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sexta-feira, 23 de março de 2007

Música no Castelo de S.Jorge

Castelejo enche-se de música

Banda da Carris no Castelo de São Jorge

A Banda da Carris actua este domingo, dia 25 de Março, às 16h00, no Castelo de São Jorge. A direcção do concerto está a cargo do maestro Carlos Ribeiro.

Do programa fazem parte: Hino da Comunidade Europeia (Beethoven), Alvamar Overture op.45 (James Barnes), Festa Paesana (Jacob de Haan), Uma Noite em Lisboa (Álvaro Reis), Castelos em Espanha (R. Beck e J. Mabaar), Bali (David Correia) e Santana, A Portrait (Arr. Giancarlo Gazzani).

Este é o primeiro de vários espectáculos da Banda, dos quais se destacam o concerto de 15 de Abril, às 16h00, no Coreto do Jardim da Estrela e dia 5 de Maio, à mesma hora, no Castelo de São Jorge.


Banda da Carris:

Ø Castelo de São Jorge (Castelejo)
Ø 25 de Março
Ø 16h00
Ø Preços: tarifa normal do Castelo

quarta-feira, 7 de março de 2007

Sara Tavares em Portalegre


domingo, 18 de fevereiro de 2007

O Orfeo de Monteverdi no CCB

Noite de Monteverdi

uma noite monteverdiana, que começa com a toccata
e a entrada da Música “io la Musica son…” com que se inicia L’Orfeo,
percorrendo em seguida o catálogo do compositor.


Solistas:
Gemma Bertagnolli
– soprano
Fulvio Bettini – barítono

Officium Grupo Vocal
Pedro Teixeira – Direcção

Quinteto Vocal Kassiopeia

Orquestra Barroca Divino Sospiro
Maestrina Christina Pluhar

Flamenco no Teatro deD.Maria II

No passado dia 9, a Família Vargas apresentou-se no Teatro de D.Maria II, com um espectáculo muito bonito de Flamenco.
Este espectáculo integrava-se na " Extremadura em Lisboa-Mostra de Teatro e Música da Extremadura", que a Direcção do D.Maria tinha incluído na sua programação para 2007.

Constituída por Miguel Vargas ( um natural de Beja ) e pelos seus dois filhos Juan e Domingo, La Família Vargas é hoje um dos grandes veículos da arte do Flamenco.
Tendo iniciado as suas actividades na Costa Brava, Miguel Vargas acompanhou cantores e bailarinos e visitou tablados de flamenco nas Canárias e em frança tendo depois regessado à Extremadura.

Mas as fronteiras da Extremadura foram rapidamente ultrapassadas pela Família Vargas com os vários espectáculos que protagonizaram, nos últimoa a nos em Madrid, Sevilha,Cáceres.

São verdadeiramente um espectáculo de ritmo, alegria e conhecimento do que é para a alma andaluza sentir um flamenco!

Um bom espectáculo que ,esperamos , se repita.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Dj Andy H










DJ de várias danças, amante de várias noites, Andy H é sinónimo dediversidade e originalidade.








Os projectos não faltam e a motivação está sempre em crescendo.




De Norte a Sul, do Lux ao Fluid, passando pelo Op Art,Sushi, diversos after hours, etc, Andy H tem vindo a contagiar o seu som um pouco por todos os amantes da electrónica; mais recentemente, em Janeiro teve oportunidade de fazer uma digressão pela Suiça e Genebra foi a cidadecontaminada.




Faz dos seus sets o seu "programa de autor" fazendo questão de transportarconsigo todos os interessados em viagens musicais diferentes, inéditas ou mesmo revisitadas e redescobertas.




Por isso mesmo já actuou ao lado de Djs como Rui Vargas, Brett Johnson, M.A.N.D.Y., Yen Sung, Dj Quiz, Rui Murka,entre outros.




Descobrir um set de Andy H é voltar a descobrir a música e todas as suaspossibilidades. House, Electro, Hip Hop, Pop e até Rock são presenças assíduas nos seus vinis, mas não se surpreenda se de repente der por si numa outra dimensão, década ou ambiente...

