quinta-feira, 14 de setembro de 2006

João Garcia vai escalar o Shisha Pangma


No âmbito do projecto “À conquista dos picos do Mundo”, o Millennium bcp
apoia uma nova tentativa do alpinista João Garcia para conquistar o Shisha Pangma, montanha com 8.046 metros, situada no Tibete.

Já com sete montanhas de mais de 8 mil metros no seu curriculum, João Garcia
regressará ao Shisha Pangma, após o insucesso de 2002, um cume conhecido
como a montanha do Trono dos Deuses.

O alpinista João Garcia nasceu em Lisboa, em 1967.

Toda a sua actividade profissional está ligada ao alpinismo.

Além das escaladas que já realizou, é organizador de expedições e excursões de aventura, "cameraman" de altitude e lançou o livro "A mais alta solidão", onde retrata alguns dos acontecimentos mais dramáticos da sua vida.

A sua paixão pelas escaladas começou quando foi, com 15 anos, a primeira vez à Serra da Estrela.

A sua primeira ida aos Alpes intensifica e solidifica essa paixão.

A sua colocação na Bélgica numa comissão de serviço no Quartel Supremo das Forças Aliadas deu-lhe oportunidade para desenvolver a sua actividade nos Alpes, dada a proximidade geográfica destes.

A partir deste momento, a sua actividade de alpinista intensifica-se e começa aqui a sua preparação para as escaladas acima dos 7.000m e o começo dos desafios que haveriam de surgir na sua vida.

João Garcia irá partir, para o Shisha Pagma, com uma equipa portuguesa de 4 alpinistas: Hélder Santos, Rui Rosado, Bruno Carvalho e Ana Santos Silva, sendo esta a primeira vez que o
alpinista terá um elemento feminino na escalada de uma montanha desta altitude.

A data da partida para a expedição ao Shisha Pangma será 16 de Setembro, com
regresso previsto para 18 de Novembro.

A iniciativa “À conquista dos picos do Mundo” que decorrerá até 2010, consiste em conquistar o topo das 14 montanhas com mais de 8 mil metros de altitude, inscrevendo o nome do João Garcia e de Portugal, no clube restrito de 14 alpinistas que já o conseguiram fazer.

Ao apoiar este conjunto de expedições de alpinismo, o Millennium bcp dá expressão pública da sua aposta nos empreendedores portugueses, que, com iniciativa e persistência competitiva, fazem avançar projectos individuais que acabam partilhados pela sociedade, beneficiando o País.

A expedição poderá ser acompanhada, na integra, clicando aqui.

Poderá ainda ver tudo o que se passou na ultima escalada, a Expedição ao Kangchenjunga.

Quinteto Violado na Casa da Música


Quinteto Violado traz à Casa da Música
um novo olhar sobre os ritmos brasileiros

Apresentar uma nova concepção da Música Popular Brasileira que utiliza o erudito e o popular é a aposta do Quinteto Violado no espectáculo que a Casa da Música exibe hoje às 21 horas, na Sala 2.

Extraindo a essência rítmica e melódica das mais simples manifestações populares, o grupo pernambucano criou uma nova concepção musical que reafirma a ideia de que a arte é sempre a universalização do popular.

Criado em 1971, em Pernambuco, o Quinteto Violado intercala pesquisas, espectáculos, discos, festivais e excursões internacionais ao longo de um trabalho que se alarga a todo o Brasil. Mais de três dezenas de discos, livros e vídeos registam essa actividade de pesquisa inspirada em ritmos naturais das diferentes regiões do país, desde o Sul à Amazónia.

O espectáculo do Quinteto Violado na Casa da Música inclui clássicos da música popular do nordeste brasileiro, como “Asa Branca”, “Pau de Arara”, “Acauã”, “O hino da troça da ceroula” ou “Freviola” e novidades como “Relógio, caixinha e pião”, “Mata Branca” e “Frevo de Dudu”.
O grupo é formado por Marcelo Melo (violão, viola e voz), Toínho Alves (baixo e voz), Ciano Alves (flauta, violão e voz), Roberto Medeiros (percussão e voz) e Dudu Alves (teclado).

