sexta-feira, 23 de junho de 2006

Festival Mozart de Bolso no S. Luiz

FESTIVAL MOZART DE BOLSO

24 de Junho às 11h00

Sílvia Martins Piano
Sonata KV 545
Andante / Allegro / Rondo
João Fonseca Piano
Dança dos Sininhos
(da Ópera A Flauta Mágica)
Coro do Atelier Musical
Tiago Marques Direcção

Leopold Mozart
Sinfonia dos Brinquedos
Orquestra Jovem do Conservatório Nacional
Henrique Piloto Direcção

25 de Junho às 12h00

Concerto Final do Estágio da Orquestra do Conservatório Nacional
Carl Von Dittersdorf (1739-1799)
Concerto para Contrabaixo e Violeta
Ricardo Tapadinhas Contrabaixo
Francisco Pampulha Violeta Direcção
Armando José Fernandes (1906-1983) Centenário do nascimento
Concerto para cravo José Carlos Araújo Cravo Rui Pinheiro Direcção

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) 250 anos do Nascimento
Concerto nº 14 KV 449 para piano e orquestra Inês Andrade Piano
Rui Pinheiro Direcção

ENTRADA LIVRE


ETIC é escola parceira do Lisbon Village Festival

O Lisbon Village Festival (LVF) – que inclui o primeiro festival internacional de cinema digital da Europa – escolheu a Escola Técnica de Imagem e Comunicação (ETIC) para sua escola parceira.

Esta parceria é fundamentada no reconhecimento da ETIC enquanto escola pioneira na áreas das Novas Tecnologias da Comunicação e Informação ao longo dos últimos 15 anos.

Por “escola parceira” entende-se a relação sincrónica entre LVF e ETIC, no âmbito de um projecto comum, através da qual a ETIC disponibiliza o seu know-how e os seus recursos humanos, logísticos, técnicos e operacionais para corresponder às necessidades do LVF no desenvolvimento do projecto.

O contributo da ETIC também se estende à organização de eventos próprios, como exposições e debates, no âmbito deste festival.

Esta parceria concretiza-se, assim, numa conjugação de esforços que tem como finalidade última a promoção, projecção e divulgação própria da vida e do espaço cultural de todos os intervenientes num projecto sem precedentes em Portugal, que tem a tónica nas Novas Tecnologias de Informação.

O protocolo de cooperação entre o LVF e a ETIC foi assinado em Maio de 2006 – ano da primeira edição do LVF - e é válido por um prazo médio de três a cinco anos.
ETIC- Escola técnica de imagem e comunicação.

Criada em 1991, em parceria com a Escola Superior de Comunicação, Imagem e Som, sediada em Madrid, veio dar resposta a uma necessidade de formação, existente em Portugal.

Ao longo dos 15 anos de existência, formou muitos dos profissionais que hoje se encontram nas várias empresas do audiovisual, som, design, multimédia, fotografia e publicidade.

É uma escola inovadora e pioneira em modelos de formação, orientada para as necessidades dos profissionais e das empresas.
Adequada às inovações tecnológicas das áreas da comunicação, conta com formadores que são profissionais reconhecidos nas áreas que ensinam.
A ETIC é uma escola que estimula a iniciativa e a criatividade na procura de novas soluções: os alunos participam regularmente em festivais, concursos, mostrando os seus trabalhos à comunidade e à crítica.

Onde Fica a Frontreira?

Os alunos da área de Formação Profissional em Teatro e Animação da CERCICA e da Escola Básica 2,3 da Galiza protagonizaram a peça “Onde Fica a Fronteira?”, que sobe ao palco do Teatro Gil Vicente, hoje, dia 23 de Junho, às 21H30.

Este espectáculo, encenado por Amélia Videira, surge como uma proposta de eliminação de todo o tipo de barreiras: das afectivas, das culturais e das sociais.

Onde Fica a Fronteira?” surge no âmbito do projecto “Guardiões da Acessibilidade”, desenvolvido pela Câmara Municipal de Cascais, com o objectivo de sensibilizar a população escolar para as questões da inclusão, da mobilidade e da educação para a cidadania, desenvolvendo parcerias locais entre escolas e instituições vocacionadas para o apoio a pessoas com deficiência.

A CERCICA – Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais, fundada em 1976, dedica-se à educação e reabilitação de cidadãos portadores de deficiência intelectual, desvantagem ou incapacidade.

Xavier Rudd da Austrália para Portugal



Da Austrália, chega mais uma estrela em ascensão para a fama platenária: Xavier Rudd.

