terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Monumental Aida de Verdi em Portugal



AIDA MONUMENTAL OPERA ON FIRE combina elevados padrões artísticos com uma fascinante apresentação em palco, fazendo desta opera um espectáculo de cortar a respiração. Aida, de Giuseppe Verdi, é uma das mais antigas histórias de amor.



CENÁRIOS/PROJECÇÕES PIER‘ALLI (SCALA DI MILANO)
DIRECÇÃO JOSEPH ROCHLITZMAESTRO WALTER HAUPTLEMBERG PHILHARMONIC ORCHESTRANATIONAL ACADEMIC CHOIR OF UKRAINE BALLET USTI NAD LABEMSOLISTAS: EUGENIA GARZA, LUDMILA MAGOMEDOVA, ILIA POPOV, IRINA BOSSINI A.O.
MAIS DE 300 PARTICIPANTES

Giuseppe Verdi (1813–1901), compôs a AIDA entre os anos de 1870 e 71.

Contudo, a guerra Franco-alemã viria a adiar a sua estreia, prevista para Setembro de 1870, mas que teria apenas lugar em 1871 e na Opera do Cairo.

AIDA marca também uma viragem na visão política de Verdi: o desprendimento que mostra num forte desejo pela morte, a resignação ao destino e o fim trágico dos personagens é por alguns entendido como um pressentimento dos desenvolvimentos políticos que se operavam na Europa.

Com uma crítica subtil às formas de organização social do antigo Egipto, Verdi explora-as enquanto reacções emocionais ao nível das interpretações bem como na própria música.

Esta ópera em quatro actos conta a história de um general egípcio, Radames, que se apaixona pela princesa etíope escravizada, Aida, apesar de se encontrar já comprometido com Amneris, a filha do Faraó.
A choque entre um amor apaixonado e os constrangimentos políticos terão como resultado o fim trágico desta história.

A Produção:

A equipa criativa em torno de Pier’Alli, Joseph Rochlitz e Simona Chiesa, coloca a sua atenção na combinação entre o amor e na metáfora ancestral do fogo na tradução para uma relação apaixonada.
Embora ancorada na tradição da opera italiana, esta produção apresenta contudo um conceito de palco distinto, combinando elaborados adereços e figurinos com projecções vídeo de Pier'Alli.

Dirigida por Joseph Rochlitz, criador de inúmeras produções de ópera em parceria com Hugo de Ana, colaborou também com reconhecidos realizadores de cinema como Ridley Scott ou Jim Jarmoush.

O conceito e design para os cenários, bem como todos os adereços e projecções de palco são da autoria do Italiano Pier'Alli que organizou e levou a cena várias produções de ópera no prestigiado Scala de Milão.

As suas colaborações estenderam-se ainda a salas como o Teatro la Fenice, em Veneza, A Vienna State Opera ou o Teatro Massimo em Palermo.

A direcção musical estará a cargo do maestro e compositor Walter Haupt, responsável igualmente pela direcção musical de CARMINA BURANA MONUMENTAL OPERA numa digressão mundial de grande sucesso durante mais de dez anos.

Walter Haupt foi também o fundador do mítico palco experimental da Bayerische Staasoper e como maestro dirigiu ainda a Orquestra Filarmónica de Munique, a Orquestra Sinfónica da ORF em Viena ou a Münchner Rundfunkorchester.

Simona Chiesa, a coreógrafa, trabalhou com Pier'Alli durante dez anos e, entre outras ocasiões, apresentou-se na Bienal de Zagreb com peças próprias.

A própria escolha dos solistas reflecte o nível artístico das novas produções da ART CONCERTS, que se traduzem em produções de opera de primeira linha; o papel de Aida é representado alternadamente pelas sopranos Ludmila Magomedova e a mexicana Eugenia Garza.

Ludmila Magomedova, tem vindo a actuar com a Staatoper Unter den Linden durante os últimos anos, representou com brilhantismo o papel de Aida ainda durante a sua passagem pelo Bolschoi de Moscovo.

Eugenia Garza pode recentemente ser vista ao lado Plácido Domingo e acompanhada pela Washington National Opera, numa representação de Zarzuela.

O papel de Radames será apresentado pelo tenor Ernesto Grisales, columbiano radicado em Espanha, que, entre outros, representou Radamés na Arena di Verona.

A Lemberg Philharmonic Orchestra, em tempos dirigida pelo maestro Kurt Masur, acompanhou, entre outros intérpretes, nomes como Rostropovitsch and Swiatoslav Richter bem como o Dumka National Academic Choir of Ukraine, um coro que ditou as tendências na Ucrânia sob a direcção do maestro Jewgeni Sawtschuk, inovando com as suas criações sonoras.

O Ballet Ensemble do renovado Czech Theatre Ustí nad Labem é também já conhecido do público, depois da participação em CARMINA BURANA MONUMENTAL OPERA.

O Pesadelo de Darwin na Guarda




O Pesadelo de Darwin

"O Pesadelo de Darwin", de Hubert Sauper, passa no Pequeno Auditório no dia 13, às 21.30 horas.

Este documentário, para maiores de 12, anos ganhou o galardão "Melhor Documentário" dos Prémios Europeus do Cinema em 2004 e foi também galardoado nos festivais de Veneza, Copenhaga e Montreal, e integrou a Selecção Oficial dos festivais de Toronto, San Sebastian e DocLisboa.


A acção do documentário desenrola-se nas margens do maior lago tropical do mundo, considerado como o berço da Humanidade, e que são hoje o palco de um dos piores pesadelo da globalização.

Na Tanzânia, nos anos 60, a Perca do Nilo, um predador voraz, foi introduzido no lago Vitória, como experiência científica.

Depois, praticamente todas as populações de peixes indígenas foram dizimadas. Desta catástrofe ecológica nasceu uma indústria frutuosa, pois a carne branca do enorme peixe é exportada com sucesso em todo o hemisfério norte.

Bruno Igrejas "Nosso Fado"

O jovem fadista Bruno Igrejas, 23 anos, que esteve presente na 54ª Grande Noite do Fado, no passado dia 3 de Dezembro, no Teatro Municipal de São Luís, lança na próxima semana o seu segundo trabalho discográfico, "Nosso fado", onde, ao lado de inéditos, revisita temas clássicos como "O que sobrou da Mouraria".

Natural do bairro de Alfama, em Lisboa, Bruno Igrejas encontrou clara e facilmente a opção e gosto pelo fado, que considera a sua realização.

Todas as noites, canta o fado num dos restaurantes típicos daquele bairro lisboeta, e considera ser esta "a melhor escola de fado", pois ombreia com outros nomes, troca impressões e "aprende-se sempre".