Pelo preço de 15 euros, o bilhete de ingresso para o espectáculo do Quinteto Violado é válido para o espectáculo, na véspera, do grupo moçambicano Timbila Muzimba.

No Forum Montijo converse com José Matias Alves

Workshop de dança e movimentodos 7 aos 70 em Palmela


Workshop de dança e movimentodos 7 aos 70
Sociedade Filarmónica Humanitária 15, 16 e 17 de Setembro 2006


Dança Clássica Espanhola Marla Navarro
Dança Clássica Contemporanea / Movimento Yolanda rodrigues / Carlos Prado
Dança Moderna Hip-Hop Joana Coelho

Organização
Sociedade Filarmónica Humanitária

Apoios
Câmara Municipal de Palmela
Governo Civil de Setúbal
Naturhouse Spa
Edoína Neto

Contactos
Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela
Av. Dr. Godinho de Matos
2950 Palmela
Tel. / Fax – 212350235
geral@sfh.pt - http://www.sfh.pt/

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

David Guetta na Discoteca Chic

Steve Angelo da Suécia para a Discoteca Versus na Lixa

Aniversário da Discoteca ELITIS

"Crómio" faz apresentação do disco na Expoeventos


O Artista Tiago (Crómio, dos Morangos com Açúcar) c/ banda, irá estar presente para a festa de apresentação do C.D “A minha rádio” e a sua digressão ao vivo 2006/7, no palco principal da Expoeventos. Será uma apresentação ao vivo com a sua banda onde em simultâneo se fará promoção ao seu novo álbum “ A minha rádio” com uma sessão de autógrafos após o concerto ao vivo, na Expoeventos (feira de eventos 2006) no dia 15 de Setembro, pelas 19H00 no Centro de Congressos do Estoril (junto ao Casino).

António Chainho no Festival Artmar na ilha da Madeira

O mestre da guitarra portuguesa, António Chainho, vai participar na 2ª edição do Festival Artmar, na Madeira. O evento decorre nos dias 15 e 16 de Setembro, sendo que António Chainho actua no segundo dia, às 22h.

A 1ª edição realizou-se no ano passado, tendo como destaque a fadista Mariza.

"O Festival Artmar é um festival de música e arte, que decorre ao ar livre no emblemático Jardim do Ilhéu em Câmara de Lobos. Para além da qualidade dos concertos e da beleza natural do cenário envolvente, toda a zona é magnificamente decorada, o que torna o recinto num local acolhedor e faz com que este seja um festival inesquecível."

Músicos acompanhantes de António Chainho:
Fernando Alvim - Viola de Fado
Isabel Noronha - Voz
Manuel D'Oliveira - Guitarra Clássica
Celina da Piedade - Acordeão

Dia e hora: 16 de Setembro, 22h
Local: Jardim do Ilhéu, Câmara de Lobos, Madeira

10º Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa


O décimo aniversário do Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa marca a nossa presença como um Festival que é ainda hoje o único veículo de entrada no nosso país de um cinema realmente alternativo, e que continua, como tem acontecido nas suas edições anteriores, a suscitar um conjunto de debates que fazem a actualidade portuguesa.

Este ano, para marcar 10 anos de trabalho, vamos focar os temas da homofobia e da transfobia. Mais além da representação das expressões gay, lésbica, bissexual, transgénero ou transsexual, a programação do FCGLL tem sido genericamente dominada pelas representações das expressões queer.

Cada vez mais a identidade sexual se assume, não como fixa e imutável, mas antes permeável e oscilante. Esta alteração de paradigma tem vindo a afirmar-se a nível mundial, dentro das comunidades LGBT – e dos indivíduos –, nas suas expressões académica e cultural, e sua relação política e social com o maintsream, e que se vem reflectindo na programação do FCGLL; um Festival que procurará sempre aliar as questões, as problemáticas, as afirmações e as dúvidas, representadas já historicamente na cinematografia gay e lésbica, a outras questões, problemáticas, afirmações e dúvidas das nossas sociedades contemporâneas. Porque afinal, a vida de todos, de uma forma ou de outra, toca-nos a todos.

