terça-feira, 23 de janeiro de 2007

"2 Amores" comemora 100ª representação

100ª Representação dia 24 Janeiro





Deseja passar bons momentos?


Gosta de uma boa comédia?


Está deprimido?


O dia correu-lhe mal?






O Hardmusica.com recomeda-lhe que não exite e vá até ao Teatro Villaret assistir à exclente comédia "2 Amores"!



2 Amores é um sucesso desde o início... e vai continuar em cena.
Com salas sempre esgotadas, já foi vista por mais de 45.000 pessoas.



3ª a Sábado às 21h30 e Domingos às 16h30


Encenação António Feio

Autor Ray Cooney

Tradução Ana Sampaio

Cenário Eric da Costa

Desenho de Luz Manuel Antunes

Figurinos Bárbara Gonzalez Feio

Música Alexandre Manaia

Assist. Encenação Sónia Aragão

Interpretação António Feio, António Machado, Claudia Cadima, João Didelet, Joaquim Guerreiro, José Pedro Gomes, Maria Henrique, Martinho Silva

Biblioteca a arder de espanto... com caixotes da Isabel

BIBLIOTECA A ARDER DE ESPANTO
…com os caixotes da Isabel
Dia 23 de Janeiro 2007
21h00
Bartô/CHAPITÔ


Mostra literária que serve de pretexto à descoberta, ao despertar da curiosidade e do interesse. Pondo-nos à prova, desafiando o diálogo entre pessoas e literatura.

Encontro onde se acredita que os outros, os leitores anónimos, se venham pôr à prova como interlocutores das suas próprias leituras.

Uma forma de animação dos livros, descobrir pérolas da literatura, uma rede de ligação entre o espectáculo e a leitura, entre o texto e o leitor.

Ainda como plataforma de ligação entre a Biblioteca do Chapitô e o Bartô, o Bar do Chapitô que coabitam o mesmo espaço existindo em diferentes horários, e como pano de fundo a Margarita e o Mestre, mas no formato de Mostra literária.

Tendo como moderadores da mostra, Nuno M Cardoso, Helena Azevedo, Isabel Farias.

E a participação de Noémia Fernandes e Mário Cabeças.

Materiais: Música: Shostakovich; Filme: Ivan, o Terrível – Eisenstein; luvas, máscaras, escadas, mesas, veludos; livros: de Jorge Amado a Raul Brandão, de Emilio Zola a Giovanni Papini, de Ian McEwan a Flannery O'Connor, de almanaques a biografias, de história da literatura em alemão a estudo da suinicultura no Brasil,... bebida de eleição a preço especial: margarita

Agradecimento especial a Ana Pessanha

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Orchestrutopica




INTOLERÂNCIA


Luciano BERIO (1925-2003)
O King

Olivier MESSIAEN (1908-1992)
Quatuor pour la fin du temps


24 Janeiro 2007
Pequeno Auditório
21H00
Duração aproximada: 1H00 s/intervalo


Ciclo Intolerância: Música composta, criada, dedicada ou inspirada em tempo de guerra ou de opressão, em exílio político, religioso, estético ou ideológico, em ambiente de intolerância de qualquer tipo.

Eduarda Melo, soprano
Jean-Sébastien Béreau, maestro

Katharine Rawdon, flauta
Nuno Pinto, clarinete
Alexei Eremine, piano
José Pereira, violino
Alexei Tolpigo, violino
Guenrikh Elessine, violoncelo


CICLO INTOLERÂNCIA - A música nem sempre é composta simplesmente como uma manifestação de alegria, prazer ou exaltação da beleza e harmonia do mundo. A intolerância que tem assinalado muitos momentos da história e da vida de milhões de pessoas (incluindo os próprios compositores), também marca por vezes a música.

É o caso dos compositores e das obras que são apresentadas neste ciclo de concertos. Neste segundo concerto do ciclo, as peças escolhidas correspondem a respostas diferenciadas:

O King - de Luciano Berio, obra escrita há 40 anos, em 1967, como um tributo a Martin Luther King, Jr.. (No ano seguinte, perante o assassinato deste activista, Berio decide incorporá-la na Sinfonia (1969)).

