sábado, 24 de fevereiro de 2007

S.Luis com Dança







Dorita de Castel’Branco na Galeria de Arte do Casino Estoril



Foi inaugurada no passado dia 14 de Fevereiro às 21 horas, na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição da escultora Dorita de Castel’Branco.


Nesta exposição, a primeira que se realiza depois da sua morte, em Setembro de 1996, são apresentados trabalhos bem representativos da sua inconfundível e qualificada obra, de escultura, pintura, medalhística e desenho, muitos dos quais executados no ano do seu falecimento.

A obra desta artista é de uma dimensão inimaginável.


Realizou 25 exposições individuais e participou em mais de uma centena de colectivas.


A sua obra pública, na área da escultura e tapeçaria, está espalhada por todo o País, sobretudo em Lisboa, sendo por exemplo de sua autoria o conjunto escultórico dedicado aos Emigrantes, no largo fronteiro à estação de Santa Apolónia e a escultura em granito “Homem e Mulher Símbolos do Amor”, na Avenida das Descobertas no Restelo. Também no Brasil (em Brasília e Rio de Janeiro) e na Venezuela (Caracas) se encontram esculturas de sua autoria. Em Macau construiu um grande monumento na ilha de Taipa, inaugurado em 1981.
Foi titular de numerosos prémios, de entre os quais realçamos o 1º Prémio da II Bienal Internacional del Deport, em Barcelona (1969) e também o 1º Prémio EDINFOR de Escultura, na Galeria de Arte do Casino Estoril em 1993. Executou bustos e retratos de mais de quatro dezenas de figuras públicas e foi autora de cerca de uma centena de medalhas e troféus.
Escolheu para a escultura e o desenho, uma linguagem muito pessoal de formas rectilíneas e geométricas, utilizando no seu trabalho escultórico a pedra, embora também o ferro, o bronze e outros materiais.
Mulher aparentemente frágil, mas com uma vontade férrea, vencia todas as dificuldades com a mesma decisão e força com que removia as pesadas estruturas de madeira do seu atelier nos Coruchéus e até os blocos de mármore das suas esculturas, no seu atelier dos Coruchéus.
Além do seu trabalho artístico, Dorita de Castel’Branco foi durante 34 anos professora, inicialmente nos liceus D. Leonor, D. João de Castro e Maria Amália Vaz de Carvalho e depois nas Escolas Secundárias Patrício Prazeres e António Arroio, contando-se por muitas centenas, os jovens que pelas suas mãos entraram no mundo das Artes, justificando-se, por isso, que esta exposição seja dedicada aos seus antigos alunos e, também, aos seus muitos amigos.



Esta exposição foi inaugurada no dia 14 de Fevereiro, (quarta-feira), às 21 horas e ficará patente ao público todos os dias, até 07 do próximo mês de Março, entre as 15h e 24 h.

Pedro Tochas no Casino Lisboa


Pedro Tochas traz mais humor ao Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa


Com estreia marcada para a próxima Quarta-Feira, pelas 22 horas, Pedro Tochas protagoniza um novo ciclo de espectáculos no Casino Lisboa.

No privilegiado espaço cénico do Auditório dos Oceanos, o comediante apresenta “Maiores de 18”, assegurando um propício serão de humor.
Pedro Tochas propõe um irresistível espectáculo de “Stand-Up Comedy”, conjugando o seu habitual sentido de improviso com a versatilidade na arte de representar.

Com mérito reconhecido neste género teatral, o artista promete surpreender o público do Casino Lisboa, até ao dia 3 de Março.
Pedro Tochas satiriza a faceta mais pervertida, radical ou de extremos, que as pessoas escondem umas das outras.

Com uma peculiar dose de humor, o artista expõe tudo o que os cidadãos têm vergonha de pensar ou de fazer, e que nem se atrevem a revelar aos familiares.
Este é o universo de “Maiores de 18”.

Sexo, política, raiva, são temas que misturam momentos de irreverência com outros de orientação poética.
Pedro Tochas distingue-se pela acutilante expressão corporal.

Com uma inesgotável criatividade, assina os textos de “Maiores de 18”, interpretando-os em palco.

Depois de contagiar diferentes plateias pelo país, o comediante estreia-se no Casino Lisboa, assegurando uma série de espectáculos a não perder.
Com um percurso original, Pedro Tochas estudava Engenharia Química quando enveredou pelo mundo do espectáculo.

Estreou-se inesperadamente como artista de rua, desenvolvendo um invulgar sentido de improviso.

Perante um cenário tão exigente, estas actuações permitiram-lhe aperfeiçoar a cumplicidade que estabelece habitualmente com o público.
Posteriormente, estudou malabarismo e comédia física no Celebration Barn Theater, nos Estados Unidos.

Para aprofundar os seus conhecimentos ingressou, ainda, na Circomedia-Academy of Circus Arts and Physical Theatre, em Inglaterra, onde estudou teatro físico.
Regressou a Portugal, de novo às actuações de rua, para testar tudo o que aprendera nos últimos anos.

Trabalhou um pouco por todo o país, assim como no estrangeiro.

