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quinta-feira, 29 de março de 2007

Feira do Livro em S. Roque do Pico


Filipe Lopes, do Grupo tomarense O Contador de Histórias, estará na inauguração da Feira do Livro de S. Roque do Pico, marcada precisamente para o Dia do Livro Infantil, que se assinala a 2 de Abril, aniversário também do nascimento do escritor Hans Christian Andersen.

A Feira do Livro vai decorrer no Centro Multimédia da autarquia açoriana com livros de diversas editoras a preços reduzidos, entre os quais os títulos da Editora O Contador de Histórias, com especial destaque para «Lua do Mar», livro infantil de Nuno Garcia Lopes e Mafalda Milhões, seleccionado pelo Plano Nacional de Leitura. Esta iniciativa da Câmara Municipal decorre até 28 de Abril, de segunda a sexta-feira entre as 9h30 e as 21h e aos sábados e domingos das 9h30 às 17h.

No dia da inauguração, a população é convidada para a sessão de abertura, onde se incluirá uma sessão promovida pel'O Contador de Histórias, destinada a pais filhos, com o título «O meu amigo chama-se Livro». Trata-se de uma hora-do-conto especial, em torno da magia dos livros e de como ela se pode estender ao longo de toda a vida. Esta actividade está agendada para as 18h30 do dia 2 de Abril.



Outras informações no site www.ocontadordehistorias.com

“Um livro, um companheiro” dá mote a campanha solidária

O Rotaract Club da Póvoa de Varzim dará inicio, no dia 02 de Abril, a mais uma iniciativa solidária no nosso concelho. No âmbito do Dia Internacional do Livro Infantil (02 de Abril) e do Dia Mundial do Livro (23 de Abril), o Rotaract Club promove a Campanha de recolha de livros “Um livro, um companheiro” com o propósito de combater a iliteracia.

Até 21 de Abril, todos os interessados em colaborar nesta campanha devem entregar livros, usados ou novos, na Casa da Juventude e no Diana Bar ou ainda contactar o Rotaract Club através do 960 390 979. Os livros angariados reverterão para instituições do concelho que prestam apoio a crianças com carências sócio-económicas.

“Um livro, um companheiro” conta com o apoio do Pelouro da Cultura e do Pelouro da Juventude e o Rotaract Club espera desta actividade imenso sucesso, à semelhança do que sucedeu com a campanha “Um brinquedo, um sorriso”, realizada no ano passado.

Apela-se, deste modo, para o espírito solidário da comunidade poveira na disponibilização de livros a crianças e jovens carenciados.

terça-feira, 27 de março de 2007

A Interpretação do Crime de Jed Rubenfeld

“Os Americanos são uns selvagens”, disse Freud «A INTERPRETAÇÃO DO CRIME», DE JED RUBENFELD

Em 1909, Sigmund Freud, acompanhado do seu então discípulo Carl Yung, fez a sua primeira e única visita aos Estados Unidos.
Apesar do sucesso da visita, que seria um ponto de viragem na psiquiatria e na cultura americanas, Freud jurou que nunca mais ia voltar.
Em anos posteriores, falou sempre dos americanos como um povo “selvagem” e da viagem como uma experiência traumática.
Até hoje, os biógrafos nunca descobriram porquê.
A Interpretação do Crime imagina o que lhe teria acontecido nessa Manhattan do virar do século.
Dos salões luxuosos de Gramercy Park às salas de ópio de Chinatown, dos asilos e bordéis aos alicerces da ponte de Manhattan, o polémico psicanalista vienense envolve-se na investigação de um crime que exige a sua intervenção junto de uma doente de histeria.
Uma viagem inquietante ao coração das teorias de Sigmund Freud e ao lado mais negro da vida em Nova Iorque no início do século XX.
Nomeação Richard & Judy Book Club Bertrand Editora 21 de Março