O jovem fadista Bruno Igrejas, 23 anos, que esteve presente na 54ª Grande Noite do Fado, no passado dia 3 de Dezembro, no Teatro Municipal de São Luís, canta com garra e emoção “o fado fadista tem de tudo um pouco, tem tanto de artista como tem de louco”.

Uma voz jovem que arranca dos presentes, aplausos entusiásticos. O auditório, comovido, acompanha e trauteia “O fado é filho do povo, e o resto é cantiga!”.

Para o jovem fadista, "o fado é uma permanente aprendizagem, até porque se renova constantemente".

Neste seu segundo CD, Bruno Igrejas voltou ao modelo do álbum de estreia, "Grande bairro", tendo gravado inéditos e temas conhecidos noutras vozes.

A escolha de alguns temas conhecidos é justificada à Agência Lusa pelo fadista na medida "em que surgem sempre de uma forma diferente, na medida em que cada um canta como sente".

"Somos todos diferentes, apesar de cantarmos os mesmos versos e a mesma melodia", disse.

Além de "O que sobrou da Mouraria" (João Nobre/Carlos Oliveira), um êxito dos palcos da revista na voz de Tony de Matos, Bruno Igrejas, recria "Barcos do Tejo" (Lopes Victor/Martinho d'Assunção) uma criação de Fernanda Maria, "A minha oração" (Mário Raínho/Fado menor do Porto), que foi criado por Fernando Maurício, "Fado fadista" (Frederico de Brito), "Quando vou pró Ribatejo" (Eduardo Damas/Manuel Paião", entre outros.

"São autores fundamentais, não só do repertório fadista, mas da música ligeira portuguesa, nomeadamente a dupla Paião/Damas", explicou o fadista.

Entre os inéditos há "Maré baixa, maré alta", de Carlos Mendonça, que canta na música do fado Anadia de Rodrigues Cavalinhos e "Vai Lisboa sempre bela" de Maria Jojo, autora que tinha já assinado um fado no seu anterior álbum, que interpreta na música do fado Seixal de José Duarte.

Em "Nosso fado", Bruno Igrejas é acompanhado à guitarra portuguesa por Paulo Jorge, à viola por André Ramos e à viola-baixo por Júlio Garcia.

Bruno Igrejas começou a cantar no restaurante Pereira de Alfama, e depo s em várias colectividades recreativas.

Em 2003 venceu um concurso organizado pela Associação Cultural "O Fado" mais tarde integrou o elenco do musical "Amália", de Filipe la Feria.

Actualmente canta em Alfama, no restaurante Fado Maior, para além de se deslocar "com certa regularidade" ao estrangeiro, tendo até já gravado um documentário para uma televisão alemã.

O estudioso de fado Luís de Castro salientou à Lusa que "a voz jovem e a prestação de Bruno Igrejas tomam cor e personalizam-se à medida que cresce o s eu talento de que há muito à espera".

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Musical sobre Freddie Mercury no Casino Lisboa


Com estreia agendada para a próxima Quarta-Feira, pelas 22 horas, o espectáculo “Queen, It’s a Kinda Magic” revive todas as emoções dos concertos da banda inglesa no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa.

Trata-se de uma excepcional produção, de origem australiana, que evoca os temas mais emblemáticos dos Queen, ainda hoje, aplaudidos por diferentes gerações.

Queen, It’s a Kinda Magic” reedita, desde o primeiro minuto, o universo único que Freddie Mercury criava nas suas actuações.
Principal protagonista dos Queen, Freddie Mercury liderou a banda entre 1971 e 1991. Longe de ser um simples vocalista, distinguiu-se pela sua presença de traço forte, à qual era impossível ficar indiferente.

Neste espectáculo, Craig Pesco recupera toda a sua energia, irreverência e sentido estético, que o tornaram numa lenda.

Em “Queen, It’s a Kinda Magic”, Craig Pesco, também fisicamente parecido com Freddie Mercury, desempenha o papel da sua vida: “Craig Pesco, na verdade, não precisa de cantar “Bohemian Rhapsody”.
Ele compreende a sua magia, assim como todas as audiências que já assistiram a este espectáculo”.

É a nossa canção e tudo o que Pesco precisa fazer é tocar as notas iniciais no piano para que a festa comece”, diz George Huitker.

Na perspectiva dos produtores, Craig Pesco constitui uma aposta ganha, capaz de fazer o público esquecer onde está para, livremente, poder remontar aos inesquecíveis tempos áureos dos Queen.


De facto, os Queen construiram uma invejável carreira, afirmando-se uma das mais importantes bandas a nível mundial.
Ao longo de duas décadas, editaram numerosos álbuns, conquistando, rapidamente, os tops internacionais.
A sua obra tornou-se intemporal devido ao êxito de canções como “A Kind of Magic”, na qual se inspira o título do espectáculo, “Who Want’s To Live Forever”, “Friends Will Be Friends”, “We Are The Champions”, “Love of My Life”, “I Want To Break Free”, “One Vision”, “Under Pressure”, “The Show Must Go On” ou “Radio Ga Ga”.


Esta produção foi elogiada, por várias figuras de relevo que acompanharam de perto o percurso da banda.
Existem diversos espectáculos sobre os Queen, masQueen, It’s a Kinda Magicé o único que recria a magia de Freddie Mercury ao vivo, num palco”, sublinha Peter Freestone, amigo e assistente pessoal do vocalista do grupo, nos últimos 12 anos da sua vida.

Numa merecida homenagem ao conjunto inglês, “It’s a Kinda Magic” constitui, assim, uma oportunidade única de reviver memórias antigas, não só para os admiradores que tiveram a sorte de ver os Queen ao vivo, como para todos aqueles que, ainda hoje, sentem diferentes emoções, ao ouvirem os seus álbuns.

Queen, It’s a Kinda Magic” estreia a 13 de Dezembro no Casino Lisboa prolongando-se em cartaz até ao dia 30. Os espectáculos estão agendados de Quarta a Sábado, pelas 22 horas, no Auditório dos Oceanos.

Oiça aqui e aqui alguns momentos deste musical.

Veja aqui algumas imagens deste musical.

Espanhol realiza um filme sobre "Fados"


O realizador espanhol Carlos Saura apresenta no próximo dia 13, no Palácio da Mitra, em Lisboa, o projecto do seu filme "Fados", disse à Agência Lusa fonte da produção.

Na sessão, a que assistirão o presidente da Câmara de Lisboa, António Carmona Rodrigues, e o vereador da Cultura José Amaral Lopes, serão exibidas algumas imagens da película.

O realizador espanhol esteve a filmar em Lisboa durante o Verão em várias zonas da cidade, nomeadamente no bairro de Alfama.

