Mostrar mensagens com a etiqueta discos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta discos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de março de 2007

Jennifer Lopez com novo disco

Jenifer Lopes com novo trabalho discográfico

EZ Especial lançam novo álbum


EZSPECIAL

NOVO ÁLBUM “ALGUÉM COMO TU”

À VENDA DIA 9 DE ABRIL

No dia 9 de Abril estará à venda o novo disco dos EZ Special “Alguém Como Tu”.

Este cd vai ter uma edição especial, limitada com um dvd bónus, onde se pode ver e ouvir a interpretação deste novo disco numa nova roupagem acústica. Ainda neste DVD, consta uma entrevista única, sobre o processo de gravação do disco, as novas abordagens nas composições, a escrita, os anos de estrada, e muito mais.

Os Ez Special regressam com um disco com grandes canções em Português. “Sei que sabes que sim” é o primeiro single e já se ouve nas rádios Nacionais.

Hipnótica apresentam, hoje novo trabalho


Finalmente, os temas do novo álbum dos Hipnótica "new communities for better days" viverão a luz dos palcos.
A banda irá apresentar, em primeira mão, algumas das novas músicas deste novo disco num formato showcase que antecederá uma tour nacional que está prevista para os meses de Maio e Junho.
Para esta apresentação, estão reservadas muitas novidades, entre as quais a participação do realizador de vídeo João Pedro Moreira (que realizou o videoclip para o primeiro single extraído do álbum, o tema Nico). João Pedro Moreira será também o responsável pela concepção das imagens que acompanharão os Hipnótica em palco.
Ainda dentro do espírito comunitário, reflectido no próprio título do álbum, os alunos de som e iluminação da Restart irão participar activamente em toda a produção do evento, numa espécie de workshop-orgânico, com a montagem do sistema de áudio e setup das luzes.
A entrada para o espectáculo é gratuita e será limitada à lotação da sala.
Press release "new communities for better days"
Uma comunidade onde redes de pequenos pontos se cruzam, criando palavras como um rasto e expondo melodias como pistas. Logo se propagam e dão a conhecer a todos uma nova mensagem.
É com grande prazer que presentamos o novo álbum dos Hipnótica.
O colectivo lisboeta regressa em força acompanhado por alguns suspeitos do costume mas também contando com a participação de novas mentes conspirativas.
Depois de respirar fundo com Reconciliation, a revolução faz-se de ora em diante com new communities for better days.
São 13 novos temas em que se reconhecerá a forte personalidade das criações dos Hipnótica mas que, em simultâneo, surpreenderá pela abordagem refrescante que mais uma vez incutem às suas composições.
Persistem (ainda) as incursões pelos territórios do jazz mas descobrem-se novos caminhos e intersecções com as tendências mais actuais e menos ortodoxas do rock, onde a Banda (qual viajante permanente) carrega na mochila alguns ensinamentos da escola rítmica do hip-hop e de correntes mais abstractas da música electrónica.
São canções que cantam as novas comunidades, criadas por mera afinidade, que entrecruzam e geram outras que transbordam dos meios virtuais para a vida real, alterando comportamentos, mudando a nossa percepção e levando-nos a redescobrir a força do colectivo, agora que a era do euísmo atingiu o ponto de saturação.
new communities for better days é um álbum de audição urgente, canções do nosso tempo plenas de poesia libertária, melodias e ritmos envolventes e subversivamente positivo.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Pedro Khima com novo disco



O interesse pela música começou cedo… muito cedo. Com 9 anos foi apresentado à música e desde logo houve uma empatia. Foi esporadicamente apresentado a diversos instrumentos e aos 14 deixou de ter qualquer dúvida em relação aos seus desejos para o futuro: ser músico.

Com um leque de referências bastante vasto, que percorre os mais variados universos musicais (Pixies, Nirvana, Alice in Chains, Guns’n’Roses, Radiohead, Nick Cave, Lloyd Cole, Muse…), Pedro Khima descobre uma outra faceta que se viria a revelar, talvez, a sua mais importante característica: a composição.

A sua primeira experiência no mundo musical é feita através de um projecto que veio a granjear relativo sucesso: de seu nome Sally Lune.

Decorria o ano de 2001 quando o álbum de estreia “Stereo-Jukebox” foi editado servindo os temas “Suicide” e “Anaesthetic 25” como cartão de apresentação deste primeiro trabalho, tendo qualquer um deles conquistado posições de relevo no top de airplay nacional.

Pedro Khima, para além de assumir o papel de vocalista, assinou a autoria de todas as músicas e letras de “Stereo-Jukebox”, contudo, o facto de cantar em Inglês condicionou (de alguma forma) o percurso dos Sally Lune, uma vez que a grande maioria do público não identificou e associou os temas que ouvia como pertencendo à banda.