Nesta peça, o único texto utilizado é "Martin Luther King", o nome do lutador pela liberdade e pela tolerância, o homem que sonhou um país sem segregação e sem violência racial.

A homenagem de Berio é assim uma expressão solidária, uma posição contra o destino da História.

Quatuor pour la fin du temps - A 15 de Janeiro de 1941, tendo como palco o campo de concentração nazi Stalag VIII-A (na Polónia), e perante uma audiência de 5.000 prisioneiros de guerra e guardas prisionais, Olivier Messiaen, estreou este Quarteto para o Fim do Tempo.

A peça foi composta durante a sua permanência neste campo de concentração.

O compositor tocou a parte de piano, os outros três intérpretes eram colegas prisioneiros de guerra.

Hoje, apenas podemos imaginar o que poderá ter sido esse concerto, as condições em que decorreu, a intensidade do momento, o silêncio e a atenção com que foi ouvido - e, de igual modo, podemos entender a angústia e o tom apocalíptico que marcam esta obra.

"Nunca antes fui ouvido com tanta atenção e compreensão." (Olivier Messiaen)

" Macbeth " no Teatro da Trindade

Estreia amanhã, dia 23, no Teatro da Trindade a história de MACBETH, um dos clássicos de Sakespeare e que o mesmo fez questão de apresentar ao Rei James por ocasião da visita do rei da Dinamarca,em 1606.

A tragédia de Macbeth é uma análise política de um golpe de Estado e das suas consequências.

O poder e a ambição estão bem presentes na história do casal Macbeth, que apanhado por forças malignas ,entra num desvario de ânsia de poder que o leva à destruição.
Há qualquer coisa na vontade destes dois indivíduos que nos atrai e nos repele.
Serão mesmo assim ,ou estarão possuidos pelas forças do mal?
O que os leva a matar?
O que pretendem com tão arriscado crime?

Uns descobrem na peça a ambição política na sua forma mais rude e trágica.

Para outros estamos perante um demente, irracional, que momentâneamente poderoso espalha o terror à sua volta.

Anabela Brígida, António Rama, Bruno Simões, Cristina Carvalhal, Diogo Dória,JoãoLagarto, Sérgio Praia, e Valerie Braddell

dão vida a esta tragédia que pode ser objecto de múltiplas interpretações.

" Macbeth " no Teatro da Trindade

Estreia amanhã, dia 23, no Teatro da Trindade a história de MACBETH, um dos clássicos de Sakespeare e que o mesmo fez questão de apresentar ao Rei James por ocasião da visita do rei da Dinamarca,em 1606.

A tragédia de Macbeth é uma análise política de um golpe de Estado e das suas consequências.

O poder e a ambição estão bem presentes na história do casal Macbeth, que apanhado por forças malignas ,entra num desvario de ânsia de poder que o leva à destruição.
Há qualquer coisa na vontade destes dois indivíduos que nos atrai e nos repele.
Serão mesmo assim ,ou estarão possuidos pelas forças do mal?
O que os leva a matar?
O que pretendem com tão arriscado crime?

Uns descobrem na peça a ambição política na sua forma mais rude e trágica.

Para outros estamos perante um demente, irracional, que momentâneamente poderoso espalha o terror à sua volta.

Anabela Brígida, António Rama, Bruno Simões, Cristina Carvalhal, Diogo Dória,JoãoLagarto, Sérgio Praia, e Valerie Braddell

dão vida a esta tragédia que pode ser objecto de múltiplas interpretações.

domingo, 21 de janeiro de 2007

Escola Superior de Dança divulga


Margarida Fonseca Santos apresenta Histórias de Cantar

Lançamento do livro "HISTÓRIAS DE CANTAR",
de Margarida Fonseca Santos
24 de Janeiro, 18h30
Auditório António da Costa Leal




O lançamento do livro "Histórias de Cantar" de Margarida Fonseca Santos terá lugar no Auditório António Costa Leal, na Rua do Prior, nº 6 (Lapa), organizado pela Lusitânia, Companhia de Seguros, SA e pela Juventude Musical Portuguesa.

