segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Arte Acrobática no Casino Lisboa



Arte acrobática do Novo Circo em Março no Casino Lisboa





A verdadeira arte do Novo Circo continua a surpreender o público do Casino Lisboa, todas as noites, no espaço central do Arena Lounge.


Nas duas primeiras semanas de Março, Natália Goncharova protagoniza um número de Aerial Straps, enquanto no dia 16, Victor e Natalia propõem um número de Forças Combinadas, que exibem até ao final do mês.
Com um original exercício de Aerial Straps, Natália Goncharova constitui uma das novas atracções do Novo Circo para Março.


Na próxima Quinta-Feira, a artista russa inicia, assim, um ciclo de espectáculos que se prolonga até ao dia 15.
Nascida em Moscovo, Natalia Goncharova é uma ginasta aérea com um assinalável percurso internacional, tendo actuado em países como Espanha, Itália, Suécia ou Bélgica.


Em 2004 ganhou um Golden Circus, no festival de artistas de circo de Roma.
Apaixonada pelo “glamour” dos anos de ouro de Hollywood, Natalia Goncharova transporta esta atmosfera especial para o seu número de Aerial Straps, conseguindo envolver o público.



Discípulos da escola de circo da antiga União Soviética, Victor e Natalia apresentam um número de Forças Combinadas de grande mestria técnica.


Com uma apreciável sincronia, a leveza com que realizam os seus movimentos quase faz esquecer a dificuldade do exercício.
Com várias exibições nos mais importantes palcos mundiais, esta prestigiada dupla já recebeu numerosos prémios.


No dia 16, estreiam um exercício, a não perder, no Arena Lounge.



Com entrada livre, as actuações de Novo Circo podem ser vistas, todos os dias, pelos visitantes do Arena Lounge do Casino Lisboa:



- De 1 a 15 de Março: Natalia Goncharova em Aerial Straps
- De 16 a 31 de Março: Victor e Natalia em Forças Combinadas

STOMP no Porto


Venha conhecê-los!

Depois de Lisboa, os STOMP prometem fascinar a Invicta. De 28 de Fevereiro a 4 de Março no Coliseu do Porto.

Coliseu do Porto28 Fevereiro a 4 Março

28 Fev a 4 Mar às 21h30 Sábado e Domingo também às 16h

Preço dos bilhetes 22,5€ a 35€
Bilhetes à venda no Coliseu do Porto, FNAC, Abreu

e em www.ticketline.sapo.ptInformações

Bilhetes à venda no Coliseu do Porto, FNAC, Abreu

em www.ticketline.sapo.ptInformações e reservas 707 234 234

Homenagem a Agustina Bessa Luis



Edição especial da “Egoísta - Agustina”
em postos de venda seleccionados


Em homenagem a Agustina Bessa-Luís, a edição especial da “Egoísta” já está disponível em vários pontos de venda seleccionados.

A revista da Estoril Sol dedica, assim, um número exclusivo ao percurso impar de uma das escritoras mais importantes da Língua portuguesa.

Trata-se de outra “Egoísta” para guardar, que pode ser adquirida, também, por assinatura.
A “Egoísta” reuniu os amigos da escritora, do seu círculo mais próximo, e que lhe prestam, assim, um tributo, depois da publicação do romance “A Ronda da Noite”, que tem merecido as melhores referências da crítica especializada.
É a terceira vez, que a “Egoísta” edita uma edição extra.

Com mais de 80 páginas, adopta um formato semelhante à homenagem a Sophia de Mello Breyner e ao Tributo a Nova Iorque.
Nesta palavra dos outros dirigida a Agustina Bessa-Luís participam Alberto Luís, Almeida Faria, Augusto Brázio, Dinis de Abreu, Eduardo Prado Coelho, Fernando Pinto do Amaral, Francisco José Viegas, Frederico Lourenço, Hugo Neves, Inês Pedrosa, João Lopes, José Manuel Mendes, Lidia Jorge, Maria Carapeto, Maria, Velho da Costa, Mário de Carvalho, Patrícia Reis e Rui Vasco, para além de Mário Assis Ferreira, que assina uma carta aberta.


