sábado, 16 de dezembro de 2006

João Rolo apresentou colecção "Prive" no Casino Estoril


Em noite de “glamour”, João Rôlo apresentou, na passada segunda feira, a Colecção “Outono-Inverno 2007/2008” no Casino Estoril.
Na passarelle do Salão Preto e Prata, as silhuetas dos manequins evidenciaram um toque chique e nobre, revelando uma imagem contemporânea.
Esta Colecção luxuosa, distingue-se pelo elevado requinte dos materiais utilizados, onde as mousselines e o cetim conferem um tom especial à mulher João Rôlo.

No cenário privilegiado do Salão Preto e Prata, o desfile reuniu numerosos convidados, nomeadamente, das áreas da moda, do espectáculo e dos media.

Após ter celebrado, em 2005, os vinte anos de carreira no Casino Estoril, João Rôlo regressou, agora, ao Salão Preto e Prata com a sua colecção “Prive”.

Este desfile constituiu mais uma elucidativa etapa no percurso do estilista.

Cascais Homenageia Lopes Graça

No próximo domingo, dia 17 de Dezembro, assinala-se o centenário do nascimento de Fernando Lopes-Graça (17 de Dezembro de 1906), compositor cujo espólio e direitos de autor da sua obra legou, ainda em vida, à Câmara Municipal de Cascais (Museu da Música Portuguesa – Casa Verdades de Faria).

A par das muitas actividades que a autarquia tem vindo a promover ao longo deste ano em homenagem ao célebre compositor, no próximo domingo será este o programa:

Pelas 11h00, o Presidente da Câmara Municipal de Cascais, António d’Orey Capucho, desloca-se ao cemitério de Trajouce para depositar uma coroa de flores no túmulo do compositor.

Às 16H00, no Centro Cultural de Cascais, o Coro Sinfónico Lisboa Cantat apresenta-se em concerto com obras de Fernando Lopes-Graça.

De salientar que o Museu da Música Portuguesa- Casa Verdades de Faria reúne as bibliotecas especializadas de Fernando Lopes-Graça e Michel Giacometti, constituindo-se num imprescindível centro para o estudo da música portuguesa do século XX.
O Centro de Documentação do Museu disponibiliza o seu fundo documental ao público em geral, à comunidade escolar, a investigadores e estudiosos.

Fernando Lopes-Graça nasceu em Tomar, em 1906.

Foram seus mestres Adriano Mereia, José Viana da Mota, Luís de Freitas Branco e Tomás Borba.

Em 1937, após ter sofrido perseguições políticas vai para Paris, onde estudou Musicologia com Paul-Marie Masson e Composição e orquestração com Charles Koechlin.

Fernando Lopes-Graça colaborou com o seu mestre Tomás de Borba na redacção e edição do Dicionário de Música, e na edição, com Michel Giacometti, da Antologia da Música Regional Portuguesa.
Fernando Lopes-Graça faleceu no dia 27 de Novembro de 1994, na Parede – Concelho de Cascais).

André Sardet atinge quintúplo platina


HÁ 24 SEMANAS NO TOP DE VENDAS

* HÁ 11 SEMANAS EM 1º LUGAR DO TOP

* Nº1 DE AIRPLAY DE RÁDIO

* Nº1 NO I-TUNES EM ÁLBUNS E EM CANÇÕES DESCARREGADAS

* CONCERTOS ESGOTADOS POR TODO O PAÍS

* GRANDE CONCERTO DE FIM DE ANO NO TERREIRO DO PAÇO

CONCERTOS PARA 2007:

8 JAN. – COIMBRA– Pavilhão Multidesportos
2 FEV. – PORTO – Coliseu
3 FEV. – LISBOA – Coliseu
9 FEV.– TORRES NOVAS – Palácio dos Desportos

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Música em estreia no S.Carlos

GENESIS SUITE estreia em Portugal

Arnold Schönberg / Darius Milhaud
Mario Castelnuovo-Tedesco / Igor Stravinski

OEDIPUS REX versão de concerto

Igor Stravinski

20. 21. 22. Dezembro 2006 às 20:00h
Teatro Nacional de São Carlos

Com direcção musical de Donato Renzetti
e participação de Fanny Ardant, entre outros.

Concerto de Beneficência no Cinema S.Jorge


Concerto de Natal a favor das pessoas com a doença de Alzheimer

No próximo dia 19 de Dezembro, a EGEAC apresenta um Concerto de Natal, no cinema de S. Jorge, às 21h30, com a participação de Nuno Guerreiro, Jonita Lattimore, acompanhados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa dirigida por Michael Morgan.


O cantor Nuno Guerreiro, ex. vocalista do grupo Ala dos Namorados, estará acompanhado de Jonita Lattimora, soprano, detentora de vários prémios e distinções, com com especial destaque para o Concurso Birgit Nilsson, o Concurso Internacional de Voz Luciano Pavarotti, e para os prémios das Fundações Sullivan and George London e Opera Index, Inc.

O espectáculo será conduzido pelo maestro Michael Morgan que é, desde há dezassete anos, o Director Musical da Oakland East Bay Symphony.

Nascido em Washington D.C., onde estudou em escolas públicas, começou a dirigir aos 12 anos de idade. O maestro é considerado como o paladino da educação pela arte e do acesso das minorias às artes.

Esta iniciativa integra-se no programa de iniciativas Natal em Lisboa 2006, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, a decorrer na cidade durante o mês de Dezembro.

Os bilhetes para este Concerto de Natal solidário custam 20 euros para o 1º e 2º balcão e 25 euros para a 1ª e 2ª Plateia, e podem ser adquiridos nos Cinemas S. Jorge.

A doença de Alzheimer é um processo neurodegenerativo progressivo, de causa ainda desconhecida, que começa por aniquilar a memória e, aos poucos, vai dominando as restantes funções mentais, até determinar a completa ausência de autonomia. A pessoa com a doença de Alzheimer não é capaz de se lembrar, por exemplo, do caminho para casa, esquecendo, por completo, os acontecimentos recentes. Gradualmente, a doença vai atingindo outras funções do cérebro, provocando desorientação, alterações de linguagem e da personalidade, com repercussões arrasadoras nos cuidadores.

TORA TORA Big Band preparam novo trabalho

A Tora Tora Big Band entrou em estúdio para gravar o segundo álbum de originais, a ser editado no próximo mês de Março pela Music Mob Records.

Ainda sem título, o segundo registo desta big band de afro-latin-jazz está neste momento a ser gravado nos estúdios Namouche e deverá estar pronto para a mistura final ainda em Dezembro.
A banda adianta as novidades para este novo disco, que anunciam como sendo ainda mais dançável do que o registo de estreia.
Vai contar com a participação de alguns convidados especiais, como Kika Santos dos Loopless ( na voz e composição de algumas letras), o guitarrista e vocalista moçambicano André Cabaço e a cantora Sílvia dos Hysteria Iberika.
O novo disco vai incluir ainda um ou dois temas remisturados por produtores ligados ao universo da electrónica e um tema especialmente dedicado a Lisboa, a cidade que inspirou a reunião destes doze músicos com seis nacionalidades diferentes.