Este foi o ponto de partida para uma nova abordagem de Pedro Khima em relação à música. Concentrado desde 2004 na preparação de um novo álbum, desta feita a solo, ao piano e cantado em português, eis que é chegado o momento de apresentar o seu trabalho ao grande público.

Assente em canções fortes e marcantes, o álbum homónimo de Pedro Khima revela-nos a sua extraordinária capacidade de composição assim como a sua versatilidade e maturidade enquanto músico. Uma prova disso mesmo é o facto (inédito em Portugal) de, pela primeira vez, um artista ter actualmente 4 das suas canções integradas em séries televisivas.

O primeiro single extraído de “Pedro Khima” chama-se “Esfera” e tem sido presença forte numa das novelas actualmente em exibição na Televisão Portuguesa.

Outros temas em destaque no álbum são: “Lugar”, “Eu Sou Assim”, “O Gesto Que É Meu”, “Pincel”, “Saltar Até Morrer”, “Refúgio”…


Aproveita e visita o seu novo site em http://www.pedrokhima.com/.

Paulo Praça com novo trabalho


Após um já longo percurso como elemento fundador dos Turbo Junkie, Grace ou Plaza, ou como convidado em projectos de renome, como é o caso dos GNR, Paulo Praça aposta no seu peculiar modo de compôr e cantar em português, assumindo uma desenvoltura muito nova, e alcançando um pop-rock ágil e seguro.

“(Diz) A Verdade” é o tema de apresentação já a rodar nas radios nacionais.

segunda-feira, 19 de março de 2007

MUNDO CÃO e o seu CD



Data de Edição: 19 de Março


O projecto, a banda, o grupo, soa muito simplesmente a … rock (dito de forma abrangente e descomplexada sem a procura de rótulos tão em voga hoje em dia)
Eles são caras conhecidas e reconhecidas por quem gosta de boa música (e não só) …

Na VOZ a surpresa PEDRO LAGINHA
Provavelmente o elemento mais conhecido paradoxalmente nunca editou qualquer trabalho discográfico. É actor,
Descubra-o num…novo papel…

Na BATERIA o MIGUEL PEDRO
Está quase a fazer uns 25 anos, iniciou, com Adolfo Luxúria Canibal, uma das mais carismáticas bandas Portuguesas, os “MÃO MORTA”.

Numa das GUITARRAS esta o VASCO VAZ

Ele é antes de mais parceiro do Miguel nos Mão Morta, mas antes disso já brilhava numa formação que deu muitos
e excelentes músicos ao nosso panorama musical, os BRAINDEAD, mais um que os fans conhecem e reconhecem…

Na outra GUITARRA encontramos o GONCALO (aka BUDDA)


Musico de inúmeros projectos o seu momento mais relevante terá sido nos “Big Fat Mamma”

Finalmente no BAIXO NUNO CANOCHE

O menos conhecido do público nem por isso deixa de pedir meças aos outros…

Contando com a preciosa ajuda do “Joker” ADOLFO LUXURIA CANIBAL, como autor de todas as letras, os MUNDO CÃO deram início à gravação do seu primeiro CD, sob a produção de Nelson Carvalho e do próprio Miguel Pedro.


quinta-feira, 15 de março de 2007

Tito Paris na Casa da Morna


sexta-feira, 9 de março de 2007

Supernada na NorteSul

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Só Vicente, disco para breve


Desde os seus 15 anos que carrega o peso das canções brutas e simples sem a ambição de as mostrar em nome próprio. Com o objectivo de concertos mais nus e menos pesados da complexidade que conota a sua estética musical passada, sentiu que chegou a hora de se expor como Só Vicente, perante um público que goste de desfrutar das formas simples de sentir sons e palavras.

Com uma sonoridade Funk Rock assumida em power trio com toda a estética crua que caracteriza essa formação, Só Vicente é o autor /compositor de 13 temas que compõem o disco “ Azulou “ a ser editado pela independente MDParte em Abril de 2007.

Os músicos que o acompanham são Hugo Danin na Bateria (GNR,André Indiana,Dep) e João André ( Pedro Abrunhosa e Honey-Bee), Só Vicente - Guitarras e Voz.

http://www.mdparte.com/
www.myspace.com/mdparte

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Apresentação de Sérgio Lucas no HRC



Até ao fim” é o primeiro trabalho de Sérgio Lucas. A banda do cantor formou-se há cerca de um ano, após a vitória de Sérgio no programa Ídolos, da SIC, e da gravação do single «Qual a Cor».