A apresentação estará a cargo de Cristina Brito da Cruz e conta com a presença da autora Margarida Fonseca Santos, de Carla Nazareth (ilustração), de Francisco Cardoso (arranjos musicais) e Emanuel Frazão (Presidente da Direcção da Juventude Musical Portuguesa).

O livro e o CD serão apresentados ao público através de uma curta "aula" de música, e no final Margarida Fonseca Santos fará uma sessão de autógrafos.



Sobre o livro:

"Histórias de Cantar" é o novo livro para crianças de Margarida Fonseca Santos, editado pela Juventude Musical Portuguesa.
O livro, ilustrado por Carla Nazareth, reúne um conjunto de histórias que são "cantadas" com arranjos de Francisco Cardoso.
Além da componente lúdica tem outro fim pedagógico, o de apoiar a iniciação musical:
"Gostaria muito que os professores, pais, educadores, o encarassem como o contar da história de alguns caminhos que experimentei e que, espero!, experimentem também.", in "Histórias de Cantar", Margarida Fonseca Santos.
Trata-se de um livro pedagógico que é relevante para o mercado cultural, uma vez que as edições musicais disponíveis em português são insuficientes ou mesmo inexistentes em determinadas áreas do ensino.
As doze histórias para ler, cantar e aprender são também apresentadas em partitura para canto e piano e podem ser ouvidas no CD incluído no livro.
O livro já se encontra à venda nas livrarias e na Juventude Musical Portuguesa.

sábado, 20 de janeiro de 2007

Modify no CCB




MODIFY ZOO/THOMAS HAUERT

26 Janeiro 21h00 Pequeno Auditório
Centro Cultural de Belém

Execução, inovação ou entrega…

Forças que coincidem
Forças que dão forma à nossa vida
Forças que estão para além do nosso controlo
Obstáculos que temos de ultrapassar
Memórias que não podemos apagar
Tomar a iniciativa, agindo, reagindo
Ter liberdade dentro de certos limites
Mudar os limites previstos
Combinar influência e invenção
Constrangimento e flexibilidade

Uma dramaturgia/composição para o movimento.


Conceitos “exteriores” aplicados às mecânicas do corpo criam formas e estruturas capazes de evocar objectos concretos, conceitos abstractos ou estados afectivos.


MODIFY



Na origem do novo espectáculo de Thomas Hauert e da sua companhia ZOO, dois pontos de partida: por um lado, a busca de material de movimento tão vasta quanto possível e sem os preconceitos submetidos a um conteúdo prévio; por outro, a vontade de trabalhar sobre uma música existente, imposta como uma força exterior, com o seu ritmo, a sua melodia, as suas harmonias.


É a partir do confronto entre liberdade e coacção, tema central do trabalho de ZOO, que o projecto se desenvolveu intuitivamente tanto na forma como no conteúdo.


Esta tensão encontra-se a todos os níveis do projecto.

Para Thomas Hauert, a intuição é o primeiro passo do processo de criação.


Permite obter resultados bem mais complexos e inesperados do que um processo baseado na verbalização inicial.


Assim, o coreógrafo deixa voluntariamente os seus projectos em aberto, consciente de que o encontro entre a sua iniciativa e a dos bailarinos resultará num processo imprevisível.
O mesmo se passa com o significado do espectáculo: forma e conteúdo, material coreográfico e simbolismo desenvolvem-se paralelamente, numa ligação orgânica, sem que se possa verdadeiramente afirmar que um precedeu o outro.


O sentido emerge progressivamente a partir de preocupações latentes que procuram exprimir-se no trabalho sobre o movimento.