José Cid em Alcobaça


O grande José Cid – entre Vénus e Marte o maior! – está de regresso ao Clinic, onde arrasou plateias e peões há cerca de um ano, num recital que deixou saudades a quem assistiu, e inveja a quem não “passa por Alcobaça”!

Regressado aos tops e ribaltas depois de umas longas férias num paraíso fiscal no distrito de Aveiro, o trovador de D. Inês e D. Sebastião regressa também a esta prestigiada casa de espectáculos no distrito de Leiria para mais uma vez arrasar com a concorrência, num espectáculo único e irrepetível, que terá impacto em distritos tão distantes como Bragança ou Hong Kong!

Dia 16 de Fevereiro e já com cheiro a Carnaval no ar, venha ver “a mãe do rock português” cantar as canções de uma vida num recital de ilusionismo close up, tirando coelhos da cartola, trunfos da manga e notas mágicas da pianola electrónica. Aceitam-se discos pedidos e cartões de crédito.


Vai haver arraial e foguetes no ar!


José Cid - 16 de Fevereiro de 2007

" Queen Symphony " pela O.N.P.




Sábado, 17 de Fevereiro
Queen Symphony
ONP
Doublefvoices
Tolga Kashif direcção musical
Elsa Marques Silva piano



21h00 Sala Suggia 25 €



Os míticos Queen são recordados na Casa da Música, no ano em que Freddy Mercury
completaria 60 anos, num concerto no sábado, dia 17 de Fevereiro.


A Orquestra Nacional do Porto executa a ”Queen Symphony”, uma obra de Tolga Kashif para coro e orquestra que expressa a essência original da música deste grupo. O próprio Tolga Kashif assegura a direcção musical da ONP e do coro, os Doublefvoice.
O concerto abre com a visão de Tolga Kashif sobre os temas “Rádio Gaga”, “The Show Must Go On”, “One Vision” e “I Was Born To Love You”. O programa prossegue com “Love Of My Life”, “Another One Bites The Dust”, “Killer Queen”, “Who Wants To Live Forever”, “Save Me”, “Bicycle Race”, “Bohemian Rhapsody”, “We Will Rock You”, “We Are The Champions”. “Who Wants To Live Forever”, com o título não oficial de “Homage” e uma nova orquestração, encerra o concerto de forma significativa.
A “Queen Symphony” resultou de uma encomenda feita, em 2001, pela EMI Classics a Tolga Kashif de uma peça sinfónica baseada na música do lendário grupo Queen. A obra foi lançada pela editora em 2002 e teve estreia mundial no Royal Festival Hall, com a Royal Philharmonic Orchestra dirigida pelo compositor. Os membros dos Queen - Brian May e Roger Taylor - e a mãe de Freddie Mercury, Jer Bulsara, assistiram à apresentação. O CD que daí resultou tem figurado regularmente nos Top 10 internacionais de música clássica.



Natural de Londres, Tolga Kashif é um músico com um talento diversificado.


Obteve grande sucesso com um CD de poemas tonais de Richard Strauss, que foi aclamado pela crítica, e assegurou a direcção musical do single de platina da BBC Children in Need, “Perfect Day”.

Estudou direcção e composição no Royal College of Music e, mais tarde, na Universidade de Bristol com Derek Bourgeois. A sua estreia profissional fez-se com a London Philharmonic, passando a ser, a partir daí, um convidado frequente da Royal Philharmonic, City of London Sinfonia, Royal Liverpool Philharmonic e Northern Sinfonia.


Em 1992 foi nomeado Maestro Associado da National Symphony Orchestra.
A parte vocal do concerto é assegurada pelos Doublefvoices, grupo coral que integra centenas de cantores e actua em pequenos grupos, grandes coros ou, apenas, com solistas.
Podem ser atribuídas a Brian May as seguintes afirmações:
“Quem estiver à espera de ouvir meros arranjos orquestrais das músicas dos Queen vai ter um grande choque!”.
Nesta obra o compositor “não está de forma alguma sob o nosso controlo – não sente necessidade de usar canções completas, ou mesmo melodias completas, a não ser que isso lhe apeteça em qualquer momento. Usa fragmentos, pedaços da estrutura musical, e extrapolações livres para pintar as suas próprias pinturas. Tolga Kashif é um homem com a sua própria agenda nesta Sinfonia, baseada na obra integral que os Queen construíram ao longo de 30 anos, mas transportando o material para um local completamente novo”.