Sérgio Lucas
apresenta “Até ao Fim”
Dia 12 de Fevereiro, pelas 22h30
no


A ideia surgiu quando António Loureiro, músico e compositor do Porto, decidiu contactar Sérgio a quem queria mostrar alguns dos seus trabalhos. O cantor gostou do que viu e trataram de dar corpo ao grupo.

Com três músicos de Lisboa, Ricardo Campos na bateria, Ricardo Neto no baixo e Jorge na guitarra, e um de S. Pedro do Sul, Ricardo, também na guitarra, o projecto de Sérgio (voz) e António (teclas) começou a dar os primeiros passos.

Irina Furtado, colega de Sérgio no Quarteto José Cabeleira e, antes disso, no musical «6ª Feira 13» - onde se conheceram – veio engrossar o caudal melódico numa linha de pop rock que promete surpreender e animar o panorama musical nacional.

Sérgio Lucas cedo demonstrou aptidão para as artes de palco.

Em final dos anos 80 fundou o seu primeiro projecto musical chamado “Lezyriah”, nome da banda de rock com a qual venceu vários concursos de bandas a nível distrital e escolar.
Em 1992, com 16 anos então, fundou os “Sekmet”, que mais tarde, por mérito próprio da banda gravou um álbum, o qual deu origem a um contrato com uma editora independente e consequente digressão por diversos locais do país. Tudo isto, intercalando os estudos com a música e o teatro.

No mesmo ano entrou para o Teatro Politeama, sob a direcção de Felipe La Feria, onde participou numa série musical televisiva intitulada “Camaleão – Virtual Rock”, onde permaneceu até finais de 1998, produção feita para a RTP.

Em 2003 seguiu-se um projecto musical com uma nova banda, os “The Wish”, com o qual venceu diversos concursos de bandas a nível nacional, chegando a ser seleccionada para a gravação de um tema numa compilação de bandas. E em 2004, continuando o percurso da sua vida laboral, sempre alternando com alguma actividade musical, participou no concurso “Ídolos”, na SIC, do qual saiu vencedor. Quem não se lembra dele?!



José Afonso em disco dia 19


Veja o e card.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

TORA TORA Big Band preparam novo trabalho

A Tora Tora Big Band entrou em estúdio para gravar o segundo álbum de originais, a ser editado no próximo mês de Março pela Music Mob Records.

Ainda sem título, o segundo registo desta big band de afro-latin-jazz está neste momento a ser gravado nos estúdios Namouche e deverá estar pronto para a mistura final ainda em Dezembro.
A banda adianta as novidades para este novo disco, que anunciam como sendo ainda mais dançável do que o registo de estreia.
Vai contar com a participação de alguns convidados especiais, como Kika Santos dos Loopless ( na voz e composição de algumas letras), o guitarrista e vocalista moçambicano André Cabaço e a cantora Sílvia dos Hysteria Iberika.
O novo disco vai incluir ainda um ou dois temas remisturados por produtores ligados ao universo da electrónica e um tema especialmente dedicado a Lisboa, a cidade que inspirou a reunião destes doze músicos com seis nacionalidades diferentes.

Próximo concerto:
dia 21 de Dezembro (23h), 5ª feira, na Galeria Zé dos Bois.

Os Tora Tora Big Band formaram-se em 2001 impulsionados pela vontade do trompetista Johannes Krieger e o trombonista Lars Arens, dois alemães residentes em Portugal. O seu propósito era criar uma orquestra que tocasse música para dançar, recuperando o espírito das antigas Big Bands e simultaneamente acrescentando outros elementos e tendências sonoras como o Afro, o Arabic, o Latin e o Funk.

Doze músicos consagrados, reunidos numa consistente formação de metais e secção rítmica, criam uma palete sonora abundante gerada pelo intercâmbio geográfico e cultural dos seus elementos, disperso por territórios tão diversos como Portugal, Brasil, Alemanha, E.U.A., Dinamarca e Itália.

Editaram em Abril deste ano “TORA TORA”, um disco que reúne um repertório de oito temas originais e uma revisitação de “Afro Blue” de M. Santamaria. Um registo onde o Jazz se cruza com sonoridades dos quatro cantos do mundo, da África às Caraíbas, passando pelo Médio Oriente, pelo Brasil e Argentina. O álbum conta ainda com as participações do britânico Alban Hall (didgeridoo) e de João Gomes ( Spaceboys e Cool Hipnoise) nos efeitos “espaciais”.

Tora Tora Big Band tem levado esta efusiva combinação do jazz com ritmos caribenhos, brasileiros e africanos, numa verdadeira injecção de calor sonoro, em concertos e actuações ao vivo um pouco por todo o país.