Próximo concerto:
dia 21 de Dezembro (23h), 5ª feira, na Galeria Zé dos Bois.

Os Tora Tora Big Band formaram-se em 2001 impulsionados pela vontade do trompetista Johannes Krieger e o trombonista Lars Arens, dois alemães residentes em Portugal. O seu propósito era criar uma orquestra que tocasse música para dançar, recuperando o espírito das antigas Big Bands e simultaneamente acrescentando outros elementos e tendências sonoras como o Afro, o Arabic, o Latin e o Funk.

Doze músicos consagrados, reunidos numa consistente formação de metais e secção rítmica, criam uma palete sonora abundante gerada pelo intercâmbio geográfico e cultural dos seus elementos, disperso por territórios tão diversos como Portugal, Brasil, Alemanha, E.U.A., Dinamarca e Itália.

Editaram em Abril deste ano “TORA TORA”, um disco que reúne um repertório de oito temas originais e uma revisitação de “Afro Blue” de M. Santamaria. Um registo onde o Jazz se cruza com sonoridades dos quatro cantos do mundo, da África às Caraíbas, passando pelo Médio Oriente, pelo Brasil e Argentina. O álbum conta ainda com as participações do britânico Alban Hall (didgeridoo) e de João Gomes ( Spaceboys e Cool Hipnoise) nos efeitos “espaciais”.

Tora Tora Big Band tem levado esta efusiva combinação do jazz com ritmos caribenhos, brasileiros e africanos, numa verdadeira injecção de calor sonoro, em concertos e actuações ao vivo um pouco por todo o país.

Homenagem a Lopes-Graça no S. Luiz


Jardim de Inverno
17 de Dezembro

18h00 Carlos de Pontes Leça e Rui Vieira Nery convidam Olga Prats e José Luís Borges Coelho para falarem sobre a vida e a obra do compositor.

21h00 Concerto do Opus Ensemble, com obras de Lopes-Graça
(Das quatro peças a apresentar pelo Opus Ensemble, três foram dedicadas pelo compositor a intérpretes em palco, duas foram estreadas, em primeira audição mundial, no São Luiz Teatro Municipal em 1979 e em 1981).

Opus Ensemble

Pedro Ribeiro Oboé


Ana Bela Chaves Violeta


Olga Prats Piano


Alejandro Erlich Oliva Contrabaixo

Programa

SETE APOTEGMAS (1981)
(Obra dedicada ao Opus Ensemble audição: 5-XI-1981, São Luiz Teatro Municipal, Lisboa).

Oito das dezasseis peças para piano do álbum
AO FIO DOS ANOS E DAS HORAS (1979)
(Primeira audição integral a cargo de Olga Prats, 27-V-1982, São Luiz Teatro Municipal, Lisboa).

Larahetto
Energico
Com fuoco
Sostenuto
Luminoso
Animato
Vivo
Andantino

QUATRO PEÇAS EM SUITE (1978)
para violeta e piano


Introdução
Corrida
Diálogo
Capricho

GEORGICAS (1989)
(Obra dedicada ao Opus Ensemble. Primeira audição: 14-XII-1991, Cine Teatro de Tomar)

Pastoril
Idílico
Festivo
Contemplativo
Ritualmente
Gaio
Nocturnal
Rústico







O Bar da Voz espera por si!

MAIS UM FIM DE SEMANA NO BAR DA VOZ!!!

SEXTA FEIRA AS NOITES CALMAS...A BALADA...O CANTO A TRANQUILIDADE DA NOITE

AO SABOR DE UM COPO...

COM AS PALAVRAS DO TROVADOR ZÉ PINHO.

SÁBADO O FLAMENCO...AS SEVILHANAS, COM OS SERVA LA BARI...

AS CANÇÕES DO MUNDO À SOLTA NA VOZ DE JOSÉ MANUEL ÉSSE..

APAREÇA...DIVIRTA-SE..

O centenário do nascimento de Lopes-Graça

O Teatro Nacional D. Maria II comemora, no próximo dia 17, o centenário do nascimento de Fernando Lopes-Graça. A partir das 14h30 o Quarteto Lopes-Graça, a pianaista Vera Prokic e a soprano Natasa Sibalic interpretam obras de Dimitri Chostakovitch e Fernando Lopes Graça no átrio do TNDM II.


Programa

Dimitri Chostakovitch

Quarteto nº 4, op. 83

Allegretto
Andantino
Allegretto
Allegretto


Fernando Lopes Graça

Três Poemas em Prosa, de Rabindranath Tagore, para voz e piano

1. Pronunciarei o teu nome
2. Escura a noite e tu dormes
3. Quando levantas a tua lâmpada

Dois romances, de Armindo Rodrigues, para voz e piano
1. Romance das três meninas num laranjal
2. Romance dos sete cavaleiros


Fernando Lopes Graça

"Quatorze Anotações para Quarteto de Cordas


Fernando Lopes Graça

Cantos Sefardins
- A la una nací yo (nº 1)
- Una noche yo me armí (nº 9)
- Morenica sos (nº 10)


NATASA SIBALIC, soprano

VERA PROKIC, piano

QUARTETO LOPES GRAÇA
(Quarteto residente do Conservatório Nacional)
LUÍS CUNHA
ANNE VICTORINO D'ALMEIDA
ISABEL PIMENTEL
CATHERINE STRYNCKX

SOWETO GOSPEL CHOIR ganham Grammy


Em Setembro (12 a 24), os SOWETO GOSPEL CHOIR animaram as noites do Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa com a sua autenticidade e alegria.


Oriundos da África do Sul, os Soweto Gospel Choir recuperam as raízes do Gospel Africano e difundem-nas pelo mundo como verdadeiros embaixadores de uma cultura viva.

A sua persistência e qualidade foi premiada com a recente nomeação para o Grammy de Melhor Álbum de World Music por BLESSED, o álbum que apresentaram em Lisboa, numa cerimónia agendada para 11 de fevereiro de 2007, no Staples Center, em Los Angeles.

Vencedores ou não, esta nomeação é já uma distinção pelo trabalho que têm desenvolvido e a UAU e o Casino Lisboa orgulham-se de ter participado na divulgação deste projecto.

Horários, especiasde Natal, da Exposição Star Wars


Neste Natal não perca a oportunidade de conhecer algumas das mais importantes personagens da saga STAR WARS.

Dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro -

aberta das 14h30 às 19h30


Exposição encerrada dias 24 e 31 de Dezembro


EXPOSIÇÃO STAR WARS - até 14 de Janeiro
Museu da Electricidade
Domingo a 5ª das 10H às 20h
6ª e Sábados das 10h às 22h
Encerra às 2ª

Millenium BCP angariou 475 mil euros para os refugiados


Durante os meses de Agosto, Setembro e Outubro, por cada compra que os Clientes efectuaram com os cartões de crédito Millennium bcp, foram doados 15 cêntimos ao UNHCR/ACNUR.

O donativo total angariado – mais de 475 mil euros - será entregue pelo Presidente do Millennium bcp, Dr. Paulo Teixeira Pinto, ao Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Eng.º António Guterres.