Para o coreógrafo, a consciencialização de uma intenção não implica forçosamente a capacidade de a verbalizar, pode até mesmo preceder essa verbalização. Pode-se “saber” sem poder “explicar”.
O sentido implícito sob forma latente nesta pesquisa fundamental sobre o movimento e o método de elaboração do espectáculo desenvolve-se e estende-se aos outros elementos cénicos. A opção musical recai sobre os Psalms of Repentence de Alfred Schnittke e sobre Music for the Royal Fireworks e Water Music de Georg Friedrich Handel. Estas peças foram escolhidas pelas suas qualidades musicais intrínsecas, a sua beleza mas também pelo seu simbolismo: a primeira poderá evocar o poder religioso; as outras, o poder secular que exercem sobre a nossa civilização ocidental. Assinada pelo artista Manon De Boer, a fotografia de cena, que constitui o decor representa um quarto.


A cama, lugar de intimidade e simultaneamente de muitas experiências, contrasta com um conjunto de objectos, recordações acumuladas ao longo da vida.
De realçar a fotografia, visualmente caótica e excessivamente grande, a música demasiado impositiva para seis bailarinos, as luzes de Jan Van Gijsel e os figurinos de Jeremy Dhennin e Laurent Edmond que se combinam para criar profundas sensações barrocas, procurando imergir o espectador na informação, desorientando-o, extravasando as suas capacidades mentais e convidando-o a abordar a peça de forma mais intuitiva.



InIciatIvas e intenções

Al Ayre Español na Gulbenkian


Segunda, 22 de Janeiro, 19h00
Grande Auditório


Al Ayre Español
Collegium Vocale de Ghent


Eduardo López Banzo Direcção

Isabel Monar Soprano
Nuria Rial Soprano
Carlos Mena Contratenor
Malcolm Bennett Tenor
Josep Miquel Ramón Barítono



Georg Friedrich Händel
Dixit Dominus (Salmo 109), HWV 232


José de Nebra
Vísperas a la Virgen, dedicadas a la Catholica Magestad de la Reina D. Maria Barbara de Portugal (1749)


O agrupamento instrumental Al Ayre Español e o Collegium Vocale de Ghent, sob a batuta de Eduardo López Banzo, propõem-nos a escuta de obras representativas de duas das tradições da música sacra europeia do barroco: a anglicana e a católica, pela mão dos compositores Georg Friedrich Händel e José de Nebra, respectivamente.


A ligação Händel com a Inglaterra é bastante conhecida, ao contrário do que acontece com a obra de José de Nebra, o compositor espanhol mais importante de meados do século XVIII, expoente da influência do estilo italiano na música da época.

A sua ligação com Dona Maria Bárbara de Bragança começou ainda em Lisboa, já que foi um dos autores da música do melodrama intitulado Amor aumenta o valor, por ocasião dos festejos do casamento do Príncipe das Astúrias (futuro Fernando VI de Espanha) e da princesa portuguesa.


Para além das Vésperas à Virgem que serão ouvidas neste concerto, escreveu posteriormente também o Requiem para as exéquias da sua rainha, utilizado nas cerimónias litúrgicas da família real espanhola até ao século XIX. A sua música religiosa é, aliás, uma parte significativa do seu catálogo, devido ao posto desempenhado na Capela Real madrilena.
Juntamente com o agrupamento Al Ayre Español, estarão em Lisboa quatro excelentes cantores espanhóis, particularmente ligados ao repertório da música antiga: para além de Carlos Mena, cuja presença é habitual em Portugal, serão igualmente solistas Nuria Rial (colaboradora de René Jacobs em diversos projectos), Isabel Monar e Josep Miquel RamónAl Ayre Español.

O Cerejal de Tchekov no Teatro da COMUNA


O CEREJAL Anton Tchekov Encenado por Francisco Salgado "Sala Novas Tendências" Teatro da COMUNA EM CENA ATÉ 17 DE FEVEREIRO (de 4ª a Sábado às 22h) Cerejal é um projecto apoiado pelo Instituto das Artes, e a segunda produção teatral da Associação Procur.arte.