SINOPSE

Na noite de 29 de Agosto de 1909, Sigmund Freud desembarca do navio a vapor George Washington em Nova Iorque.
Ao mesmo tempo, num sumptuoso apartamento do outro lado da cidade, uma mulher muito bonita, semi-nua, é encontrada morta – chicoteada, mutilada e estrangulada com uma gravata de seda branca.
No dia seguinte, uma herdeira rebelde chamada Nora Acton consegue escapar ao assassino, mas a histeria que desenvolve não lhe permite recordar-se do sucedido.
Sob a orientação de Freud, Stratham Younger, eminente psicanalista freudiano dos Estados Unidos, analisa Nora.
Pouco e pouco, a complexa história familiar da rapariga vai sendo revelada, bem como uma misteriosa conspiração urdida para destruir a reputação do célebre psiquiatra vienense.
Jed Rubenfeld consultou centenas de jornais da época, utilizando histórias e figuras reais, notícias de escândalos e de crimes em série que aterrorizavam a cidade.
A Manhattan de 1909 descrita neste livro foi alvo de meticulosa pesquisa.
A arquitectura, as ruas da cidade, o universo da alta sociedade são baseados em factos.
A investigação do crime revela a alma dividida de uma grande metrópole à beira de uma nova era, mais violenta e mais sofisticada.
Inspirado nos casos de estudo de Freud, sobretudo no célebre ensaio que descreve o caso de Dora – paciente de histeria que inspira a personagem de Nora Acton –, A Interpretação do Crime é uma obra de ficção, mas muito do romance é baseado em factos reais.
Freud foi de facto convidado para dar uma série de palestras na Universidade de Clark, em Worcester, Massachussetts.
O doutoramento honoris causa que Clark lhe atribuiu foi o primeiro reconhecimento público que Freud recebeu pela sua obra.
Enquanto esteve nos Estados Unidos, foi de facto solicitado para fazer sessões de psicanálise improvisadas.
Apesar do grande sucesso desta visita, Freud contraiu, efectivamente, uma espécie de horror à América.
Nas décadas posteriores às palestras de Freud em Clark, tornou-se claro que 1909 foi um ano de viragem na psiquiatria e na cultura americanas.
A tradução de Brill dos ensaios de Freud sobre a histeria foi publicada depois de os debates terem terminado.
A psicanálise criou raízes em solo americano e ganhou uma enorme proeminência. Mas Freud não ficou satisfeito com o seu sucesso nos Estados Unidos.
«A minha desconfiança em relação à América», confidenciou a um amigo já perto do fim da vida, «é insuperável».

BIOGRAFIA

Jed Rubenfeld é Professor de Direito na Universidade de Yale e um dos maiores especialistas em Direito Constitucional dos Estados Unidos.
Escreveu a sua tese de licenciatura sobre Freud e estudou a obra dramática de Shakespeare na Escola de drama de Juilliard.
A Interpretação do Crime integra elementos de todas estas paixões.
O autor vive em new Haven, Connecticut, com a mulher e os dois filhos.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Pisa-Papéis será lançado no Maxime


sexta-feira, 23 de março de 2007

A Morte dos Reis- Júlio César por CONN IGGULDEN


«A MORTE DOS REIS», DE CONN IGGULDEN


Júlio César não era para brincadeiras


Com 18 anos, Júlio César fugiu de Roma e foi servir a bordo de uma galera de guerra.

O navio foi capturado por piratas que exigiram por ele um resgate de vinte talentos.

Chamem-lhe lata, carisma, instinto suicida, César corrigiu a soma para cinquenta talentos, alegando que tinham avaliado mal a sua importância.

Mais de 2000 anos antes do micro-crédito, na Costa de África, onde foi abandonado, César reuniu fundos e uma força de homens suficientemente poderosa para formar uma tripulação e alugar navios.

Em pouco tempo, castigou os piratas e ainda conseguiu suprimir a revolta de Mitridates na Grécia.

A vida deste líder carismático, contada com o ritmo e com a técnica de um thriller histórico, tornou um professor de Inglês da Universidade de Londres célebre e milionário.

A Morte dos Reis, segundo volume da tetralogia Imperador, alcançou o primeiro lugar no top do Sunday Times.

Já publicado em Portugal, As Portas de Roma chegou à segunda posição no top do Sunday Times, permanecendo no top mais de dois meses.


SINOPSE


A Morte dos Reis começa onde acaba a narrativa do primeiro volume.