Lisboa vai conhecê-lo no dia 26 de Junho, quando se apresentar no palco do Santiago Alquimista.

"Toca guitarra sincopada com apontamentos de jazz, na linha de Dave Matthews, com um toque ocasional de didjeridoo".

É assim que o "New York Times" descreve Rudd.

Outra forma de o descrever é como multi-instrumentista.

Em palco, como em estúdio, Rudd assume-se como uma "one man band" e toca todos os instrumentos: guitarra acústica, guitarra eléctrica, bateria, harmónica, banjo e didjeridoo.

Rudd lançou-se no mercado discográfico em 2002, com "To Let", mas o gatilho para a fama foi "Solace" (2005), um álbum que garantiu platinas e foi elogiado por nomes como Ani Di Franco e Jack Johnson.
O álbum que vem apresentar a Lisboa chama-se "Food In The Belly" e foi editado já este ano.

Xavier Rudd vai editar o seu novo álbum "Food in the Belly" em Agosto.
Texto: Publico.pt

O interprete seguirá depois para uma tour na Europa, estando no dia seguinte em Madrid, a 28 e 29 em Barcelona, terminando a 20 de Agosto em Stantford.

Katia Guerreiro actua no Castelo de S. Jorge

As origens do Fado são ainda uma incógnita e as opiniões sobre o assunto divergem e perduram. Todavia, é consensual que o Fado, e o seu processo histórico de afirmação, se resumem num modelo de constante evolução.

Neste projecto específico, o Fado é apresentado como uma abertura para o futuro,\nnunca como uma recusa do passado.
O desafio lançado aos artistas foi no sentido de associar o tradicional a novos projectos e a experimentação do Fado com outros géneros musicais.

O modelo original, sem nunca perder o seu lado "puro", dá origem a novas formas.
Trazer o Fado a um outro público, menos habituado a este género musical, mas também rasgar horizontes ao público tradicional do fado, apresentando projectos alternativos e emergentes são alguns dos objectivos da Festa do Fado que, em 2006, apresenta no Castelo de São Jorge a sua 3ª edição.

De salientar que os espectáculos da Festa do Fado são produzidos no âmbito da candidatura do fado a património mundial.

Destaque ainda para a abertura dos artistas ao desafio lançado e a disponibilidade para ousadas fusões artísticas.

Local: O espaço escolhido para a Festa do Fado é a Praça D'Armas do Castelo de São Jorge.


De regresso do país onde o seu primeiro cd, "FADO MAIOR", foi top de vendas Katia Guerreiro acaba de chegar de Seoul, capital da Coreia do Sul, onde deu dois espectáculos, nos últimos dias 7 e 10.
Nestes concertos cantou músicas do seu último CD "Tudo ou Nada" não deixando de contemplar algumas das músicas mais carismáticas dos cds anteriores.

No próximo dia 24, pelas 22 horas, na Praça d'Armas do Castelo de S. Jorge é a vez do público lisboeta ouvir Katia Guerreiro, num concerto integrado na Festa do Fado que este ano conta com a sua 3ª edição cujos espectáculos são produzidos no âmbito da candidatura do fado a património mundial.

Festival Urbano Pedras D'água



A riqueza do cruzamento entre a Arte e as áreas do conhecimento tem aberto novos campos de trabalho que permitem ao artista desenvolver a sua esfera de acção para além da dinâmica processo/produto artístico/circulação da obra.

A forma como o espectador observa, digere, analisa e critica uma obra artística levou as Artes Performativas Contemporâneas a questionar a fronteira de separação/ligação entre o emissor e o receptor.

Questões como "existência", "vida", "individual e colectivo", "cidadania"ou "relação" têm sido trabalhadas pelos investigadores de áreas tanto artísticas como científicas.

Na perspectiva do c.e.m-centro em movimento o agente artístico (investigador, criador, formador, produtor ou programador) tem um papel essencial na sociedade contemporânea enquanto pessoa activa, informada, crítica e atenta à pertinência do cruzamento dos conteúdos que desenvolve num contexto social, político e geográfico determinado.

O projecto Pedras d'Água na Baixa Lisboeta é ao mesmo tempo resultado e motor dessa forma integrada de agir.

Desde Janeiro a Julho uma equipa fixa de colaboradores do c.e.m, bem como muitos outros que voluntariamente se foram agregando, dedicou-se diariamente ao desenvolvimento de diversas acções com os habitantes, os lojistas e os espaços da baixa pombalina, aliando o estudo de material específico à observação e à intervenção, trabalhando desde o invisível ao visível, com a preocupação fundamental de estabelecer ligações e traçar caminhos em profundidade que enriqueçam a implicação do indivíduo numa teia colectiva.