Num editorial em formato epistolar, escreve Mário Assis Ferreira sobre Agustina: “ É esse espontâneo desassombro, essa aparente despreocupação com que observa o mundo e nos devolve – a nós que a lemos, a nós que a queremos conhecer sempre mais – aquela sua peculiar interpretação do mundano e do substantivo, do prosaico e do sublime, que constitui essa tão preciosa dádiva e permanente surpresa de uma inteligência que não desiste de nos assombrar”.


Com um percurso incontornável na ficção portuguesa contemporânea, Agustina Bessa-Luís assinou obras como “A Sibila”, “Sermão de Fogo”, “As Relações Humanas”, “A Bíblia dos Pobres”, “Fanny Owen”, “Um Bicho da Terra”, “Prazer e Glória” ou “Vale Abraão”.
Distinguida com numerosos prémios pela sua notável carreira, Agustina Bessa-Luís tem presidido ao Júri do Prémio Literário Fernando Namora nos últimos cinco anos.

Mais uma cena de " É a Cultura, Estúpido "

É a Cultura, Estúpido!

28 de Fevereiro, quarta-feira, às 18h30

Jardim de Inverno

Portugal: espiões e espionagem

Em Portugal lêem-se romances policiais como se de uma realidade inverosímil se tratasse.
Mas, e se essa inverosimilhança for só aparente?
José Vegar acaba de lançar um livro que fornece novas pistas sobre o mundo em que vivemos. Um mundo de espiões e espionagem, de que muitos se julgam arredados.
Aborda o terrorismo islâmico, os escombros do 11 de Setembro, o crime organizado ou o branqueamento de dinheiro como principal motor da actividade criminosa.
«Serviços Secretos Portugueses – História e Poder da Espionagem Nacional» (A Esfera dos Livros) é o ponto de partida para a sessão deste mês.
José Vegar é o convidado do É a Cultura, Estúpido!

Com Anabela Mota Ribeiro, Daniel Oliveira, José Mário Silva, Nuno Artur Silva e Pedro Mexia.

Exposição no Museu Nacional de Arte Antiga a partir de 1 de Março


" A Morte de Danton na Garagem " no Teatro Taborda






A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural e o Teatro da Garagem apresentam






“A Morte de Danton na Garagem”, em cena no Teatro Taborda, de 1 a 25 de Março.



A peça é da autoria de Carlos J. Pessoa e assume-se como um ensaio do original “A Morte de Danton” de George Bϋchner.

Na época do Terror pós Revolução Francesa, George Danton é a personagem que interroga a lógica, internamente absurda, do exercício do poder que ajudou a instaurar e que, agora, se revela corrupto e aterrador.



Danton é o nome que a morte apresenta e que simboliza a existência de todos nós, é causa, produto e vítima desse terror.

O espectáculo está estruturado em três planos: a Revolução, o Terror e o Teatro.



As personagens dividem-se em Brancos (partidários de Danton), Vermelhos (agentes do Terror) e Negros (partidários do Teatro).


“A Morte de Danton na Garagem” é uma peça sobre a dissolução dos sentidos, o vazio da existência humana e sobretudo sobre a morte.



Esta versão procura confrontar a experiência artística, as opções formais e ideológicas, com o projecto do autor.

A pensar nos pais, o Teatro da Garagem criou um sistema gratuito de acompanhamento para crianças durante o decorrer dos espectáculos.



Numa primeira fase este serviço estará apenas disponível nos dias 10 e 17 de Março.

79º Espectáculo da entrega dos Óscares

Realizou-se ontem, em Hollywood, a 79ª cerimónia da entrega dos óscares nas várias categorias.

