sábado, 18 de novembro de 2006

Aldina Duarte na Casa da Música

Domingo, 19 de Novembro

Aldina Duarte
“Crua”

Aldina Duarte voz
José Manuel Neto guitarra portuguesa
Carlos Manuel Proença viola
Jorge Silva Melo com a colaboração de Rita Lopes Alves, João Meireles e Pedro Domingos (Artistas Unidos) direcção cénica

22h00 Sala Suggia 10€


A fadista Aldina Duarte apresenta na Casa da Música o seu trabalho mais recente, “Crua”, primeiro disco alguma vez composto por um só letrista. O espectáculo decorre na Sala Suggia, no próximo domingo, 19 de Novembro, às 22 horas.

“Crua” sucede a “Apenas o Amor”, um trabalho de 2004, e resulta de um desafio lançado por Aldina Duarte a João Monge para a construção daquele que seria o primeiro disco da história escrito por um só letrista para músicas do fado tradicional.
Uma cumplicidade que resultou numa entrega absoluta da voz de Aldina Duarte às palavras escritas por alguém com a mesma visão do mundo.Com uma carreira alicerçada no respeito pelas raízes do fado, Aldina Duarte nasceu para a arte de ser fadista há cerca de 25 anos, desde então trabalha com dedicação absoluta às técnicas e códigos deste género musical, sobretudo em casas de fado.

Jorge Silva Melo, realizador e encenador, colabora na direcção cénica e contribui de forma significativa para transpor para o palco as “vivências” desta fadista de corpo e alma.

Nascida em Lisboa e criada num bairro social de Chelas, Aldina Duarte começou a trabalhar com 20 anos num jornal, depois na rádio e, por fim, no centro de Paralisia Cerebral.

Estudiosa, investigadora e cantora de corpo inteiro, deixa gravados alguns dos mais importantes exemplos do fado tradicional em “Apenas o Amor”.

“Crua” é a confirmação de um talento que já conquistou a crítica e os seus pares.

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Poesia popular e vicentina em teatro Infantil



Era uma vez um dragão de António Manuel Couto Viana
De 18 de Novembro a 17 de Dezembro
Sábados 16h30 Domingos 11h30
Espaço TapaFuros
(C.C. Belavista – Mem Martins)



«Era uma vez um dragão», publicado em 1949, é uma comédia em verso, na redondilha maior da poesia popular e vicentina, com um enredo muito simples.

Apresenta-nos «três amigos, que em tempos já muito antigos, saíram da sua terra em busca de aventura»: Catrapaz, Catrapiz e Catrapuz.

Catrapiz tenta assustar os amigos dizendo ter visto um dragão terrível na noite anterior.
Catrapaz, apesar de amedrontado, diz logo que faz o monstro em mil pedaços.
Catrapuz decide dar-lhes uma lição, batendo-os na arte do engano.
Mascarando-se, desmascara as mentiras de um e a fanfarronice do outro. Tudo acaba bem, saindo a amizade dos três reforçada.

A estrutura da peça e do próprio verso – de boa carpintaria mas flexível, brincando com a forma – sugerem uma encenação ágil e alegre, privilegiando o jogo expressivo dos actores, o gosto do despique verbal e o prazer do «faz de conta».

Ou seja, um espectáculo que seja agradável para adultos, aceitável para adolescentes e não aborreça as crianças.

Antes da representação da peça, conta-se um conto, “O Dragão Relutante” de Kenneth Grahame.

António Manuel Couto Viana nasceu em Viana do Castelo em 24 de Janeiro de 1923.
Estreou-se como autor em 1948, com a obra de poesia O Avestruz Lírico, e não mais parou – este ano, no seu aniversário, lançou novo livro, "Restos de quase nada e outras poesias", e tem em mãos outros três.
Poeta da «geração de 50», foi, com David Mourão-Ferreira, Alberto de Lacerda e Luiz de Macedo, fundador e director da importante revista literária Távola Redonda (1950-1954). Dirigiu também a Graal (1956-1957).
Duas vezes Prémio Antero de Quental (1949 e 1959), Prémio Nacional de Poesia (1965), Prémio da Fundação Oriente (1991), Prémio Camilo Pessanha (1993).
Ensaista, memorialista, tradutor, contista, autor de literatura infantil e de livros de gastronomia, esteve ligado ao teatro desde a meninice (o teatro Sá de Miranda, em Viana, era propriedade de sua família).