SINOPSE


Cerejal é uma reconstrução textual a partir de O Cerejal, de A. Tchekov.

Este projecto centra um olhar sobre duas personagens: Lopákhin, o “mujique” que compra o cerejal e Liubov Andréevna, a proprietária, que já não tem dinheiro para o manter.

Aqui o texto, as personagens e as suas relações foram (re) criadas através de cortes e colagens dos diálogos originais.

O objectivo deste trabalho dramatúrgico foi isolar estas figuras para reinventar um espectáculo que os manipula, fazendo um olhar sobre a vida como um conjunto de ciclos mais fortes que as intenções de acção que cada indivíduo exercer sobre si próprio ou sobre os outros.


CEREJAL Anton Tchekov


Encenação: Francisco Salgado

Direcção de produção: Nuno Ricou Salgado

Actores: Mia Farr e Wagner Borges

Tradução: Paula Seixas

Cenografia: Ana Limpinho

Figurinos: Tânia Franco

Espaço Sonoro: Marco Franco

Assistência de Cenografia: Carina Amaro

Design Gráfico: Pedro Bacelar

Assessoria de Imprensa: Marisa Cardoso

Produção: Procur.arte


APRESENTA BRAD MEHLDAU


Braga. Theatro Circo. Dia 23 de Janeiro. 21h30.

Lisboa. CCB. Grande Auditório. Dia 24 de Janeiro. 21h00.

Alcobaça. Cine-Teatro. Dia 25 de Janeiro. 21h30

I Seminário Internacional da Memóriae Cultura Visual

I Seminário Internacional da Memória e Cultura Visual
Auditório da Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim
20 de Janeiro de 2007

Objectivos
O presente seminário pretende constituir-se com um espaço interdisciplinar para debater e reflectir as questões relativas à "memória" e à "imagem". Propõe-se assim, a apresentação e a partilha de "viagens" a outras sociedades e culturas, neste evento, quer sobre a forma de comunicações, posters, vídeos e/ou fotografias.

Temas
§
Memória Colectiva
§ Cultura e Sociedade
§ Património e História
§ Arte e Estética
§ Visual e Digital

Resumos e Comunicações

Resumos : Os resumos deverão ser elaborados em duas das línguas oficiais do Congresso (Português, Espanhol, Inglês e Francês) e deverão conter 250 a 350 palavras, título provisório, tema, nome do autor, instituição, palavras-chave. O texto do resumo deverá indicar sumariamente os objectivos da comunicação, enquadramento teórico, metodologia empregue na investigação e resultados eventualmente obtidos. Envio do resumo por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 12 de Janeiro de 2007.
Apresentação dos textos (resumos e comunicações): Word 97/2000/XP; Times New Roman; tamanho 12; espaçamento entre linhas de 1,5 linhas
Comunicações escritas: Título definitivo, tema, nome do autor, instituição, palavras-chave, referências bibliográficas, até 30 páginas A4, em disquete/CD-Rom ou e-mail, Word 97/2000/XP, Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5 linhas, equipamento necessário. Envio das comunicações escritas por e-mail (em alternativa: disquete ou CD-Rom), até 20 de Fevereiro de 2007.
Comunicações orais: serão seleccionados para comunicações orais com duração mínima de 12 minutos, os resumos que obedeçam aos requisitos gerais enunciados para os mesmos e cujos participantes se encontrem inscritos no evento até 12 de Janeiro de 2007 .
Outras informações:
× Para todas as apresentações orais serão disponibilizados os seguintes meios: projector multimédia e computador, projector de diapositivos e retroprojector de acetatos.
× A avaliação dos resumos será feita pela Comissão Científica e os resumos seleccionados serão publicados nas actas do Congresso. Os autores com resumos seleccionados serão informados por e-mail da aceitação dos mesmos.
× A Comissão Organizadora informa ainda que reserva a aceitação definitiva dos resumos de pessoas inscritas no mesmo. Mais informa que não dispõe de recursos para financiar os participantes, pelo que solicita aos mesmos que providenciem recursos, para garantir a sua vinda.
Inscrição
× Associados[1]: 10 euros
× Novos associados1: isentos

Coração Sertanejo à venda a partir de dia 22


A música sertaneja sempre teve apreciadores no nosso país.