Sem grandes surpresas, a distribuição foi a seguinte:

Melhor Filme - The Departed-entre inimigos

Melhor Realizador - Martin Scorcese ( The Departed)

Melhor Actriz Principal - Helen Mirren ( A Rainha )

Melhor Actor Principal - Forrest Withaker ( O Último Rei da Escócia )


Posteriormente faremos uma notícia mais completa com a indicação dos premiados em todas as categorias.

sábado, 24 de fevereiro de 2007

Livro de José Manuel Freire



A Atlântida e a Verdade (Re)velada -José Manuel Freire



28 Fev - 4ªf - 21h30Galeria Matos Ferreira (Bairro Alto - Lisboa)




Lançamento da obra "A Atlântida e a Verdade (Re)velada", com a presença do autor José Manuel Freire e do editor Alexandre Gabriel, no dia 28 de Fevereiro, pelas 21h30, na Galeria Matos Ferreira, no Bairro Alto, em Lisboa.

«O mérito deste livro, se outros não tivesse – e sem dúvida os tem –, é o de não só tentar fundamentar e justificar, desse modo, as afirmações produzidas, como as de enquadrar num todo mais vasto, apresentando algumas das bases essenciais do sistema esotérico.
Com efeito, o Esoterismo não pode, não deve ser visto como um conjunto de sustentações desconexas, que apelam à crença, mas como um todo sistemático e coerente, que apela à compreensão.


Essa noção de um todo integrado, está manifestamente presente neste livro, em especial nos primeiros Capítulos.
Por outro lado, sem se cair num subjectivismo perigoso e na ainda mais perigosa febre das revelações, não podemos prescindir das fontes tradicionais por onde perpassa a Sabedoria de todos os tempos.


Por isso, fez muito bem o Autor em ir buscar a Platão e a textos como os Vedas e os Puranas hindus ou registos da Pérsia, da Babilónia, da Suméria, do Egipto, do México, da Escandinávia e da Irlanda, sem esquecer as diferentes Mitologias e a matriz cabalística da Bíblia, fundamentos e apoios para as suas considerações acerca de ciclos passados da evolução da Terra e da Humanidade.
A referência, pelo Autor, à grande e inultrapassável síntese do Conhecimento Oculto, da filosofia, da religião, da ciência e das mitologias e tradições mais diversas que é 'A Doutrina Secreta', de Helena Blavatsky é não só uma garantia de qualidade como um indicador de onde pode ser buscada a informação de maior valor e credibilidade.


À sua luz, eventuais erros que posteriormente, mesmo que de forma bem-intencionada, tenham sido cometidos, podem sempre ser corrigidos.»
(José Manuel Anacleto Presidente do Centro Lusitano de Unificação Cultural in Prefácio)

Galeria de Arte Matos Ferreira Bairro Alto, R. Luz Soriano, 14 e 18, 1200-247 Lisboa



TransportesCarro: Parques de estacionamento na Praça Luís de Camões e Calçada do Combro


Metro: Baixa-Chiado -


Autocarros: 58, 92, 100 e 202


Eléctricos: 28

Programação do Teatro Azul


PROGRAMAÇÃO DO TEATRO AZUL

«FERNANDO PESSOA por Nuno Miguel Henriques»

Local: Mosteiro dos Jerónimos
Horário: todas as Segundas-feiras, ás 11.00
e às 15.00 horas



HISTÓRIA DE PORTUGAL EM UMA HORA”

Local: Teatro Azul - Sala de Estúdio / Lisboa
Datas: de Outubro de 2006 a Junho de 2007
Horários: De Segunda a Sexta-Feira às 11:00h e às 15:00h, com marcação prévia.

Outros Locais:
Beja - 02 de Março de 2007
Portimão - 19 de Abril de 2007
Faro - 20 de Abril de 2007


«PALAVRA DOS POETAS»

Local: Teatro Azul - Sala de Estúdio / Lisboa
Datas: de Outubro de 2006 a Junho de 2007
Horários: De Segunda a Sexta-Feira às 11:00h e às 15:00h, com marcação prévia.

