sábado, 24 de fevereiro de 2007
Dorita de Castel’Branco na Galeria de Arte do Casino Estoril
Foi inaugurada no passado dia 14 de Fevereiro às 21 horas, na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição da escultora Dorita de Castel’Branco.
A obra desta artista é de uma dimensão inimaginável.
Foi titular de numerosos prémios, de entre os quais realçamos o 1º Prémio da II Bienal Internacional del
Deport, em Barcelona (1969) e também o 1º Prémio EDINFOR de Escultura, na Galeria de Arte do Casino Estoril em 1993. Executou bustos e retratos de mais de quatro dezenas de figuras públicas e foi autora de cerca de uma centena de medalhas e troféus.Escolheu para a escultura e o desenho, uma linguagem muito pessoal de formas rectilíneas e geométricas, utilizando no seu trabalho escultórico a pedra, embora também o ferro, o bronze e outros materiais.
Mulher aparentemente frágil, mas com uma vontade férrea, vencia todas as dificuldades com a mesma decisão e força com que removia as pesadas estruturas de madeira do seu atelier nos Coruchéus e até os blocos de mármore das suas esculturas, no seu atelier dos Coruchéus.
Além do seu trabalho artístico, Dorita de Castel’Branco foi durante 34 anos professora, inicialmente nos liceus D. Leonor, D. João de Castro e Maria Amália Vaz de Carvalho e depois nas Escolas Secundárias Patrício Prazeres e António Arroio, contando-se por muitas centenas, os jovens que pelas suas mãos entraram no mundo das Artes, justificando-se, por isso, que esta exposição seja dedicada aos seus antigos alunos e, também, aos seus muitos amigos.
Esta exposição foi inaugurada no dia 14 de Fevereiro, (quarta-feira), às 21 horas e ficará patente ao público todos os dias, até 07 do próximo mês de Março, entre as 15h e 24 h.
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Zita Ferreira Braga
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Pedro Tochas no Casino Lisboa
Com estreia marcada para a próxima Quarta-Feira, pelas 22 horas, Pedro Tochas protagoniza um novo ciclo de espectáculos no Casino Lisboa.
Pedro Tochas propõe um irresistível espectáculo de “Stand-Up Comedy”, conjugando o seu habitual sentido de improviso com a versatilidade na arte de representar.
Pedro Tochas satiriza a faceta mais pervertida, radical ou de extremos, que as pessoas escondem umas das outras.
Este é o universo de “Maiores de 18”.
Pedro Tochas distingue-se pela acutilante expressão corporal.
Com um percurso original, Pedro Tochas estudava Engenharia Química quando enveredou pelo mundo do espectáculo.
Posteriormente, estudou malabarismo e comédia física no Celebration Barn Theater, nos Estados Unidos.
Regressou a Portugal, de novo às actuações de rua, para testar tudo o que aprendera nos últimos anos.
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Zita Ferreira Braga
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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Natália Correia n'O Bando
24 de Fevereiro, 15H00
A COTOVIA
É a nova co-produção do Teatro o bando e da FIAR com o Grupo de Teatro As Avozinhas a partir do "Auto da Feiticeira Cotovia" de Natália Correia, com encenação de João Brites.
Venha participar na conversa sobre Natália Correia com o Prof. Armando Nascimento Rosa e saiba mais sobre este projecto.
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: teatro
Ella de Herbert Achternbusch no CCB
de Herbert Achternbusch.
Estreia realizada em 11 de Novembro de 2005, no Teatro Nacional São João.*
Por Teatro da Rainha
Construído a partir da memória pessoal da barbárie nazi, o texto do dramaturgo alemão Herbert Achternbusch (1938) procura também desafiar o que resta de nós, no quadro do pragmatismo economicista dos novos tempos.
Em palco juntam-se actores e público.
Dramaturgo e cineasta, Herbert Achternbusch reflecte nos seus trabalhos a influência da Baviera, região rural conservadora e profundamente religiosa, onde cresceu e ainda vive.
Ficha Artística/Técnica
Tradução: Idalina Aguiar de Melo
Encenação: Fernando Mora Ramos
Dramaturgia e direcção de ensaios: Isabel Lopes
Cenografia: José Carlos Faria
Iluminação: Fernando Mora Ramos e António Plácido
Interpretação: Clara Joana e Fernando Mora Ramos
Direcção Técnica: António Plácido
Direcção de Produção: Ana Pereira
* Texto apresentado pela 1ª vez em Portugal em 1993
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: teatro
Feira de queijos de Celorico da Beira

bem como artesanato.