Tem vasto currículo como dramaturgo, encenador, actor, cenógrafo e figurinista.

Em Lisboa, trabalhou intensivamente a partir de 1948 no Teatro Estúdio do Salitre, estreando aí Antes de Começar de Almada Negreiros.

Fez parte da direcção do Teatro de Ensaio (Teatro Monumental), da Companhia Nacional de Teatro e foi empresário e director do Teatro do Gerifalto, onde apresentou dezenas de peças para crianças.

Foi fundador e Director do Teatro da Mocidade.

Encenou Óperas para o Círculo Portuense de Ópera, Companhia Portuguesa de Ópera (Teatro da Trindade) e foi orientador artístico da Oficina de Teatro da Universidade de Coimbra.

Após a reforma como Mestre de Cena do S. Carlos, continua a encenar para a Companhia de Ópera de Câmara do Real Theatro de Queluz e lança-se agora no teatro sacro.

Tem-se empenhado igualmente na adaptação e divulgação popular de grandes clássicos da literatura portuguesa, definindo-se sempre como patriota e sebastianista.

Dramaturgia e Encenacão: José Henrique Neto
Actores: João Vicente, José Redondo, Luís Lobão
Cenário: Carlos Ramos
Dragão: Nuno Theias

Informações: 968 291 886 919 053 476

XX Salão de Outono na Galeria de Arte do Casino Estoril

Inaugura-se amanhã, sábado, às 17,30 horas, na Galeria de Arte do Casino Estoril, o XX Salão de Outono, uma colectiva de pintura, que na edição do corrente ano celebra 20 anos de realização, com apresentação dos seguintes artistas: Abreu Pessegueiro, Agostinho Santos, Albino Moura, Alfredo Luz, António Joaquim, António Pedro, Artur Bual, Carlos Lança, Cohen Fusé, D. Anghel, Damião Porto, Diogo Navarro, Edgardo Xavier, Fernando Gaspar, Graça Morais, Guilherme Parente, Helena Liz, Jacinto Luís, José de Guimarães, Júlio Pomar, Lima Carvalho, Luís Ralha, Manuel Cargaleiro, Manuel Taraio, Mário Vinte e Um, Martins Correia, Michael Barrett, Nadir Afonso, Nélio Saltão, Noronha da Costa, Paulo Ossião, Pedro Castanheira, Pedro Rocha, Quadros Ferreira, Roberto Chichorro, Rodrigo Machado e Sérgio Telles.

São 39 autores, representativos das principais correntes contemporâneas, desde o expressionismo ao neofigurativismo e ao abstraccionismo geométrico, a maioria dos quais autores que habitualmente expõem na Galeria de Arte do Casino.

Foi em 1763 que, em Paris, se realizou a primeira colectiva de pintura, designada “Salão”, que se tornou modelo de idênticas exposições que pouco depois passaram a ser realizadas em todos os países europeus.

Escolhemos para esta colectiva, organizada pela primeira vez em 1982, aquela designação, por melhor traduzir a diversidade das linguagens praticadas, tendo como condição principal a qualidade dos trabalhos apresentados.

A edição do corrente ano assinala 20 anos de realização, traduzindo-se esta vintena de anos na participação de 390 autores, muitos deles referências na pintura portuguesa contemporânea.
Pretendemos que esta exposição seja considerada uma homenagem à Pintura, desde sempre uma das mais nobres modalidades das Artes Plásticas, numa altura em que a anti-arte, termo supostamente inventado por Duchamp em 1914, tardiamente chegada ao nosso País, como sempre tem acontecido com todos os movimentos artísticos, já por aí vai fazendo bastantes estragos...