Apresentou vários espectáculos, a solo, no campo do teatro físico, até que resolveu arriscar na variante de “Stand-Up Comedy”, da qual se tornou adepto em Inglaterra.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Natália Correia n'O Bando




Teatro o bando

Vale dos Barris 2950 Palmela

Tel.: 212336850

Ella de Herbert Achternbusch no CCB


“ELLA”
de Herbert Achternbusch.
Estreia realizada em 11 de Novembro de 2005, no Teatro Nacional São João.*
Por Teatro da Rainha


“No palco há uma gaiola.
Uma capoeira que fecha à frente com uma rede de arame.

Ao fundo, em poleiros, estão pousadas híbridas brancas.

Do lado direito, ao comprimento, há uma cama.

No meio uma mesa, um grande despertador, dos baratos, faz tic-tac com um som metálico. Sacas de café, um moinho de café eléctrico, uma cafeteira e uma chávena grande.

Um fogareiro com uma panela cheia de água.

Uma caixa com um rótulo que indica claramente conter veneno.

Em primeiro plano, um degrau mais abaixo e à sombra, está sentada Ella a olhar para um televisor que transmite a programação do dia.

Fora da Gaiola não há qualquer luz.

José é o filho.

Traz uma peruca de penas de galinha feita por ele mesmo e traz vestida uma bata.

Não deixa qualquer dúvida de que ele é a mãe.

Está permanentemente às voltas com os utensílios do café.

Oferece o café, quando pronto, a si próprio, a Ella e ao público.

Por fim embebe um quadradinho de açúcar em cianeto de potássio e mexe, mexe, bebe e cai para o lado com um grande estrondo.

O estrondo espanta Ella, que, à vista do morto, se vai abaixo, grita, e, aos gritos, rasga a bata e corre nua pela gaiola até a luz se apagar.

Ella é a mãe.”


Construído a partir da memória pessoal da barbárie nazi, o texto do dramaturgo alemão Herbert Achternbusch (1938) procura também desafiar o que resta de nós, no quadro do pragmatismo economicista dos novos tempos.


Em palco juntam-se actores e público.

É um espectáculo marcadamente intimista, em que Fernando Mora Ramos é Joseph, filho de Ella (representada por Clara Joana), mulher a quem a vida negou um resto de esperança ou humanidade.
Dramaturgo e cineasta, Herbert Achternbusch reflecte nos seus trabalhos a influência da Baviera, região rural conservadora e profundamente religiosa, onde cresceu e ainda vive.

Os seus textos para teatro foram escritos sob a forma de monólogos autobiográficos.

Ficha Artística/Técnica


Tradução: Idalina Aguiar de Melo
Encenação: Fernando Mora Ramos
Dramaturgia e direcção de ensaios: Isabel Lopes
Cenografia: José Carlos Faria
Iluminação: Fernando Mora Ramos e António Plácido
Interpretação: Clara Joana e Fernando Mora Ramos
Direcção Técnica: António Plácido
Direcção de Produção: Ana Pereira


* Texto apresentado pela 1ª vez em Portugal em 1993

Feira de queijos de Celorico da Beira



A edição da Feira do Queijo Serra da Estrela de Celorico da Beira volta esteano a afirmar-se como o mais importante certame com um cartaz cheio detradições, cultura e muita animação.


O Queijo Serra da Estrela produzido na "Capital do Queijo Serra da Estrela"é a cabeça de cartaz deste certame que conta ainda com Quim Barreiros, arevista à portuguesa "Isto é que vai uma crise" e um festival de folclore.


De 23 a 25 de Fevereiro estará à venda o queijo produzido no Concelho de Celorico da Beira, bem como artesanato.


A música não vai faltar ao longo do dia com o grupo de Cantares à Desgarrada de Augusto Canário, que animaram odia 23, sexta-feira.


Quim Barreiros actuará pelas 21h30, a abertura do espectáculo está a cargo dos Afro São Pedro.


A animação pelas ruas de Celorico e pelo recinto do certame no sábado estaráa cargo do Grupo do Bombos do Baraçal e do Grupo de concertinas de Videmonte OS BARROSELAS.


Pelas 15 horas de Sábado são os ranchos que animarão o recinto com grupos de Nespereira, Minho, Nazaré e Lageosa do Mondego.


Ainda no sábado, mas no Centro Cultural, o Grupo de Teatro Sá da Bandeira leva a palco a revista àportuguesa "Isto é que vai aqui uma crise".


No domingo, dia 25, o cartaz é dedicado ao desporto.


Com aulas de aeróbia, escalada, voleibol de relva e jogos tradicionais.


Está ainda marcada para as 8 horas uma batida à raposa.


Um cartaz variado para todos os gostos que pretende agradar aos locais e a todos aqueles que visitam Celorico da Beira para este certame com muitas tradições.

Green Machine ao Vivo



Green Machine ao vivo:

23 de Fevereiro
23h00m
Lounge em Lisboa

24 de Fevereiro
22h00m
In A Bar em Rio Maior

25 de Fevereiro
17h00m
Fnac de Coimbra

La Traviata na Figueira da Foz


O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, dia 28 de Fevereiro, pelas 21h30, o espectáculo “La Traviata”, de Verdi, pela Ópera Estatal de Ekaterinburg.


“La Traviata”, de Giuseppe Verdi, é uma ópera em três actos, com libreto de Francesco Maria Piave, segundo “A Dama das Camélias”, de Alexandre Dumas Filho.


Nesta obra, a sedução combina-se agilmente com uma contundente degenerescência física e desânimo na existência da delicada cortesã parisiense Violetta Valéry, que se expõe irremediavelmente a um austero julgamento comunitário ao escolher partilhar a sua vida com um jovem de boas famílias.