Outros Locais:
Beja - 02 de Março de 2007
Portimão - 19 de Abril de 2007
Faro - 20 de Abril de 2007


«UM PODER CHAMADO PALAVRA»

Local: Teatro Azul - Sala de Estúdio / Lisboa
Datas: de Outubro de 2006 a Junho de 2007
Horários: De Segunda a Sexta-Feira às 11:00h e às 15:00h, com marcação prévia.



O TEATRO AZUL, para além de ter estes espectáculos em cena nos locais, dias e horários já referidos, realiza também itinerâncias.

Para informações respeitantes a estas, temos à disposição a nossa Linha Azul 808 20 16 13, assim como telefones, fax e endereço de correio electrónico.

Música na Igreja da Madalena


MÚSICA SACRA RENASCENTISTA REVISITADA NA IGREJA DA MADALENA, EM LISBOA

O recital, que conta com a presença do Coral Vértice, insere-se no III Ciclo de Concertos de Música Sacra organizada pelas paróquias da Baixa e Chiado que, de Fevereiro a Maio, irá encher as Igrejas do coração da capital de vozes e sinfonias.


Uma vez mais, a música sacra é o tema central da iniciativa organizada pelas paróquias, que visa recuperar estas obras musicais no espaço para o qual foram compostas e simultaneamente revitalizar a animação sócio-cultural da Baixa-Chiado.

O Coral Vértice apresenta ao público uma sequência de peças de vários compositores da música sacra renascentista, que vão desde o séc. XV ao séc. XVII. Obras como “Oculi Mei”, de Estêvão Lopes Morago (1575-1630) e “Velum Templi”, de Francisco Martins (1617-1682), complementam, entre outras, quatro obras de Tomás Luís de Victoria (1548-1611), entre as quais “O vos omnes”, às quais se juntam as versões da mesma sinfonia de Loyset Compère (1445-1518), Luís de Milán (1500-1561) e Diogo Dias Melgaz (1638-1700).

Em especial destaque, pela curiosidade, surgem também as interpretações do coro de “In die tribulationis”, uma composição musical de Damião de Góis (1502-1574), mais conhecido como escritor e humanista, e ainda “Crux Fidelis”, uma peça cuja autoria foi atribuída a D. João IV (1604-1656).

Revista na Casa do Artista

4ª. FEIRA, 28 DE FEVEREIRO, ÀS 21,30H., SESSÃO EXTRA COM A REVISTA "JÁVIRAM ISTO?!...", COM RECEITA A REVERTER A FAVOR DA "APOIARTE-CASA DOARTISTA".

Como vai sendo habitual todos os anos, a empresa e todo o grupo de trabalho doTeatro Maria Vitória levam a efeito uma sessão extraordinária com o seuespectáculo no cartaz, em dia não habitual de sessão para que todoscolaborem, fazendo reverter a receita integral a favor da obra social da"Apoiarte-casa do Artista".

Os bilhetes já estão à venda na bilheteira do Teatro Maria Vitória e Ticket Line.




[Jazz]
Domingo, 25 de Fevereiro
McCoy Tyner Trio
McCoy Tyner piano
Gerald Cannon contrabaixo
Eric Kamau Grávátt bateria, percussão
22h00 Sala Suggia 30 €



McCoy Tyner, um dos nomes mais significativos do jazz, actua na Casa da Música no domingo, 25 de Fevereiro, às 22h00, na Sala Suggia.


O pianista, que se evidenciou no mundo do jazz ao acompanhar John Coltrane, tem actualmente uma carreira de mais de 50 anos.


Apresenta-se neste concerto com Gerald Cannon, no contrabaixo, e Eric Kamau Grávátt, na percussão.
Depois da experiência marcante com Coltrane, Tyner estreou-se a solo no final de década de 60 e editou o álbum “The Real McCoy”, considerado um dos melhores do seu tempo.
Nascido em Filadélfia em 1938, McCoy Tyner começou a tocar piano aos treze anos, influenciado por Bud Powell, Art Tatum e Thelonious Monk, numa época em que no seu bairro viviam músicos como Lee Morgan, Archie Shepp, Bobby Timmons, Reggie Workman e, mais tarde, Bud Powell, seu ídolo.
O encontro com Coltrane deu-se aos 17 anos, quando Tyner tocava num clube de Filadélfia e o saxofonista integrava a banda de Miles Davis.