Convento da Arrábida em Livro


O Convento dos Capuchos na Serra da Arrábida (Setúbal) surge como uma "aldeia plantada a meia encosta", na opinião do historiador Paulo Pereira, que hoje apresenta um livro sobre aquele monumento franciscano.

"O convento da Arrábida, absolutamente despojado, é um dos raros testemunhos da arquitectura franciscana, depois da reforma da ordem religiosa em 1540. O outro exemplar situa-se no topo da Serra da Sintra", disse o autor.

O livro, intitulado "Convento da Arrábida - Portas do céu", é editado pela Fundação Oriente.

Trata-se de uma monografia histórica, com fotografias de Paula Benito, que traça a história do convento, alvo de "pequenas alterações ao longo dos tempos" e que "está muito bem conservado".

O investigador definiu o Convento como "polinuclear, na medida em que a área cercada foi tendo pequenas construções de índole religiosa e a ele ligadas, parecendo uma aldeia plantada a meia encosta, cujos horizontes são verdadeiramente místicos".

O Convento da Arrábida, descreveu, "é um edifício naturalmente pobre, de uma pureza radical, despojado de ornamentos que não sejam os embrechados [embutidos] de conchas e pedrinhas".

Este "despojamento", na opinião de Paulo Pereira, facilita a sua manutenção, "o que também foi essencial para a ordem, relativamente pobre, pois todos os matérias estão ali à mão, isto é, são da região".

Ainda segundo o investigador, este convento "é um exemplar claro da arquitectura popular saloia".

O livro procura também fazer a ligação entre este tipo de arquitectura sacra e "uma certa ambiência religiosa e espiritual que ali se viveu".

Localizado numa zona de invulgar beleza natural, perto de Lisboa mas simultaneamente longe do bulício da grande cidade, o Convento da Arrábida reúne todas as condições para o estudo e reflexão, para o debate de temas e ideias, para a realização, enfim, das mais diversas actividades culturais e científicas.

Foi essa, aliás, uma das principais motivações da Fundação Oriente ao adquirir em 1990 o convento ao então proprietário, Manuel de Souza Holstein Beck, conde da Póvoa.
Edificado na vertente sul, a meio da encosta da serra da Arrábida, como que metido numa concha, o convento debruça-se sobre o mar, num lugar privilegiado de grande tranquilidade, de contacto com a natureza e de uma excepcional beleza paisagística.

Inserido no Parque Natural da Arrábida, conhecido pelas suas raras espécies botânicas, goza de um clima temperado, de características mediterrânicas.

Dado o carácter único de testemunho histórico, arquitectónico e paisagístico do convento e da serra da Arrábida, a Fundação Oriente fez questão de conservar os valores existentes, aproveitando e mantendo a atmosfera de recolhimento e de reflexão que foi apanágio dos franciscanos e que o local inequivocamente sugere e proporciona.

No projecto de recuperação e adaptação a centro cultural, procurou-se, acima de tudo, manter o espírito do lugar e respeitar a construção existente.

Refira-se, a propósito, que o convento, com a respectiva área circundante, foi classificado em 1977 imóvel de interesse público.
Aproveitaram-se, pois, as chamadas Casa do Conde e Casa das Mesquitas, que se situam a nascente do convento e que foram ampliadas.

No núcleo central, as construções existentes foram integralmente mantidas.

No núcleo poente, apenas o interior da chamada Casa dos Noivos foi alterado e adaptado a um auditório.
Quatro Séculos de História O Convento da Arrábida, construído no século XVI, abrange ao longo dos seus 25 hectares, o Convento Velho, situado na parte mais elevada da serra, o Convento Novo, localizado a meia encosta, o Jardim e o Santuário do Bom Jesus e ainda, adjacentes ao convento, mas autónomos, os aposentos do duque de Aveiro e as casas onde eram alojados os peregrinos.

No alto da serra, as quatro capelas, o conjunto de guaritas de veneração dos mistérios da Paixão de Cristo e algumas celas escavadas nas rochas formam aquilo a que convencionou chamar-se o Convento Velho.

O Convento Novo, o edifício principal a meio da encosta, dispõe de 27 celas, igreja, seis capelas, livraria, refeitório, cozinha, torre de relógio, casa de lavagem e vários fontanários.

A água das fontes continua a ser captada em minas, segundo o sistema hidráulico implantado pelos franciscanos.

O Convento foi fundado em 1542 por Frei Martinho de Santa Maria, franciscano castelhano a quem D. João de Lencastre (1501-1571), primeiro duque de Aveiro, cedeu as terras.

Anterior à construção, existia onde é hoje o Convento Velho, a Ermida da Memória, local de grandes romarias, junto da qual, durante dois anos, viveram, em celas escavadas nas rochas, os primeiros quatro religiosos arrábidos: Frei Martinho de Santa Maria, Frei Diogo de Lisboa, Frei Francisco Pedraita e São Pedro de Âlcantara.

De arquitectura austera, o convento é praticamente desprovido de ornamentos.
No seu interior, destacam-se apenas, de onde em onde, esculturas de santos e Cristos, de terracota e de madeira, colocadas em nichos, os azulejos que ornam as capelas, e ainda os embrechados compostos de pedrinhas misturadas com conchas e cacos de faiança e usados na decoração de fontes, paredes, muros e capelas.

Assinalem-se ainda peças escultóricas de cerâmica e de madeira, cantarias e lajedos, tectos pintados e uma talha dourada.

D. Jorge de Lencastre, filho do 1º duque de Aveiro, continuou as obras mandando construir uma cerca para vedar a área do convento. Mais tarde, seu primo D. Álvaro, mandou edificar a hospedaria que lhe servia de alojamento e projectou as guaritas, na crista do monte, que ligam o convento ao sopé da montanha, deixando, no entanto, três por acabar.

Por sua vez, D. Ana Manique de Lara, viúva do duque de Torres Novas e nora de D. Álvaro, mandou construir duas capelas, enquanto o filho de D. Álvaro, D. António de Lencastre, mandou edificar, em 1650, o Santuário do Bom Jesus.

Com a extinção das ordens religiosas em 1834, o convento, as celas e as capelas dispersas pela serrania sofreram várias pilhagens e enormes estragos causados pelo abandono.

Em 1863, a Casa de Palmela adquiriu o convento mas as obras só começaram no século seguinte, nas décadas de 40 e 50.

Quarenta anos depois, em 1990, o seu então proprietário optou por vender o convento e a área envolvente, num total de 25 hectares, à Fundação Oriente, a única instituição, que, em seu entender, dava garantias de manter os mesmos valores com que, no século XVI, os seus antepassados o entregaram aos arrábidos.

O convento está integrado na Rede de Centros Culturais Europeus implantados em locais históricos.

São conhecidos os relatos de visões e experiências místicas dos monges, devidas, segundo o investigador, "não só a uma alimentação peculiar constituída por determinadas ervas e muitos jejuns, como até à estreiteza arquitectural, onde há um condicionamento da corporalidade".

Um dos mais conhecidos habitantes deste convento foi o monge espanhol São Pedro de Alcântara, que, de acordo com relatos da época, ali levitou e teve várias visões míticas.

Paulo Pereira é licenciado em História de Arte pela Faculdade de Letras de Lisboa e autor de diversos livros, incluindo uma "História de Arte de Portugal" e "Lugares mágicos de Portugal", além de vasta bibliografia científica.