A mesma fonte adiantou à Lusa que do projecto fazem parte, entre outros, Carlos do Carmo, um dos consultores, Camané, Mariza, Argentina Santos, Ricardo Rocha e Fontes Rocha.

Ao lado dos portugueses estarão Cesária Évora, Chico Buarque, Lura, Caetano Veloso e a mexicana Lila Downs, que irá cantar "A travessa da Palha", de Lucília do Carmo, "à maneira das rancheras", indicou Carlos do Carmo.

Carlos do Carmo descreveu o filme como sendo "uma visão do Saura sobre o fado", vincando que o realizador "tinha já claro o que queria e quem queria".

O fadista, que integra com Rui Vieira Nery e Ivan Dias um grupo de consultores, reconheceu terem acrescentado "muito pouco" às ideias de Carlos Saura, que estudou o projecto durante dois anos e "sabia muito bem o que queria".

O fadista assinalou ter sido facultada "toda a informação", desde DVD a discos, ao realizador, que visitou vários locais de Lisboa onde se canta fado, do profissional ao amador, e assistiu a grandes espectáculos.

O filme, indicou ainda Carlos do Carmo, "passa por África, pelo Brasil, também pelo lado puro e duro da tradição e referência a guitarra portuguesa".

O filme, orçado em três milhões de euros, é uma co-produção da Zebra Producciones de Saura com a Duvideo de Ivan Dias, um dos autores da série televisiva "Povo que canta", e a Fado Filmes de Luís Galvão Teles, incluindo participações brasileira e francesa.

"Falta ainda a fase da montagem que pode alterar tudo, mas pelo que vi parece-me que este filme está na linha do filme 'Flamenco' que realizou em 1995", observou o fadista.

Carlos Saura tem rodado vários filmes relacionados com tradições musicais.
Em 1992 filmou "Sevillanas", seguindo-se em 1995 "Flamenco" e três anos depois "Tango no me dejes nunca".

Em 2002 filmou "Salomé" e no Festival de Cannes do ano passado anunciou a realização de um filme intitulado "Ibéria".

domingo, 10 de dezembro de 2006

Presépio da Madredeus abre ao público

O protocolo de mecenato celebrado em Fevereiro do corrente ano, entre o Instituto Português dos Museus e a EDIFER, veio permitir o tão desejado "regresso a casa" do Presépio da Madre de Deus no Museu Nacional do Azulejo.

No próximo dia 13 de Dezembro, na antiga Casa do Presépio, passará a ficar exposto ao público, pela primeira vez, desde que foi desmontado em finais do século XIX, o Presépio do Convento da Madre de Deus, um dos mais importantes núcleos monumentais do País, hoje com quarenta e duas peças em terracota pintada.

Provavelmente executado entre 1700 e 1730 e da autoria conjunta de Dionísio e António Ferreira, foi, nestes últimos meses, objecto de detalhado estudo e tratamento de conservação e cuidadoso restauro, de modo a devolver à sociedade, em plena forma, um conjunto de elevado valor artístico e cultural.


19h00 - Abertura ao público do Presépio da Madre de Deus
19h30 - Recital por Luís Peças ( contratenor) e João Santos (órgão) interpretando obras de
1- Handel
2- César Franck
3- Giordani
4- Bach-Gounod
20h30 - Ceia de Natal no Claustro de D. João III (Iniciativa do Grupo de Amigos do Museu Nacional do Azulejo)

Museu Abade de Baçal reabre ao público


O Museu do Abade de Baçal, em Bragança, reabre ao público no próximo dia 15 de Dezembro, com as exposições Rituais de Inverno com Máscaras e João Vieira.

Caretos II, assinalando a conclusão do processo de requalificação e ampliação do edifício em que se encontra instalado, no antigo Paço Episcopal.

Inaugura-se assim um novo ciclo de vida para o Museu, agora dotado de duas salas de exposições temporárias, para além de um mais qualificado espaço de acolhimento ao público e de Reservas, tendo sido também reestruturada a sua exposição permanente.

O Museu passa a dispor de condições para uma oferta cultural mais diversificada aos públicos, quer na fruição mais estruturada do património da região, quer no acesso a conteúdos que poderão agora circular por aqueles novos espaços expositivos.


A exposição Rituais de Inverno com Máscaras homenageia um dos ícones mais poderosos da cultura transmontana, as Festas dos Rapazes, tomando como objecto as festividades do ciclo de Inverno no Nordeste Trasmontano, nas quais surgem personagens mascarados.

A exposição beneficiou de um levantamento sistemático traduzido na recolha de uma colecção para o acervo do Museu, no levantamento fotográfico no terreno, bem como de um levantamento vídeo que a acompanha e complementa.

O projecto foi coordenado cientificamente por Benjamim Pereira, que integrou o grupo fundador do Museu Nacional de Etnologia, e que nas décadas de 1960/70 realizou pesquisas e recolhas de terreno sobre as festividades de Inverno em Trás-os-Montes, sendo autor de Máscaras Portuguesas (MEU/JIU, 1973), obra de referência para o estudo desta tipologia da cultura material.

A exposição João Vieira.

Caretos II, reúne um conjunto de obras criadas entre 1982 e 1985, pertencentes, na sua maioria à série “Caretos”, realizada em torno da tradicional Festa dos Rapazes em Torre de D. Chama.
Ligando arte popular e arte erudita, João Vieira reconvoca(-nos) para a metaforizada celebração de ritos ancestrais.

Caretos II integra ainda registos fílmicos e um conjunto de máscaras teatrais que João Vieira criou, em 1986, também directamente inspiradas nas Festas de Inverno transmontanas.
Algumas dessas belas obras entram agora no Museu do Abade Baçal, graças ao trabalho desenvolvido pela Comissária da exposição, Sofia Lapa, em colaboração com o próprio artista.

As exposições são acompanhadas por catálogos que documentam as obras apresentadas. João Vieira. Caretos II dispõe ainda de um Guia Familiar através do qual se procura estimular o diálogo entre adulto e criança, no âmbito da experiência partilhada de visita a esta exposição.


Ficha da exposição: Rituais de Inverno com Máscaras

Data: 15 de Dezembro de 2006 a 15 Maio de 2007

Local: Museu do Abade de Baçal, Bragança

Comissariado: Benjamim Pereira

Organização: Instituto Português de Museus / Museu do Abade de Baçal

Legendas das Imagens


Máscara
Folha de zinco, pintada a branco, preto e vermelho, com a boca entreaberta e os dentes serrilhados.
Máscara, Vila Boa de Carçãozinho, Bragança, 34 X 17 cm, António José Fontenete.
© IPM/DDF, fotógrafo José Pessoa

Caretos II
Burro
1984
Poliuretano rígido e tinta
200 x 200 cm
Colecção do artista.
© IPM/DDF, fotógrafo José Pessoa

Victor Calderone no Mau Mau

Aventura musical homenageia Londres



"Alternative , Punk, Afro-Beat" é a descrição do novo projecto de Damon Albarn no Myspace de "The Good,The Bad and The Queen" a nova aventura musical que presta homenagem a Londres, às suas histórias, sons e pessoas.