Pelas 15 horas de Sábado são os ranchos que animarão o recinto com grupos de Nespereira, Minho, Nazaré e Lageosa do Mondego.
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: Feiras
Green Machine ao Vivo
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: concertos
La Traviata na Figueira da Foz
“La Traviata”, de Giuseppe Verdi, é uma ópera em três actos, com libreto de Francesco Maria Piave, segundo “A Dama das Camélias”, de Alexandre Dumas Filho.
Nesta obra, a sedução combina-se agilmente com uma contundente degenerescência física e desânimo na existência da delicada cortesã parisiense Violetta Valéry, que se expõe irremediavelmente a um austero julgamento comunitário ao escolher partilhar a sua vida com um jovem de boas famílias.
Esta produção é apresentada pela Ópera Estatal de Ekaterinburg, uma das mais antigas companhias da Rússia, conhecida pelo seu vasto e versátil repertório, pela sua cultura musical e artística e pela qualidade dos seus intérpretes. Ao longo da sua história realizou numerosos espectáculos no seu país e no estrangeiro, tendo recebido, por diversas ocasiões, prestigiados prémios pela excelência das suas produções.
Mais se informa que o custo dos bilhetes é de € 25,00 por pessoa, e que os mesmos estão à venda no Centro de Artes e Espectáculos.
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: Ópera
“SENSES - A Noite dos Sentidos”
É saudável que as pessoas se divirtam mas o lazer nocturno não pode e não deve oferecer apenas a música para dançar. Pode e deve oferecer mais.
Contamos desde já com a colaboração da Escola Profissional “Val do Rio” no projecto gráfico de flyers e cartazes a realizar pelos alunos da mesma num concurso interno, contribuindo dessa forma e desde logo para a discussão da temática em meio escolar.
Mas, como se trata de uma festa, irá ter informação apelativa sistematizada a passar em ecrã gigante, intervalando as actuações de VJs (Vídeo Jockeys), tal como se dará oportunidade a jovens de mostrar os seus trabalhos.
Na música, poder-se-á contar com alguns DJs (Disc Jockeys) menos conhecidos do meio musical português, dando-lhes a oportunidade de actuar em conjunto com outros já consagrados.
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António Manuel Teixeira
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06:35
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Etiquetas: Discoteca
Festival Winter Jam
Como noticiamos no passado dia 18, vai decorrer o Festival Winter Jam em Carcavelos, hoje pelas 20h30.
Veja aqui a notícia por nós publicada.
Pavilhão dos Lombos, Carcavelos
Dia 23 às 20h30
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António Manuel Teixeira
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06:24
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Etiquetas: Festivais
Colégio Militar comemora 204 anos
Uma exposição fotográfica que expõe a história e o dia-a-dia de um dos colégios com maior prestígio no sistema educativo português, com participação de alunos numa demonstração gímnica que terá lugar no dia 24 de Fevereiro pelas 12h, na Praça Central do Centro Colombo.
Com início a 23 de Fevereiro, o Centro Colombo recebe na sua Praça Central (piso 0) uma exposição de fotografia comemorativa dos 204 anos de existência do Colégio Militar, bem como demonstrações gímnicas dos próprios alunos.Numa retrospectiva dos seus dois séculos de vida, a exposição apresenta também fotografias do dia-a-dia do Colégio, bem como manequins e vitrinas exibindo materiais e fardas dos alunos que frequentam a instituição, fundada no dia 3 de Março de 1803 por iniciativa do Marechal António Teixeira Rebelo.
A Exposição Fotográfica estará patente a partir do dia 23 de Fevereiro, podendo ser visitada até dia 28 de Fevereiro, num espaço dedicado à história e vida do Colégio Militar, constituindo desta forma uma homenagem à instituição distinguida pelos altos serviços prestados à Nação através da atribuição do Estandarte Nacional, em 1888, e de inúmeras e valiosas condecorações nacionais e estrangeiras.
surgiu não por força de qualquer decreto friamente concebido numa secretaria, mas por iniciativa de um homem cuja vida constitui aliciante exemplo de dádiva total ao serviço da Pátria, desde o dia em que, com 14 anos incompletos, sai da sua aldeia transmontana para se alistar voluntariamente nas fileiras do Exército: o Marechal António Teixeira Rebelo ( 1750 - 1825 ). Desde o seu nascimento o Colégio esteve instalado em diversos locais ao longo de toda a sua vida. Inicialmente, foi seu berço a Feitoria, de 1803 a 1813.