Entre 26 de Junho e 7 de Julho vamos festejar o culminar deste ciclo com o Festival Urbano Pedras d'Água": : visitas guiadas, áudio tours, instalações no interior dos edifícios, espectáculos de palco, movimentações de rua, picnics e um grande baile.

Francisco José Viegas Recebe Grande Prémio de Romance e Novela

É já no Sábado, dia 24 de Junho, que Francisco José Viegas receberá o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (Associação Portuguesa de Escritores). A cerimónia, que terá lugar na Fundação Calouste Gulbenkian (Auditório 2), em Lisboa, às 11h30, será presidida pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

O escritor da ASA foi galardoado, no passado dia 7 de Junho, com o Grande Prémio de Romance e Novela da APE pela sua obra Longe de Manaus. Trata-se de um dos mais importantes prémios literários portugueses, no valor de 15 mil euros e registou na edição deste ano um número recorde de obras concorrentes, 90.

Longe de Manaus é um romance da solidão portuguesa...

Reconstruindo a própria linguagem do romance policial, subvertendo as suas regras, escrito em tons e linguagens distintos, Longe de Manaus é o romance da solidão portuguesa, o retrato distante e desfocado de um país abandonado às suas memórias e ao seu desaparecimento.

Francisco José Viegas é autor de diversos livros de poesia, de livros de viagem e de romances publicados pela ASA: As Duas Águas do Mar, Um Céu Demasiado Azul, Morte no Estádio, Um Crime na Exposição, Um Crime Capital, Lourenço Marques. Tem livros publicados na Alemanha, no Brasil e em França.

O Rei já está nas salas de cinema




Elvis Valderez (Gael Garcia Bernal) é um sonhador de 21 anos que acabou de ser honradamente exonerado da Marinha Norte Americana.

Com a sua mochila e espingarda, viaja de volta para a sua cidade natal de Corpus Christi no Texas, onde tenciona procurar o pai – um homem que apenas ouviu falar pela sua mãe mexicana, falecida entretanto.

Elvis rapidamente descobre que o pai, David Sandow (William Hurt), é agora pastor de uma igreja Baptista, com a sua própria família – uma bela mulher, Twyla (Laura Harring), e duas crianças perfeitas, Malerie (Pell James) e Paul (Paul Dano).
Quando procura o pai na igreja, Elvis involuntariamente começa a falar com Malerie que tem 16 anos e nasce uma imediata e implícita atracção entre eles.

Elvis espera pelo pai depois da missa e segue-o, e à sua família, para o seu bairro nos subúrbios, onde aborda Davis em frente à sua casa estilo Norman Rockwell.
O encontro é breve.
David não quer ter nada a ver com Elvis, que é uma lembrança desconfortável do seu próprio passado instável e um segredo bem guardado dos seus filhos e paroquianos.
Rejeitado, Elvis resolve deixar esta família feliz em paz.

No entanto, Elvis não consegue tirar da cabeça a imagem de Malerie, a sua meia-irmã, e não consegue deixar de ser seu amigo.
A relação rapidamente desenvolve para algo romântico e os tabus naturais são rapidamente descartados.
Durante a sua corte a Malerie, Elvis começa lentamente a infiltrar-se na família, preparando assim o “palco” para a libertação de violência e de uma tragédia de proporções bíblicas.

Efluvio Magnético no Teatro Municipal da Guarda


Numa produção da Galeria Zé dos Bois (ZDB) e do TMG, " Eflúvio Magnético" (síntese) reúne Fotografia, Instalação e Projecções, desenvolvidos nos últimos dois anos pela dupla Pedro Paiva e João Maria Gusmão, ambos galardoados com o prémio "EDP Jovens Artistas" de 2004.

A exposição vai estar patente na Galeria de Arte do TMG e em contaminação com outros espaços do TMG, como o Foyer do Grande Auditório, até ao próximo dia 23 de Julho. A exposição é comissariada por Natxo Checa, da ZDB.