Júlio César tem 18 anos e é forçado a abandonar Roma depois de se aliar ao lado errado da guerra civil.

Encontramo-lo a servir a bordo de uma galera de guerra, no Mediterrâneo, onde conquista rapidamente uma reputação espantosa.

No entanto, o navio é capturado por piratas que o apreendem para resgate.

Abandonado na costa do Norte de África depois de passar meses no cativeiro, consegue reunir aí uma força de homens suficientemente poderosa para se vingar dos seus captores e reprimir uma sublevação na Grécia.

Regressando a casa como um herói - e um perigo crescente para os seus inimigos -, Júlio César junta-se de novo ao seu companheiro de infância, Brutos. Subitamente, uma outra crise ameaça a cidade... na forma inesperada de um gladiador rebelde chamado Espártaco.
A captura de Júlio César por piratas que exigiram um resgate para a sua libertação faz parte dos registos históricos.

César declarou aos piratas que os crucificaria, embora mandasse depois estrangular os oficiais, por misericórdia.

Quando foi libertado, na costa do norte de África, começou a angariar fundos e a solicitar homens nas aldeias até ter o suficiente para formar uma tripulação e alugar navios.

Foi uma operação que exigiu um enorme carisma pessoal, numa altura em que César tinha apenas 18 anos e nenhuma autoridade nem posição no Senado.

César fez-se ao mar e vasculhou o Mediterrâneo até descobrir os piratas e pôr em práticas as suas terríveis promessas.

Ao desembarcar na Grécia, descobriu a revolta liderada por Mitridates e juntou um exército à sua volta.

Com Pompeu, derrotou, por fim, Mitridates e os dois homens conquistaram estatuto em Roma. Júlio César foi nomeado tribuno militar, com poder para recrutar homens, uma posição que detinha quando se desencadeou a revolta dos escravos liderada por Espartáco.


BIOGRAFIA


Nascido em Londres, Conn Iggulden foi professor de Inglês na Universidade de Londres e trabalhou vários anos como professor antes de se tornar escritor a tempo inteiro.

É casado, tem dois filhos e vive em Hertfordshire.

segunda-feira, 19 de março de 2007

Edição comemorativa de O QUE DIZ MOLERO



Lançamento da edição comemorativa de O QUE DIZ MOLERO, de DINIS MACHADO, ilustrada por António Jorge Gonçalves (Bertrand Editora)


Dia 21 de Março, 18h 30 Teatro Tivoli (Foyer)


Festejamos os 30 anos da obra e os 77 anos de Dinis Machado, que estará presente.


Leitura de excertos e comentário da obra por António Mega Ferreira, António Feio, José Pedro Gomes, Rui Cardoso Martins, Anabela Mota Ribeiro.

Moderação de Nuno Artur Silva.


Sobre O QUE DIZ MOLERO, alguns disseram...


Um livro-bomba, uma obra de arromba.Luiz Pacheco

Aos homens de palavras (os que delas vivem e por elas comunicam) O QUE DIZ MOLERO soa como música. António Mega Ferreira

Um furor quase genesíaco diante da folha branca e a constatação de que o seu universo, o universo machadiano, não pode ser contado por outrém. Fernando Assis Pacheco

Fernando Mendes" receita " petiscos


sábado, 17 de março de 2007

Lançamento na Alliance Française


sexta-feira, 16 de março de 2007

Lançamento no Palácio Nacional de Mafra


Receitas de Amor para Ser Feliz

Lubélia Medeiros


17 Mar - Sáb. - 21hPalácio Nacional de Mafra


Convidamos os nossos leitores e amigos a estarem presentes no lançamento da obra Receitas de Amor para Ser Feliz, com a presença da autora Lubélia Medeiros e do editor Alexandre Gabriel, no dia 17 de Março, pelas 21h, nos claustros do Palácio Nacional de Mafra.
A apresentação ficará a cargo de Jorge Marques.

No final do lançamento será servido um pequeno cocktail.
«Por natureza, gosto de observar o ser humano com as suas fraquezas mas que também sabe ser altruísta, corajoso, humilde e, sobretudo, ter a consciência das suas acções.