São conhecidos os relatos de visões e experiências místicas dos monges, devidas, segundo o investigador, "não só a uma alimentação peculiar constituída por determinadas ervas e muitos jejuns, como até à estreiteza arquitectural, onde há um condicionamento da corporalidade".
Um dos mais conhecidos habitantes deste convento foi o monge espanhol São Pedro de Alcântara, que, de acordo com relatos da época, ali levitou e teve várias visões míticas.
Paulo Pereira é licenciado em História de Arte pela Faculdade de Letras de Lisboa e autor de diversos livros, incluindo uma "História de Arte de Portugal" e "Lugares mágicos de Portugal", além de vasta bibliografia científica.




S. Tomazde Aquino em Livro


Um grupo de jovens, ao fazer uma pesquisa na internet, depara-se com um site sobre S. Tomás de Aquino.
Este revela-se o ponto de partida para um mundo de mistérios e para a descoberta da obra incrível, repleta de actualiadade, que é o seu pensamento.

O Ardina em Livro na Póvoa do Varzim



"O Ardina, o Livro Sonhado" é uma homenagem de Joaquim Ferreira da Silva ao seu pai, conhecido como o António dos jornais, quando passam cem anos sobre o seu nascimento. Escrito ao longo de dois anos, no Diana Bar, este livro sonhado é agora uma realidade e vai ser apresentado este sábado, dia 16, no Diana Bar, às 16h00.




"O Ardina", que é como sempre se assina o seu autor nas pequenas crónicas que escreve para os jornais locais e como gosta até de ser tratado, fala deste livro com carinho, não só porque ele constitui uma homenagem ao seu pai, mas também porque só foi possível editá-lo graças aos contributos de muitos dos seus amigos que, com pequenos donativos, o ajudaram a custear a edição de 500 exemplares.

O produto da venda será depois doado ao mapadi e à Casa do Ardina, em Lisboa.
O sonho, que demorou dois anos a concretizar, foi escrito no Diana Bar mas, como confessa o próprio autor "foram mais as horas que perdi a olhar para o mar do que a escrever, por isso demorei tanto".

E, num esforço final, Joaquim Ferreira da Silva, que escreveu toda a sua obra à mão, achou que devia actualizar-se, frequentou um curso de informática da junta de freguesia, acabando por ser capaz de passar todo o manuscrito para o computador, demonstrando que a idade não é impedimento para aprender e avançar.

Ilustrado com fotografias da Póvoa no início e meados do século XX, o livro relata a história do António dos jornais e as histórias de tantas outras vidas que com a dele se foram cruzando, resultando no retrato da própria vida da cidade de 1906 a 1984.

Homenagem a Lopes Graça na Universidade de Lisboa







Fernando Lopes-Graça nasceu há 100 anos.



A RDP celebra o génio do compositor, lançando uma edição de 10 discos com cerca de 40 obras, metade das quais inéditas em CD.

A colectânea, construída sobretudo a partir dos arquivos da RDP, inclui uma gravação actual de algumas das mais conhecidas canções heróicas e canções regionais portuguesas, repertório que, além de ter marcado uma geração, permanece até hoje como um símbolo da liberdade e da resistência antifascista.

A homenagem a Fernando Lopes-Graça culmina num concerto, dia 17 de Dezembro, às 21h00, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, preenchido por canções heróicas e regionais, interpretadas pelo Coro Ricercare, dirigido pelo maestro Pedro Teixeira, evocando deste modo o mais influente compositor português do século XX.

Programa:

Canções regionais portuguesas Fernando Lopes-Graça


Já os passarinhos cantam (Beira Baixa) Série III nº 1
Camponeza, camponeza (Alentejo) Série XVIII nº 7
A moda da Rita (Alentejo) Série V nº 10
Ai, ó ai, meu bem (Algarve) Série IV nº 6
Ó que calma vai caindo (Beira Baixa) Série III nº 5
Romance da menina cativa (Trás-os-Montes) Série IX nº 7
São João de Louredo de Guilhofrei (Minho) Série X nº 10
Não quero que vás à monda (Alentejo) Série VIII nº 3
Nossa Senhora das Neves (Beira Baixa) Série XII nº 7
Eu venho da Macelada (Beira Alta) Série II nº 2
Dormi, menino, dormi (S. Jorge - Açores) Série XVI nº 11
Já não vou a Vendas Novas (Alentejo) Série VIII nº 1
Anda duérmete niño (Trás-os-Montes) Série VII nº 7
Ó videira da trabona (Trás-os-Montes) Série XXIII nº 4
Quatro laços da dança dos paulitos (Trás-os-Montes) Série VII nº 2

[intervalo]

Canções heróicas Fernando Lopes-Graça

Acordai (José Gomes Ferreira) 1º caderno, nº 1
Mãe pobre (Carlos de Oliveira) 1º caderno, nº 3
Ronda (João José Cochofel) 1º caderno, nº 9
Égloga (José Gomes Ferreira)
Livre (Carlos de Oliveira) 1º caderno, nº 10
Convite (Antunes da Silva) 1º caderno, nº 4
Canto de Paz (Carlos de Oliveira) 1º caderno, nº 12
Firmeza (João José Cochofel) 1º caderno, nº 6
As papoilas (José Gomes Ferreira) 2º caderno, nº 8
Hino ao Homem (Armindo Rodrigues) 2º caderno, nº 13
Não te deites coração (Edmundo Bettencourt) 2º caderno, nº 12
Ó pastor que choras (José Gomes Ferreira) 2º caderno, nº 4




Coro Ricercare
Rodrigo Gomes – piano
Pedro Teixeira – direcção


Entrada Livre
(Sujeita à lotação da Sala)
Concerto com transmissão pela Antena2

VI Gala de Ópera da Universidade de Lisboa



A Reitoria da Universidade de Lisboa tem a honra de convidar o Povo de Lisboa para a VI Gala de Ópera da Universidade de Lisboa - Concerto de Fim de Ano 2006 da Orquestra Sinfónica Juvenil*.



Realizada no âmbito de uma prática cultural diversificada e desenvolvida em parceria com empresas e instituições de referência cultural - a VI Gala de Ópera da Universidade de Lisboa constituirá uma viagem à descoberta da obra de compositores como Verdi, Puccini, Rossini e Mozart.

A Universidade de Lisboa congratula-se em co-produzir esta gala com a Orquestra Sinfónica Juvenil, que conta com a participação dos Coros da Universidade de Lisboa e do Coro do Instituto Gregoriano.

A Gala será enriquecida com a actuação das sopranos Elvira Ferreira e Sandra Medeiros, do tenor José Manuel Araújo, dos barítonos José Corvelo e Armando Possante e do baixo João Oliveira, e a direcção do maestro inglês Christopher Bochmann, doutorado em Música pela Universidade de Oxford.

A VI Gala de Ópera da Universidade de Lisboa é um espectáculo de características singulares que se popularizou desde a primeira edição, em 2001.

A Gala extravasou já os limites da Universidade de Lisboa e tem vindo a promover uma maior apetência pela música clássica junto de um público diversificado.