Trata-se de um Festival que provou ser, com a sua renovação e mudança para o espaço do Cinema Quarteto e, a partir desta edição, com o seu alargamento ao Cinema São Jorge, um evento central na vida cultural lisboeta, com uma história e um lugar cativos nesta cidade, que continuará a marcar presença como plataforma de novas cinematografias, como o lugar de encontro e de debate que os nossos espectadores sabem ter lugar todos os anos no mês de Setembro.

É assim há já dez anos.

Secção Competitiva

Dentro da produção cinematográfica, nacional e internacional, de temática LGBT ou tangencial, com data de produção de 2005 ou 2006, e contando que não tenha sido anteriormente distribuída no nosso país em circuito comercial antes das datas do 10º FCGLL, foram seleccionados um conjunto de títulos que, pela sua qualidade cinematográfica e pertinência social e cultural, integrarão a Secção Competitiva nas três categorias de prémios a atribuir:

Prémio para a Melhor Longa-Metragem (1.000,00€)
Prémio para o Melhor Documentário (1.000,00€)
Prémio para a Melhor Curta-Metragem (500,00€

O Prémio para a Melhor Curta-Metragem é um prémio de Público de votação à saída de sala. Este prémio é gentilmente oferecido pela Editora Bico de Pena.

Júri Internacional

Júri da Secção Competitiva para a Melhor Longa-Metragem

Ana Zanatti (actriz, escritora), Presidente do Júri
Daniel Chabannes (produtor e distribuidor, Épicentre Films, Paris)
Roberto Castón (realizador, director do Zinegoak – Festival de Cinema Gay e Lésbico de Bilbau)

Júri da Secção Competitiva para o Melhor Documentário

Manuela Kay (jornalista, ensaísta, coordenadora do Teddy Award da Secção Panorama da Berlinale – Festival Internacional de Cinema de Berlim), Presidente do Júri
João Pedro Rodrigues (realizador)
Luís Assis (actor, encenador)

Para ver o programa do Festival clique aqui .

Salas

Cinema Quarteto
Rua Flores de Lima, 16 (à Av. Estados Unidos da América)
1700-196 Lisboa
Tel. 21 797 13 78
Estação de Metro: Roma, Entrecampos
Bilheteiras: 14h00 às 24h00

Cinema São Jorge
Avenida da Liberdade,175
1250-141 Lisboa
Tel. 21 310 34 02
Estação de Metro: Avenida
Bilheteiras: 15h00 às 22h00

Instituto Franco-Português
Avenida Luís Bívar, 91
1050-143 Lisboa
Tel: 21 311 14 00
Estação de Metro: São Sebastião
Bilheteira: ½ hora antes do início da sessão

Todos os programas apresentados são interditos a menores de 18 anos

Bilhetes
Cinema Quarteto / Cinema São Jorge
Bilhete Normal – 3,00€
Bilhete com Desconto* – 2,00€
Instituto Franco-Português: Bilhete Único – 3,00€

* Membros de Associações LGBT Portuguesas mediante apresentação de identificação apropriada

Começar a acabar, de S. Beckett, no Teatro D. Maria

A estreia absoluta de Começar a Acabar, trabalho dramatúrgico supreendente elaborado pelo próprio Beckett a partir de três novelas que constituem o núcleo central da sua ficção Molloy, Malone está a Morrer e O Inominável, constitui um momento marcante da vida teatral nacional.
Assinalando o centenário do nascimento de Samuel Beckett o espectáculo, que João Lagarto encena e interpreta é uma co-produção do Teatro Nacional D. Maria II, Teatro do Bolhão e Os Crónicos.


BEGINNING TO END resulta da amizade de dois homens – o dramaturgo Samuel Beckett e o actor Jack Macgowran.