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: Colégio Militar
Só Visto! bate recordes de audiência
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António Manuel Teixeira
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Etiquetas: Televisão
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007



melhor argumento adaptado best writing, screenplay based on material previously produced or published
nomeados
melhor canção original best original song
nomeados
pré-candidatos a uma nomeação para melhor filme estrangeiro
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Zita Ferreira Braga
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Cibelle (Coimbra)
Torres Novas (dia 24 de Fevereiro)
pop brasileira. Foi ele que a deu a conhecer ao mundo com um convite para o seminal "São Paulo Confessions". Se já aqui conquistara adeptos, Cibelle não desiludiu no disco de estreia homónimo, lançado em 2003, onde manteve o espírito de fusão de estilos e influências. O registo contou com a participação de elementos dos Morcheeba e do veterano Johnny Alf.
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Ricardo dos Santos
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KIZOMBA
Há sete anos fizemos um trabalho com o Fernando Alvim chamado Dedicatórias. Um dia, ele foi dançar com a Clara Andermatt no B.Leza e, à persistência da falta de concordância na passada, resolveu o problema logo assim: isto em Angola dança-se doutra maneira: vou-te mostrar – chama-se kizomba!
Ele ficou nas nossas vidas para sempre. Há três anos que está a fazer uma Trienal de Arte Contemporânea em Angola. Nós ainda nunca lá fomos e quisemos mesmo fazer e apresentar esta primeira parte do trabalho para a Trienal de Luanda assim: sem nunca lá ter ido, à Angola.
Trabalhámos sobre lugares imaginários, imaginados, sobre uma ideia de África, um desejo por África, um silêncio pequenino dentro do coração, saudades de um lugar que nunca existiu. Concluímos que, no fundo e secretamente, o que nós queremos mesmo é ir para essa África nossa e ficar lá muito quietos e calados …Mergulhados em sol, calor, espaço. E, ao mesmo tempo, queremos mais do que tudo, nunca, mas nunca por nunca ser, ter de voltar a esta terra… Whatever it means, voltar…
Obviamente, e esta maneira de fazer é intencional, quisemos começar pelo começo e pelo óbvio: Como no amor, como se estivéssemos completamente desprevenidos, desprotegidos, sem querer saber. Quisemos partir do zero, daqui, de Lisboa, com Kizomba, renitências, resistências, dúvidas insolúveis, clichés incontornáveis, preconceitos díspares, confusões insanas, tremeliques vários e muito, muito frio. Já reparou no frio que faz neste Inverno?
Se nos der a honra contamos com o seu contributo, nem que seja só com o seu pé de dança, mesmo que ele seja um pé de chumbo .Temos ainda o prazer de anunciar que teremos à nossa disposição um sofisticadíssimo sistema de ar condicionado duplo que Os Dias da Água estão adquirindo em leasing ao senhor Rodrigues.
Com: Cláudia Jardim, Lúcia Sigalho, Victor Gonçalves e as participações especiais do professor de danças africanas Aires Silva e Dj Lucky.
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Ricardo dos Santos
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5º Portalegre Jazz Fest
Dia 21 de Fevereiro - Sexteto de Mário Barreiros
Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros
Mário Santos - saxofone tenor e clarinete baixo
José Pedro Coelho - saxofone tenor e flauta
José Luís Rego - saxofones alto e soprano
Pedro Guedes - piano
Pedro Barreiros - contrabaixo
Mário Barreiros - bateria
A Música e o músico são indissociáveis em Mário Barreiros. Bem antes de enveredar pela actividade de produtor, Mário Barreiros viveu a música como músico, um baterista cujo mérito lhe permitiu integrar formações de relevo no panorama do jazz português, tais como o Quinteto de Maria João; Quarteto de António Pinho Vargas; Sexteto de Jazz de Lisboa e Quarteto de Mário Laginha, entre outras.
Em 1994 formou o seu Sexteto de Mário Barreiros com alguns dos músicos frequentadores da Escola de Jazz do Porto.
Hoje, a paixão pelo jazz volta a ocupar um primeiro plano, e o Sexteto de Mário Barreiros reaparece, agora constituído por Mário Santos (saxofone tenor e clarinete baixo), José Luís Rego (saxofones soprano e alto), José Pedro Coelho (saxofone tenor e flauta), Pedro Guedes (piano), Pedro Barreiros (contrabaixo) e Mário Barreiros (bateria), com um repertório alargado de temas originais da autoria de Mário Barreiros, Pedro Guedes e Mário Santos.