António Vasconcelos Tavares
Pró-Reitor da Universidade de Lisboa




Programa



MOZART, W. Amadeus


Die Zauberflöte


Abertura


Die Zauberflöte


Papagena, Papagena, Papagena!Die Strahlen der Sonne vertreiben die Nacht


Don Giovanni


Già la mensa è preparataL’ultima prova dell’amor mio Che grido è questo mai Don Giovanni, a cenar teco Da qual tremore insólito



ROSSINI, Gioacchino


La Gazza Ladra


Abertura



VERDI, Giuseppe


La Traviata


Di Madride noi siam mattadori
Rigoletto


Mio padre! … Tutte le feste al tempioSchiudete, ire al carcer



PUCCINI, Giacomo


Madama Butterfly


Adesso voi siete per me



VERDI, Giusepe


Aida


Gloria all’Egitto, ad Iside

Elvira Ferreira, soprano


Sandra Medeiros, soprano


José Manuel Araújo, tenor


José Corvelo, barítono


Armando Possante, barítono


João Oliveira, Baixo





ORQUESTRA SINFÓNICA JUVENIL
Coro da Universidade de Lisboa Coro de Câmara da Universidade de Lisboa Coral de Linda a Velha Coro do Instituto Gregoriano
Direcção: Christopher Bochmann
Entrada livre




* "A Orquestra Sinfónica Juvenil tem desenvolvido um trabalho continuado de grande valor passando, de umas gerações para as outras, o testemunho de fazer música em conjunto. [...] Tornou-se um esteio fundamental da actividade de jovens músicos na área de Lisboa, congregando estudantes de várias proveniências",
Mário Vieira de Carvalho, Secretário de Estado da Cultura, (in Programa do Concerto de Fim de Ano 2006)



* "Por reconhecermos a arte e o talento dos intérpretes, a competência dos dirigentes, o bem elaborado programa, e a presença de um público informado e entusiasta, sabemos que o concerto de fim de ano vai ser um êxito"
Laurentino Dias, Secretário de Estado da Juventude e do Desporto (in Programa do Concerto de Fim de Ano 2006)

Museu abre as suas portas com visitas guidas e entrada livre


quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Babel lidera a corrida aos Globos e Ouro






Babel lidera as nomeações para os Globos de Ouro com:

7 Nomeações nas categorias de:



Melhor Filme (Drama)

Melhor Realizador – Alejandro Gonzalez Iñárritu

Melhor Actor Secundário - Brad Pitt

Melhor Actriz Secundária (2) - Adriana Barraza e Rinko Kikuchi

Melhor Argumento – Guillermo Arriaga


Melhor Banda Sonora Original – Gustavo Santaolalla



Brad Pitt, Cate Blanchett, Gael Garcia Bernal, Kôji Yakusho, Adriana Barraza e Rinko Kikuchi fazem parte de um conjunto de actores internacionais que juntamente com actores não-profissionais vindos de Marrocos, Tijuana e Tokyo enriquecem a conquista de BABEL no que diz respeito à diversidade cultural e valorizam as observações intensas sobre as ligações culturais e fronteiras “




ESTREIA EM PORTUGAL 28 DEZEMBRO

Artur e os Minimeus estreia o cinema digital em Portugal










O grande filme deste Natal,
‘Artur e os Minimeus’,
estreia Cinema Digital em Portugal






Marcando o início da era do Cinema Digital em Portugal, a mais recente aventura de animação realizada por Luc Besson, ‘Artur e os Minimeus’, estreia hoje em todo o país - sendo o primeiro filme a poder ser visto no sistema vanguardista de Cinema Digital, disponível a partir de agora em 4 novas salas digitais Lusomundo: Lusomundo Almada Fórum, Lusomundo Dolce Vita Porto, Lusomundo CascaiShopping e Lusomundo Ferrara Plaza (Paços de Ferreira).

HOJE NOS CINEMAS




Uma aventura cheia de acção, energia e mistério .


Pela mão de Luc Besson, chega-nos Artur e os Minimeus, um fenómeno artístico que nos leva a um novo mundo de aventura.

Ecologia, família, divertimento e aventura são os principais ingredientes deste filme, que é uma verdadeira viragem na tecnologia de animação.

Artur, apenas com 10 anos de idade, já tem muito em que pensar: uma empresa construtora está prestes a apanhar a casa da sua avó…e ele não vai ficar pendurado à espera que os pais ou os avós resolvam o problema!
Talvez a solução esteja no tesouro do avô, que está escondido algures,“no outro lado”, na terra dos Minimeus…
As criaturas que habitam este mundo têm apenas cerca de 2 milímetros de altura e vivem em perfeita harmonia no seu ambiente.
Artur aventura-se pelo mundo dos Minimeus, onde conhece a Princesa Selenia e o irmão, Betameche. Juntos, eles irão procurar o tesouro que poderá salvar a sua avó.
Segue-se uma aventura cheia de acção, perigos e mistérios, até à cidade proibida governada pelo malvado M, “O Maléfico”.

A viagem de Artur pelo universo dos Minimeus mostra-nos que, por vezes, os heróis mais pequenos fazem a maior diferença!


Artur:
Cheio de energia positiva, bem-humorado e muito corajoso, o nosso herói irá descobrir a sua inteligência aguçada e a sua capacidade de liderança, lutando inicialmente pelo seu avô, depois pelo povo Minimeu e, finalmente, pelo amor de Selenia.


Selenia:
Por baixo da sua fachada rude e selvagem, ela é uma teimosa guerreira… uma princesa com atitude! Durante a sua extraordinária viagem, ela irá encontrar o seu verdadeiro eu e irá apaixonar-se loucamente por Artur!

Betameche:
O irmão mais novo de Selenia e fiel amigo de Artur, provoca problemas e muitas gargalhadas! É o cómico companheiro do gang nesta sua aventura!

O Reino dos Minimeus:
Longe dos olhares indiscretos dos humanos, os Minimeus vivem em perfeita harmonia com a Natureza, num universo infinitamente pequeno dotado de um ambiente exuberante e luxurioso. Palco das extraordinárias aventuras do jovem Artur, o Mundo dos Minimeus é um lugar fantástico, tão longe e no entanto tão perto...

Soares dos Reis reabre com exposição de Dordio Gomes






Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto
Inauguração da exposição
Dordio Gomes na colecção de arte Millennium bcp






Inauguração 19 de Dezembro, 3ª feira, pelas 19h00






O Museu Nacional de Soares dos Reis expõe um conjunto de obras do pintor Dordio Gomes (1890-1976) pertencentes à colecção do Millennium bcp, representativas de diferentes fases do percurso do artista, datadas de um período compreendido entre a década de 20 e a década de 70.




Apresentam-se paisagens urbanas do Porto, cidade onde o artista se radicou em 1934 para ensinar na Escola de Belas Artes; e peças com motivos rurais do Alentejo, de onde o artista é natural, particularmente as paisagens com sobreiros e cavalos, tão características de Dordio Gomes.






Também a sua obra de fresco, realizada entre os anos 40 e os anos 60, está representada na exposição através de estudos elaborados, em 1944, para os painéis decorativos do Café Rialto, no Porto, hoje património daquela instituição bancária.