Como escreveu o filósofo Arthur Danto “dizer que algo é arte não é o mesmo que dizer que é arte de qualidade”.

Esta exposição ficará patente ao público, todos os dias, das 15 às 24 horas, até 15 de Janeiro.

The Gift na Figueira da Foz


O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, dia 18 de Novembro, pelas 21h30, um espectáculo com The Gift, inserido na Tour “Fácil de Entender”.

Nome incontornável na nova música portuguesa, os The Gift apresentam-se num concerto inserido na Tour “Fácil de Entender”.

Este espectáculo é inspirado nas duas noites distintas que fizeram a gravação do DVD “Fácil de Entender”, onde na primeira parte o grupo interpretou temas antigos e novos, num registo mais íntimo, com orquestra de cordas, metais, harpa e um coro feminino, recriando um ambiente denominado pela própria banda de “AM”.

Na segunda noite o cenário mudou e o ambiente foi mais electrónico, mais “pop”, mais “FM”, onde as canções mais dançáveis e os grandes êxitos do grupo foram apresentados em tom de festa.

Assim, neste concerto, cenicamente a banda irá apresentar um conceito de iluminação e cenografia muito semelhantes ao que existe no DVD, e estará acompanhada por um coro feminino, harpa e metais, para além de dois músicos convidados, na bateria e nos teclados/xilofone/baixo.

O alinhamento será o mesmo do DVD, onde temas readaptados e rearranjados dos álbuns “Vinyl”, “Film” e “AM-FM” vão conviver com temas novos nunca antes apresentados.

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

João Braga publica novo livro

Mike Morales no Maumau do Porto

Paulo Gonzo no Coliseu de Lisboa


PAULO GONZO


Coliseu de Lisboa * 17 de Novembro


Com a participação especial de:

Carlos do Carmo, Zé Pedro, Rui Reininho e Olavo Bilac

PIAZZOLLA for ever no CCB


RICHARD GALLIANO Acordeão, Bandoneon

HERVÉ SELLIN Piano

JEAN-MARC PHILIPS Violino Slo

SÉBASTIEN SUREL Segundo Violino

JEAN-MARC APAP Violino Alto

HENRI DEMARQUETTE Violoncelo

STÉPHANE LOGEROT Contrabaixo


Richard Galliano começou a esboçar uma carreira fulgurante ao serviço da música europeia no início da década de 70.
O músico francês pegou nas raízes musicais do seu país, misturou-as com o tango argentino e o jazz e bop norte-americanos para criar um estilo musical único.
O seu instrumento de eleição é o acordeão e habituou-se cedo a conquistar o mundo do jazz e da música clássica.
Fez também ligações pontuais com a música pop francesa em colaborações com nomes como Charles Aznavour, Juliette Gréco e Catherine Ringer (dos Les Rita Mitsouko).

Conheceu Astor Piazzolla em 1983 e a amizade que cresceu entre ambos durou até à morte do argentino em 1992.
A influência que Piazzolla exerceu sobre Galliano foi ficando clara ao longo dos registos de estúdio que gravou para a editora Dreyfus.
Depois de em 2001 compilar os seus maiores êxitos em «Gallianissimo», o acordeonista francês resolveu prestar homenagem ao seu mentor argentino e editou «Piazzolla Forever».

O álbum é um registo do concerto que deu no Willisau Festival em 2002 como forma de assinalar os 10 anos da morte de Piazzolla.

É com este espectáculo, em formato septeto, que Galliano se desloca a Lisboa.



" O Bando " estreia os " Morcegos"







MORCEGOS de Jaime Rocha



Um espectáculo Teatral, mas que também pode ser um concerto, pois a música tem uma importância elementar.

Uma reflexão sobre a interdependência, mas uma reflexão que não procura ser moralista, nem tão pouco altruísta.
Este é um encontro possível entre novos e velhos, entre seres que se complementam.
O assumir de uma posição perante a sobrevivência individual e colectiva, perante o tempo em que vivemos.

Texto JAIME ROCHA .

Encenação JOÃO BRITES .