Dia 22 de Fevereiro - Trigon Quartet - Ethno Jazz group Trigon - Moldávia
Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros / Livre Trânsito 30 euros
Anatol Stefanet: viola
Vali Bogheanu: saxofone, trompete, trompete flugelhorn, flauta, kaval, vozes
Dorel Burlacu: órgão, piano, harmónica
Gari Tverdohleb: bateria, percussão, xilofone
"Os Trigon têm tido um enorme sucesso no encontrar do estreito caminho entre o folclore e o jazz, e na criação da sua própria música, demonstrando uma imaginação e virtuosidade tremendas. Todos os músicos são solistas, tocando a sua própria música no seu próprio estilo, o que é um feito exigente. Os espectadores, ao tentar acompanhar os músicos caem imediatamente em transe. E durante o resto do concerto estão perdidos num devaneio sonhador. A sonhar sonhos espantosamente belos. É impossível ficar indiferente durante o concerto. As imagens são reais, visíveis, palpáveis. É um Teatro de música, plástico, artístico, com um enorme sentido de humor. Pintura e Música - ousada, forte, dramática. Em que qualquer movimento do Arco, qualquer som é liberdade, prazer, alegria. É música vivida no palco. Música sobre verdades universais. Sobre o mundo e o nosso lugar nesse mundo. Sobre algo em nós, escondido fundo, inconsciente e deveras importante. Uma ilusão? Deveríamos antes dizer virtuosismo, conhecimento profundo, e metamorfose".
Grande Auditório
Início 21.30h
Preço único 10 euros / Livre Trânsito 30 euros
Michel Portal: saxofone alto, bandoneon, clarinete
Louis Sclavis: clarinete, saxofone
Bruno Chevillon: contrabaixo
Daniel Humair: bateria
Nascido em 1935, o compositor Michel Portal também toca clarinete, saxofone e o pequeno acordeão ou bandoneon.
Músico difícil de classificar devido á sua enorme oferta em diversas categorias, Michel Portal é uma personagem extraordinária que está tão á vontade com compositores clássicos - Mozart, Brahms, Schumann, Berg - como com músicos contemporâneos, como Boulez, Stockhausen, Berio, Kagel, entre outros, com os quais já tocou.
No vasto campo do jazz europeu, Portal têm tido uma influência profunda. Quer seja a fazer duetos com Bernard Lubat ou Martial Solal; ou convidado a acompanhar grupos (Humair-Jeanneau-Texier; Kuhn-Humair-Jenny Clark); ou a tocar como parceiro temporário com Jack DeJohnette, Dave Liebman, Howard Johnson, John Surman, ou Mino Cinelu, a sua influência têm sido notável.
Os arranjos podem ser estruturados ou espontâneos, mas Portal consegue ser tanto um activista como um reaccionário.
Michel Portal ocupa um lugar particular e singular na cena do jazz europeu. A sua reputação como solista clássico parece ter tornado desnecessária qualquer necessidade de reafirmação das suas capacidades técnicas. Recipiente directo das obras dos grandes compositores contemporâneos, Portal não é impelido pela necessidade de ser reconhecido. Regularmente aclamado pelos profissionais musicais de diversos géneros (três Óscares franceses, os Césares, pelo seu trabalho em bandas sonoras, complementam os mais variados prémios noutros campos), Portal está na posição de apreciar o lugar que ocupa. É isso que lhe possibilita a oportunidade de embarcar com vigor renovado em ainda mais improvisação, o que vêm por sua vez perturbar ainda mais as ideias definidas a seu respeito. Uma improvisação que não exclui a incerteza ou a veemência. Longas viagens musicais, um lirismo estridente, uma invenção caprichosa, sentimentos de fantasia que criam tensão em conjunto com melodias animadas.
Através de uma teimosa procura pelo âmago da alma ou a explosão do ritmo, Portal parece viver cada quilómetro musical como se estivesse a trazer o Tom de volta á ribalta. Parece necessitar de expandir a sua alma musical até aos limites, assim como as regras de contribuição dos outros músicos. Ao fazer isso, consegue alcançar excepcionais pontos altos, não apenas em termos de momentos de paixão mas também quando gritos trágicos se manifestam.
O palco é no entanto o seu lugar favorito. É apenas para as gravações (principalmente "Dejárme solo" e "Turbulence"), que ele reserva as suas matizes, os seus arranjos a solo com figuras cuidadosamente posicionadas e de comentários fixos que remetem para a sua agitação fora do palco.