Legenda da imagem




Dordio Gomes, Avenida dos Aliados (Porto), óleo sobre tela, 1944. Direitos reservados. Colecção de Arte Millennium bcp. (Fotografia: PH3.)

Ajude os Museus comprando livros



Com descontos muito apelativos, as publicações editadas pelo Instituto Português de Museus, designadamente livros de museologia, estudos, monografias, catálogos das colecções e catálogos de exposições temporárias, estarão à venda na Loja dos Restauradores em Lisboa e lojas dos Museus do IPM.




A campanha Natal do Livro dos museus continua até ao próximo dia 30 de Dezembro.




Esta é uma boa opção para uma oferta de natal, pois ajuda os Museus e oferece um presente.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Luis Represas no Casino Lisboa


Lançado recentemente, o álbum “A História Toda” estará em evidência na estreia de Luís Represas no Casino Lisboa.

Na próxima Segunda-Feira, pelas 22 e 30, o cantor sobe ao palco do Auditório dos Oceanos para reviver os melhores êxitos da sua carreira, a solo.

Num concerto inovador, Luís Represas actua virado para o Arena Lounge, convidando, ainda, a assistência a recordar alguns “clássicos” dos Trovante.

Trata-se de mais um “Concerto Arena Live”, um ciclo marcado pela expressiva adesão de público, que tem esgotado o amplo espaço do Arena Lounge.

Acompanhado pela sua experiente banda, Luís Represas adere, assim, a um novo formato de espectáculo, onde é privilegiada a qualidade interpretativa.

A celebrar 30 anos de carreira, Luís Represas, editou “A História Toda”, em DVD e duplo CD. Esta tão aguardada colectânea tem inspirado o cantor em diversos concertos realizados pelo país.

É uma obra completa que reúne vários sucessos a solo e composições intemporais da época dos Trovante. “Feiticeira”, “125 Azul”, “Perdidamente”, “Timor”, “Balada das Sete Saias”, “Neva Sobre a Marginal”, “Da Próxima Vez”, “Hora do Lobo”, “Foi Como Foi”, “Fora de Tempo” ou “Não Ponhas o Vestido” são, apenas, alguns dos temas em destaque.

Considerado um dos melhores intérpretes portugueses, o talento de Luís Represas é transversal a várias gerações.
Vocalista dos Trovante, entre 1976 e 1992, mereceu o reconhecimento da crítica especializada. Posteriormente, consolidou essa mesma notoriedade, a solo, com vários álbuns de originais, entre os quais se destacam “Cumplicidades”, “A Hora do Lobo”, “Reserva Especial” ou “Fora de Mão”.
Presença obrigatória no ciclo de “Grandes Concertos do Casino Estoril”, Luís Represas estabelece, habitualmente, uma singular cumplicidade com a assistência.

Agora, apresenta-se, pela primeira vez, no Casino Lisboa, assegurando a típica atmosfera que envolve as suas actuações.

Com entrada gratuita, o ciclo de “Concertos Arena Live” prossegue com a actuação de Luis Represas , no próximo dia 18 de Dezembro, pelas 22 e 30.

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

MIDAS lança nova colecção de DVD's


No próximo dia 15 de Dezembro iremos lançar a nossa colecção de filmes em DVD.

A edição de grandes filmes em DVD será uma das facetas públicas mais importantes do trabalho que pretendemos desenvolver, apresentando algum do melhor cinema do mundo em edições que procuraremos tenham a melhor qualidade.

Será uma colecção em que iremos editar em DVD filmes de alguns dos mais importantes realizadores contemporâneos já desaparecidos, e por isso começamos com alguns dos grandes iconoclastas do cinema contemporâneo - John Cassavetes, Derek Jarman, Serguei Paradjanov. A eles se juntarão depois autores como John Ford e Maurice Pialat, Jean Vigo e Robert Bresson, e grandes cineastas japoneses e alemães e russos e filmes de todos os lugares do mundo e sobretudo obras que marcaram de forma indiscutível a história do cinema. Alguém que sempre se preocupou em manter viva a chama do cinema do passado foi indiscutivelmente Martin Scorsese e as suas viagens ao cinema americano e ao cinema italiano são dois objectos imprescindíveis.
Mas porque sabemos que a arte do cinema não é coisa do passado, queremos também trabalhar com filmes daqueles que continuam a fazer o melhor cinema do mundo, e por isso já a partir de Janeiro teremos filmes de Abbas Kiarostami, Takeshi Kitano, Nanni Moretti, André Téchiné, Aleksandr Sokurov, Jean Luc Godard, Jia Zhang-Khe, Hal Hartley, Alain Resnais, e muitos outros que a seu tempo se lhes juntarão. Não esquecendo outras obras e outras artes, como a música, o teatro, a dança, a pintura, noutros formatos como o documentário, a que também desde já dedicamos a nossa atenção.
E sobretudo, esperamos, muitos filmes portugueses, porque um dos nossos mais importantes objectivos é o de divulgar os melhores dos nossos cineastas, tantos os vivos como os já desaparecidos. Filmes portugueses que nos últimos quarenta anos marcaram o nosso cinema, filmes de todos os géneros, durações e registos, longas e curtas-metragens, documentários e animações.
Começamos com dois documentários de Fernando Lopes, um sobre Pina Bausch e o outro (inédito entre nós, porque há dois anos repousa nas prateleiras da RTP) sobre o poeta Alexandre O’Neill.
Mas queremos sobretudo que o próximo seja um ano em que muitos dos imensos filmes portugueses nunca editados em DVD vejam a luz do dia (assim o ICAM e o MC percebam a urgência de uma intervenção nesta área).

Algarve Shopping com sugestões de livros para o Natal

A uma semana do Natal, a Livraria Bertrand do AlgarveShopping continua a dar a conhecer a todos os visitantes do Centro as melhores sugestões literárias para oferecer a familiares e amigos.

Esta semana duas pessoas bem conhecidas dos leitores e apreciadores de fado vão passar por este espaço para apresentar os respectivos livros.

Cemitério de Pianos” é o mais recente trabalho do galardoado José Luís Peixoto.

O autor recebeu em 2001 o Prémio Literário José Saramago.

Desde então tem escrito não só romances mas também peças de teatro para as salas portuguesas e estrangeiras.
Os seus livros foram já editados em 11 países, estando previstas para breve as edições no Reino Unido, Hungria e Japão.
O jovem escritor vai estar na Livraria Bertrand do AlgarveShopping no próximo dia 15 de Dezembro, Sexta-feira, às 17H30.


A segunda sugestão literária tem a autoria de João Braga.
“Ai este meu coração” é o relato de vida do fadista, escrito na primeira pessoa, após o seu internamento em Novembro do ano passado.
O livro retrata lugares, passagens e vivências do cantor cuja carreira profissional celebra 40 anos em 2007.
Para conhecer no Domingo, dia 17 de Dezembro, às 15H30, na Livraria Bertrand.


O AlgarveShopping, consciente do papel que tem na comunidade local, apoia estas iniciativas como forma de promoção de acções culturais na Região.