Música RUI JÚNIOR

Espaço Cénico RUI FRANCISCO .
.
Oralidade TERESA LIMA

Figurinos CLARA BENTO

Actores ANA BRANDÃO, BIBI GOMES, HORÁCIO MANUEL, NICOLAS BRITES

Músico PEDRO CALADO

Green Machine cancelam concerto no Porto




“Themes For The Hidebounds” dos Green Machine nas lojas na próxima segunda-feira, 20 de Novembro

A tour de apresentação deste novo trabalho discográfico pelo país não pára e conta já com diversas datas em agenda para os próximos tempos:
17 de Novembro – Uptown, Porto, 22h00m - Cancelado
18 de Novembro – Insólito Bar, Braga, 22h00m
25 de Novembro – Kastru’s Bar, Forjães, 22h00m
29 de Novembro – Porto Rio, Porto, 22h00m

Os Green Machine após encontrarem distribuidora (Compact Records) para o seu “Themes For The Hidebounds”, segundo trabalho discográfico da banda, garantem a distribuição do disco por todas as lojas do país a partir da próxima segunda-feira, dia 20 de Novembro.



Green Machine como fuga urgente de uma cidade adormecida em si mesma.
Caso perdido de 1999 a 2005, equipa de futsal que, por acaso, também era banda, tinha actuações esporádicas em locais completamente inusitados.
De tascas a carrinhas de caixa aberta.
Dos poucos conjuntos musicais que se pode orgulhar de terem sido abordados e revistados por todas as forças policiais existentes neste quadrado.

Em Setembro de 2005, e ainda com a antiga formação (Miguel Carvalho - baixo e o mítico Rui Esteves - bateria), gravam "Green Machine", ep/cd-r de 4 temas lançado pela Lovers and Lollypops, com produção de Guedes Ferreira "dans le garage".

A partir daqui e até ao final de 2005, os protegidos de Sonhouse e já com Ângelo Sousa no baixo e Pedro Oliveira na bateria, multiplicaram-se em concertos em cidades como Barcelona, Braga, Girona, Barcelos ou Murcia, em locais que já fazem parte da lenda urbana como o Sidecar Factory Club ou o Deslize, partilhando palcos com Vera Cruz, Lynn Youki Project, Vicious 5,If Lucy Fell, Hello Cuca...

No início de 2006, principiaram as gravações de "Themes For The Hidebounds", disco editado em Junho de 2006, com produção de José Arantes e participações de Filipe Miranda (Kafka, Partizan Seed), Alcino Fonseca (Rendimento Mínimo) entre outros, com o apoio da Lovers and Lollypops.

O futuro? Só a Sonhouse pertence...

“Themes for the Hidebounds” é composto por:
1-Paris de França
2-The Hidebounds
3-The never ending train is gonna stop for you to change!
4-Screamin J Hawkins as a psychiatrist
5-Lord pigeon-smythee,the 3rd with a very broken heart
6-A Caligula complex
7-Tales from an expectant pussylicker

Green Machine
João Pimenta – Voz
Bruno Costa – Guitarra
Ângelo Sousa – Baixo
Pedro Oliveira - Bateria

Green Machine na Internet
www.myspace.com/greenmachinesucks
www.greenmachine.pt.vu
www.loversandlollypos.cjb.net

O concerto dos Green Machine, que estava agendado para hoje, no Uptown no Porto foi cancelado!

Segundo comunicado de imprensa a banda não actua "por motivos alheios".

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Fotografias no Metro nas comemorações dos 25 anos do Chapitô

António Lobo Antunes e João Medina no Centro Cultural de Cascais

Portuguesismo (s) – Acerca da identidade nacional, é a obra da autoria de João Medina, que o escritor António Lobo Antunes apresentará no Centro Cultural de Cascais, no próximo dia 16 de Novembro, às 18h00.

Numa abordagem histórico-cultural, o livro foca aspectos particulares das nossas «imagens de marca», símbolos que ajudam a definir a herança de um País.