Paul Simonon (The Clash), Simon Tong (The Verve) e Tony Allen o mítico baterista nigeriano e precursor do Afro beat, são os cúmplices desta viagem.

Na próxima terça feira, dia 12 de Dezembro , a banda actua no Wilton's Music Hall em Londres, para um público de 300 pessoas, melhor para 300 amigos do "myspace" da banda .

Para habilitar-se a assistir a este concerto muito especial , basta aceder aqui.

Dia 18 de Dezembro , uma gravação exclusiva deste concerto será transmitida no The List do Myspace (www.myspace.com/thelist) .

Também em myspace.com/thegoodthebadandthequeen , estão disponiveis 3 temas do grupo : "Herculean" , "King of Doom" (primeiro e segundo singles, respectivamente) e ainda "History Song". Primeiras impressões do álbum a ser editado dia 22 de Janeiro de 2007.

Stela & Simão - Teatro para toda a família


Todos os Homens procuram, desde o nascimento, as eternas perguntas: "O que é o mundo? Como vou eu viver nele? Quem e como sou eu?".

O irmão mais novo desta história, assim como todas as crianças, quer conhecer o mundo e quer respostas para todas as perguntas que lhe surgem desse encontro. A irmã, um pouco mais velha, já encontrou muitas respostas e está já numa fase em que ela própria dá as respostas, à luz da sua imaginação e sabedoria de criança.

Como todas as histórias de irmãos, os dois se completam nas suas aventuras, uma é aventureira e destemida, o outro é inseguro e inexperiente. O irmão mais novo segue a irmã como a um herói e confia na irmã e nas suas respostas, porque o mundo dela está de acordo com o seu.



Autoria Marie-Louise Gay
Adaptação Miguel Barros
Encenação Susana Arrais
Música Alexandre Pedro Com Luís Godinho e Rute Rocha
Apoio ao Movimento Susana Vidal
Cenografia Cristina Cunha e Rita Álvares Pereira
Figurinos Cristina Cunha
Desenho de Luz José Álvaro Correia
Operação de Luz Artur Cardoso
Fotografia / Cartaz Gerard Hancock e Martim Ramos
Produção Executiva Nuno Pascoal
Produção Gato Que Ladra Associação Cultural


Apoios: Embaixada do Canadá, Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, Livros Horizonte, Lúcia Piloto Cabeleireiros, SC Tecidos, Hóteis Heritage Lisboa, EPCI, Câmara Municipal de Lisboa, RTP

De 28 de Outubro a 22 de Dezembro
Teatro Mundial
Rua Martens Ferrão nº 12ª, a Picoas, Lisboa


Disponível para escolas e público geral de todo o país

3ª a 6ª f às 11h
Sábados às 16h
Domingos às 10h30

Um Espectáculo para toda a família
A partir da obra de Marie-Louise Gay
Inserida no
Plano Nacional de Leitura do Ministério da Educação

Marcações / Reservas / Informações: Nuno Pascoal
Gato Que Ladra Associação Cultural
Rua Adolfo Coelho n.º 24 R/C Dto 1900-030 Lisboa
Tlm: 93 628 81 54 / 96 040 20 93
E-mail:sonicnp@gmail.com
http://gatoqueladra.blogspot.com/

Chapitô e Vodafone levam Natal aos bairros lisboetas


II Encontro de Música em Coimbra

Aniversário da Emotion


Noite REMEMBER muito especial!

Primeiro para REMEMBER que a discoteca completa 4 anos de vida, animando as noites de Torres Novas e arredores com muitas EMOTIONS!

Segundo, para REMEMBER que este espaço já foi uma destilaria onde os néctares colhidos terão produzido muitas EMOTIONS responsáveis por amnésias inimigas do REMEMBER!

Terceiro, para REMEMBER que a música doutros anos está viva e de boa saúde, e provoca EMOTIONS que os robots modernos nunca hão-de conhecer!

Quarto, e não menos importante, é o preço dos drinques, que vai dar muitas EMOTIONS aos poupadinhos!
As bebidas brancas (gin, whisky, etc) vão ter um preço REMEMBER igual aos anos 80, ou seja, trezentos escudos (€1.50!!!).

Portanto, REMEMBER que há noite REMEMBER, dia 15 de Dezembro no aniversário da EMOTIONS, em Torres Novas!

DISCOTECA EMOTIONS
Lg. do Lamego - Torres Novas (no centro, junto ao mercado)
abertura 23h00

"A vida que eu escolhi" amanhã nas discotecas


“A vida que eu escolhi”, é o mais recente trabalho de Tony Carreira.


Uma prenda intimista que Tony Carreira oferece ao seu público, nesta época natalícia.

“A vida que eu escolhi”, titulo genérico do cd, é um trabalho envolto numa grande expectativa, pois desde 2004 que não usufruímos de um álbum de inéditos deste cantor.


Com uma carreira segura e fulgurante, o intérprete de alguns dos temas que mais sucesso fizeram e fazem no nosso país, Tony Carreira atingiu um patamar que poucos conseguem alcançar.


Músico de eleição e compositor por excelência, Tony Carreira produz nos seus trabalhos, verdadeiras obras primas musicais onde é patente uma preocupação incessante na qualidade, tornando-os deste modo, intemporais, ao mesmo tempo que deixa um registo de rigor técnico, harmonia interpretativa e uma evolução que reflecte as influências sonoras da actualidade.


Fiel à equipa de sempre com Ricardo Landum e Patrick Olivier, em “A vida que eu escolhi”, evoluíram para uma sonoridade muito actual, moderna e minuciosamente aperfeiçoada, recorrendo a músicos de excepção, não fugindo da linha melódica que o cantor tanto gosta.


A destacar a excelente interpretação de Tony Carreira, numa voz cada vez mais madura e com um timbre mais acentuado e definido.


Um álbum surpreendente onde nas melodias somos levados à criação de ambientes envolventes de romantismo e cumplicidades.


Tony Carreira, neste seu mais recente trabalho, marcado pela inclusão de 12 inéditos, encontramos ainda o tema da banda sonora da nova telenovela de sucesso da TVI – “Tu e Eu”.