Caytano na FNAC-Colombo


16 de Fevereiro - SHOWCASE DJ SET / FNAC COLOMBO 18:00

17 deFevereiro - Music Box, Lisboa 02:30


Biografia:


Cayetano é o nome do projecto que vem apresentar no formato dj set, o álbum "Focused" em Portugal nos próximos dias 16 de Fevereiro, no Trinta e Um, no Porto e dia 17 de Fevereiro na Music Box, em Lisboa.
Cayetano é um projecto que surge na vanguarda da produção musical que se realiza na Grécia. É uma criação de Giorgos Bratanis, produtor, dj e músico multifacetado que liderou diversas bandas desde que terminou a sua formação musical aos 19 anos.

Em 1996, gravou dois albuns para a editora Lazy Dog com o agrupamento Stroggilo Kitrino (The Round Yellow) que lhe trouxe o sucesso e o reconhecimento geral com o single "Waltz Of The Night".
Depois de muitas viagens e algum tempo muito especial a viver em Barcelona, Cayetano regressa à Grécia em 2001 e começa a compôr música para teatro e cinema, iniciando-se igualmente na produção de remisturas de temas de outros artistas, entre os quais se encontra por exemplo, o tema "Ondeia" de Dulce Pontes.
Na qualidade de Dj, Cayetano começou por organizar as suas próprias festas e daí começou a ocupar algumas residências nos clubes mais modernos de Thessaloniki, vindo a ser chamado posteriormente para actuar nos principais festivais gregos.
Actualmente, Cayetano é o baixista de serviço numa das bandas de jazz mais populares da Grécia, a "No Knock Entry" e realiza o programa de rádio Sala Sonora Radio Show na Rodon Fm. Criou as "In A Heartbeat Sessions" e descreve os seus sets como "downtempo music mixed with lounge melodies, but it's not difficult for me to "burn out" any place with selected uplifting grooves!"

Recentemente e na companhia de Leo Veilis, Cayetano resolve fundar o seu próprio estúdio e editora a Sala Sonora Records, dando início à criação do primeiro álbum deste projecto - "Focused".


"FOCUSED":
- é composto por treze novos temas descritos numa estética cinemática pelas variadas atmosferas das discotecas do tango argentino, dos pubs fumarentos de Londres, das boas vibrações da periferia underground de Barcelona e do espírito dos cafés de rua parisienses;
- para a criação deste puzzle sonoro multicolorido reuniu as qualidades do piano, trompete, guitarra clássica, texturas electrónicas e de algumas vozes mais etéreas;
- o album abre com o tema "Mathematical sorrow", claramente de inspiração latino-americana e progride com o uso da melodica na faixa seguinte - "Sweet Poke". A voz sussurada de Themis Veleni em "Las Sirenas" vai roubar alguns momentos a Pedro Almodovar. No tema "Stretto Cafe '06" de Giorgos Stavrianos, assume-se uma nova dinâmica e ouve-se a voz do Subcomandante Marcos.
- por outro lado, "Stay" demonstra um lado mais sensivel e com "Red Winter I" e "Red Winter II", é a mestria das linhas melódicas do piano que se destaca. "After All" combina a bossa nova com a ranchera mexicana, enquanto "Spiritual Sun" e "Focused" apostam no groove funky. "La Poupee" e "Une histoire Si Petite", evoluem por territórios sexy apoiadas pela performance Themis Veleni. Katia Mavrelli "Dub-jazzy tango fused cinematic sounds (with organic feel) finally find breathing space in Greece. Cayetano stands high on a small list of local innovators. "

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Teresa Salgueiro no Centro Cultural Olga Cadaval



Teresa Salgueiro, a voz dos Madredeus, apresenta-se a solo


com a Lusitânia Ensemble, grupo fundado por Jorge Varrecoso, em estreia absoluta dia 16 de Fevereiro, no Auditório Jorge Sampaio no Centro Cultural Olga Cadaval.