O projecto terá partido de MacGowran que no fim dos anos sessenta começou a tentar juntar fragmentos da obra do seu conterrâneo na forma de um monólogo que foi sempre e em primeiro lugar uma homenagem e um acto de amizade. Primeiro chamou-sed END OF DAY e ao que se sabe dele fazia parte o acto sem palavras1 e o monólogo de Lucky na peça Godot e o fabuloso FROM AN ABANDONNED WORK OF ART.

Beckett mantinha-se à distância até que em 1970 (o Nobel tinha vindo no fim do ano anterior) se decide a intervir mais activamente. O monólogo passa a chamar-se BEGINNING TO END que, não sendo uma obra nova de Beckett, é uma revisão de alguns dos seus textos mais emblemáticos montados num monólogo duma espantosa unidade dramática sobre a morte, ou melhor sobre o fim. Beckett terá dito a certa altura do processo que a questão não estava nos fragmentos a utilizar mas sim na maneira de os agrupar. A situação é a de um homem que está a morrer e que entretanto vai contando histórias. Passamos pelas palavras de Krapp, de Lucky, de Molloy, de Clov e de _Hamm, de Watt, de Malone, de Vladimir, pelos poemas e tudo acaba nas palavras finais desse livro único chamado o IMOMINÁVEL.

O espectáculo estreou a 23 de Abril de 1970, no teatro Édouard VII para o tout paris e continuou a sua carreira nos anos seguintes até à morte de Macgowran em Janeiro de 73 aos 45 anos.

Nesses seus últimos anos de vida MacGowran que se tornara numa estrela do cinema mundial, continuou sempre a representar B to E. Houve espectáculos nos Estados Unidos da América, por toda a Europa e até em Dublin. Beckett começava a ser mais do que um autor de culto para alguns iniciados e, este acto de amizade do actor ao seu dramaturgo terá contribuído em larga medida para isso.

Uma vez Jack MacGowran perguntou a Beckett se ele queria que o público se risse no monólogo ao que Beckett terá respondido O MÁXIMO DE GARGALHADAS < Q TU CONSIGAS.
A história deste monólogo também é a história da evolução da ideia beckettiana de actor.
Nas primeiras versões MacGowran ficava estático, sorria apenas uma vez (ao que parece com efeitos devastadores) e mantinha-se naquela posição neutra e de transmissor dos ritmos das frases que se atribui muitas vezes ao actor Beckettiano.

Progressivamente eles (e Beckett) foram mudando.

Não sei muito bem onde chegaram, parece que os mendigos de Dublin estavam presentes em palco, sem limites de exuberância, mas MacGowran fazia questão de dizer todas as palavras que lá estavam e Beckett (que não encenou o espectáculo mas acompanhou os ensaios) às vezes ficava em silêncio durante bastante tempo e depois dizia duas ou três frases fundamentais.
Nunca vi o monólogo, nem feito por MacGowran nem por ninguém (aliás não tenho conhecimento de ele ter voltado a ser feito) mas conheço o texto final e os vários fragmentos de que B. Partiu para o construir, o que me permitiu assistir ao minucioso trabalho dramatúrgico que Beckett fez sobre os seus próprios textos.

São partituras e quando assistimos ao autor a recortá-las (ou a traduzi-las) mais entendemos que o são.

Quanto aos sem abrigo de Dublin também nunca conheci nenhum. Mas sempre me pareceu que os mendigos de Beckett não são mendigos sociais são mendigos da alma, os homens diante do mistério da morte, ou melhor do fim.
João Lagarto

DE SAMUEL BECKETT
CO-PRODUÇÃO TNDM II TEATRO DO BOLHÃO OS CRÓNICOS
SALA ESTÙDIO
SET 15 – OUT 1
3ª a SÁB. 21H45 DOM. 16H15

terça-feira, 12 de setembro de 2006

I Festival de Músicas e Dança do mundo em Portalegre





O Cherno More Quartet, formado pormúsicos da Bulgária, Síria e Sudão, abre quarta-feira à noite o Festival Internacional de Música e Danças do Mundo, no novo Centro deArtes do Espectáculo de Portalegre.