Os grandes mitos culturais, as imagens de marca artísticas, os heróis e outros homens representativos em diversos domínios da vida nacional, desde as grandes figuras literárias, como Camões, Garrett, Pessoa, etc., a vultos do passado ultramarino, a heróis populares, desde os que fizeram algo de extraordinário aos heróis dos estádios, do palco, da tela, ou da TV.

Professor catedrático de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, João Medina nasceu em Moçambique em 1939.

Autor de diversas obras na área da historiografia, ficção e ensaio literário, dirigiu uma História de Portugal em 15 volumes (1ª ed. 1994; reed. 1998).

Da vasta obra publicada destacamos alguns dos livros que o autor apresentou em Cascais: Dois exilados alemães (Cascais, 2003), Zé Povinho sem Utopia (Cascais, 2004), Auschwitz e Moscovo (Cascais, 2006).

A Livraria Galileu, o Centro de História da Universidade de Lisboa e a Livraria Municipal disponibilizarão no local livros destes autores.

domingo, 12 de novembro de 2006

" Ronda das Fadas " na Quinta da Regaleira

" Memórias do Colonialismo e da Guerra" de Dalila Cabrita Mateus





















Dia 15 deNovembro, pelas 18,30 na

FNAC -Chiado


Uma obra de Dalila Cabrita Mateus

" Dia Nacional do Mar " na Póvoa de Varzim




No dia 16 de Novembro comemora-se o Dia Nacional do Mar, dedicando-se a celebração deste ano ao tema “O Mar e o Desenvolvimento Sustentável”.

As iniciativas promovidas pela Sociedade de Geografia de Lisboa para comemorar esta efeméride passam também pela Póvoa de Varzim.

Por proposta do Almirante José Bastos Saldanha, Presidente da Mesa da Secção de Geografia dos Oceanos da Sociedade de Geografia de Lisboa, a instituição presta homenagem a Manuel Lopes, uma vez que ele já participou activamente nas comemorações do Dia Nacional do Mar promovidas em anos anteriores.

Em 2004, este impulsionador da Lancha Poveira proferiu uma intervenção sobre a Rede Nacional da Cultura do Mar e a Lancha Poveira do Alto que será publicada no 40º Volume do Boletim Cultural "Póvoa de Varzim".

Decorrerá no dia 16 do corrente mês, entre as 14h00 e as 18h00, uma sessão de aposição de um carimbo comemorativo, criado especialmente pela Direcção de Filatelia dos CTT, na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto da Póvoa de Varzim.
Estarão presentes representantes do Executivo Municipal, dos Serviços de Filatelia dos CTT - Região Norte, da estação dos CTT da Póvoa, de associações de filatelia e de coleccionismo.

No átrio da Biblioteca existirá uma pequena exposição referente à Lancha Poveira bem como, será distribuído um postal alusivo à lancha, para que os interessados procedam à aposição do referido carimbo.
O Museu Municipal também vai associar-se a esta efeméride.






Câmara Municipal da Póvoa de Varzim
4490-438 Póvoa de Varzim

Telefone: 252.090.026
Fax: 252.611.882
Email: grpc@cm-pvarzim.pt

" Recordar Angola" de Paulo Salvador





Na próxima quarta-feira, dia 15 de Novembro, pelas 18h30, na FNAC do Centro Comercial Colombo, é lançado o novo livro de Paulo Salvador: "Recordar Angola 2º Vol.".
A apresentação está a cargo de Rui Pêgo.

O evento contará com o ambiente sonoro de "Angola - As 100 grandes músicas dos anos 60 e 70", o digibook que está à venda a partir de 20 de Novembro e consta de 4 CD e um livro de 40 páginas.

Neste dia, será oferecido um CD promocional de "Angola - As 100 grandes músicas dos anos 60 e 70" a quem comprar o livro "Recordar Angola 2º Vol."