Todo um percurso que levou Tony Carreira, ao longo de todos estes anos dedicados à música, a conquistar um lugar de destaque na música portuguesa. Com a fasquia da qualidade e da exigência cada vez mais elevada, Tony Carreira continua a surpreender pela positiva, mostrando que é possível realizar grandes feitos quando realmente nos aplicamos no que nos apaixona.

“A vida que eu escolhi” é o reflexo dessa paixão pela música, o respeito inabalável pelo público e da seriedade, simplicidade com que encara cada desafio.

Os resultados, estão visíveis nestas 14 faixas do mais recente trabalho de Tony Carreira – Um hino a todos estes anos dedicados à música, ou não fosse esta “A vida que eu escolhi”.


O single de estreia deste álbum é: "O que vai ser de mim", do qual o videoclip foi já gravado em parte no Teatro Gil Vicente - Cascais, num cenário bastante intimista, em que os actores protagonizam um drama de amor, em que ele prevê a partida da sua amada.

Este é um tema que certamente vai ser o sucesso desta estação e onde mais uma vez podemos constatar a vertente romântica e interpretativa de Tony Carreira.

Jam Sessions no Bela Cruz


Na próxima quarta-feira, 13 de Dezembro, na discoteca Bela Cruz (Porto), terá lugar uma Jam Session coordenada por João Salcedo e Miguel Araújo Jorge.

João Salcedo: teclas
Miguel AJ: Guitarra
Ginho: baixo
Tiago Miguel: bateria

A Jam Session marcada para o dia 13 de Dezembro foi ADIADA para o dia 27 de Dezembro, quarta-feira, por motivos alheios ao Bela Cruz.

Sidewalk Cartoon de Bernardo Sasseti

Unreal : Sidewalk Cartoon
um espectáculo de Bernardo Sassetti
Sala Principal do Teatro S. Luiz
14, 15, 21, 22 e 23 de Dezembro às 21h00

Teatro Micaelense, São Miguel, Açores 12 e 13 de Janeiro

Um projecto que junta música, texto e fotomontagens em volta de uma ficção.

Música original e arranjos Bernardo Sassetti
Intérpretes ao vivo Drumming GP, Perico Sambeat, Alexandre Frazão, José Salgueiro, Rui Rosa, Bernardo Sassetti e músicos convidados

Participação especial, em Lisboa, Beatriz Batarda

Filme/cartoon musical realizado por Filipe Alçada e Bernardo Sassetti
Animação de Filipe Alçada baseada na história original e no trabalho de fotografia e patchwork (2003/06) de Bernardo Sassetti.

No Foyer do São Luiz Teatro Municipal serão expostos os painéis fotográficos, da autoria de Bernardo Sassetti, que deram origem a Unreal : Sidewalk Cartoon.

Concerto de Natal no CCB

sábado, 9 de dezembro de 2006


O conhecido estilista português João Rôlo apresenta a “Colecção Outono-Inverno 2007/2008”, na próxima Segunda-Feira, no Casino Estoril.

O desfile desta nova proposta “Prive” decorrerá na passerelle do Salão Preto e Prata, pelas 20 e 30.

Numa noite muito especial, são aguardados numerosos convidados, nomeadamente, das áreas da moda e do espectáculo.

Trata-se de uma colecção luxuosa, onde os materiais utilizados são de um elevado requinte.
Das mousselines que permitem elaborar drapeados sábios, ao cetim para volumes e curvas sumptuosas, as ondas têm grande expressão nesta colecção, assim como os bordados feitos á mão em pedrarias, que conferem a “João Rolo Prive” um toque chique e nobre, mas com uma imagem contemporânea.

Esta é a mulher João Rôlo, que estará, assim em evidência no cenário privilegiado do Salão Preto e Prata.
Este desfile no Casino Estoril constitui mais uma elucidativa etapa no percurso do estilista.

Recorde-se que, ainda, no ano passado, João Rôlo celebrou os vinte anos de carreira, com um desfile “Black Pretty Woman”, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

Com a versatilidade do seu talento, João Rôlo foi já galardoado com vários prémios que contribuíram para o seu reconhecimento, em Portugal e no estrangeiro.

Mais uma biografia de Leonardo da Vinci


Já premiado com o James Tait Black Prize for Biography, o historiador e biógrafo Charles Nicholl mergulhou em manuscritos, quadros e artefactos para produzir um retrato íntimo e inovador de Leonardo Da Vinci.

Procurando recuperar o tom psicológico e a textura da vida quotidiana de Leonardo, Nicholl analisou os cadernos de notas e os blocos de desenhos do mestre renascentista, relatos de testemunhas oculares e antigas biografias, tendo feito inúmeras descobertas acerca do seu trabalho e do círculo de amigos e associados mais próximos.
O livro segue o notável percurso de Leonardo, das suas origens obscuras como filho ilegítimo nas terras provincianas da Toscânia, até ao fim dos seus dias nas margens do Loire, ao serviço de Francisco I, passando pela aprendizagem em Florença na oficina de Verrocchio, pelos anos em que esteve ao serviço dos poderosos da Itália Renascentista – os Médicis, os Sforza, os Bórgia – e pelo seu relacionamento com Miguel Ângelo e Maquiavel. Nicholl aborda ainda a relação homossexual de Leonardo com o excêntrico assistente Tomasso Masini e a curiosa relação que manteve com uma prostituta e modelo de Cremona. Uma obra-prima da biografia moderna.

SINOPSE

Pintor, projectista, inventor, anatomista, músico e filósofo, Leonardo Da Vinci é um dos mais multifacetados e enigmáticos artistas do Renascimento, continuando a inspirar e a intrigar muitas pessoas séculos após a sua morte.
O que se esconde atrás da lenda deste génio da Renascença? Qual é a verdadeira história da sua vida? «Leonardo Da Vinci – O Voo da Mente» esboça o mais íntimo e convincente retrato do indivíduo complexo, original e eternamente curioso que se esconde atrás do vulto do lendário «génio do Renascimento».

Recorrendo a uma vasta gama de fontes contemporâneas e revolvendo os recantos menos conhecidos dos cadernos de apontamentos do próprio Leonardo Da Vinci, Nicholl escreveu a primeira biografia integral do artista.
Redigida com elegância e profusamente ilustrada, cheia de detalhes reveladores%

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Novo livro de Isabel Loureiro


Depois do êxito de «A Vovó Ensina-te Boas Maneiras» e de «A Vovó Ensina-te a Fazer Festas», a Bertrand Editora publica novos segredos de Isabel Loureiro, directamente confiados aos mais pequenos e às suas famílias.
Para que se tire o maior proveito do entusiasmo e empenho dos mais novos, o novo livro da série ensina-os a serem organizados e criativos e a ocuparem-se com método e critério de algumas tarefas domésticas!