Nesta altura, Coltrane, cujo estilo estava ainda em formação, tocava ocasionalmente com outros músicos.


Com Tyner, o entendimento foi tão profundo que, quando abandonou o grupo de Miles para fundar o seu, em 1960, Coltrane chamou o pianista para o acompanhar, numa colaboração brilhante que se prolongou até 1965.


As gravações históricas como “Africa Brass”, “A Love Supreme” e “My Favorite Things” fazem parte desta época.
Ao mesmo tempo, McCoy Tyner gravou os seus próprios álbuns para a editora Impulse! e, mais tarde, para a Blue Note.


No início de 1970 assinou com a editora Milestone, onde gravou discos que são absoluta referência na história do jazz, como “Sahara” ou “Enlightenment”.


Desde então, Tyner tem trabalhado regularmente em quarteto, big band ou trio, gravando para várias editoras.


No seu currículo contam quatro Grammys (1992, 1994, 1995 e 2004), cerca de 80 álbuns editados e uma distinção de Jazz Master, atribuída pela National Endowment for the Arts, em 2002.
O McCoy Tyner Trio é composto, para além do pianista, por Gerald Cannon no contrabaixo e Eric Kamau Grávátt na percussão e bateria.
Gerald Cannon, músico, compositor e pintor, nasceu no Wisconsin e recebeu a sua primeira influência musical de seu pai que era guitarrista.


Aos 12 anos, Gerald Cannon já actuava como baixo no grupo de seu pai, “The Ghost Expressions”, desenvolvendo a partir de então uma carreira musical.
Eric Kamau Grávátt assegura a percussão e bateria no Trio de McCoy Tyner.


Natural de Pennsylvania, Grávátt actua regularmente em ensemble ou orquestra, e tem vindo a associar-se a nomes como Freiderich Gulda, Freddie Hubbard, Roberta Flack, Charles Mingus, Donald Byrd, Howard Roberts, Pharoah Sanders, The McCoy Tyner Big Band ou Charnett Moffett, entre muitos outros.


Segunda-feira, 26 de Fevereiro
Orquestra de Jovens Holandesa
Jurjen Hempel direcção musical
Liza Ferschtman violino
19h30 Sala Suggia 5 €

A Orquestra de Jovens holandeses (Nederlands Studenten Orkest, NSO) dá um concerto no dia 26 de Fevereiro, às 19h30, na Sala Suggia da Casa da Música.

No ano em que completa o 55º aniversário, a NSO sobe ao palco sob a direcção do maestro Jurjen Hempel, para apresentar uma nova obra do compositor holandês Martijn Padding.
“Duas Cenas para Orquestra” é seguida pelo primeiro concerto para violino e orquestra de Sergei Prokofiev, em que Liza Ferschtman, uma talentosa violinista holandesa, é a solista.

O concerto termina com a Quinta Sinfonia de Mahler.
A NSO é uma orquestra sinfónica renovada todos os anos que reúne estudantes de universidades holandesas, seleccionados em audições, para tocar apenas durante o mês de Fevereiro.

Após 10 dias de ensaio, a orquestra prossegue o seu trabalho com uma digressão de 11 dias pelas mais importantes salas de concerto holandesas.

Em seguida, como é tradição, visita um país estrangeiro.

Em anos anteriores, a NSO apresentou-se em Dublin, Viena, Praga e Berlim e em 2002 celebrou o seu 50º aniversário em Carnegie Hall, em Nova Iorque.

O maestro Jurgen Hempel estudou direcção com David Porcelijn e Kenneth Montgomery no Conservatório de Utrecht e foi assistente dos maestros Edo de Waart, Hans Vonk e David Robertson.