ENTRADA LIVRE

Inside Out no Foyer do Pequeno Auditorio do TMG

Inside Out 2 - Exposição de trabalhos

O projecto Inside Out 2 decorreu entre Maio e Junho, na Casa de Saúde Bento Menni, com 13 doentes internadas, sob a coordenação da artista plástica Maria Lino.
De 9 a 30 de Junho , no Foyer do Pequeno Auditório, estão expostos os trabalhos finais elaborados pelas doentes. A entrada é livre.
O Projecto "Inside Out" é um projecto de acção cultural e social do Teatro Municipal da Guarda que decorre uma vez cada trimestre. Trata-se de um projecto que pretende valorizar a participação de públicos habitualmente esquecidos, dinamizando com estes actividades criativas que valorizem as suas capacidades. Nesta segunda edição, a artista plástica Maria Lino orientou um projecto intensivo na área da expressão plástica, durante o mês de Maio, com internados da Casa de Saúde Bento Menni.

São João à moda do TMG: Sardinha Session

Dia 23, no Café Concerto

O Teatro Municipal da Guarda não quis passar ao lado das festividades de S. João. Na sexta-feira, dia 23 de Junho, há "Sardinha Session", no Café Concerto do TMG. A partir das 18.00 horas, a música ao vivo é acompanhada por sardinha assada e caldo de grão, tal como manda a tradição!

ENTRADA LIVRE

Casa das Artes de Famalicão Apresenta Espectáculo de Dança Contemporânea

A Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão apresenta nos próximos dias 23 e 24 de Junho, sexta-feira e sábado, pelas 22h00, no grande auditório, a peça "Orquéstica" da coreografa Tânia Carvalho.

Através desta peça Tânia Carvalho procura trabalhar a sensibilidade dos corpos tentando, através dos bailarinos, comunicar com o público e com a sensibilidade deste.

Segundo a crítica, o trabalho coreográfico que Tânia Carvalho desenvolve desde 1999 tem-se revelado como sendo um dos mais importantes da dança contemporânea portuguesa. A segurança, claridade e limpeza das suas propostas permite-lhe comunicar com o público de uma forma natural, orgânica, despretensiosa, honesta e onde elementos como a ironia e o sarcasmo são acompanhados de emoções primordiais como o amor, o desejo ou a ambição, entre outros.

Em "Orquéstica" passam pelo palco oito intérpretes, inclusive a própria Tânia Carvalho que comunica 100% coreograficamente, conseguindo um objecto puro, intenso, e profundamente humano.

A peça "Orquéstica" significa exactamente aquilo que a definição desta palavra (que caiu em desuso) quer dizer: a arte dos movimentos rítmicos do corpo; arte da dança. E é a base dessa ideia de regresso a algo intrínseco que torna este espectáculo num objecto contemporâneo e subtilmente nostálgico.




O esplendor do movimento... a materialização da existência... eu existo...

A luz está a ficar um pouco mais clara mas o céu continua carregado de nuvens. Carregado de forma a não se perceber a forma das mesmas. Todas juntas fazem uma grande placa de nuvem. Uma mancha. Uma cortina horizontal dentro das formas redondas da terra. Mas plana e horizontal aos nossos olhos que pouco alcançam afinal.

Apetecia-me explicar esta peça não só por palavras mas usar alguns sons, alguns gemidos e gestos, mas esses não os consigo escrever. Os nossos corpos são sensíveis. E é com isso que me interessa trabalhar. Usar o meu corpo que cria, o dos bailarinos que interpreta e o do público que recebe. E assim através da sensibilidade nos entendermos.

Quanto mais penso mais paro, para me voltar a mexer, para voltar a pensar. Tudo o que pensei fica lá para trás, mas faz falta para chegar onde cheguei. Digo (fica lá para trás) porque depois quando vejo, outra e outra vez, aquilo que fiz, já penso outra coisa.

Mesmo que nada aconteça, dançaremos em forma de sentimento "e para as lembranças, as impressões dos sentidos constituem um húmus mais profundo que os melhores sistemas e métodos de pensamento. Hermann Hesse, em "O jogo das contas de vidro".

Escrevo com muitas reticências mas só assim consigo. Faltam-me os sons, os gemidos e os gestos.


Tânia Carvalho

Chistopher Cross pela Primeira vez em Portugal


CCB, Grande Auditório
23 de Julho de 2006, 21h Grande Auditório

Se por acaso mencionar o nome Christopher Cross a um grupo aleatorio quase de certeza que receberá uma das seguintes respostas: “Ah, sim – ‘Sailing’!” “Adorei aquela música do Arthur.” a ’Ride Like the Wind’ era a maior!” Aprofundando mais a questão, as mesmas pessoas poderão até comentar “Por onde é que ele anda?” ou “Só saiu aquele album verde com a cegonha na capa e ele depois desapareceu?”