Partindo da Península Ibérica, vamos fazer uma longa viagem pelo mundo.
Portugal, Brasil, Itália, França e África estão na rota.


Nesta aventura a bela sereia vai ouvindo e recolhendo canções de várias épocas e latitudes, e
é através destas canções que a princesa dos mares chama e encanta os marinheiros.



Pela mão de Teresa Salgueiro e da Lusitânia Ensemble, o espectador vai fazer
uma viagem que o leva de país em país, de época em época, como se de um
encantamento se tratasse.



TERESA SALGUEIRO

Não precisa de apresentação.


Conhecida pelo grande público como a voz do
Madredeus, é considerada uma das melhores (senão) a melhor voz portuguesa.
Com o Madredeus, tornou-se a maior embaixadora de Portugal no estrangeiro,
através das inúmeras tournées que a levaram aos quatro cantos do Mundo.
Desde o Brasil até ao Japão, Teresa Salgueiro é uma referência da música
portuguesa.


O seu carisma, a forma como interpreta, a sua voz, quente e cálida e o seu profissionalismo, fazem dela uma garantia de qualidade onde quer que se apresente.





FICHA ARTÍSTICA



TERESA SALGUEIRO Voz

JORGE VARRECOSO Violino

ANTÓNIO FIGUEIREDO Violino

VENTZISLAV GRIGOROVE Viola

LUIS CLAUDE Violoncelo

DUNCAN FOX Contrabaixo e Piano

RUCA Percussão


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Recital de Maribamba em Azeitão


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Manetas do Ritmo no Maxime


Amanhã pelas 23h Cabaret Maxime encanta-nos com mais uma noite maravilha:
LELLO MINSK E O PIANISTA DE BOITE com "OS MANETAS DO RITMO"
O regresso em grande de uma dupla imbatível, acompanhada por outra dupla, ainda mais imbatível!
"Lello Minsk é um cantor do futuro"- REVISTA OVNI
"Os reis do rock'n roll! Rasguei o meu cartão desde que ouço esta dupla" - ANÍBAL CAVACO SILVA
"Bonito, bonito são as canções do Fernando Brito!" - JACQUES.YVES COUSTEAU
Manuel João Vieira - voz
Fausto Ferreira - teclas
Gimba - baixo e voz
Zélito Désirat - bateria

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

A Extremadura no Teatro Nacional D. Maria II


O Teatro Nacional D. Maria II, em parceria com a Junta da Extremadura, apresenta, de 8 a 11 de Fevereiro, vários espectáculos provenientes desta região.
Quatro dias dedicados ao melhor teatro e música extremenha nos palcos da Sala Garrett, da Sala Estúdio e do Átrio.
Com este evento o TNDM II pretende contribuir para o desenvolvimento das relações entre Portugal e Espanha e fortalecer os laços de amizade transfronteiriços.

Nós como Tempo
Cada vez mais nos apercebemos que a cultura não é um bem individual. Pelo contrário, ela pode ser um factor de união entre povos e algo que, felizmente, os transcende. Tal é o caso de Portugal e Espanha, dois países vizinhos cujas raízes na Península Ibérica são comuns. A grande casa em que navegamos é o mundo e torna-se, por isso, urgente desenvolver as relações transfronteiriças e, a partir das raízes conjuntas, anunciar futuros encontros.

É nesse contexto que apresentamos estes quatro dias dedicados à Extremadura, com uma programação que vai desde o teatro, com Soliloquio de Grillos da Companhia de Teatro Triclininum e Solo Hamlet Solo apresentado pela Companhia E de Streno, até à música, destacando-se as sonoridades diversas de Gecko Turner, Los niños de los ojos rojos, o flamenco de La Familia Vargas, El Lusitania Jazz Machine e Luis Pastor que, acompanhado pela Orquestra Sinfónica da Extremadura, canta o Nobel português José Saramago.

Num país que por vezes esquece as suas raízes históricas, esta mostra é também uma reflexão sobre a necessidade de vencer fronteiras, de nos empenharmos numa efectiva cooperação cultural, enriquecendo ainda mais a visão sobre os dois países. O teatro, como a música, permitem, justamente, construir um universo dramático e artístico que, corporizados em personagens e sonoridades, confrontam as perplexidades da vida. Esta iniciativa é, pois, uma forma de consolidar aquela que esperamos ser uma longa amizade com a Extremadura espanhola e uma coexistência de visões que, embora geograficamente próximas, até então inexplicavelmente afastadas, se observem mutuamente e cresçam nessa observação.