Todos nós lá muito no fundo sabemos onde erramos.

É a essa consciência que eu apelo. Saibamos ouvi-la pois ela dá-nos todas as indicações precisas para que possamos conduzir a nossa vida com tranquilidade e sobretudo, positivismo em todos os acontecimentos do dia-a-dia.
Tenhamos a coragem de aceitar os chamados "desvios de percurso" e, com entusiasmo e franqueza, conduzirmos o nosso processo de crescimento para um novo caminho que nos trará harmonia e a certeza de vivermos a nossa verdadeira essência Divina.
Saibamos ouvir o nosso coração que nos transmite sempre através do seu incansável tic-tac, tic-tac, o Amor, sentimento único que nos pode transformar em seres completos e perfeitos.»
Lubélia Medeiros

quinta-feira, 8 de março de 2007

Temas e Debates a 14 de Março na Bertrand

Temas e Debates 14 de Março


Adriano Moreira . Agustina Bessa-Luís . Álvaro Siza Vieira . Anthimio de Azevedo . António Ramos Rosa . Argentina Santos . Borges Coelho . Eduardo Lourenço . Eunice Muñoz . Fernando Catarino . Fernando Lanhas . Fernando Távora . Galopim de Carvalho . Glicínia Quartin . Helena Rocha Pereira . Helena Sá e Costa . José Manuel de Mello . José Pinto da Costa . José Saramago . Júlio Pomar . Júlio Resende . Luísa Dacosta . Manoel de Oliveira . Manuel Martins. Margarida Tengarrinha . Maria de Lourdes Levy . Maria Keil do Amaral . Moniz Pereira . Nella Maissa . Nuno Grande . Óscar Lopes . Ruy de Carvalho . Sequeira Costa . Vítor Crespo.

LANÇAMENTO 14 de Março, 18h 30, Livraria Bertrand C.C. Picoas Plaza (Rua Tomás Ribeiro, nº 65)

Apresenta o livro ANA SOUSA DIAS

Com a presença de Anthimio de Azevedo, António de Azevedo, António Ramos Rosa, Argentina Santos, Borges Coelho, Fernando Catarino, Galopim de Carvalho, Margarida Tengarrinha, Maria Keil do Amaral Moniz Pereira, Maria de Lourdes Levy, Vítor Crespo.

SINOPSE


O QUE A VIDA ME ENSINOU reúne 34 depoimentos recolhidos por Valdemar Cruz originalmente publicados no semanário Expresso em dois momentos distintos: Capa da «Revista» a 9 de Novembro de 2002 e, semanalmente, na «Única», entre Janeiro e Agosto de 2005.
Os entrevistados são nomes relevantes da sociedade e cultura portuguesas que se distinguiram pelo mérito do trabalho desempenhado em áreas distintas do conhecimento.
Lutando contra «a sacralização do efémero e de um quase obsceno culto da juventude pela juventude», Valdemar Cruz estabeleceu como único critério o de reunir apenas convidados com mais de setenta anos.
Pretendia-se que estas entrevistas fossem longas conversas, presenciais, em que cada entrevistado falasse do modo como viveu, das circunstâncias que o fez como é, dos factores que determinaram a construção da sua personalidade e, por fim, daquilo que a vida lhe tinha ensinado.
As entrevistas tiveram como suporte um guião que Valdemar Cruz seguiu com pouco rigor, aguardando com expectativa desvios inesperados, momentos de cumplicidade que alterassem o rumo da conversa, momentos de visibilidade.
Dos bastidores destas entrevistas, diz o autor que são «um mundo outro, com frequência aliciante, seja pelo inusitado das situações vividas, seja pela crueza, pela ternura, pela raridade, pelo inesperado revelado por personalidades tão ricas e complexas».
Valdemar regista as palavras de Maria Keil, «cheias de vida e de memórias deslumbrantes que constantemente procurava desvalorizar», recorda o passeio com Eunice Muñoz pelas ruas de Paço de Arcos, fala-nos da «espontaneidade e do humor contido» do biólogo Fernando Catarino, dos dois desenhos que o poeta António Ramos Rosa fez durante a entrevista, da «serenidade contagiante» de Glicínia Quartin, do baú de memórias de Adriano Moreira...
O resultado de anos de audição, transcrição e reconstrução de experiências de vida intensas é uma recolha de testemunhos poderosos, pessoais e únicos, que são, acima de tudo, preciosas lições de vida.