Aos Angolanos de todo o mundo «RECORDAR ANGOLA II», DE PAULO SALVADOR

"Rouxinol Faduncho" com novo trabalho



Um ano após o lançamento do primeiro trabalho de ROUXINOL FADUNCHO e garantido o sucesso junto do publico, está de volta o personagem que reacendeu o fado humoristico, após 40 anos sem se lhe ver rastro.
O publico aplaudiu o Fado, o actor, e o personagem que detentor de uma personalidade explosiva e com um ego maior que o mesmo, fez divertir mais de 50 000 em espectáculos ao vivo, outros milhares a navegar pela internet e outros tantos que optam por poupar comprando as versões piratas que andam por aí.

Rouxinol Faduncho é um fenómeno de popularidade que conquistou o carinho do publico.

Um trabalho do actor e humorista Marco Horácio, inédito em Portugal.
Não se tratando apenas de um SKETCH humoristico com uma participação pontual, este personagem tem vida propria, opinião, caractér viaja de Norte a Sul do País em prol de uma grande causa, "causa" essa que ele está a construir em Barcarena, para ele e para os seus cães de loiça.

BEST ON de ROUXINOL FADUNCHO é a continuação da saga, um trabalho amadurecido pela rodagem em estrada, pela análise ao publico que abraçou este projecto.
Todas as letras são originais de Marco Horácio.

Conta-se de novo com a preciosa ajuda dos fantásticos músicos que também acompanham a Katia Guerreiro; João Veiga (viola), Paulo Valentim (guitarra portuguesa) e Rodrigo Serrão (viola Baixo)

Maria Pilar Queralt del Hierro em Portugal


" É justo que me apresente. O meu nome é Leonor Teles de Meneses, conhecida por Flor de Altura por aqueles que, feridos pelos meus cantos de sereia, ficaram presos na rede das minhas palavras e da minha beleza.
Para as sombras justiceiras que me visitaram nos meus anos de prisão fui a Dama Maldita.

Ainda mais cruéis e certeiras, asseguraram-me que ninguém me recordaria no futuro e que se o fizesse me contemplaria debaixo do estigma da desonra.
Cumpriram-se os seus presságios.
Certo é que fui adúltera, traí, intriguei e até manejei as adagas de outros… era esse o negócio das cortes.
O meu rei e marido, D. Fernando I de Portugal, carecia de coragem e ambição.
Justo o que sobrava ao meu amado João Fernandes, conde de Andeiro. Tive então que actuar por minha conta e risco e agora é altura de me justificar.
Volto pois agora, para vos explicar o porquê do meu destino.
Tudo me foi dado.
Tudo me foi tirado.
É hora da História me fazer justiça.
Por isso quis contar a minha verdade.
De uma mulher que quis alcançar os céus e acabou por se perder neles."

Lisboa, no ano do Senhor de dois mil seis Leonor Teles, Rainha de Portugal


MARÍA PILAR QUERALT DEL HIERRO é autora de Inês de Castro, uma obra traduzida para português em 2003, que rapidamente entrou para a lista dos dez livros de não-ficção mais vendidos, tornando-se num autêntico best-seller.

Nascida em Barcelona, Espanha, editou em 1984 Balaguer, uma biografia do poeta e político catalão sobre o qual incidiu a sua tese de licenciatura. Este livro significou o início de uma carreira dedicada ao romance biográfico de personagens históricos como Fernando VII, que retratou nos livros La Vida y la Época de Fernando VII (1997) e Los Espejos de Fernando VII (2001). Em 1995, publicou o seu primeiro volume de relatos, Cita en azul, uma obra que a crítica espanhola qualificou de «obra-prima absolutamente recomendável».

María Pilar Queralt del Hierro licenciou-se em História Moderna e Contemporânea pela Universidade Autónoma de Barcelona. Foi professora de História da Espanha Contemporânea, na Faculdade de Ciências da Informação da Universidade Autónoma de Barcelona.