Este derrubar fronteiras pode ser uma forma de construir uma identidade que, ao longo dos séculos, foi submetida a duras e terríveis privações. Mas a história, como a memória, servem apenas para recapitular a vida de um povo. É urgente, por isso, viver do futuro, dos projectos e sonhos que nos fazem ir mais além. Porque é importante saber o «lugar» que ocupamos no mundo e em relação aos outros. De que forma o que se passa em nosso redor pode ser fundamental para alargarmos o mudo diálogo connosco mesmos.

É com esta irresistível vontade de (re)descoberta que queremos proporcionar este olhar sobre o que de melhor se produz na vizinha Extremadura. Uma outra forma de nos pensarmos ou, como bem disse Eduardo Lourenço, “o Tempo – nós como Tempo – tornado sensível, audível, dizível.”
Carlos Fragateiro (director do TNDMII)
José Manuel Castanheira

A presença habitual de artistas portugueses nos palcos e museus da Extremadura tem contribuído para que Portugal ocupe um lugar importante na vida cultural desta região. Nesta ocasião, é a cultura da Extremadura que se aproxima de Lisboa com vários espectáculos para apresentar uma pequena mostra da vivacidade, criatividade e do que é a sociedade actual na Extremadura.
Junta de Extremadura


Programa:

8 de Fevereiro
Sala Estúdio – 19h00 – Soliloquio de Grillos, pela companhia de teatro Triclinium, encenação de Esteve Ferrer. Um espectáculo baseado num texto do poeta e dramaturgo Juan Copete que aborda um acontecimento real, passado durante a Guerra Civil espanhola.

Sala Garrett – 21h30 – Gecko Turner, concerto do cantautor extremenho, a sua música é rica pela variedade de sonoridades e ritmos com que se cruza: soul, reggae, bossa-nova, samba, funk, afrobeat e o flamenco, o ritmo característico do sul da península.

9 de Fevereiro
Sala Estúdio
– 19h00 – Solo Hamlet Solo, espectáculo de Miguel Murillo com encenação de Jesus Manchón. Uma releitura do clássico de Shakespeare.

Sala Garrett – 21h30 – Los Niños de los Ojos Rojos, em concerto. Esta banda apresenta um trabalho carregado de ares balcânicos, hip hop, fusão, beat box, música tradicional irlandesa e estribilhos e canções com uma sonoridade contagiante.

10 de Fevereiro
Sala Garrett
– 21h30 – La Familia Vargas, concerto. Constituída por Miguel Vargas e os seus filhos Juan e Domingo, La Familia Vargas é hoje um dos mais genuínos expoentes do flamenco.

11 de Fevereiro
Sala Garrett
– 18h00 - Orquestra Sinfónica da Extremadura + Luis Pastor concerto. Luis Pastor canta o Nobel português José Saramago acompanhado pela Orquestra Sinfónica da Extremadura.
ÁtrioEl Lusitania Jazz Machine – 21h30 – El Lusitania Jazz Machine é um bom exemplo do “jazz world”. Reunidos no mesmo grupo, instrumentistas extremenhos e portugueses utilizam temas próprios e populares, expressando a realidade de uma música transfronteiriça.
Ficha Técnica:
Soliloquio de Grillos de Juan Copete
COMPANHIA DE TEATRO TRICLINIUM
encenação espaço cénico ESTEVE FERRER
desenho de luz JUANJO LLORENS
figurinos EDUARDO ACEDO
direcção técnica PEDRO RODRIGUEZ
produção executiva ANDREA MOVILLA
produção TRICLINIUM TEATRO
com PAQUI GALLARDO MEME TABARES PACA VELARDIEZ
Vozes: RAQUEL BAZO ANA MARTÍN ESTEBAN G. BALLESTEROS FERNANDO RAMOS PEDRO RODRÍGUEZ JUAN CARLOS TIRADO LALI DONOSO LOURDES GALLARDO JESÚS MANCHÓN ESTEVE FERRER CISCO GALLARDO