A princípio divulgada pelas telenovelas, tem presentemente ainda mais destaque através da comunidade brasileira residente em Portugal.

Associado a um estilo de vida calmo, romântico e intrinsecamente ligado à natureza, este é um dos estilos de música mais representativo do Brasil.

Já tardava uma compilação que juntava o melhor do Sertão, agrupando as conhecidas duplas e ainda alguns intérpretes a solo.

O tema “Coração Sertanejo” da mítica dupla Chitãozinho e Xororó dá nome à compilação, onde constam também Marlon & Maicon, Lucas & Matheus, Leandro & Leonardo e Roberta Miranda, entre outros.

Nélida Piñon abre Correntes d'Escritas

Nélida Piñon abre Correntes d'Escritas na Póvoa de Varzim «Vozes do Deserto» reeditado com a chancela Bertrand Editora

A escritora brasileira Nélida Piñon é a convidada deste ano para a conferência de abertura do 8º encontro de Escritores de Expressão Ibérica com uma comunicação initulada "A memória secreta da Mulher".

Nélida Piñon, a primeira mulher a presidir à restrita Academia Brasileira de Letras, em 1996, foi também a primeira escritora de Língua Portuguesa a receber o importante Prémio Príncipe das Astúrias, em 2005, vencendo adversários de peso como Paul Auster e Amos Oz.
O romance «Vozes do Deserto», que em 2005 foi contemplado pela Câmara Brasileira do Livro com o mais prestigiado prémio literário do Brasil - o Prémio Jabuti -, é reeditado no próximo dia 7 de Fevereiro com a chancela Bertrand.
Para Nélida Piñon, «Vozes do Deserto» é uma homenagem «à imaginação humana e à arte de efabular».
A escritora acrescenta que uma reflexão sobre a arte de criar uma história não poderia ter como cenário o tempo contemporâneo, o Brasil, a Europa, nem mesmo o mundo grego, onde a razão é dominante.
Foi isso que a levou a escolher o Médio Oriente como espaço da acção e a mítica Sherezade como narradora.
Uma obra que Nélida Piñon demorou cinco anos a escrever, tempo que passou a estudar o Corão e a história mítica e religiosa do Islão.
Reinventando o mito da Sherezade, «Vozes do Deserto» oculta o conteúdo das histórias contadas ao Califa e dá visibilidade ao mecanismo que cria a grande narradora, a matéria «de onde extrai todas as histórias, os seus medos, os seus temores».
Num romance anterior - «República dos Sonhos» - Nélida Piñon narrou a saga da própria família, originária da Galiza, a saga da emigração dessa região para o Brasil.
Nélida é ficcionista, contista e poeta, tendo escrito também romances infanto-juvenis e ensaios. Foi também a primeira brasileira a receber o Prémio Juan Rulfo (1995) e o Prémio Internacional Menéndez Pelayo (2003).

Stomp esgotam no Casino Lisboa


O Auditório dos Oceanos esgotou para receber a estreia dos “Stomp”.

Com créditos firmados a nível mundial, a conhecida Companhia britânica trouxe um novo ciclo de espectáculos ao Casino Lisboa.

De uma invulgar qualidade coreográfica, os “performers” interagiram com a assistência, que se rendeu à sua inesgotável dinâmica em palco.
Com um desempenho original, os “Stomp” surpreenderam o público pela sequência dos seus números.

Recorrendo ao humor, os artistas utilizaram vários objectos como verdadeiros instrumentos de percussão.

Num jogo de múltiplas sonoridades, tudo serviu de pretexto para se construírem ambiências musicais.