Neste contexto, decorre também no próximo dia 21 de Dezembro o concerto “As mais belas canções de Natal” interpretadas por voz, piano, contrabaixo e flauta transversal.

Maratona Lopes Graça na Casa da Música


Maratona Lopes-Graça

Sábado, 16 de Dezembro

Miguel Henriques piano
11h00 Sala 2 5 €

António Rosado piano
13h00 Sala 2 5 €

Miguel Borges Coelho piano
15h00 Sala 2 5 €

António Rosado piano

17h00 Sala 2 5 €
Ana Ester Neves soprano

João Paulo Santos

Maratona Lopes-Graça

Domingo, 17 de Dezembro

Fausto Neves piano
11h00 Sala 2 5 €

Coral de Letras da Universidade do Porto
José Luís Borges Coelho direcção musical
12h30 Sala 2 5 €

Em homenagem à vida e obra de Fernando Lopes-Graça, a Casa da Música organiza uma maratona de sete concertos, com algumas das suas mais notáveis composições para piano.

O programa proposto pela Casa da Música ao longo deste fim-de-semana, para além de parte da obra de Fernando Lopes-Graça, contempla temas de compositores pelos quais ele nutria especial apreço e que influenciaram o seu trabalho, como é caso de Béla Bartók: “Sonata” e “Suite op.14”, e de Maurice Ravel: “Pavane pour une Infante défunte”.

A maratona conta com a interpretação dos pianistas António Rosado, Fausto Neves, Miguel Henriques, Miguel Borges Coelho e João Paulo Santos, e com participação da soprano Ana Ester Neves e do Coral de Letras da Universidade do Porto que apresenta a “Primeira Cantata de Natal” do compositor.
No âmbito desta homenagem, no domingo, 17, às 12h00, na Sala 2, é lançado o CD com a primeira gravação integral de “In Memoriam Béla Bartók”, op. 126, de Lopes-Graça, interpretado pelo pianista António Rosado, numa edição da Câmara Municipal de Matosinhos, integrada na celebração do 1º Centenário do Nascimento do compositor.

No catálogo do compositor, salientam-se as suas seis sonatas para piano, duas das quais serão executadas durante esta maratona, designadamente a Sonata nº 2 e a Sonata nº 3.

Nascido no dia 17 de Dezembro de 1906, em Tomar, Fernando Lopes-Graça iniciou os estudos musicais na sua cidade natal e terminou-os no Conservatório Nacional de Lisboa, que frequentou entre 1923 e 1931.
Foi discípulo de José Vianna da Motta, Tomás Borba e Luís de Freitas Branco.

Na década de 30, quando inicou a sua carreira profissional nos domínios da composição e da crítica musical, Fernando Lopes-Graça assumiu a imagem de “músico moderno” da cultura portuguesa do século XX.

Entre 1932 e 1936, foi professor na Academia de Música de Coimbra.
Foi preso duas vezes por motivos políticos e impedido de ensinar em escolas públicas durante os anos posteriores.
Após a Segunda Guerra Mundial, grande parte da actividade de Lopes-Graça foi determinada pela sua militância no Movimento de Unidade Democrática e no Partido Comunista Português.

Data desta época o início da composição das Canções Heróicas.
Criou, em 1945, o Coro do Grupo Dramático Lisbonense, antecedente do Coro da Academia de Amadores de Música, que dirigiu durante décadas.

Também em 1945, Lopes-Graça começou a colaborar regularmente na revista Vértice, onde publicou alguns artigos essenciais para a compreensão das suas atitudes estéticas e políticas.

O seu apreço reivindicativo pela música tradicional continuou a manifestar-se nas suas obras musicais da década de 50, nomeadamente na Sonata nº 3 e nas Glosas, ambas para piano.

Podem ser atribuídas a Fernando Lopes-Graça as seguintes declarações, proferidas em 1943:
“Julgamos ser-nos lícito chamar a atenção para o facto de que o autor se tem encontrado só, ou quase só, nesta ingrata pugna pela música moderna, tentando, na medida das suas forças fazê-la, não diremos aceitar mas compreender – e isto num meio que não só lhe é absolutamente hostil a ela, música moderna, mas até a qualquer espécie de especulativismo de ordem estético-musical.”

Trabalho sem Preguiça na ACERT



Decorre nos dias 15, 16 e 17 de Dezembro, em Tondela, na ACERT, a última fase do ciclo “O trabalho dá preguiça. A preguiça dá trabalho”, que se iniciou no Porto e continuou em Lisboa.

O ciclo, constituído por debates em sessões plenárias e em grupos de discussão, apresentação de livros e vídeos «fora do mercado», exposições e pequenos espectáculos (textos e músicas), é organizado pelo jornal PREC – Pensa Rosna Estica Corta, cujo nº 1 (que tem como tema central o trabalho e a preguiça) saiu em Outubro.

A ACERT participou na organização da última fase do ciclo, que é um encontro de quatro associações ou grupos culturais de 3 países: Portugal, Itália, França.


As sessões terão início, na sexta-feira 15 de Dezembro, às 18h, no Sábado 16 de Dezembro às 10h e no Domingo 17 de Dezembro às 15h. As sessões são abertas ao público interessado (inscrições na ACERT). Dezembro às 10h e no Domingo 17 de Dezembro às 15h. As sessões são abertas ao público interessado (inscrições na ACERT).

Xutos & Pontapés por uma causa social

Para os XUTOS e PONTAPÉS tocarem num concerto com a 1ª parte de YELLOW W VAN no Pavilhão Desportivo dos Lombos em CARCAVELOS , a partir das 21H.

Faltam três dias...



Para espalharmos "um pouco de fé" nas pessoas e nas causas ao estarmos presentes num concerto cuja parte das receitas reverterá a favor da Associação SOS HEPATITES PORTUGAL - que tem como padrinhos o Zé Pedro, dos Xutos e Pontapés, e a Karen Matzenbacher.

Faltam três dias...

Para haver uma "desculpa" oficial para juntar uma vez mais o elenco do MUSICAL ROCK PORTUGUÊS - SEXTA-FEIRA 13 - , num concerto de XUTOS E PONTAPÉS e meia centena de convidados VIP.

Faltam três dias...

Para se tocar o repertório musical da tal "noite do azar tornado sorte", basta que impere o verdadeiro espírito de NATAL ao ajudarmos esta Associação!

Faltam três dias...

Para pela primeira vez, e depois de tantas noites a actuar sob o repertório de XUTOS, os actores, cantores, músicos e bailarinos do SEXTA-FEIRA 13 assistirem juntos a um concerto dos míticos do rock nacional.

Faltam três dias...

Para irmos todos parar ao BUDDAH LX (after party do concerto) de copo na mão como se a Passagem de Ano chegasse mais cedo.

Faltam três dias...


Para os abraços e as conversas das memórias das noitadas do extinto Toyota Box persistirem num evento que se espera que dure até o sol nascer... mesmo ali ao lado, nas DOCAS de todos nós!

Faltam três dias...

Para ser 16 de DEZEMBRO de 2006 e...
(...) " uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir" (...)

Encontramo-nos lá!

Fat Freddy em Lisboa


Esta quinta-feira, 14 de Dezembro, os Fat Freddy aterram em Lisboa para mais uma noite frenética! Às 23h00m, o rock’n’roll tem início no Left Bar e promete...