SINOPSE
Soliloquio de Grillos” é uma peça baseada num texto do poeta e dramaturgo Juan Copete que aborda um acontecimento real, passado durante a Guerra Civil espanhola. A história é sobre três mulheres desaparecidas na Guerra que são encontradas em valas comuns e que regressam à vida através das recordações e da fusão mágica entre o presente e o passado. Esta viagem é, sobretudo, uma busca da justiça e da dignidade que se deve aos mortos mas, acima de tudo, aos sobreviventes. Três personagens gritam e reivindicam a partir de um túmulo sem nome o reconhecimento das suas vidas. São três mulheres muito diferentes nos seus costumes e no seu modo de entender a vida, porém, estão unidas pelo drama, não já da Guerra Civil, mas das suas consequências, da repressão posterior que durou vários anos.

Três actrizes escondidas nos ossos de três mulheres que fugiram por entre caminhos e sendas de matos e bosques ou abraçaram a miragem republicana de uma Espanha sem misericórdia que se pretendia livre. Três mulheres repletas de medos e sonhos falsos, inventando futuros para neles se refugiarem. Trocam-se palavras de rancor, mas também diálogos de esperança, recordações que se insinuam tão altas que nem o som dos grilos os pode calar.
Solo Hamlet Solo
de Miguel Murillo a partir de Shakespeare
COMPANHIA E DE STRENO
encenação JESÚS MANCHÓN
cenografia MIKELO BRIKOMERIDA SIDOFORMA
figurinos EVA LEÓN LUISI PENCO ISABEL GAMA
música TUTXI
assistente de encenação JOHNNY DELIGHT
coreografia LOLA PRIETO
adereços ISABEL BORRALLO
maquilhagem PEPA CASADO
animação MIKELO ALEX PACHÓN
vídeo RUBÉN PRIETO
desenho de luz FRAN CORDERO
operação de luz JAVIER MATA
desenho de som TUTXI
operação de som I.S.S
produção E DE STRENO
com JOSÉ VICENTE MOIRÓN


SINOPSE
Encontrando-se num campo de batalha, desprovido de qualquer coordenada temporal, Hamlet surge acompanhado apenas pelos seus fantasmas. Representando aquela que é a condição humana, um passado que é uma referência mas que se desvanece quando deixamos de olhar para ele e um futuro que se confunde, inevitavelmente, com o passado, Hamlet chega a esse futuro. A personagem carrega a fúria de um passado que só tem sentido a partir de uma promessa sagrada feita a um espectro, o espectro do seu pai, assassinado pela ambição, traído. Afastando-se daquilo que se julgaria ser uma narração ou um monólogo, este espectáculo reflecte sobre os conflitos que estiveram subjacentes ao processo de criação desta peça, entre eles, o que terá levado Shakespeare a desenhar o melhor retrato cénico da loucura humana, aquela que engendra deuses, espectros, profetas, amores inacessíveis, arte, guerra, morte e esquecimento. No final, deparamo-nos com um Hamlet comprometido até às últimas consequências com a sua causa e generoso com o público por nos permitir desfrutar de outras onze personagens que o convidam a aceitar a sua realidade.
Todos os espectáculos têm entarda livre.
informações
tel. 21 325 08 27
reservas
tel. 21 325 08 35
mailto:marketing@teatro-dmaria.pt

Concurso de talentos musicais











O Saca-Talentos é o novo projecto promovido pelo Cotonete, o site de rádios online do Grupo Media Capital Rádios, e pela Música Nómada, estúdio de gravação e edição discográfica, de Carlos Maria Trindade (Madredeus, No Data, entre outros) e Luis Beethoven (No Data, Vibesclub).

O Saca-Talentos visa descobrir e dar a conhecer novos talentos na área musical, promovendo e impulsionando a música portuguesa, tendo como base o meio Internet.
O desafio é lançado a todas as pessoas que façam música - músicos a solo, bandas, compositores e intérpretes -, que possuam ou não formação musical, com mais de 18 anos e que residam em Portugal.