O Cherno More Quartet aposta na fusão de temas tradicionaisdos três países e também em temas de criação própria, interpretados com instrumentos tão diversos como o clarinete búlgaro, o bongós sudanês de três caixas, o alaúde árabe, a darbouka, o acordeão e oskarakeb gnawas.
Primeiro evento do género que se realiza em Portalegre, o festival, aberto até sábado, conta com a participação de artistas desete países: Marrocos, Bulgária, Sudão, Síria, Madagáscar, Bélgica e Congo.

O certame pretende "divulgar outras músicas menos ouvidas na região e conquistar públicos diferentes", disse à Agência Lusa o vereador do município de Portalegre José Polainas. "Sabemos que existe público para este tipo de músicas equeremos atrair essas pessoas para este género de espectáculos, a quevamos dar continuidade no futuro", adiantou.

Além do Cherno More Quartet, que actua na abertura do festival, no segundo dia do evento sobe ao palco o grupo "ALMAKAM",acompanhado de uma bailarina de dança oriental (dança do ventre) que reflecte através das suas danças o testemunho da herança de Al-Andaluz.

A música tradicional de Madagáscar vai ouvir-se no terceiro dia com a actuação de Kilema, um músico da cidade de Toliary, situadano sudoeste da ilha.
Em 1997, Kilema criou a banda que adopta o seu nome e depoisde vários espectáculos em França, Itália e Espanha apresentou em Maio de 1999 o seu primeiro disco, intitulado "Ka Malisa".
Desde então, participou em muitos eventos relacionados com a World Music: Enmas Festival (Milão), Festival Espantapitas (Almeria), Intermusic (Parla), Etnimálaga (Málaga), Semana da World Music (SãoMarino) e Festival Womad de Las Palmas.

No último dia do festival actua o grupo "Zap Mama", criado em 1990 e liderado por Marie Daulne, nascida no Congo, mas que viveu grande parte da sua juventude na Bélgica.
O grupo "Zap Mama" editou cinco álbuns, o primeiro no ano de 1993, intitulado "Adventures in Afropea", é estritamente vocal.
Com o segundo álbum "Sabsylma" (1994) foi nomeado para o Grammy de melhor álbum na categoria de World Music.
"Ancestry in Progress", editado em 2004, é o mais recenteálbum do grupo, que foi criado, na maior parte, nos Estados Unidos eque traz o reflexo da "Urban Music" norte-americana, contando com participações de Erykah Badu, Common, Bahamadia, Questlove, TalibKweli e Jazzyfatnastees.
O programa do festival prevê também a realização de"workshops" de dança oriental egípcia e de percussões árabes.

Dia 13 de Setembro – CHERNO MORE QUARTET (Bulgária, Sudão e siria) + Workshop
Fusão de ritmos balcânicos com música afro-árabe
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Plateia 10 € / Balcão 5 €

Não parece casual que quatro grandes músicos como Ivo Hristov, Nasko Hristov (Bulgária), Sallah Sabbagh (Siria) e Wafir Sheik (Sudão) se unam com a inquietude de buscar e criar um novo estlilo dentro da música de fusão. Neste caso concreto, a música tradicional sudanesa caracterizada pela sua influência afro-árabe e a música da Siria de rasgos puramente árabes com a música balcânica da Bulgária que se destaca pela sua influência otomana e pela música jazz que teve uma forte implantação no país após a queda do comunismo (folk jazz dos Balcãs).
O resultado sonoro deste projecto é uma brilhante fusão de temas tradicionais dos três países e também temas de criação própria, magistralmente interpretados com instrumentos tão diversos como: o clarinete búlgaro, o bongós sudanês de três caixas, o alaúde árabe, a darbouka, o acordeão e os karakeb gnawas.