Falando aos seus filhos e netos como fala também aos seus, Isabel Loureiro tem sido admirada pela capacidade de cultivar laços entre gerações, criar um espírito de família e transmitir valores e regras de conduta que comunicam às crianças um sentido cívico.
Ao ser lido em conjunto com os pais, «A Vóvo ensina-te tarefas domésticas» permite às crianças relembrar algumas situações da sua vida social e escolar, e , em conjunto, rectificar as boas regras de educação e promover uma ética de responsabilidade.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

Led Zeppleling no Santiago Alquimista


Um zepelim sobrevoa a baixa de Lisboa a pouca altitude.

Perto da montanha enevoada do castelo, surge uma escada vinda do céu, de onde descem cinco personagens vindas do além.

São os membros da tripulação LED ON – The Led Zeppelin Attitude Band, que tocam, sim, TOCAM no Santiago Alquimista, sábado, dia 9 de Dezembro 2006!!

Sem adjectivos, sem qualificativos e sem palavras.

Um elenco de luxo: Paulo Ramos na voz, Mário Delgado na guitarra, Manuel Paulo nos teclados, Zé Nabo no baixo, e Alexandre Frazão na bateria.

Senhoras e senhores: esta é a oportunidade por que todos esperávamos! Vamos ouvir todas, sim, TODAS as músicas dos Led Zeppelin, e encher a pança com rock tocado “à homem” – os rapazes ainda vão ter que esperar… – e as mulheres que se cuidem porque eles trazem A whole lotta love, Heartbreaker, Black Dog, e tudo o resto!
Sim, TUDO!
Por isso, com produção ou não, com vestidos de época ou sem eles, todos os que ainda só ouviram falar, e todos os que já viram, e que não passam sem mais uma dose de Rock’nRoll, já sabem: Santiago Alquimista, sábado, dia 9 de Dezembro de 2006 – data já histórica, LED ON – The Led Zeppelin Attitude Band!

Para que não fique com água na boca e para não pensar que a noite acaba por aqui, o MD GIMBA preparou um Set Hard Rock a Rolar, para abanar a cabeleira até ás tantas! Corram já a adquirir os ingressos que da última vez foram esgotados em 47,2 minutos!! (a gerência aconselha tampões auditivos às orelhas mais sensíveis).

Para acabar a noite com chave de ouro, o zepelim afastar-se-á na bruma, não sem antes derrubar a árvore de Natal da Opus Dei no Terreiro do Paço. Long live Rock and Roll (D. Sebastião: Volta. Estás atrasado)!!

Santiago Alquimista - Rua de Santiago, 19 (ao Castelo) Lisboa

Monsaraz mostra presépio de rua com figuras em tamanho real




Um presépio de rua com cerca de 40 figuras em tamanho real é inaugurado amanhã, dia 8 de Dezembro, em Monsaraz.

O presépio, da autoria da escultora Teresa Martins, pode ser apreciado até ao dia 7 de Janeiro e conta este ano com duas novas figuras: um oleiro e um almocreve.

Pelo oitavo ano consecutivo, a Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz desenvolve este projecto artístico que representa um investimento original e criativo no domínio da animação temática de conjuntos históricos, como é o caso da vila medieval de Monsaraz, e que retoma a tradição de tornar a rua um espaço privilegiado para a figuração da Natividade.

O presépio de Monsaraz é formado por figuras construídas a partir de grandes estruturas de ferro e rede recobertas por panos de cor crua, impermeabilizados e tratados para o efeito, e estará distribuído pelas ruas da vila medieval, terminando no Largo do Castelo, onde será colocado o conjunto principal com a Virgem, S. José e o Menino.

Monsaraz terá som ambiente com músicas de Natal na quadra festiva e as figuras serão iluminadas resultando num efeito visual apreciável para os visitantes que se deslocarem à vila histórica durante a noite.

No fim-de-semana com início no dia 16 de Dezembro e nos de Natal, Ano Novo e Reis, Monsaraz terá também o tradicional madeiro de Natal que estará a arder no Largo Nunes Álvares Pereira.

Museu do Caramulo com nova exposição


Museu do Caramulo - Fundação Abel de Lacerda inaugura a exposição HEREDITAS de Vasco Araújo, no dia 9 de Dezembro pelas 16h.

Neste dia será lançado o livro Hereditas, com textos de Isabel Carlos e João Silvério, editado pela Assírio & Alvim, numa mesa redonda que contará com a presença dos autores e do artista.

A exposição estará aberta ao público até ao dia 29 de Abril de 2007, de Segunda-feira a Domingo das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Museu do Caramulo
Rua Jean Lurçat, 423
475-031 Caramulo

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

No 60º aniversário de Freddy Mercury


Para todos aqueles que tiveram a sorte de ver os Queen ao vivo, IT’S A KINDA MAGIC é a oportunidade de reviver “velhas” memórias, para todos aqueles que nunca os viram ao vivo, a hipótese de sentirem as emoções de um concerto Queen!!!



QUEEN, IT’S A KINDA MAGIC recria toda a energia e emoção dos concertos dos Queen, a mítica banda liderada por Freddie Mercury, entre 1971 e 1991.

Desde o primeiro instante, somos transportados para o universo único que Freddie Mercury criava ao seu redor.
Longe de ser um simples vocalista, Mercury era uma presença intransponível, à qual era impossível ficar indiferente.
A sua energia, irreverência e sentido estético tornaram-no uma lenda, odiado por uns e amado por muitos.
Em IT’S A KINDA MAGIC, Craig Pesco, também fisicamente parecido com Mercury, desempenha o papel da sua vida: “Craig Pesco, na verdade, não precisa de cantar ‘Bohemian Rhapsody’.
Ele compreende a sua magia. Bem como toda a audiência compreende. É a nossa canção e tudo o que Pesco precisa fazer é tocar as notas iniciais no piano para que a festa comece” (George Huitker, HMT Website).
Para os produtores, Craig Pesco é uma aposta ganha, capaz de fazer o público esquecer onde está para, livremente, poder remontar à glória doutros tempos.
“Existem diversos espectáculos sobre os Queen mas QUEEN,IT’S A KINDA MAGIC é o único que recria a magia de Freddie ao vivo, num palco!”, Peter Freestone (amigo e assistente pessoal de Freddie nos últimos 12 anos da sua vida).

13 a 30 DezembroAuditório dos Oceanos no Casino Lisboa 4ª a Sábado 22h

" A Guerra Civil de Espanha" de Anthony Beevor


Reconhecido como um dos maiores historiadores de guerra contemporâneos, pela autoria de ensaios como «Estalinegrado» (Samuel Johnson Prize de não ficção, Wolfson History Prize, Hawthornden Prize de Literatura) e «A Queda de Berlim», Antony Beevor revisita a Guerra Civil de Espanha, num estudo contemplado com o prémio LA VANGUARDIA (ensaio mais importante de 2005), que conta com fontes inéditas de arquivos espanhóis, russos e alemães.