Garrafões, botas, baldes, fósforos, vassouras ou tampas dos caixotes de lixo proporcionaram situações singulares.
Ao longo de quase duas horas, o público não ficou indiferente à criatividade dos “Stomp”, acompanhando com aplausos os envolventes ritmos escolhidos pelos seus “performers”.

Os “Stomp” caracterizam-se pela versatilidade artística, conciliando registos de percussão, movimentos acrobáticos, exercícios de dança e representação teatral.
Num conjunto de formas de arte, cada “performer” incutiu um cunho pessoal à coreografia, transpondo as mais convencionais barreiras linguísticas e culturais.
Com mais de 15 anos de actividade, os “Stomp” já demonstraram o seu talento em todo o mundo. De regresso a Portugal, actuam, em exclusivo, no Casino Lisboa.
Os “Stomp”estarão em cartaz no Auditório dos Oceanos, de Terça-Feira a Domingo, pelas 22 horas.

Aos sábados e Domingos haverá, também, matinées, a partir das 17 horas.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

SER CRIANÇA na Videoteca Municipal de Lisboa




CICLO "SER CRIANÇA"
22, 23, 24, 25 e 26 de Janeiro de 2007
às 10H00 e às 14h30
Videoteca Municipal de Lisboa

Neste contexto, a Videoteca Municipal de Lisboa e o Comité Português para a UNICEF promovem o ciclo "Ser Criança" e convidam os professores do 1º Ciclo das Escolas de Lisboa a trazer os seus alunos à Videoteca na semana de 22 a 26 de Janeiro.

O vídeo que propomos intitula-se "Porquê" e fala do direito que toda a criança tem ao futuro que deseja. No filme quatro crianças de raças e culturas diferentes observam o que se passa com outras crianças pelo mundo...

A sessão inclui actividades de animação em que as crianças aprendem a distinguir entre desejos e necessidades e a interiorizar que para cada direito está sempre subjacente um dever.

Cada sessão tem uma duração aproximada de 90 minutos. Número máximo de crianças em cada sessão: 25. A participação está sujeita a inscrição prévia.

A Câmara Municipal de Lisboa disponibiliza autocarro às escolas da rede pública do concelho.

Bandas no Teatro Miguel Franco em Leiria


Wagner e Brahms pela Orquestra Nacional do Porto



Sábado, 20 de Janeiro
Orquestra Nacional do Porto
Joseph Swensen direcção musical
Karen Cargill meio-soprano
18h00 Sala Suggia 15 €

Richard Wagner e Johannes Brahms preenchem o programa do concerto da ONP no próximo sábado, 20 de Janeiro, às 18h00, na Sala Suggia da Casa da Música.


Os dois compositores representam expoentes máximos de duas correntes opostas do romantismo musical alemão.


Sob a direcção musical de Joseph Swensen, maestro titular da Orquestra de Câmara da Escócia (OCE) entre 1996 e 2005, a ONP apresenta-se com a meio-soprano Karen Cargill, vencedora, em 2002, do prestigiado galardão londrino Prémio Kathleen Ferrier.



Brahms e Wagner tiveram percursos muito diferentes.


Brahms criava uma música pura, sem recurso a categorias ou elementos extramusicais, caracterizada por uma qualidade intrínseca que a colocava à margem da evolução histórica. Wagner defendia uma música progressista, imersa no contexto histórico e assente nas formas do poema sinfónico, do drama musical e da música programática.
Brahms nunca se interessou pela ópera, nunca compôs um poema sinfónico e jamais autorizou associações programáticas às suas obras instrumentais.


Wagner nunca escreveu uma sinfonia, jamais se dedicou à música instrumental de câmara e concebeu sempre a música como meio de expressão de algo mais vasto e profundo.
Esta divergência fundamental é evidente nas obras que a ONP executa nesse concerto.



O Idílio de “Siegfried” foi composto em 1870, após o nascimento do último filho de Richard Wagner.