BIOGRAFIA

Valdemar Cruz é jornalista profissional desde 1976.
Galardoado com o Grande Prémio Gazeta de Jornalismo em 2002 e com o Prémio Cinanima em 1998, iniciou a sua actividade em O Diário em 1976.
Natural de S. Pedro da Cova, Gondomar, é redactor do semanário Expresso desde 1989. Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras do Porto, frequentou durante seis anos o Conservatório de Música do Porto.
A opção pelo jornalismo levou-o a abandonar a actividade musical.
Colaborou com as revistas Exame, Casa Cláudia, Arquitectura & Construção e com o jornal Comércio do Porto. Foi director da revista Dragões.
Escreveu no jornal galego A Nosa Terra e na revista alemã Merien.
Ajudou a fundar e co-dirigiu o Grupo de Teatro Circo e o Cineclube Tempos Modernos.
Fez parte dos corpos gerentes do Sindicato dos Jornalistas e da Federação Portuguesa de Cineclubes.
É co-autor, com José Pedro Castanheira, do livro A Filha Rebelde, editado pela Temas e Debates.
É ainda autor dos livros O Soldado e o Capitão, os Cravos e o Povão, Histórias Secretas do Atentado a Salazar, e Retratos de Siza.

quarta-feira, 7 de março de 2007

A Máscara de Ré um livro de Paul Doherty


O CREPÚSCULO DO AMOR de Robert Dessaix



A vida privada de um dos mais famosos escritores russos, Turguéniev (1818-1883), foi talvez tão extraordinária como a sua vida pública.


Durante quarenta anos foi apaixonadamente devotado a Pauline Viardot, uma célebre cantora de ópera, seguindo-a, a ela e ao marido, por toda a Europa.


No entanto, a sua relação foi sempre casta – ambos tiveram casos com outras pessoas – e em várias épocas Turguéniev viveu amigavelmente na porta ao lado ou por cima do casal Viardot. Aliás, descrevia o senhor Viardot como o seu melhor amigo.


A que é que, então, Turguéniev chamava «amor»?

Robert Dessaix é conhecido como escritor, entrevistador, tradutor e cronista na rádio.


Os seus livros mais conhecidos, todos traduzidos em várias línguas, são a sua autobiografia, A Mother’s Disgrace, os romances Cartas de Veneza (Night Letters), e Corfu, já publicados em Portugal, além de uma antologia de ensaios e contos (and so forth).


É também autor de traduções de obras de Dostoievski e de Turguéniev, tendo as suas traduções das peças de Tchekov sido apresentadas em vários teatros australianos.
Escritor a tempo inteiro desde 1995, Robert Dessaix vive em Hobart, na Tasmânia.


Sobre o livro:

Um estudo elegante e espirituoso sobre um escritor amado – Turguéniev – e, mais profundamente, sobre o próprio amor.
(John Banville)

Nenhuma descrição pode fazer justiça a este livro… Escrito com elegância, embebido das alegrias e tristezas da vida.
Robert Dessaix visita neste livro os locais onde outrora viveu Turguéniev: Baden, Paris, a Rússia.


Esta narrativa maliciosa e poética é por si só uma arte de viajar.


E mais ainda, é uma ampla e sensível meditação sobre o amor de toda uma vida, cujas nuances – os enigmas – lançam uma misteriosa luz sobre o conjunto do texto.

sábado, 3 de março de 2007

Novo Romance de Francisco Moita Flores


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Homenagem a Agustina Bessa Luis



Edição especial da “Egoísta - Agustina”
em postos de venda seleccionados


Em homenagem a Agustina Bessa-Luís, a edição especial da “Egoísta” já está disponível em vários pontos de venda seleccionados.

A revista da Estoril Sol dedica, assim, um número exclusivo ao percurso impar de uma das escritoras mais importantes da Língua portuguesa.