Esta produção é apresentada pela Ópera Estatal de Ekaterinburg, uma das mais antigas companhias da Rússia, conhecida pelo seu vasto e versátil repertório, pela sua cultura musical e artística e pela qualidade dos seus intérpretes. Ao longo da sua história realizou numerosos espectáculos no seu país e no estrangeiro, tendo recebido, por diversas ocasiões, prestigiados prémios pela excelência das suas produções.


Mais se informa que o custo dos bilhetes é de € 25,00 por pessoa, e que os mesmos estão à venda no Centro de Artes e Espectáculos.

“SENSES - A Noite dos Sentidos”


Nos tempos conturbados em que vivemos, em que as frustrações se manifestam das mais variadas formas, a noite ganhou fama de ser violenta com o consumo excessivo de álcool e de drogas, forma encontrada por uma parte da juventude de se alienar dessas mesmas frustrações e tentar superar a falta de perspectivas de um futuro com futuro.


É saudável que as pessoas se divirtam mas o lazer nocturno não pode e não deve oferecer apenas a música para dançar. Pode e deve oferecer mais.


Trata-se de uma festa com música de “Dança”, algo que já foi feito noutras ocasiões, mas apostando na sensibilização dos jovens para diversos problemas que flagelam a nossa sociedade (como a SIDA), acreditando que a noite pode servir para educar e divertir em simultâneo.

A festa não será apenas mais uma festa mas sim uma festa de sensibilização para o uso do preservativo nas camadas mais jovens da população, uma chamada de atenção para graves problemas sociais que nos circundam, fazendo convergir para esse fim os esforços de várias instituições.
Contamos desde já com a colaboração da Escola Profissional “Val do Rio” no projecto gráfico de flyers e cartazes a realizar pelos alunos da mesma num concurso interno, contribuindo dessa forma e desde logo para a discussão da temática em meio escolar.


Pretende-se chamar jovens artistas (Actores, Músicos, Atletas, Etc.) de modo a participarem activamente neste projecto, com o objectivo de escreverem uma dedicatória e assinarem o verso de um quadro encomendado a Luís Vieira-Baptista (pintor já consagrado e morador no concelho de Oeiras), sendo posteriormente leiloado e o valor entregue a uma Instituição de cariz social, devidamente reconhecida (Abraço), à qual solicitaremos a presença dos seus representantes para ajudar a divulgar a mensagem que pretendemos transmitir.

Pretende-se efectuar esse leilão em programa televisivo para uma mais eficaz recolha de fundos e, da parte do “Espaço dos Sentidos”, será entregue a essa Instituição 0,50€ por cada bilhete vendido.


Mas, como se trata de uma festa, irá ter informação apelativa sistematizada a passar em ecrã gigante, intervalando as actuações de VJs (Vídeo Jockeys), tal como se dará oportunidade a jovens de mostrar os seus trabalhos.


Na música, poder-se-á contar com alguns DJs (Disc Jockeys) menos conhecidos do meio musical português, dando-lhes a oportunidade de actuar em conjunto com outros já consagrados.


Na entrada do recinto, haverá espectáculos de animação circense, chamando a atenção para os seus próprios projectos de intervenção sócio/cultural e, na estação de Oeiras, um “Homem Estátua” em performance de divulgação juntamente com voluntários distribuindo também informação e preservativos tentando dessa forma chamar a atenção do público para a necessidade desse tipo de projectos ligados à cultura e à prevenção do VIH.


No interior, o ecrã gigante mostrará trabalhos desenvolvidos no âmbito do combate que pretendemos travar.

Esta festa tem como publico alvo pessoas dos 18 aos 35 anos de idade dirigida, especialmente, para estudantes universitários através de divulgação feita com cartazes e venda de bilhetes em todas as associações de estudantes da região da “Grande Lisboa”, mas aberta a quem se queira divertir independentemente da idade.

Festival Winter Jam

Como noticiamos no passado dia 18, vai decorrer o Festival Winter Jam em Carcavelos, hoje pelas 20h30.

Veja aqui a notícia por nós publicada.


Pavilhão dos Lombos, Carcavelos
Dia 23 às 20h30

Colégio Militar comemora 204 anos

Uma exposição fotográfica que expõe a história e o dia-a-dia de um dos colégios com maior prestígio no sistema educativo português, com participação de alunos numa demonstração gímnica que terá lugar no dia 24 de Fevereiro pelas 12h, na Praça Central do Centro Colombo.


Com início a 23 de Fevereiro, o Centro Colombo recebe na sua Praça Central (piso 0) uma exposição de fotografia comemorativa dos 204 anos de existência do Colégio Militar, bem como demonstrações gímnicas dos próprios alunos.

Numa retrospectiva dos seus dois séculos de vida, a exposição apresenta também fotografias do dia-a-dia do Colégio, bem como manequins e vitrinas exibindo materiais e fardas dos alunos que frequentam a instituição, fundada no dia 3 de Março de 1803 por iniciativa do Marechal António Teixeira Rebelo.

Com a presença de antigos e actuais alunos do Colégio Militar, a exibição das actividades gímnicas decorre no sábado, dia 24, pelas 12h.
Esta demonstração contempla diversas actuações, entre as quais, uma demonstração de Esgrima, uma apresentação Militar, a actuação do Orfeão Colegial, da Classe Especial de Mesa Alemã e da Classe de Ginástica de Iniciação.