Mencione a estas pessoas outro títulos – “Never Be the Same,” “Think of Laura”, “All Right,” e por aí -- e muito provavelmente conseguirá registar o reconhecimento. “Pois é-, parece que ele teve mais êxitos”, ou talvez, “Agora já me lembro – o seu segundo album era aquele cor-de-rosa com um pato na capa.”

Eram flamingos, mas não interessa. A questão é que o Sr.Cross nunca foi-se embora.

Muitas tournées mundiais, cinco Grammys e um Oscar depois, e pela primeira vez em Portugal, Christopher Cross traz a Lisboa o seu oitavo (oitavo!!) album e a sua nata das natas - “The Definitive”.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Festa electrónica no Porto

Mafalda Veiga actua no Du Arte Garden

Em concerto agendado para hoje, Mafalda Veiga é a segunda atracção do ciclo de “Grandes Concertos do Casino Estoril”.
A partir das 23 e 30, no Du Arte Lounge, “estarão em destaque os temas do último disco de originais, “Na Alma e na Pele”, mas vamos interpretar canções de todos os discos”.

“Na Alma e na Pele” é um trabalho com propostas de diferentes sonoridades e com um cuidado maior na escolha de sons, tanto de teclados como de guitarras eléctricas, e arranjos que misturam o intimismo e a força de uma forma que me parece muito conseguida”, diz Mafalda Veiga.

Segundo a artista, que assina as letras e as músicas, é “um disco de contos”, em que cada canção conta uma história que vai de uma espécie de “conto infantil”, como “O Menino do Piano”, à maturidade do “Quando” ou à linguagem para cinema usada no “Filme”.

No Du Arte Lounge, Mafalda Veiga será acompanhada por António Pinto e João Barbosa nas guitarras; Filipe Raposo no piano, wurlitzer e acordeão; Nuno Allan, no baixo e Vicky na bateria.
A preparar e a gravar o próximo disco de originais, Mafalda Veiga adianta, “não há uma data em concreto para o seu lançamento. Estamos à procura de sonoridades e abordagem dos temas que nos parecem mais interessantes”.

Recorde-se que, por causa deste novo disco, Mafalda Veiga reduziu o número de espectáculos para este Verão. No entanto, a sua “tournée” tem paragem obrigatória no Casino Estoril, um espaço que lhe traz recordações especiais.

O concerto de Mafalda Veiga será precedido, a partir das 21 horas, pelos habituais grupos musicais que asseguram a animação do Du Arte Lounge. A entrada é gratuita mas, por imperativo legal, o acesso é reservado a maiores de 18 anos.

Os Azeitonas no Maxime

Depois de uma electrizante performance no concerto inaugural da digressão, no Teatro Sá da Bandeira do Porto, os Azeitonas rumam ao Sul.

Passando por Santarém e Albergaria-a-velha, é a vez da Capital, no Maxime pelas 22h30, sentir o pulsar deste novo espectáculto dos Azeitonas.

No concerto do Porto foi visível a emoção dos presentes ao verem José Cid e Rui Veloso dividirem o palco com os novos benjamins da música ligeira portuguesa.

José Cid e Rui Veloso, juntos em palco durante o concerto dos Azeitonas. Para ver videos do evento clique aqui.

Agora, será a vez de Armando Gama alinhar com a Boysband de Garagem do momento, para uma inesquecível performance de "Esta Balada que te Dou".

Desde que o estatuto de "Azeitola" (lê-se azeitôla...) ganhou chancela oficial, em pouco mais de um mês mais de duzentas fãs dos mais diversos pontos do país se inscreveram, passando assim a fazer parte dessa falange feminina de apoio à música ligeira portuguesa!

As Azeitolas que se inscreverem até dia 21 de Junho poderão obter o fantastico KIT da Azeitola (sorteio de uma viagem ao sul de Espanha!), que será entregue no Maxime, dia 22 de Junho, mesmo antes do concerto.

AJ: voz e guitarra
Marlon: voz
ScratchNena: coros
Salsa: teclas, coros
Direcção musical de Ginho Marques
Baixo: Rogério Santos
Bateria: João Vaz
Guitarra: The Horn Flakes
PJ, Filk e Miguel: secção de metais (sax, trompete e sax barítono)

O Gingal de Anton Tchekov estreia na Cornucópia

Ciclo Cultural XXI apresenta Violino Arcodeão

Conferências Antoninas

Casa Museu Bissaya Barreto