Trata-se de outra “Egoísta” para guardar, que pode ser adquirida, também, por assinatura.
A “Egoísta” reuniu os amigos da escritora, do seu círculo mais próximo, e que lhe prestam, assim, um tributo, depois da publicação do romance “A Ronda da Noite”, que tem merecido as melhores referências da crítica especializada.
É a terceira vez, que a “Egoísta” edita uma edição extra.

Com mais de 80 páginas, adopta um formato semelhante à homenagem a Sophia de Mello Breyner e ao Tributo a Nova Iorque.
Nesta palavra dos outros dirigida a Agustina Bessa-Luís participam Alberto Luís, Almeida Faria, Augusto Brázio, Dinis de Abreu, Eduardo Prado Coelho, Fernando Pinto do Amaral, Francisco José Viegas, Frederico Lourenço, Hugo Neves, Inês Pedrosa, João Lopes, José Manuel Mendes, Lidia Jorge, Maria Carapeto, Maria, Velho da Costa, Mário de Carvalho, Patrícia Reis e Rui Vasco, para além de Mário Assis Ferreira, que assina uma carta aberta.


Num editorial em formato epistolar, escreve Mário Assis Ferreira sobre Agustina: “ É esse espontâneo desassombro, essa aparente despreocupação com que observa o mundo e nos devolve – a nós que a lemos, a nós que a queremos conhecer sempre mais – aquela sua peculiar interpretação do mundano e do substantivo, do prosaico e do sublime, que constitui essa tão preciosa dádiva e permanente surpresa de uma inteligência que não desiste de nos assombrar”.


Com um percurso incontornável na ficção portuguesa contemporânea, Agustina Bessa-Luís assinou obras como “A Sibila”, “Sermão de Fogo”, “As Relações Humanas”, “A Bíblia dos Pobres”, “Fanny Owen”, “Um Bicho da Terra”, “Prazer e Glória” ou “Vale Abraão”.
Distinguida com numerosos prémios pela sua notável carreira, Agustina Bessa-Luís tem presidido ao Júri do Prémio Literário Fernando Namora nos últimos cinco anos.

Mais uma cena de " É a Cultura, Estúpido "

É a Cultura, Estúpido!

28 de Fevereiro, quarta-feira, às 18h30

Jardim de Inverno

Portugal: espiões e espionagem

Em Portugal lêem-se romances policiais como se de uma realidade inverosímil se tratasse.
Mas, e se essa inverosimilhança for só aparente?
José Vegar acaba de lançar um livro que fornece novas pistas sobre o mundo em que vivemos. Um mundo de espiões e espionagem, de que muitos se julgam arredados.
Aborda o terrorismo islâmico, os escombros do 11 de Setembro, o crime organizado ou o branqueamento de dinheiro como principal motor da actividade criminosa.
«Serviços Secretos Portugueses – História e Poder da Espionagem Nacional» (A Esfera dos Livros) é o ponto de partida para a sessão deste mês.
José Vegar é o convidado do É a Cultura, Estúpido!

Com Anabela Mota Ribeiro, Daniel Oliveira, José Mário Silva, Nuno Artur Silva e Pedro Mexia.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Livro de José Manuel Freire



A Atlântida e a Verdade (Re)velada -José Manuel Freire



28 Fev - 4ªf - 21h30Galeria Matos Ferreira (Bairro Alto - Lisboa)




Lançamento da obra "A Atlântida e a Verdade (Re)velada", com a presença do autor José Manuel Freire e do editor Alexandre Gabriel, no dia 28 de Fevereiro, pelas 21h30, na Galeria Matos Ferreira, no Bairro Alto, em Lisboa.

«O mérito deste livro, se outros não tivesse – e sem dúvida os tem –, é o de não só tentar fundamentar e justificar, desse modo, as afirmações produzidas, como as de enquadrar num todo mais vasto, apresentando algumas das bases essenciais do sistema esotérico.
Com efeito, o Esoterismo não pode, não deve ser visto como um conjunto de sustentações desconexas, que apelam à crença, mas como um todo sistemático e coerente, que apela à compreensão.