Assinalando que se trata de «uma das poucas ocasiões em que os vencidos, e não os vencedores, escreveram a História», Beevor desconstrói alguns dos mais persistentes mitos republicanos num livro que acendeu polémica junto de estudiosos de esquerda.

Em «A Guerra Civil de Espanha», Antony Beevor argumenta que é tempo de transcender o trauma do terror franquista e questionar a causa republicana e os mitos que se foram construindo à sua volta.
Longe de ser uma democracia virgem corrompida pela ditadura, a República era uma força incapaz e dividida e a Inglaterra e a França não se encontravam em posição de intervir quando Franco concretizou o seu golpe em 1936.

SINOPSE

A Guerra Civil que dividiu a Espanha entre 1936 e 1939 e atraiu liberais e socialistas de todo o mundo no apoio à causa contra Franco foi um dos conflitos mais amargos e violentos do século XX: uma guerra marcada pelas atrocidades cometidas e pelo genocídio político e um campo de exercícios militares nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, para Russos, Italianos e Alemães, cuja legião Condor tão notoriamente destruiu Guernica.

Passados todos estes anos, o tema continua a ser um dos debates políticos mais acesos do nosso tempo. Muitos encaram a Guerra Civil de Espanha como uma quase guerra mundial, envolvendo a intervenção nazi, fascista e soviética.
Os apoiantes da República ainda acreditam que uma vitória da esquerda em Espanha teria derrotado o fascismo e poupado a Europa dos horrores que se avizinhavam.
Os nacionalistas, por outro lado, defendem que a Guerra Civil foi a antecâmera da Guerra Fria entre a civilização ocidental e a ditadura soviética.

Antony Beevor revisita o tema a uma nova luz, desconstruindo os preconceitos de ambos os lados do conflito.
O objectivo é explicar as inimizades e alianças em termos das três forças básicas em conflito: a esquerda contra a direita, os centristas contra os regionalistas e os autoritários contra os libertários.
Analisa-se ainda as tensões e os balanços no interior do campo republicano, conduzindo a «uma guerra civil no interior da guerra civil».

«Guerra Civil de Espanha» foi o primeiro trabalho de não ficção de Antony Beevor, precedendo os seus bestsellers internacionais, «Estalinegrado» e «A Queda de Berlim».

Agora, mais de 20 anos depois, Beevor reescreveu a sua obra à luz de novo material, inédito, recolhido nos arquivos espanhóis, russos e alemães.

A nova edição, em Espanha, alcançou as 900 páginas e foi recebida pela crítica como o mais imponente estudo do tema no século XXI.
O livro narra as origens da Guerra Civil, desde o golpe de estado de Julho de 1936, incluindo os três anos de luta que se seguiram e o seu desfecho, catastrófico para os Republicanos, em 1939.

«A Guerra Civil de Espanha» é um trabalho de investigação e de análise sem precedentes, que se destaca pela desconstrução das complexas forças políticas e locais que desempenharam um papel decisivo na origem e na história desta guerra.

Bob Sinclair em Portugal

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Prémio de Arte atribuído pelo Casino da Póvoa


O prémio, além da aquisição de uma obra do artista premiado, envolve a publicação de uma monografia e uma exposição antológica do autor.

Nikias Skapinakis vai receber o prémio no próximo dia 16 de Dezembro, das mãos da Professora Isabel Pires de Lima, Ministra da Cultura, numa cerimónia a ter lugar no Casino da Póvoa.

Na ocasião é inaugurada a exposição antológica, composta por desenhos de Nikias, muitos dos quais vão ser mostrados ao público pela primeira vez.
O espaço da exposição, que abrange 222 metros quadrados, foi concebido pelo arquitecto José Romano.
Pela primeira vez em Portugal é criado um espaço arquitectónico de raiz para acolher uma exposição de arte.
As obras, realizadas dentro das instalações do Casino da Póvoa, estão praticamente concluídas e o modelo concebido nasceu depois de uma longa entrevista entre o artista e o arquitecto.

A obra adquirida a Nikias Skapinakis, que passa a integrar a colecção de arte do Casino da Póvoa, é um óleo sobre tela, de 2,00 metros por 1,30 metros, intitulado “Mãos Dadas – Retratos de Ausência”, de 2001.
O “Prémio de Artes Casino da Póvoa” é anunciado todos os anos em Outubro, atribuído em Novembro e a exposição antológica do autor premiado é inaugurada em Dezembro, nas instalações do Casino ou noutros espaços públicos.

A Exposição Antológica de Nikias Skapinakis, “Preto e Branco – 1952 – 2004”, ficará patente ao público no Casino da Póvoa, das 18h00 às 2h00, até 31 de Janeiro de 2007. A entrada é livre!

Os KOOP no Arena Lounge do Casino LIsboa

É o espectáculo de estreia dos suecos Koop em Portugal.

Magnus Zingmark e Oscar Simonsson editaram em Outubro “Koop Islands” e vêm apresentar ao vivo, com a presença de alguns convidados e a voz magistral de Yukimi Nagano, aquele que é o seu terceiro álbum de originais.

Em ”Koop Islands” os jungle drums imortalizados por Gene Krupa, as marimbas, os blues de Cabo Verde e um cheirinho de Mento exalam de outras paragens até ao arquipélago Koop em Estocolmo.

Ouvi-los é como ir numa viagem no tempo entre o swing dos post-1930's e o exotismo das gloriosas orquestras que habitavam nos cruzeiros dos anos 40.

Embarque numa viagem única pelo arquipélago do jazz, swing, bossa e outros ritmos quentes soprados do Norte da EuropaCabo Verde e um cheirinho de Mento exalam de outras paragens até ao arquipélago Koop em Estocolmo.

Ouvi-los é como ir numa viagem no tempo entre o swing dos post-1930's e o exotismo das gloriosas orquestras que habitavam nos cruzeiros dos anos 40.
Embarque numa viagem única pelo arquipélago do jazz, swing, bossa e outros ritmos quentes soprados do Norte da Europa

A Arte do Novo Circo no Casino Lisboa


Com momentos de rara beleza acrobática, os espectáculos do novo circo constituem uma das principais referências nas noites de animação do Casino Lisboa.
Com renovados números de “aerial tissue”, David Sanchez actua no Arena Lounge, de 1 a 15 de Dezembro, enquanto, a partir do dia 16, Florence Delahaye e Gabriel Dehu, em dueto, revelam um admirável sincronismo de movimentos aéreos.