Ao vivo, Fat Freddy enquanto duo machine: Guedes Ferreira (guitarra e programações) e Nuno Oliveira (bateria). A não perder, com projecção de imagens psicadélicas!!!

Encerrado o capítulo «Fanfarras de Ópio», de 2003, os Fat Freddy partilham agora episódios de uma incursão por planetas inóspitos.

Eles provaram do veneno, mudaram de pele, embarcaram numa viagem espacial e regressaram como duo machine - um ataque hipnótico em tons ancient sci-fi rock.

Surf sem prancha, rock n' roll com suor, electrónica maquinal, uma guitarra tresloucada e uma bateria extasiada. Poderá ser a banda-sonora de uma vida de filmes de ficção científica manhosa, pré-histórica, de série Z. Ou então, não…


Entre a Terra e uma outra galáxia, os Fat Freddy estão de volta, agora com o terror, o fantástico e o erótico!

AO VIVO

Fat Freddy duo machine: Guedes Ferreira (guitarra e programações) e Nuno Oliveira (bateria). Com projecção de imagens.
Entre a Terra e uma outra galáxia, os Fat Freddy estão de volta, agora com o terror, o fantástico e o erótico!

O DISCO

O segundo longa-duração dos Fat Freddy, sem título, tem 9 temas originais, igualmente sem título, e uma versão de «The Model», dos Kraftwerk.
Gravação e produção: Guedes Ferreira (programações, guitarra, vídeo e sampling), Filipe Leite (contrabaixo e baixo), Nuno Oliveira (bateria e percussões) e Pedro Maia (vídeo). Masterização: José Arantes (Oops).

www.fatfreddy.pt.to
www.myspace.com/fatfreddyy

Maria Salgado no Instituto Cervantes

A encerrar a programação cultural do ano de 2006, o Instituto Cervantes de Lisboa tem o prazer de apresentar a excelente cantora María Salgado que interpretará canções, villancicos e romances da Natal de diferentes regiões de Espanha.

A cantora vem acompanhada pelo seu grupo, composto por jovens músicos que utilizam instrumentos como: o castro, kaval e o duduk acordeão e contra-baixo.

Na trajectória deste grupo, a canção tradicional é interpretada de uma maneira actual não perdendo no entanto a sua ligação às raízes.


Entrada Livre

Instituto Cervantes em Lisboa Rua de Santa Marta, 43-F Tel: 21 310 50 20

Back 2da Funk no Paradise Garage

GO !!!
“BACK 2da FUNK“
com
Dj Johnny
Ricardo Pinto (trompete)
Sáb 16 Dez
Paradise Garage
R. João de Oliveira Miguéns, 38 e 48, Alcântara
02h- 06h

A FFF (Febre & Furor do Funk) invade a cidade!

A noite "Back 2da Funk" invade o Paradise Garage no próximo sábado, dia 16.
Em anexo segue a informação completa sobre esta sessão especial para a qual solicitamos o vosso apoio na divulgação.

Mesmo para os mais incautos, é indiscutível que o movimento, longe de estar adormecido, regressa em fúria e em força às pistas de dança. Bebe influências do jazz e compõe-se de ritmos sincopados, densa linha de baixo, forte secção de metais e percussão enérgica.

A convite do Paradise Garage, Dj JOHNNY prepara para o próximo sábado, dia 16 uma viagem pelas mais diversas cores deste universo imenso, uma ementa muito especial que poderão desde já provar em www.clickcaster.com/johnny1.

Ricardo Pinto , dos Kumpania Algazarra e Cacique '97, é o trompetista que nos acompanhará nesta 1ª jornada FFF (Febre & Fervor do Funk).


Na sequência das sessões "Back 2da Funk" que desenvolve todas as semanas no Bicaense Café desde há quatro anos, chegou a hora de levar esta febre para os lados de Alcântara, num clube que réune as condições exactas ( excelente sistema de som e maior capacidade) para receber esta nova FFF. Deixem-se contagiar ...

Mais informações disponíveis em:
www.myspace.com/johnnycooltrain

Tom Novy em Portugal

Zé Pedro apresenta-se como DJ

Queens of Dance no Palácio Kiay

Pedro Caldeira Cabral com Orquestra Clássica do Centro


Orquestra Clássica do Centro e Pedro Caldeira Cabral


A Orquestra Clássica do Centro e o músico Pedro Caldeira Cabral apresentam sob a direcção do maestro Virgílio Caseiro, no próximo dia 16 de Dezembro, o Concerto para Guitarra e Orquestra, no Grande Auditório do TMG (Teatro Municipal da Guarda), às 21.30 horas.

O concerto incidirá em obras dos compositores

Mozart (Abertura D. Giovanni)

J. S. Bach (Concerto em Ré m para 2 violinos BWV 1043)

A. Vivaldi (Concerto em Ré M para guitarra)

J. Costa Pinto (Allegro / Largo / Allegro)

Eurico Carrapatoso (Bailados do Minho-Antero da Veiga)

Paulo Soares/V.C. (Canção da Primavera - Francisco Martins)

Baile dos Carêtos*(Caldeira Cabral)- Arrj. Marco Sant.


A Orquestra foi fundada em Dezembro de 1989 como associação sem fins lucrativos.

Após um longo interregno, em Outubro de 2001, relançou-se o projecto actual da orquestra, desta vez constituída em moldes profissionais e composta por 25 elementos.

A partir de 2002, a orquestra passou a ser constituída por 32 elementos.

É dirigida desde a sua fundação por Virgílio Caseiro.
O ano de 2003 foi inequivocamente o ano de plena afirmação musical da orquestra e da concretização dos seus principais objectivos.


Criou nesse ano a Orquestra Para-Sinfónica Juvenil de Coimbra.

Desenvolveu um trabalho persistente, em conjunto com a Câmara Municipal de Coimbra e "Coimbra Capital da Cultura", no sentido de levar a música aos principais monumentos arquitectónicos da cidade e do Concelho de Coimbra, bem como às principais sedes de freguesias deste mesmo Concelho.

Gravou em 2003 o seu primeiro DVD ao vivo, no concerto realizado em princípio de temporada no Mosteiro de Celas.

Em 2004 organizou o festival "Cantar Coimbra", também publicado em CD.

Tem protocolos assinados com diversas Câmaras Municipais da região, Universidade de Coimbra e ordens profissionais.

No decurso do ano de 2003 foram realizados mais de 60 concertos por todo o país.

Hortofloricultura na Guarda


Amanhã dia 14 de Dezembro irá decorrer no TMG (teatro Municipal da Guarda) uma amostra de pequenos aperitivos feitos com flores (sandes de flores, flores recheadas de chocolate, salada de flores), organizada pela ADM Estrela, no âmbito de uma Acção de Formação de "Hortofloricultura", dirigido a pessoas com necessidades especiais.


Todos os produtos serão confeccionados pela ADM Estrela.

A amostra terá lugar no Café-Concerto, das 21.00 às 23.00 horas.


A entrada é livre e os produtos serão oferecidos.

Rosa Papel - Dança de Improvisação