Essa noção de um todo integrado, está manifestamente presente neste livro, em especial nos primeiros Capítulos.
Por outro lado, sem se cair num subjectivismo perigoso e na ainda mais perigosa febre das revelações, não podemos prescindir das fontes tradicionais por onde perpassa a Sabedoria de todos os tempos.


Por isso, fez muito bem o Autor em ir buscar a Platão e a textos como os Vedas e os Puranas hindus ou registos da Pérsia, da Babilónia, da Suméria, do Egipto, do México, da Escandinávia e da Irlanda, sem esquecer as diferentes Mitologias e a matriz cabalística da Bíblia, fundamentos e apoios para as suas considerações acerca de ciclos passados da evolução da Terra e da Humanidade.
A referência, pelo Autor, à grande e inultrapassável síntese do Conhecimento Oculto, da filosofia, da religião, da ciência e das mitologias e tradições mais diversas que é 'A Doutrina Secreta', de Helena Blavatsky é não só uma garantia de qualidade como um indicador de onde pode ser buscada a informação de maior valor e credibilidade.


À sua luz, eventuais erros que posteriormente, mesmo que de forma bem-intencionada, tenham sido cometidos, podem sempre ser corrigidos.»
(José Manuel Anacleto Presidente do Centro Lusitano de Unificação Cultural in Prefácio)

Galeria de Arte Matos Ferreira Bairro Alto, R. Luz Soriano, 14 e 18, 1200-247 Lisboa



TransportesCarro: Parques de estacionamento na Praça Luís de Camões e Calçada do Combro


Metro: Baixa-Chiado -


Autocarros: 58, 92, 100 e 202


Eléctricos: 28

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

O Clube de Macau de Pedro Garcia Rosado

O CLUBE DE MACAU, DE PEDRO GARCIA ROSADO

Desfecho da trilogia «O Estado do Crime», primeira série de romances inspirada pelo processo Casa Pia, «O Clube de Macau» é o novo livro de Pedro Garcia Rosado, depois de «Crimes Solitários» e de «Ulianov e o Diabo».
Primando pelo despojamento do texto e a descrição realista de situações de grande crueza, Pedro Rosado explora os submundos do crime e da luta pelo poder na sociedade portuguesa, num romance em que um clube secreto formado nos anos oitenta, em Macau, e o assassínio de uma prostituta chinesa se cruzam com o escândalo de pedofilia que abalou o país.
SINOPSE
Macau, 1984: um juiz (o futuro procurador-geral da República), três polícias, um médico e um apresentador da televisão formam um bordel secreto a que chamam o Clube de Macau, recorrendo a adolescentes chinesas dispostas a pagar o preço mais elevado para fugirem da China para o Ocidente.
Quando uma delas é assassinada, o Clube de Macau dissolve-se.
Mas, vinte anos mais tarde, em Lisboa, os membros do antigo Clube de Macau vão voltar a encontrar-se quando a ambição do procurador-geral de querer ser Presidente da República se cruza com o escândalo de pedofilia que abalou o país.
E, desta vez, não é o prazer que os espera mas uma guerra sem tréguas. Inspirado pelo «Processo Casa Pia», O Clube de Macau é o terceiro romance de Pedro G. Rosado sobre os submundos da realidade portuguesa, depois de Crimes Solitários e de Ulianov e o Diabo.

Crimes Solitários (sobre as relações entre a Polícia e o jornalismo), Ulianov e o Diabo (a história de um ex-agente do KGB que enfrenta, em Lisboa, os homens que lhe assassinaram a irmã) e O Clube de Macau formam a trilogia O Estado do Crime.

BIOGRAFIA

Pedro G. Rosado nasceu em Lisboa em 1955.
É jornalista e crítico de cinema.
Publicou anteriormente os romances Crimes Solitários e Ulianov e o Diabo (Temas e Debates/Círculo de Leitores).
Vive actualmente no concelho de Caldas da Rainha.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Receitas de livro revertem a favor dos diabéticos


Desde ontem, dia 8 de Fevereiro, o livro "No Pico da Liberdade" já está à venda nas livrarias Bulhosa de todo o país. As vendas do livro revertem a favor da Associação de Jovens Diabéticos de Portugal.
"No Pico da Liberdade" conta a história verídica de sete jovens diabéticos que subiram a Montanha Kilimanjaro, a quase 6 mil metros de altitude.