A Exposição Fotográfica estará patente a partir do dia 23 de Fevereiro, podendo ser visitada até dia 28 de Fevereiro, num espaço dedicado à história e vida do Colégio Militar, constituindo desta forma uma homenagem à instituição distinguida pelos altos serviços prestados à Nação através da atribuição do Estandarte Nacional, em 1888, e de inúmeras e valiosas condecorações nacionais e estrangeiras.

Criado há mais de dois séculos, numa conturbada época da vida nacional, o Colégio Militar surgiu não por força de qualquer decreto friamente concebido numa secretaria, mas por iniciativa de um homem cuja vida constitui aliciante exemplo de dádiva total ao serviço da Pátria, desde o dia em que, com 14 anos incompletos, sai da sua aldeia transmontana para se alistar voluntariamente nas fileiras do Exército: o Marechal António Teixeira Rebelo ( 1750 - 1825 ).

Evocá-lo é trazer à lembrança o perfil moral de uma grande figura de soldado e educador.

Filho de modestos lavradores, nasceu em 17 de Dezembro de 1750, em Cumieira, humilde aldeia transmontana.

Foi sua coroa de glória incontestável a fundação do Colégio Militar.

Deu-lhe ensejo para isso o ser nomeado em 1802, comandante do Regimento de Artilharia da Corte, unidade militar aquartelada no Forte da Feitoria, a par de S. Julião da Barra. Era então coronel.
Preocupado com a ocupação e educação das crianças e jovens familiares da sua guarnição e de civis da região, cria, na Feitoria anexa, uma escola cujos agentes de ensino seriam os próprios militares do seu Regimento.
Nasce assim, o Colégio da Feitoria em data que se consagrou ser o dia 3 de Março de 1803.

Os primeiros alunos ali educados distinguem-se pelos seus conhecimentos militares, pelo seu comportamento e bravura nas campanhas contra as tropas invasoras de Napoleão.

Desde o seu nascimento o Colégio esteve instalado em diversos locais ao longo de toda a sua vida. Inicialmente, foi seu berço a Feitoria, de 1803 a 1813.

Por portaria de 1814 o Colégio é transferido para o edifício do Hospital de Nossa Senhora dos Prazeres, na Luz, com a designação de Real Colégio Militar, onde permanece até 1835.

Depois passa para a extinta Congregação dos Missionários, denominada de Rilhafóles (o efectivo havia sofrido um aumento substancial, nesta altura), onde esteve de 1835 a 1848. Em 1848 é transferido para Mafra onde fica até 1859.

Novamente na Luz até 1870, volta a Mafra até 1873, ano em que regressa para a Luz, onde se tem mantido até aos nossos dias.

Só Visto! bate recordes de audiência


O Só Visto! especial da passada terça-feira foi o mais visto de sempre, ultrapassando a marca anterior alcançada em Setembro de 2006 quando Merche Romero foi a convidada do programa da RTP.


No dia 20, o magazine foi pela primeira vez emitido em directo e registou 39.8% de share e 9.1% de audiência média, batendo à mesma hora a

SIC ( Filme da Tarde – Os Primeiros 20 Milhões 4.3% e 20.7%)

TVI (Inspector Max 5.7% e 23.3% ).


Só Visto! é um magazine de actualidades original e criativo, que engloba entrevistas em estúdio, reportagens, actuações e rubricas em que personalidades da vida artística partilham intimidades curiosas.


O “Só Visto!” é também uma excelente forma de se manter actualizado sobre o que se vai passando nas artes e no espectáculo em Portugal.


Com: Daniel Oliveira, Helena Coelho, Dália Madruga, Bárbara de Oliveira Pinto e Sérgio Oliveira. Filipe Gonçalves (ex-Operação Triunfo) e Margarida Barreiras (ex-Quiosque), são também repórteres do Só Visto.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007







melhor filme best picture

nomeados



Babel Babel



Departed, The The Departed: Entre Inimigos



Letters from Iwo Jima Cartas de Iwo Jima



Little Miss Sunshine Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos



Queen, The A Rainha




melhor realização best director

nomeados















Stephen Frears Queen, The
melhor actor best actor in a leading role

nomeados



















melhor actriz best actress in a leading role

nomeados



















melhor actor secundário best actor in a supporting role

nomeados



















melhor actriz secundária best actress in a supporting role

nomeados



















melhor filme estrangeiro best foreign language film

nomeados



After the Wedding (Din)
Indigènes (Alg) Indigènes


Laberinto del Fauno, El (Méx) O Labirinto do Fauno



Lives of Others, The (Ale) As Vidas dos Outros



Water (Can) Água




melhor filme de animação best animated feature film

nomeados



Cars Carros



Happy Feet Happy Feet



Monster House A Casa Fantasma




melhor argumento original best writing, screenplay written directly for the screen

nomeados



Guillermo Arriaga Babel









Michael Arndt Little Miss Sunshine



Peter Morgan Queen, The




melhor argumento adaptado best writing, screenplay based on material previously produced or published

nomeados



Alfonso Cuarón, Timothy J. Sexton, ... Children of Men



Patrick Marber Notes on a Scandal



Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, ... Borat



Todd Field, Tom Perrotta Little Children



William Monahan Departed, The




melhor fotografia best cinematography

nomeados



Black Dahlia, The A Dália Negra



Children of Men Os Filhos do Homem



Illusionist, The O Ilusionista



Laberinto del Fauno, El O Labirinto do Fauno



Prestige, The O Terceiro Passo




melhor direcção artística best art direction

nomeados



Dreamgirls Dreamgirls



Good Shepherd, The O Bom Pastor



Laberinto del Fauno, El O Labirinto do Fauno



Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest Piratas das Caraíbas: O...