O canto dos pássaros e o nascer do sol reportam a aspectos pessoais, de significado íntimo para o Wagner e sua mulher.


A primeira versão desta peça foi estreada na alvorada do dia 25 de Dezembro de 1870 e tocada por quinze músicos da orquestra de estudantes de Hans Richter.


Este poema sinfónico teve uma génese e ‘nascimento’ extremamente familiar, tendo Wagner proibido durante anos a sua execução e publicação.


As interpretações desta obra eram feitas para círculos restritos de amigos ou patronos, criando a aura duma obra legendária e misteriosa.


Só em 1878, devido à gravíssima situação financeira do compositor, é que a editora Schott teve autorização para imprimir e vender a partitura.


Os “Cinco Poemas de Mathilde Wesendonck” para voz feminina e piano, WWV 91, foram compostos entre Novembro de 1857 e Maio de 1858, durante o exílio de Wagner em Zurique, numa altura em que trabalhava fervorosamente nas óperas “O Holandês voador” e na “Valquíria”.


Estas canções são a expressão musical duma paixão de Wagner pela poetisa Agnes Mathilde Wesendonck, mulher do seu mecenas Otto von Wesendonck.

Johannes Brahms escreveu a Sinfonia nº. 2 em Ré maior, op.73, no Verão de 1877, durante as férias de verão na cidade termal de Pörtschach, junto ao lago de Wörther, nos Alpes austríacos. A muito difundida etiqueta de “Sinfonia Pastoral” afigura-se extremamente infeliz, tratando-se duma sinfonia muito elaborada e plena de intrincado contraponto.


Depois de ter levado quinze anos a escrever a sua primeira sinfonia, Brahms compôs a segunda sinfonia em um par de meses, parecendo dominar perfeitamente tanto a invenção instrumental, como a massa orquestral.


Esta sinfonia, com uma atmosfera geral amistosa e até alegre, foi estreada a 20 de Dezembro de 1877, na Sala da Musikverein de Viena, sob a direcção de Hans Richter, num concerto memorável que constituiu um dos maiores triunfos artísticos de Brahms.

Programa

Richard Wagner
Idílio de “Siegfried”
Richard Wagner Wesendonck Lieder
Johannes Brahms Sinfonia nª 2





Vasco Graça Moura na Biblioteca de Oeiras


CAFÉ COM LETRAS Vasco Graça Moura Conversa com Carlos Vaz Marques Dia 19 de Janeiro, às 21H30 Biblioteca Municipal de Oeiras



Depois de uma breve pausa, o Café com Letras regressa, este mês, com uma sessão dedicada a Vasco Graça Moura enquanto poeta e tradutor notável.

Durante o ano de 2007 este projecto terá como protagonistas e lugar privilegiado a voz dos autores da poesia portuguesa.

Pretendemos, deste modo, incentivar a leitura e o gosto pela poesia, essa forma única do discurso humano.


Em 2007 Oeiras será, por isso, a pátria onde todos os caminhos feitos de palavras e de poesia se cruzam!

A sessão será conduzida, como já é habitual, pela voz de Carlos Vaz Marques.

A não perder!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

LILÁS DE JON FOSSE no CCB



LILÁS DE JON FOSSE POR ARTISTAS UNIDOS



19 a 22 Janeiro no Pequeno Auditório



Centro Cultural de Belém

Dia 19: 21h00


Dia 20: 18h00 e 21h00
Dia 21: 18h00


Dia 22: 11h00 e 15h00



FICHA TÉCNICA



Tradução Pedro Porto Fernandes


Dramaturgia Jorge Silva Melo e Miguel Castro Caldas




Com, António Simão, João Miguel Rodrigues, Paulo Pinto, Pedro Carraca, Sylvie Rocha




Direcção Musical Rui Rebelo


Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves


Luz Pedro Domingos


Encenação João Miguel Rodrigues




Uma produção Artistas Unidos/ Centro Cultural de Belém/ Teatro Viriato/ Teatro Municipal de Faro.