Protagonizado por David Sanchez, este exercício de “aerial tissue” desafia as leis da gravidade no espaço central do Arena Lounge.
No lenço aéreo, o artista espanhol expõe a sua invulgar qualidade técnica, de 1 a 15 de Dezembro.
David Sanchez executa movimentos de contorção, onde a precisão se alia à sensualidade, transformando o lenço numa extensão do próprio corpo.

Nascido em Madrid, em 1984, David Sanchez desenvolveu, bem cedo, o seu percurso no mundo do espectáculo.
Logo aos 13 anos dedicou-se à patinagem artística de competição, nas modalidades de pares e individuais.
Em complemento, estudou dança, interpretação e exercícios aéreos em lenço e anel.

Com outro apelativo número de novo circo, o Duo Aerial Tissue, estreia-se no próximo dia 16.

Florence Delahaye e Gabriel Dehu asseguram, até ao final do ano, uma série de actuações que se distinguem pela criatividade das suas acrobacias.

Desde 1977 que Florence Delahaye alia a sua paixão pela dança com a arte aérea. Na década de oitenta, desenvolveu diferentes números aéreos a pares, quer em corda, quer em lenços, tornando-se, posteriormente, coreógrafa aérea.
A sua experiência permitiu-lhe criar um curso onde lecciona trapézio e corda a amadores e profissionais.
Florence Delahaye expõe habitualmente o seu talento em prestigiados palcos internacionais, como são os casos do Casino de Paris, no Casino de San Remo, no Sporting de Monte Carlo, no Follies Bergère ou no Cirque d’Hiver Bouglione.

Com entrada livre, os espectáculos do novo circo decorrem todos os dias no Arena Lounge do Casino Lisboa:
- De 1 a 15 de Dezembro: David Sanchez apresenta um exercício de “aerial tissue”

- De 16 a 31 de Dezembro: Florence Delahaye e Gabriel Dehu, formam o Duo Aerial Tissue, protagonizando outro original número de novo circo.

Bob Sinclar em Portugal para 3 concertos

domingo, 3 de dezembro de 2006

Rita Guerra nos Açores





8 de Dezembro – Teatro Angrense – Angra do Heroísmo – 21,30h

9 de Dezembro – Teatro da Ribeira Grande – Ponta Delgada – 21,30h

Four Taste em tournée


8 de Dezembro – Centro de Exposições – Arcos de Valdevez – 22h

9 de Dezembro – Barcelos – Pavilhão Municipal – 22h

10 de Dezembro – Castelo Branco – Pavilhão Nercab – 17h

15 de Dezembro – Coimbra – Pavilhão Multidesportos – 22h

16 de Dezembro – Guimarães – Pavilhão Multiusos – 22h

22 de Dezembro – Porto – Pavilhão Rosa Mota – 22h

23 de Dezembro – Lisboa – Campo Pequeno – 21,30h

André Sardet acústico


8 de Dezembro – Gaia – Sessão de autógrafos Media Market Gaia

8 de Dezembro – Santa Maria da Feira – Europarque

9 e 11 de Dezembro – Lisboa – Aula Magna – COM AS PARTICIPAÇÕES DOS CONVIDADOS ESPECIAIS LUIS REPRESAS & MAFALDA VEIGA

15 de Dezembro – Lousã – Concerto Mais Pequeno do Mundo

sábado, 2 de dezembro de 2006

Mozart no S.Luis


“Para mim, a questão chave é sempre a mesma: “Que movimentos para que música?”, e a tarefa mais árdua é encontrar, e depois desenvolver, a linguagem corporal adequada para o trabalho que estou a criar. De qualquer modo, como o objectivo é alcançar mais do que uma harmonia superficial e decorativa entre a música e a dança, logo que a música deixe de ser um mero medium prático, mais ou menos incidental para o movimento que ‘acompanha’, então surge inevitavelmente a questão do significado".


São estas as palavras da coreógrafa quando iniciou o Programa Concert Arias-

um moto di gioia.

Concerto de Natal dos MDM


CONCERTO de NATAL de MÉDICOS DO MUNDO

Lançamento do livro de contos infantis "Quem conta um conto, ajuda um pouco" – Vol II

Ao participar neste evento está a apoiar os projectos de Médicos do Mundo ligados a crianças vulneráveis

2 de Dezembro, 15h30 Casa do Artista

PROGRAMA
15H30 – Recepção dos convidados
16h – Comunicação do presidente de Médicos do Mundo, Dr. Rui Portugal + Leitura de um dos contos do livro
16h30 – Intervalo (lanche)
17h00 – Concerto
18h – Encerramento

CUSTO DOS BILHETES:
10 Euros - inclui oferta de um exemplar do livro "Quem Conta um Conto Ajuda um Pouco" – Volume II.
Entrada grátis para crianças com idade inferior a 3 anos .

Concerto de Encerramento do Ano de Mozart

" Rapsódia Alentejana" de Branca Braga de Macedo

SINOPSE

As igrejas de Galveias desenham uma cruz no mapa desta vila alentejana, habitada por personagens inesquecíveis: Badeco, o filho das Ervas; Ti Maria, que impregna o pão que faz com os segredos da vida; Maria Sara, a costureira de língua afiada e olhinhos ácidos; Ladelinda, com o seu desacerto. São fragmentos de um Alentejo que é já passado e que Branca Braga de Macedo recupera através do poder evocativo da memória, conferindo-lhe a harmonia de andamentos musicais e a expressão viva e fresca de quem reescreve estes episódios com ternura e humor.
Rapsódia Alentejana (re)constrói uma teia de personagens e de cenários que constitui um universo encantador, ora doce e nostálgico, ora caricato e jovial, e onde não falta a poesia, as tradições de um Portugal quase esquecido e, sobretudo, a ternura e a ironia do olhar atento da autora.

BIOGRAFIA

Branca Braga de Macedo formou-se em História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Antes mesmo de concluir a licenciatura escreveu uma monografia sobre a História de Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas, que viria a ser posteriormente publicada.
Terminado o curso, leccionou durante dois anos no ensino secundário, actividade que suspendeu para escrever a «História da Associação Comercial de Lisboa», a convite da mesma.
Foi assessora da Casa Veva de Lima e trabalhou na compilação dos manuscritos pedagógicos de Maria Ulrich.
Paralelamente a estas actividades, manteve sempre o interesse pela literatura, armazenando dados para um dia escrever livros.
No Verão de 2004, passa do escrevinhar a uma escrita ordenada e consequente.
Daí resulta «Rapsódia Alentejana», o seu primeiro livro de prosa ficcional.