Prestige, The O Terceiro Passo




melhor guarda-roupa best costume design

nomeados



Curse of the Golden Flower A Maldição da Flor Dourada



Devil Wears Prada, The O Diabo Veste Prada



Dreamgirls Dreamgirls



Marie Antoinette Marie Antoinette



Queen, The A Rainha




melhor som best sound

nomeados



Apocalypto Apocalypto



Blood Diamond Diamante de Sangue



Dreamgirls Dreamgirls



Flags of Our Fathers Flags of Our Fathers - As Bandeiras dos Nosso...



Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest Piratas das Caraíbas: O...




melhor montagem best editing

nomeados



Babel Babel



Blood Diamond Diamante de Sangue



Children of Men Os Filhos do Homem



Departed, The The Departed: Entre Inimigos



United 93 Voo 93




melhores efeitos visuais best visual effects

nomeados



Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest Piratas das Caraíbas: O...



Poseidon Poseidon



Superman Returns Super-Homem: O Regresso




melhores efeitos sonoros best sound effects editing

nomeados



Apocalypto Apocalypto



Blood Diamond Diamante de Sangue



Flags of Our Fathers Flags of Our Fathers - As Bandeiras dos Nosso...



Letters from Iwo Jima Cartas de Iwo Jima



Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest Piratas das Caraíbas: O...




melhor caracterização best makeup

nomeados



Apocalypto Apocalypto



Click Click



Laberinto del Fauno, El O Labirinto do Fauno




melhor documentário best documentary, features

nomeados



Deliver Us from Evil



Inconvenient Truth, An Uma Verdade Inconveniente



Iraq in Fragments



Jesus Camp



My Country My Country




melhor curta-metragem documental best documentary, short subjects

nomeados



Blood of Yingzhou District, The



Recycled Life



Rehearsing a Dream



Two Hands




melhor curta-metragem best short film, live action

nomeados



Binta y la Gran Idea



Éramos Pocos



Helmer & Son



Saviour, The



West Bank Story




melhor curta-metragem de animação best short film, animated

nomeados



Danish Poet, The



Lifted



Little Machinegirl, The



Maestro



No Time for Nuts




melhor canção original best original song




nomeados



"I Need to Wake Up" Melissa Etheridge Inconvenient Truth, An



"Listen" Henry Krieger, Scott Cutler, Anne Preven Dreamgirls



"Love You I Do" Henry Krieger, Siedah Garrett Dreamgirls



"Our Town" Randy Newman Cars



"Patience" Henry Krieger, Willie Reale Dreamgirls




melhor orquestração best original score

nomeados



Babel Babel



Good German, The O Bom Alemão



Notes on a Scandal Diário de um Escândalo



Laberinto del Fauno, El O Labirinto do Fauno



Queen, The A Rainha




pré-candidatos a uma nomeação para melhor filme estrangeiro



Lives of Others, The (Alemanha)



Indigènes (Algéria)



Derecho de Familia (Argentina)



Ten Canoes (Austrália)



You Bet Your Life (Áustria)



Forever Flows (Bangladesh)



Someone Else's Happiness (Bélgica)



American Visa (Bolívia)



Grbavica (Bósnia Herzegovina)



Cinema, Aspirinas e Urubus (Brasil)



Monkeys in Winter (Bulgária)



Water (Canadá)



Nomad (Cazaquistão)



En la Cama (Chile)



Curse of the Golden Flower (China)



Soñar no Cuesta Nada (Colômbia)



King and the Clown (Coreia do Sul)



Libertas (Croácia)



Benny, El (Cuba)



After the Wedding (Dinamarca)



Yacoubian Building, The (Egipto)



Gravehopping (Eslovénia)



Volver (Espanha)



Fauteuils d'Orchestre (França)



Blossoming of Maximo Oliveros, The (Filipinas)



Chariton's Choir (Grécia)



Black Book (Holanda)



Banquet, The (Hong Kong)



White Palms (Hungria)



Children (Islândia)



Paint It Yellow (Índia)



Love for Share (Indonésia)



Transit Cafe (Irão)



Dreams (Iraque)



Sweet Mud (Israel)



Nuovomondo (Itália)



Hula Girls (Japão)



Bosta (Líbano)



Before Flying Back to Earth (Lituânia)



Kontakt (Macedónia)



Laberinto del Fauno, El (México)



Moroccan Symphony, The (Marrocos)



Basain (Nepal)



Reprise (Noruega)



Madeinusa (Peru)



Retrieval (Polónia)



Alice (Portugal)



Ladrones y Mentirosos (Porto Rico)



Wedding Chest, The (Quirgistão)



Lunacy (República Checa)



Way I Spent the End of the World, The (Roménia)



9th Company (Rússia)



Tomorrow Morning (Sérvia)



Falkenberg Farewell (Suécia)



Vitus (Suiça)



Blue Cha Cha (Taiwan)



Ahimsa Stop to Run (Tailândia)



Ice Cream, I Scream (Turquia)



Aurora (Ucrânia)



Maroa (Venezuela)






pré-candidatos a uma nomeação para melhor filme de animação






Ant Bully, TheArthur and the Minimoys



Barnyard



Cars



Curious George



Everyone's Hero



Flushed Away



Happy Feet



Meltdown, The



Monster House



Open Season



Over the Hedge



Paprika



Renaissance



Scanner Darkly, A



Wild, The



Cibelle (Coimbra)



Cibelle está de volta.

