lançamento se enquadra nas várias acções em torno da exposição "Amadeo de Souza-Cardoso.


Diálogos de Vanguarda" inaugurada no dia 14 de Novembro e que foi visitada, no primeiro mês de abertura ao público, por 35 mil pessoas.


A grande afluência de público levou, aliás, ao alargamento do horário da exposição, que continua a estar aberta de terça a domingo das10h às 22h e às sextas-feiras das 10h à meia-noite.


A mostra integra 260 obras de pintura e desenho do artista português, e trabalhos de 36 artistas internacionais, vindos de vários museus de todo o mundo e de muitas colecções particulares, abrangendo todo o período de produção de Amadeo, entre 1908 e 1918.


"Amadeo de Souza-Cardoso. Diálogos de Vanguarda" conta com o apoio exclusivo do Banco BPI e o Alto Patrocínio do Presidente da Comissão Europeia.

Exposição de Joias na Glubenkian


Cartier 1899-1949. O percurso de um estilo
Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa
Inaugura a 15 de Fevereiro de 2007



Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955), pioneiro da indústria petrolífera e coleccionador de arte, reuniu ao longo da sua vida uma extensa colecção que se pode apreciar no museu da Fundação, em Lisboa.



Um dos núcleos da colecção mais celebrizados internacionalmente é o dedicado à obra de René Lalique, cujas jóias se encontram entre as primeiras aquisições de Calouste Gulbenkian.


A joalharia francesa mereceu sempre grande interesse por parte do coleccionador, amante da beleza e da qualidade.

Menos conhecidas do grande público são as aquisições que efectuou junto de outros joalheiros parisienses, nomeadamente Cartier, de quem foi cliente.

Nas décadas de 1910 e de 1920 adquiriu um importante conjunto de jóias, na linguagem mais arrojada da época que se veio a afirmar como Art Déco.


A exposição "Cartier 1899-1949.


O Percurso de um estilo" reúne um conjunto excepcional de 230 jóias, relógios e objectos pertencentes à Colecção Cartier, bem como algumas das aquisições de Calouste Gulbenkian, pertencentes à Fundação.

São ainda expostos desenhos originais - alguns dos quais associados ao coleccionador -, moldagens e diversa documentação.
A Colecção Cartier tem sido exibida nos últimos anos nos mais prestigiados museus do mundo, de que destacamos, o Museu do Ermitage, São Petersburgo, o British Museum, Londres, o Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque, o Museum of Fine Arts, Houston e o Museu de Xangai.

Centrado nas personalidades dos principais clientes da Casa Cartier, o catálogo da exposição, em edição internacional, procura dar a conhecer o contributo da joalharia francesa nas artes decorativas do século XX e a sua estreita relação com os coleccionadores do seu tempo.



Organizada pelo Museu Calouste Gulbenkian em colaboração com a Colecção Cartier e a editora Skira, esta iniciativa integra-se nas comemorações do 50º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Horários, especiasde Natal, da Exposição Star Wars


Neste Natal não perca a oportunidade de conhecer algumas das mais importantes personagens da saga STAR WARS.

Dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro -

aberta das 14h30 às 19h30


Exposição encerrada dias 24 e 31 de Dezembro


EXPOSIÇÃO STAR WARS - até 14 de Janeiro
Museu da Electricidade
Domingo a 5ª das 10H às 20h
6ª e Sábados das 10h às 22h
Encerra às 2ª