Os participantes terão de avivar a sua criatividade pois o material exigido tem de ser original e em língua portuguesa.

O estilo musical fica ao critério dos participantes.

A partir de amanhã e até ao dia 15 de Março, todos os interessados deverão fazer a inscrição online no Cotonete e enviar o ficheiro áudio por uma destas três formas:
Correio: Cotonete - Saca Talentos, R. Sampaio e Pina, nº24, 1099-044 Lisboa

Correio Electrónico: sacatalentos@cotonete.clix.pt

FTP(File Transfer Protocol): ftp://ftp.mediacapital.pt username “mcr-pub” password “pub”


O regulamento e informações detalhadas sobre o Saca-Talentos estão disponíveis, a partir de amanhã, em http://cotonete.clix.pt/destaques/saca_talentos/index.asp.

Para avaliar os trabalhos a concurso está nomeado o júri constituído pela Música Nómada, Cotonete e Farol Música que vai eleger os até 20 finalistas.

O vencedor receberá como prémio a gravação em estúdio profissional de singles em formato digital para venda online e eventual contrato com a Farol Música para gravação de CD e lançamento e promoção de carreira.

O Saca-Talentos é um projecto online que tem como objectivo a promoção e divulgação de artistas promovendo a língua portuguesa.

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Natal no Bar da Voz



quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Dead Combo em Lisboa


A excelência das apresentações ao vivo dos Dead Combo continua a revelar-se um pouco por todo o País.


O novo espaço do Cais do Sodré (Lisboa), Music Box, recebe amanhã (21 de Dezembro) a dupla composta por Pedro Gonçalves e Tó Trips.


O último álbum «Vol.2 - Quando a Alma Não é Pequena» constitui a principal atracção da noite.


No dia de Natal (25), o duo vê-se desafiado por The Legendary Tiger Man para um espectáculo na Galeria ZDB, em Lisboa.


Em 2007, as canções de faca e alguidar voltam a conquistar espaço internacional no próximo dia 10 de Janeiro.


O homem da cartola e o contrabaixista hirto apresentam-se no N9, em Eeklo (Bélgica). Dois dias depois (12) visitam a Holanda, integrados no Eurosonic Festival, que decorre em Groeningen.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Ex- Belle Chase Hotel lança disco a solo


JP Simões prepara-se para editar o seu primeiro disco a solo - "1970" - em Janeiro de 2007.

Depois de ter deixado a sua marca na melhor música feita em Portugal nos últimos 10 anos, como um dos mentores de projectos como os Belle Chase Hotel e Quinteto Tati, JP Simões, inicia com "1970" uma carreira a solo que se prevê brilhante, quer pela qualidade extrema da sua escrita, quer pela inquestionável personalidade da sua voz.


Neste trabalho a solo, JP Simões assume, pela primeira, vez a totalidade do processo criativo, escrevendo músicas, letras e assumindo os arranjos e a produção musical do disco.

"1970" é uma obra que coloca JP Simões na trilha dos melhores cant'autores da música portuguesa.

Sons de natal no Algarve Shopping




“Silent Night”, “Jingle Bells Rock”, “Adeste Fidelis”, “Já Nasceu o Deus Menino” ou “A Todos um Bom Natal” são apenas alguns exemplos das músicas que esperam os visitantes do Centro na próxima Quinta-feira, 21 de Dezembro, às 17H00.

Interpretadas por voz, piano, contrabaixo e fauta transversal, “As mais belas canções de Natal” prometem trazer o espírito desta época a todos os visitantes do AlgarveShopping. Esta acção pretende que a comunidade envolvente tenha acesso a mais e melhores momentos culturais. Esta é uma das principais preocupações do AlgarveShopping.

A decorrer em paralelo com todas as acções de Natal está também uma acção de Responsabilidade Social a favor do Serviço de Pediatria do Hospital de Faro. Junto ao recinto do concerto e das restantes animações, os visitantes do Centro podem deixar o seu contributo para melhorar as condições daquelas crianças que têm a necessidade de se dirigir a este serviço de saúde.

8º Aniversário da Velvet Club


Clube 4 Ever com noite especial


DJ The Fox em Santa Maria da Feira