O estimulante cruzamento de samba, bossa nova e electrónica encontra novo capítulo em "The Shine Of Dried Electric Leaves". Portugal já conhece bem a cantora brasileira. Falta conhecer a transposição para palco deste trabalho.

Coimbra (dia 21 de Fevereiro)
Lisboa (dia 22 de Fevereiro)
Braga (dia 23 de Fevereiro)
Torres Novas (dia 24 de Fevereiro)


Cibelle Cavalli foi descoberta por Suba, o desaparecido mago da electrónica aplicada à pop brasileira. Foi ele que a deu a conhecer ao mundo com um convite para o seminal "São Paulo Confessions". Se já aqui conquistara adeptos, Cibelle não desiludiu no disco de estreia homónimo, lançado em 2003, onde manteve o espírito de fusão de estilos e influências. O registo contou com a participação de elementos dos Morcheeba e do veterano Johnny Alf.
"The Shine Of Dried Electric Leaves", editado no ano passado, também conta com participações de peso, como Devendra Banhart (que canta com Cibelle o single "London, London") e Seu Jorge ("Arrête là, menina"). A crítica volta a aplaudir: "Cibelle criou um sofisticado disco pop trilingue, que faz girar num mesmo quadro brilhante electrónicas nervosas, 'freak-folk' americana e tradições brasileiras", considerou a "Pitchforkmedia".


KIZOMBA
Quisemos começar pelo óbvio.
Há sete anos fizemos um trabalho com o Fernando Alvim chamado Dedicatórias. Um dia, ele foi dançar com a Clara Andermatt no B.Leza e, à persistência da falta de concordância na passada, resolveu o problema logo assim: isto em Angola dança-se doutra maneira: vou-te mostrar – chama-se kizomba!

Ele ficou nas nossas vidas para sempre. Há três anos que está a fazer uma Trienal de Arte Contemporânea em Angola. Nós ainda nunca lá fomos e quisemos mesmo fazer e apresentar esta primeira parte do trabalho para a Trienal de Luanda assim: sem nunca lá ter ido, à Angola.

Trabalhámos sobre lugares imaginários, imaginados, sobre uma ideia de África, um desejo por África, um silêncio pequenino dentro do coração, saudades de um lugar que nunca existiu. Concluímos que, no fundo e secretamente, o que nós queremos mesmo é ir para essa África nossa e ficar lá muito quietos e calados …Mergulhados em sol, calor, espaço. E, ao mesmo tempo, queremos mais do que tudo, nunca, mas nunca por nunca ser, ter de voltar a esta terra… Whatever it means, voltar…

Obviamente, e esta maneira de fazer é intencional, quisemos começar pelo começo e pelo óbvio: Como no amor, como se estivéssemos completamente desprevenidos, desprotegidos, sem querer saber. Quisemos partir do zero, daqui, de Lisboa, com Kizomba, renitências, resistências, dúvidas insolúveis, clichés incontornáveis, preconceitos díspares, confusões insanas, tremeliques vários e muito, muito frio. Já reparou no frio que faz neste Inverno?

Se nos der a honra contamos com o seu contributo, nem que seja só com o seu pé de dança, mesmo que ele seja um pé de chumbo .Temos ainda o prazer de anunciar que teremos à nossa disposição um sofisticadíssimo sistema de ar condicionado duplo que Os Dias da Água estão adquirindo em leasing ao senhor Rodrigues.

Com: Cláudia Jardim, Lúcia Sigalho, Victor Gonçalves e as participações especiais do professor de danças africanas Aires Silva e Dj Lucky.
Desenho de Luzes: Daniel Worm d’Assumpção
Fotografia: Abílio Leitão
Imagem: Regina Diva e LSD.

Casa d’Os Dias da Água
Pavilhão
Pelas 22h
Traje de passeio

5º Portalegre Jazz Fest


Portalegre JazzFest - Festival Internacional de Jazz de Portalegre - 5ª Edição



Dia 21 de Fevereiro - Sexteto de Mário Barreiros


Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros

Livre Trânsito 30 euros


Mário Santos - saxofone tenor e clarinete baixo
José Pedro Coelho - saxofone tenor e flauta
José Luís Rego - saxofones alto e soprano
Pedro Guedes - piano
Pedro Barreiros - contrabaixo
Mário Barreiros - bateria

A Música e o músico são indissociáveis em Mário Barreiros. Bem antes de enveredar pela actividade de produtor, Mário Barreiros viveu a música como músico, um baterista cujo mérito lhe permitiu integrar formações de relevo no panorama do jazz português, tais como o Quinteto de Maria João; Quarteto de António Pinho Vargas; Sexteto de Jazz de Lisboa e Quarteto de Mário Laginha, entre outras.