Colabora com a revista Historia y Vida, desde 1974. Escreve artigos para outras publicações, como a edição espanhola da National Geographic e realiza numerosos trabalhos em obras colectivas sobre temas de arte, cultura e história contemporânea.

sábado, 11 de novembro de 2006

NÃO SE PODE VIVER SEM MÚSICA, COMO NÃO SE PODE VIVER SEM IDEAIS
Fernando Lopes Graça

No centenário do nascimento de Fernando Lopes Graça


O Teatro Nacional D. Maria II, em co-produção com o Teatro da Comuna, apresenta A Casa da Lenha de António Torrado.
Neste espectáculo, encenado por João Mota, é recordada a vida e obra do compositor Fernando Lopes Graça – figura maior da cultura portuguesa do século XX.


A Casa da Lenha, em cena de 16 de Novembro a 30 de Dezembro na Sala Garrett, é um exercício de memória que revisita a vida de Fernando Lopes Graça.
Começa com o músico em idade avançada, em pleno processo de criação da canção A Minha Terra, uma das suas últimas obras de música coral.
Neste percurso de vida, contado pelo próprio compositor, testemunhamos vários eventos – os momentos de ternura entre pais e filho, os estudos musicais concluídos no Conservatório Nacional de Lisboa, a militância no PCP, as detenções, o exílio em Paris.

No espectáculo estão presentes vários excertos musicais interpretados ao vivo – música coral, dança sevilhana, filarmónica e instrumental, bem como composições de Lopes Graça, como Acordai ou O Menino de sua Mãe.

A luta contra o fascismo encontra nele um criador vigilante e sem tréguas.
As «Heróicas» pertencem ao património da Resistência.

E pouca gente sabe que muitas dessas canções, inspiradas nos maiores poetas portugueses, foram apropriadas pela resistência grega, cantadas pelos antifascistas espanhóis e pelos Jograis de São Paulo.
Foi preso, perseguido e humilhado. Um corpo frágil numa alma de mármore.
Não abjurou, não traiu, não capitulou.


Sinopse

"A Casa da Lenha" traça o percurso biográfico de Fernando Lopes-Graça, com especial incidência em alguns dos momentos marcantes deste que foi um dos maiores compositores, musicólogos e intelectuais do século XX.
Apresentando-nos de início um Lopes-Graça de idade avançada, a peça recua no tempo, como se se tratassem de flashes de memória e apresenta-nos o universo do compositor, desde a sua infância até à idade adulta. Uma extensa galeria de personagens com quem Lopes-Graça privou na infância, passando pelos companheiros universitários em Coimbra ou, em 1937, o exílio em Paris contribuem para o retrato do artista mas, sobretudo, do homem.
A mãe, o pai, a tia Helena, o irmão, o amigo João José Cochofel, Júlio Dantas, o director do Conservatório, o Tenente Aboim, os companheiros de tertúlia, António Ferro, Pedro Prado, Vieira da Silva e Arpad Szènes, Béla Bartók são algumas das personagens que constituem esta que é, antes de mais, uma homenagem ao mestre que compôs músicas como "Acordai" ou "O Menino de sua Mãe".



Autor ANTÓNIO TORRADO
Encenação Dramaturgia JOÃO MOTA
Cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
Figurinos CARLOS PAULO
Desenho de Luz PAULO GRAÇA
Assistente de Encenação HUGO FRANCO

Direcção musical ANTÓNIO SOUSA
Maestro JORGE ALVES

ELENCO PERSONAGENS:

Fernando Lopes Graça CARLOS PAULO
Pai de Lopes Graça JOÃO GROSSO
Mãe de Lopes Graça SARA BELO
José Graça (Irmão) JORGE ANDRADE
Tia Helena TÂNIA ALVES
Velho Elisário/Agente 1 ANTÓNIO BANHA
Tenente Aboim/António Fonseca Cartaxo JOÃO TEMPERA
Augusto Alves Henriques MANUEL COELHO
Augusto Tamagnini JOSÉ NEVES

Antunes da Silva HUGO FRANCO
Júlio Dantas (Director)/Secretário MUD VICTOR RIBEIRO
Professor/Camisa Azul/Agente 2 AUGUSTO PORTELA
Jorge Croner de Vasconcelos/Bartok/Nini Ferreira JÚLIO MARTIN
Armando José Fernandes/Arpad FILIPE PETRONILHO
Pedro Prado LUÍS GASPAR
Policia 1/Juiz RUI QUINTAS
Albina (mãe de Cochofel) PAULA MORA