Na temporada de 1996-1997 Jurjen Hempel foi nomeado Maestro Assistente de Valery Gergiev com a Filarmónica de Roterdão.

Em Maio de 1997 foi aclamado pela sua estreia com a Orquestra do Concertgebouw de Amesterdão. Tem dirigido, regularmente, os Asko Ensemble, Nieuw Ensemble, Netherlands Wind Ensemble, Ensemble Contrechamps em Genebra, o Schönberg Ensemble, o Remix Ensemble da Casa da Música no Porto e a Orquestra de Volharding, de quem é maestro titular. Apresentou-se na Alemanha, França, Rússia e Estados Unidos, tendo sido residente no Lincoln Center
em Nova Iorque.

A violinista Liza Ferschtman é uma das mais importantes artistas da sua geração.

Filha de músicos russos, iniciou os estudos de violino aos cinco anos, com Philipp Hirschhorn. Depois de vencer várias competições nacionais durante a adolescência, Liza Ferschtman conquistou o Philip Morris Finest Selection Award e vários prémios na International Violin Competition of Sion, na Suiça.

Apresenta-se, regularmente, em França, Bélgica, Alemanha, Reino Unido, Rússia, Estados Unidos, Suiça e Áustria.

Liza é conhecida pelo equilíbrio entre as suas qualidades emocionais e intelectuais.

Tocou com quase todas as orquestras holandesas, entre as quais a do Concertgebouw e a Filarmónica de Roterdão, para além de orquestras estrangeiras, tais como a Filarmónica de Praga, a Orquestra de Câmara Liszt, a Orquestra de Câmara da África do Sul, da Rádio da Eslovénia, a Sinfónica de Israel, trabalhando sob a direcção dos maestros Leonard Slatkin, Lev Markiz, Lawrence Renes, Jaap van Zweden, Frans Brüggen, Ed Spanjaard, Thierry Fisher, Mendi Rodan e Shlomo Mintz, entre outros.

Este ano, Liza Ferschtman passará a ser a directora artística do mais importante festival de música de câmara do país, em Delft.



Programa


Martijn Padding Duas Cenas para Orquestra
Sergei Prokofiev Concerto para violino e orquestra nº1
Gustav Mahler Sinfonia nº 5

Ciclo de novos compositores no Teatro S. Luiz









Peças Frescas

Novos compositores


26 de Fevereiro

Segunda-feira às 18h30

Jardim de Inverno


Estreia de obras de alunos da classe de Composição da Escola Superior de Música de Lisboa.


João Fernandes
Gonçalo Gato
Sara Claro
Ana Seara
Manuel Durão
Sofia Borges
Carlos Filipe Cruz
Júlio Costa
Diogo Alvim
Pedro Sousa


As peças serão interpretadas por alunos das classes de instrumento e alguns músicos convidados.


Coordenação: Luís Tinoco, Ana Seara e Sofia Sousa Rocha


Entrada livre

Ciclo Novos x9 Um ciclo dedicado à revelação de novos talentos em diversas áreas de criação artística.

Ciclo de novos compositores no Teatro S. Luiz









Peças Frescas

Novos compositores


26 de Fevereiro

Segunda-feira às 18h30

Jardim de Inverno


Estreia de obras de alunos da classe de Composição da Escola Superior de Música de Lisboa.


João Fernandes
Gonçalo Gato
Sara Claro
Ana Seara
Manuel Durão
Sofia Borges
Carlos Filipe Cruz
Júlio Costa
Diogo Alvim
Pedro Sousa


As peças serão interpretadas por alunos das classes de instrumento e alguns músicos convidados.


Coordenação: Luís Tinoco, Ana Seara e Sofia Sousa Rocha


Entrada livre

Ciclo Novos x9 Um ciclo dedicado à revelação de novos talentos em diversas áreas de criação artística.