Em 1994 formou o seu Sexteto de Mário Barreiros com alguns dos músicos frequentadores da Escola de Jazz do Porto.


Hoje, a paixão pelo jazz volta a ocupar um primeiro plano, e o Sexteto de Mário Barreiros reaparece, agora constituído por Mário Santos (saxofone tenor e clarinete baixo), José Luís Rego (saxofones soprano e alto), José Pedro Coelho (saxofone tenor e flauta), Pedro Guedes (piano), Pedro Barreiros (contrabaixo) e Mário Barreiros (bateria), com um repertório alargado de temas originais da autoria de Mário Barreiros, Pedro Guedes e Mário Santos.


Dia 22 de Fevereiro - Trigon Quartet - Ethno Jazz group Trigon - Moldávia
Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros / Livre Trânsito 30 euros


Anatol Stefanet: viola
Vali Bogheanu: saxofone, trompete, trompete flugelhorn, flauta, kaval, vozes
Dorel Burlacu: órgão, piano, harmónica
Gari Tverdohleb: bateria, percussão, xilofone



"Os Trigon têm tido um enorme sucesso no encontrar do estreito caminho entre o folclore e o jazz, e na criação da sua própria música, demonstrando uma imaginação e virtuosidade tremendas. Todos os músicos são solistas, tocando a sua própria música no seu próprio estilo, o que é um feito exigente. Os espectadores, ao tentar acompanhar os músicos caem imediatamente em transe. E durante o resto do concerto estão perdidos num devaneio sonhador. A sonhar sonhos espantosamente belos. É impossível ficar indiferente durante o concerto. As imagens são reais, visíveis, palpáveis. É um Teatro de música, plástico, artístico, com um enorme sentido de humor. Pintura e Música - ousada, forte, dramática. Em que qualquer movimento do Arco, qualquer som é liberdade, prazer, alegria. É música vivida no palco. Música sobre verdades universais. Sobre o mundo e o nosso lugar nesse mundo. Sobre algo em nós, escondido fundo, inconsciente e deveras importante. Uma ilusão? Deveríamos antes dizer virtuosismo, conhecimento profundo, e metamorfose".


Dia 23 de Fevereiro - Michel Portal Quartet
Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros / Livre Trânsito 30 euros


Michel Portal: saxofone alto, bandoneon, clarinete
Louis Sclavis: clarinete, saxofone
Bruno Chevillon: contrabaixo
Daniel Humair: bateria

Nascido em 1935, o compositor Michel Portal também toca clarinete, saxofone e o pequeno acordeão ou bandoneon.
Músico difícil de classificar devido á sua enorme oferta em diversas categorias, Michel Portal é uma personagem extraordinária que está tão á vontade com compositores clássicos - Mozart, Brahms, Schumann, Berg - como com músicos contemporâneos, como Boulez, Stockhausen, Berio, Kagel, entre outros, com os quais já tocou.

No vasto campo do jazz europeu, Portal têm tido uma influência profunda. Quer seja a fazer duetos com Bernard Lubat ou Martial Solal; ou convidado a acompanhar grupos (Humair-Jeanneau-Texier; Kuhn-Humair-Jenny Clark); ou a tocar como parceiro temporário com Jack DeJohnette, Dave Liebman, Howard Johnson, John Surman, ou Mino Cinelu, a sua influência têm sido notável.

Os arranjos podem ser estruturados ou espontâneos, mas Portal consegue ser tanto um activista como um reaccionário.

Michel Portal ocupa um lugar particular e singular na cena do jazz europeu. A sua reputação como solista clássico parece ter tornado desnecessária qualquer necessidade de reafirmação das suas capacidades técnicas. Recipiente directo das obras dos grandes compositores contemporâneos, Portal não é impelido pela necessidade de ser reconhecido. Regularmente aclamado pelos profissionais musicais de diversos géneros (três Óscares franceses, os Césares, pelo seu trabalho em bandas sonoras, complementam os mais variados prémios noutros campos), Portal está na posição de apreciar o lugar que ocupa. É isso que lhe possibilita a oportunidade de embarcar com vigor renovado em ainda mais improvisação, o que vêm por sua vez perturbar ainda mais as ideias definidas a seu respeito. Uma improvisação que não exclui a incerteza ou a veemência. Longas viagens musicais, um lirismo estridente, uma invenção caprichosa, sentimentos de fantasia que criam tensão em conjunto com melodias animadas.
Através de uma teimosa procura pelo âmago da alma ou a explosão do ritmo, Portal parece viver cada quilómetro musical como se estivesse a trazer o Tom de volta á ribalta. Parece necessitar de expandir a sua alma musical até aos limites, assim como as regras de contribuição dos outros músicos. Ao fazer isso, consegue alcançar excepcionais pontos altos, não apenas em termos de momentos de paixão mas também quando gritos trágicos se manifestam.

O palco é no entanto o seu lugar favorito. É apenas para as gravações (principalmente "Dejárme solo" e "Turbulence"), que ele reserva as suas matizes, os seus arranjos a solo com figuras cuidadosamente posicionadas e de comentários fixos que remetem para a sua agitação fora do palco.

O Ivey-Divey Trio vai buscar o seu nome e maior parte do seu reportório ao álbum homónimo de 2004, considerado pela revista Jazz Times como o "Disco do Ano", e elogiado como o "melhor álbum de Don Byron em muitos anos", pelo jornal "The New York Times"; este álbum inclui ainda a música "I Want to be Happy", que contém um solo de Byron nomeado para os prémios Grammy.