Helena Vieira da Silva LÚCIA MARIA
António Ferro JOÃO RICARDO
Maria da Graça MARIA AMÉLIA MATTA
Operário 2/João/convidado/policia/jornaleiro GONÇALO RUIVO
Policia 2/Homem 1/convidado/hospede/secretário/jornaleiro SAMUEL ALVES
Operário 1/convidado/hospede/jornaleiro MARCO PAIVA
Bailarina/convidada MARIA ANA FILIPE
Bailarina/convidada/hospede JUDITE DIAS
Bailarina/convidada/mulher do Bartok RITA SEGURO
Convidado/3º operário/Cochofel/jornaleiro DIOGO BRANCO



Pianista NUNO BARROSO
Cantora VERENA BARROSO
Violoncelista MAFALDA NASCIMENTO

CORALISTAS:

JOANA ALVES MARTINS TIAGO FIGUEIREDO RUI ALEIXO FERNANDO GOMES LUÍS GUILHERME DIOGO DIAS
MÓNICA MONTEIRO TELMO MENDES MARGARIDA SILVA JOANA MARIA MARTINS
SUSANA QUARESMA RAUL MARQUES NINA MANSO CARLOS MONTEIRO
PAULO RIBEIRO TIAGO MOTA

GAROTOS:

Grupo 1

TIAGO CARLMELO RICARDO MALDONADO TIAGO PEREIRA GONÇALO MACHADO PEDRO SANTOS CARLOS PEREIRA

Grupo 2

BERNARDO CHAMBEL MICAEL MONTEIRO POMPEMAYER FRANCISCO MADEIRA LUCAS VAZ PEDRO FERREIRA BRUNO FERNANDES

Técnicos RENATO GODINHO ALFREDO PLATAS, MÁRIO CORREIA ALEXANDRE LOPES (Teatro da Comuna)
Gabinete de Produção ROSÁRIO SILVA CARLOS BERNARDO (Teatro da Comuna)

Assistência Geral CREMILDE PAULO MADALENA ROCHA LEONOR DIAS ASSUNÇÃO DIAS
EDUARDINA SOUSA (Teatro da Comuna)

Galeria de Arte do Casino Lisboa expõe obras da colecção Berardo de Arte Comtemporânea


A Galeria de Arte do Casino Lisboa acolhe mais duas esculturas da Colecção Berardo de Arte Contemporânea, até ao final do mês de Janeiro de 2007.
A exposição das obras “Bearing” e “Body”, insere-se na política cultural do Casino Lisboa, que se distingue, aliás, por privilegiar formas de arte contemporânea de vanguarda.

No espaço circundante do Arena Lounge, os visitantes do Casino Lisboa poderão apreciar, assim, todos os dias, estas peças, da autoria de Antony Gormley.
Reconhecido como um dos melhores escultores da actualidade, Antony Gormley tem obras expostas em vários museus, figurando, ainda, em importantes colecções privadas por todo o mundo.
Antony Gormley já recebeu várias distinções, entre as quais, se destaca o Prémio Turner, atribuído em 1994.
Nascido em Londres, em 1950, Antony Gormley cursou arqueologia, antropologia e História de Arte, na Universidade de Cambridge.

Posteriormente, de 1974 a 1979, prosseguiu os estudos de escultura na capital britânica.
A imagem do espírito interior, tal como é revelada através da expressão externa do corpo humano, constituiu uma dominante permanente ao longo da sua carreira.

A exposição das obras “Bearing” e “Body”, pertencentes á Colecção Berardo de Arte Contemporânea, estará patente ao público na Galeria de Arte do Casino Lisboa, até ao próximo dia 31 de Janeiro de 2007.
Todos os dias, das 15 ás três horas da madrugada, excepto ás sextas e sábados, cujo horário será das 16 às quatro horas da madrugada.