Conferência sobre Arqueologia em Lisboa

Conferências da Associação dos Arqueólogos Portugueses> Museu do Carmo dia 27 de Fevereiro

A Secção de História da Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP) apresenta no corrente ano académico (2006/07) o seu II Ciclo de Conferências, subordinado ao tema: Arqueologia das Cidades Históricas e Turismo Cultural.
Pretende-se com esta iniciativa apresentar o estado actual do conhecimento de algumas cidades antigas (Lisboa, Coimbra e Porto), nas quais recentes contribuições da investigação arqueológica e histórica têm sido fundamentais para a criação de novos pólos de interesse no âmbito do turismo cultural.

PRÓXIMA SESSÃO: " O Caso de Coimbra "
Dia 27 de Fevereiro de 2007> 18h Ruínas do Carmo, em Lisboa
Um "olhar arqueológico" sobre Coimbra: da civitas de Aeminium à madina Qulimbriya.> Prof. Doutora Helena Catarino - Universidade de Coimbra>> Projecto de valorização do Mosteiro de Santa-Clara-a-Velha: o emergir de um mosteiro quatrocentos anos esquecido... devolver o sítio à cidade.>
Dr. Artur Corte-Real - IPPAR/Direcção Regional de Coimbra

Exposição Canina em V.F.de Xira

Fim-de-semana de 24 e 25 de Fevereiro, no Pavilhão do Parque Urbano do Cevadeiro14.ª Exposição Canina Internacional

Serão mais de 700 (setecentos) os exemplares das mais variadas raças que nofim-de-semana de 24 e 25 de Fevereiro vão marcar presença na 14.ª ExposiçãoCanina Internacional de Vila Franca de Xira.
certame, promovido pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Pelouro deTurismo, com o apoio do Clube Português de Canicultura, vai realizar-se noPavilhão do Parque Urbano do Cevadeiro (Vila Franca de Xira) e deverá atrair,ao longo dos dois dias, alguns milhares de visitantes.
Sábado – 24 de Fevereiro09.30 Horas – Admissão dos exemplares.10.30 Horas – Início dos julgamentos – 1.º, 3.º, 5.º, 6.º, 8.º e 10.º Grupos.12.00 Horas – Monográfica do Cão da Terra Nova.
Finais dos Grupos.14.30 Horas – Continuidade dos julgamentos/ Finais dos Grupos.
Domingo – 25 de Fevereiro09.00 Horas – Admissão dos exemplares.10.00 Horas – Início dos julgamentos – 2.º, 4.º, 7.º e 9.º Grupos.16.30 Horas – Finais dos Grupos, seguindo-se a eleição do BIS (Best in Show) –Melhor Exemplar da Exposição.

ONP toca " Pedro e o Lobo" de Prokofiev

ONP
Mark Stephenson direcção musical
21h00 Sala Suggia 15 €


Programa

I
Nuno Malo Suite de The Celestine Prophecy
Bernard Herrmann Suites de The Man Who Knew Too Much, Psycho e Marnie

II
Sergei Prokofiev Pedro e o Lobo
Com projecção do filme de Suzie Templeton

Os instrumentos da ONP assumem uma vida nova nos dois concertos a 24 de Fevereiro, em que a orquestra residente da Casa da Música interpreta a obra “Pedro e o Lobo”, de Sergei Prokofiev, e assegura o acompanhamento sonoro do filme, com o mesmo nome, de Suzy Templeton que é projectado, em estreia ibérica, na tela da Sala Suggia.

Dando voz às personagens do filme, a flauta da ONP faz de pássaro, o oboé e o seu som nasalado de pato, o clarinete com a sua melodia astuta é o gato, o fagote com a sua voz grave é o avô, as ferozes trompas o lobo, e os caçadores são representados pelas madeiras, ficando o naipe das cordas com a honra de apresentar o herói, Pedro.
“Pedro e o Lobo” é um conto musical escrito por Sergei Prokofiev (1891-1953) que se destinava a ser apresentado em projectos educativos, com o objectivo de dar conhecer às crianças os instrumentos que compõem uma orquestra.
Na sua primeira versão, preparada para ser contada sem imagens, um narrador apresentava os instrumentos e atribuía-lhes personagens, fazendo uma pequena introdução da história.
Realizado por Suzie Templeton, e com estreia ibérica neste dia, o filme “Pedro e o Lobo” foi apresentado pela primeira vez no final do ano passado, no Royal Albert Hall, em Londres, num concerto pela Philharmonia Orchestra, sob direcção de Mark Stephenson.