O trio homenageia de forma calorosa neste álbum Lester Young, lenda do Saxofone, e o seu álbum em conjunto com o pianista Nat "King" Cole e o baterista Buddy Rich, datado de 1946.
Alem de executarem várias músicas dessa gravação clássica do Trio de Lester Young, o Ivey-Divey Trio interpreta também composições de Miles Davis, John Coltrane, e algumas músicas originais de Don Byron.

A escolha de músicos para o seu trio foi tão acertada como sempre, incluindo dois dos mais talentosos e ritmicamente dotados músicos da nova geração, o pianista George Colligan (colaborador de longa data de Byron em diversos projectos) e o baterista Ben Perowsky.

Desde o lançamento do CD, o Ivey-Divey Trio têm actuado com enorme sucesso em diversos festivais de jazz (Monterey, San Francisco, Seattle e Newport), assim como na New York's Symphony Space, no Village Vanguard, e em diversos outros festivais de jazz.

Além do trio habitual, participaram nestes concertos outros músicos de renome, como os pianistas Jason Moran e Edward Simon, e os bateristas Jack DeJohnette e Billy Hart.


"... Mostrar-nos novas formas de pensar e sentir sobre experiências que nos são familiares é uma das tarefas do verdadeiro artista, e é algo em que Don Byron se excede."
- The Times, Londres


"O clarinetista Don Byron fez o seu melhor disco em Ivey-Divey, uma sessão de trio poderosa e relaxada."
- The New York Times


"Enquanto o disco Ivey-Divey continua a preferência de Byron por projectos idiossincráticos, é também um tributo a uma gravação de 1946 do Trio de Lester Young, e de facto resulta num trabalho que é maior que as palavras - é ousado e sublime..."

Jazz Times
Jam Sessions

Dia 23 e 24 de Fevereiro - Jeffrey Davis Trio
Café Concerto CAEP
Início 00.00h

Jeffrey Davis - Vibrafone
Nelson Cascais - Contrabaixo
Alexandre Frazão - Bateria


+ info: tel 245 307 498

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Lawrence Foster na Glubenkian


O melhor da House por Mark Doyle



DJ Mark Doyle


Ballantine's Finest Clubbin Season


22 de Fevereiro na Discoteca W, em Lisboa


23 de Fevereiro na Best Of Sexy, no Porto


24 de Fevereiro no Alexander's, em Santiago do Cacém




A Discoteca W, em Lisboa, a Best Of Sexy, no Porto e o Alexander's, em Santiago do Cacém, recebem nos próximos dias 22, 23 e 24 de Fevereiro,respectivamente, a partir das 23h00, o DJ Mark Doyle, criador da conhecidae ditora inglesa Hed Kandi e actualmente membro do novo projecto Fierce Angel, levando a estes espaços mais três festas da Ballantine's Finest Clubbin Season.




O DJ britânico, que está em Portugal a convite da Ballantine's para uma tournée de norte a sul do país, promete levar às melhores discotecas do paíso melhor som da house music mundial com esta Ballantine's Finest Clubbin Season.




Doyle é, sem dúvida, um DJ de prestígio, daqueles que são requisitados parafazer saltar as discotecas, de todas partes do globo, e é detentor de umalarga trajectória iniciada nos finais dos anos 80. Desde 2006, depois dacompra de Hed Kandi por parte do Ministry Of Sound, desvinculou-se da sua antiga editora e criou um novo, Fierce Angel Records.


São suas as famosas compilações Tokyo Disco e Beach Angel, entre outras.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

O Orfeo de Monteverdi no CCB

Noite de Monteverdi

uma noite monteverdiana, que começa com a toccata
e a entrada da Música “io la Musica son…” com que se inicia L’Orfeo,
percorrendo em seguida o catálogo do compositor.


Solistas:
Gemma Bertagnolli
– soprano
Fulvio Bettini – barítono

Officium Grupo Vocal
Pedro Teixeira – Direcção

Quinteto Vocal Kassiopeia

Orquestra Barroca Divino Sospiro
Maestrina Christina Pluhar

Flamenco no Teatro deD.Maria II

No passado dia 9, a Família Vargas apresentou-se no Teatro de D.Maria II, com um espectáculo muito bonito de Flamenco.
Este espectáculo integrava-se na " Extremadura em Lisboa-Mostra de Teatro e Música da Extremadura", que a Direcção do D.Maria tinha incluído na sua programação para 2007.

Constituída por Miguel Vargas ( um natural de Beja ) e pelos seus dois filhos Juan e Domingo, La Família Vargas é hoje um dos grandes veículos da arte do Flamenco.
Tendo iniciado as suas actividades na Costa Brava, Miguel Vargas acompanhou cantores e bailarinos e visitou tablados de flamenco nas Canárias e em frança tendo depois regessado à Extremadura.

Mas as fronteiras da Extremadura foram rapidamente ultrapassadas pela Família Vargas com os vários espectáculos que protagonizaram, nos últimoa a nos em Madrid, Sevilha,Cáceres.

São verdadeiramente um espectáculo de ritmo, alegria e conhecimento do que é para a alma andaluza sentir um flamenco!

Um bom espectáculo que ,esperamos , se repita.