Uma obra exemplar que além de fotos desta Expedição ainda contém um DVD com a reportagem televisiva da SIC "Montanha Mágica" premiada internacionalmente, que retrata todos os momentos vividos pelos jovens aventureiros.


Além das livrarias Bulhosa, "No Pico da Liberdade" está também à venda em todas as lojas Fnac, e pode também ser encomendado através do email ajdp@ajdp.org ou através do número 96.707.70.57.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Entrevista a Einstein


Uma mulher jovem entra num edifício numa cidade contemporânea da Europa central que o texto não identifica. Entra numa sala de espera onde uma dúzia de pessoas, com pastas e documentos, aguardam pacientemente. Constata que o seu relógio de pulso parou e ninguém é capaz de lhe dizer que horas são. Pouco tempo depois, é convidada a entrar noutra sala onde Albert Einstein está ocupado a tentar descobrir a equação que explica o universo. Ele não resiste ao charme da jovem e aceita responder às suas perguntas. Einstein parece estar habituado a receber visitas. Entre estas, Isaac Newton é certamente a mais assídua e argumentativa, tentando desesperadamente provar que Einstein está errado.

Para Einstein, esta jovem estudante é uma boa surpresa. Ela vem do futuro, o que prova que a humanidade ainda não se extinguiu. Juntos discutem a responsabilidade de Einstein na criação de armas nucleares. Einstein fala da sua vida pessoal, das dificuldades da fama, e dos seus sonhos, destruídos, de paz mundial. É um homem brilhante, espirituoso, simpático, mas melancólico e atormentado. Ao longo da entrevista, explora-se a contiguidade entre a interpretação científica e a interpretação filosófica do real.


Entrevista a Einstein é uma obra que alia o talento literário de Jean-Claude Carrière e a sensibilidade do cinéfilo à sua paixão pela Ciência. É uma viagem extraordinária pelo universo intelectual de Albert Einstein e um livro que torna conceitos complexos da Física e da Filosofia acessíveis ao público leigo.

Prostituta escreve livro de memórias


E se uma prostituta resolver fazer os relatos mais íntimos e picantes das suas aventuras? E se, sem pudor, der a cara para falar de três anos de experiências arrojadas e despidas de preconceitos? Poderia parecer ficção, mas não é. Porque a vida de Raquel Pacheco é mesmo verdadeira e assente num punhado de episódios normais no quotidiano de uma «garota de programa» que decidiu passá-los a livro - o resultado é «O Doce Veneno do Escorpião».

Filha de pais de classe média, Bruna Surfistinha - assim se auto-denomina no livro - tinha apenas 17 anos quando fugiu de casa e decidiu começar a prostituir-se. Iniciou-se pelos clubes privados, mas rapidamente optou por trabalhar sozinha, num apartamento arrendado.


Até aos 21 anos, altura em que se apaixonou por um cliente e abandonou a prostituição, Bruna Surfistinha passou pelas mais variadas experiências sexuais com homens, mulheres e em grupo: "Sou a Bruna, faço oral, vaginal e anal."

Em «O Doce Veneno do Escorpião», a jovem dá a conhecer todos os pormenores de uma vida centrada no sexo porque acredita que, assim, pode contribuir «com dicas capazes de tornar a vida sexual dos leitores mais interessante e de apimentar uma brincadeira a dois, três, quatro, cinco...»

Já publicado nos Estados Unidos, Inglaterra e por toda a América Latina, «O Doce Veneno do Escorpião», só no Brasil vendeu mais de 250 mil exemplares. O livro será adaptado ao cinema até final do ano. A autora tem ainda um blogue - www.brunasurfistinha.com/blog - visitado diariamente por 15 mil utilizadores.

O sucesso do volume e a curiosidade que gera não deixaram Portugal indiferente e, sob a chancela da Editorial Presença, «O Doce Veneno do Escorpião» estará nas livrarias portuguesas a partir do próximo dia 15 de Fevereiro.