Bandas sonoras de filmes de Hitchcock

Às 18h00 a obra de Prokofiev e o filme de Suzie Templeton são apresentados enquanto concerto para toda a família, beneficiando os jovens com menos de 18 anos de um desconto de 50 por cento sobre o preço do bilhete.
As duas obras regressam pelas 21h00, no âmbito da 27ª edição do Fantasporto, integradas num programa mais alargado que acolhe, na primeira parte, criações de Nuno Malo e de Bernard Herrmann, considerado o maior compositor de bandas sonoras para cinema.
Criadas por Bernard Herrmann, as bandas sonoras dos filmes de Alfred Hitchcock “The Man Who Knew Too Much” (“O Homem que sabia demais”), “Psycho” e “Marnie” vão estar em evidência na primeira parte deste concerto da ONP.
A partitura da banda sonora de “Psycho” (estreado em 1960 e considerado um dos melhores filmes do realizador) foi eleita em 2005, pelo American Film Institute, como a quarta melhor banda sonora do cinema americano.
Em 12º lugar ficou a banda sonora de “Vertigo” (Hitchcock) também da autoria de Herrmann.
O som e o ambiente psicótico, típico dos filmes de Alfred Hitchcock, contrastam com a partitura de Nuno Malo para “The Celestine Prophecy” (“A Profecia Celestina”) que a ONP executa na primeira parte do concerto.
Oriundo de uma família russa judaica, Bernard Herrmann desde muito cedo revelou um grande talento que foi fomentado pelos pais.
Com apenas 13 anos, ganhou o seu primeiro prémio de composição e aos 20 formou a New Chamber Orchestra de Nova Iorque.
Três anos mais tarde juntou-se à CBS e, pouco depois, assumia a direcção da sua orquestra.

Natural da Madeira, onde nasceu em 1977, Nuno Malo fez os seus estudos superiores em Londres, vindo a formar-se em instrumentação e composição para filmes e televisão na Universidade de Southern Califórnia.
Em 2006 foi escolhido, através de audições, para compor a banda sonora para “The Celestine Prophecy”.

Bailado adiado

Espectáculos da Companhia de Bailado Contemporâneo adiados

A Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo cancelou, por motivos de força maior, os dois espectáculos agendados para 22 e 23 de Fevereiro, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.
A companhia tem vários bailarinos afectados por um surto de gripe, motivo pelo qual os espectáculos serão adiados para uma data a anunciar posteriormente. O espectáculo “Do Outro Lado”; “Eurídice e o Instante”; “Requiem”, composto por três coreografias de homenagem a Fernando Lopes Graça, marcado para o dia 22 de Fevereiro e o espectáculo “A Gare”, com data de 23 de Fevereiro, dirigido às Escolas Básicas de 1º ciclo do concelho, serão apresentados ainda este ano.

Cartoon Xira 2006


Hoje pelas 18h no Celeiro da Patriarcal inaugura a "VII Cartoon Xira", em Vila Franca de Xira.

Como aconteceu em edições anteriores, esta exposição será composta por duas exposições paralelas:

Cartoons do Ano 2006” - Pretende apresentar de forma perspicaz e humorística, o ano político, social e cultural português, exibindo para tal cerca de cem trabalhos de três dos mais conceituados cartoonistas nacionais - António, Cid e Maia.

Um Mundo às Avessas” – Carlos Brito, cartoonista que publica regularmente no jornal “Le Monde”, apresenta a sua obra.

O “Cartoon Xira”, que estará patente entre 24 de Fevereiro e 25 de Março.