O Ivey-Divey Trio vai buscar o seu nome e maior parte do seu reportório ao álbum homónimo de 2004, considerado pela revista Jazz Times como o "Disco do Ano", e elogiado como o "melhor álbum de Don Byron em muitos anos", pelo jornal "The New York Times"; este álbum inclui ainda a música "I Want to be Happy", que contém um solo de Byron nomeado para os prémios Grammy.
O trio homenageia de forma calorosa neste álbum Lester Young, lenda do Saxofone, e o seu álbum em conjunto com o pianista Nat "King" Cole e o baterista Buddy Rich, datado de 1946.
Alem de executarem várias músicas dessa gravação clássica do Trio de Lester Young, o Ivey-Divey Trio interpreta também composições de Miles Davis, John Coltrane, e algumas músicas originais de Don Byron.
A escolha de músicos para o seu trio foi tão acertada como sempre, incluindo dois dos mais talentosos e ritmicamente dotados músicos da nova geração, o pianista George Colligan (colaborador de longa data de Byron em diversos projectos) e o baterista Ben Perowsky.
Desde o lançamento do CD, o Ivey-Divey Trio têm actuado com enorme sucesso em diversos festivais de jazz (Monterey, San Francisco, Seattle e Newport), assim como na New York's Symphony Space, no Village Vanguard, e em diversos outros festivais de jazz.
Além do trio habitual, participaram nestes concertos outros músicos de renome, como os pianistas Jason Moran e Edward Simon, e os bateristas Jack DeJohnette e Billy Hart.
"... Mostrar-nos novas formas de pensar e sentir sobre experiências que nos são familiares é uma das tarefas do verdadeiro artista, e é algo em que Don Byron se excede."
- The Times, Londres
"O clarinetista Don Byron fez o seu melhor disco em Ivey-Divey, uma sessão de trio poderosa e relaxada."
- The New York Times
"Enquanto o disco Ivey-Divey continua a preferência de Byron por projectos idiossincráticos, é também um tributo a uma gravação de 1946 do Trio de Lester Young, e de facto resulta num trabalho que é maior que as palavras - é ousado e sublime..."
Jazz Times
Jam Sessions
Dia 23 e 24 de Fevereiro - Jeffrey Davis Trio
Café Concerto CAEP
Início 00.00h
Jeffrey Davis - Vibrafone
Nelson Cascais - Contrabaixo
Alexandre Frazão - Bateria
+ info: tel 245 307 498
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Ricardo dos Santos
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Etiquetas: festival de música
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Lawrence Foster na Glubenkian
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Antonio Manuel Teixeira
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Etiquetas: Musica Clássica
O melhor da House por Mark Doyle


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Antonio Manuel Teixeira
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Etiquetas: Discoteca
domingo, 18 de fevereiro de 2007
O Orfeo de Monteverdi no CCB
Noite de Monteverdi
uma noite monteverdiana, que começa com a toccata
e a entrada da Música “io la Musica son…” com que se inicia L’Orfeo,
percorrendo em seguida o catálogo do compositor.
Solistas:
Gemma Bertagnolli – soprano
Fulvio Bettini – barítono
Officium Grupo Vocal
Pedro Teixeira – Direcção
Quinteto Vocal Kassiopeia
Orquestra Barroca Divino Sospiro
Maestrina Christina Pluhar
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: música
Flamenco no Teatro deD.Maria II
No passado dia 9, a Família Vargas apresentou-se no Teatro de D.Maria II, com um espectáculo muito bonito de Flamenco.
Este espectáculo integrava-se na " Extremadura em Lisboa-Mostra de Teatro e Música da Extremadura", que a Direcção do D.Maria tinha incluído na sua programação para 2007.
Constituída por Miguel Vargas ( um natural de Beja ) e pelos seus dois filhos Juan e Domingo, La Família Vargas é hoje um dos grandes veículos da arte do Flamenco.
Tendo iniciado as suas actividades na Costa Brava, Miguel Vargas acompanhou cantores e bailarinos e visitou tablados de flamenco nas Canárias e em frança tendo depois regessado à Extremadura.
Mas as fronteiras da Extremadura foram rapidamente ultrapassadas pela Família Vargas com os vários espectáculos que protagonizaram, nos últimoa a nos em Madrid, Sevilha,Cáceres.
São verdadeiramente um espectáculo de ritmo, alegria e conhecimento do que é para a alma andaluza sentir um flamenco!
Um bom espectáculo que ,esperamos , se repita.
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: música