IVO HRISTOV: clarinete búlgaro
NASKO HRISTOV: acordeão
WAFIR SHEIK: acordeão, nay, bongós e alaúde árabe
SALAH SABBAGH: darbouka, karakeb gnawas e pandeiros

Dia 14 de Setembro - Almakam (Marrocos) + Worshop
Música e dança do Magrebe e Médio Oriente
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Plateia 10 € / Balcão 5 €

Al-Andaluz desenvolveu uma música complexa e delicada que se inspirava nas culturas do Magrebe, da Espanha e do Médio Oriente.
O refinamento persa - através de Ziryab -, a sobriedade árabe e a jovialidade berbere fundiram-se com a herança hispano-visigoda e a Hebreia para criar no califato e nos reinos taifas uma arte autóctona.
O grupo ALMAKAM faz-se acompanhar de uma bailarina de dança oriental (dança do ventre) que reflecte através das suas danças o testemunho da herança de Al-Andaluz. Os movimentos inspirados por ritmos hipnóticos da música desenham formas com um sentido cénico muito subtil e digno de apreciar. Danças de poder e autoridade e de origem sagrada recriadas com elementos étnicos de estilo árabe são apenas alguns dos géneros de dança que este grupo representa em palco. Com este espectáculo, o espectador é transportado à época das Zambras (do árabe Samar), onde os mouriscos adornavam as suas veladas, nas quais se bailava e cantava ao som de instrumentos como o alaúde, a kamanya, a xababa, a darbouka ou as castanholas.

Aziz Samsaoui: kanún
Fathi Yakoub: violino
Ahmed Ahnin: voz, alaúde árabe e percussões
Muhsen Kourach: darbouka
Shakti: bailarina de dança oriental egipcia (dança do ventre)

Dia 15 de Setembro - Kilema (Madagáscar) + Worshop
Música tradicional de Madagáscar
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Plateia 10 € / Balcão 5 €

Kilema é originário da cidade de Toliary situada ao Sudoeste da ilha de Madagascar. Em 1993 foi viver para Paris, onde alcançou uma projecção internacional na sua carreira artística. Nesse mesmo ano integra o grupo
“Justin Vali Trio”, no qual interpreta o Kabosy (bandolina do Madagascar) e o Katsá. Cenários como o Japão, Nova Zelândia e a participação no mitico Woodstock do ano 1994, para citar apenas alguns, permitiram dar a conhecer as tradições e cultura da Grande Ilha “Madagascar”, e o seu reconhecimento entre as principais músicas africanas.
Em 1997 Kilema cria a banda que adopta o seu nome. Depois de vários espectáculos em França, Itália e Espanha, Kilema apresenta em Maio de 1999 o seu primeiro disco, intitulado Ka Malisa.
Desde então, Kilema participou em inúmeros eventos relacionados com a World Music: Enmas Festival (Milão), Festival Espantapitas (Almeria), Intermusic (Parla), Etnimálaga (Málaga), FIG (Pinhal Novo), ETNOSUR (Jaén), Semana da World Music (San Marino), Festival Womad de Las Palmas, etc...

Kilema: marovany, katsá, guitarra acústica e voz
Telesphore Ernest: katsá e coros
Pedro Delgado: baixo e contrabaixo
De la Vera: percussões

Dia 16 de Setembro - Zap Mama (Bélgica/Congo) - Ancestry in Progress
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Plateia 10 € / Balcão 5 €
http://www.zapmama.be/

Filha de pai Belga e mãe Congolense, Marie Daulne mudou-se para Bruxelas aos 3 anos de idade, tendo sido aí onde começou a sua odisseia musical. Enquanto as outras crianças aprendiam na escola a tocar instrumentos clássicos, a mãe de Marie preferiu ensinar-lhe as polifonias dos pigmeus africanos. Foi então aos 18 anos que Daulne regressou ao Congo, onde deu origem ao grupo Zap Mama no ano de 1990. Ao todo editaram são 5 álbuns. O primeiro álbum do Zap Mama - Adventures in Afropea (1993) - é estritamente vocal. Com o segundo álbum - Sabsylma ( 1994) - recebeu indicação ao Grammy de melhor álbum na categoria de World music. Estes foram os álbuns onde o Zap Mama desenvolveu realmente o poder e as possibilidades da voz feminina como instrumento musical. Em 1997 com o álbum - Seven, Zap Mama começaram a trabalhar com instrumentistas, contando com a colaboração de lendas do Reggae e do Dub U-Roy e Michael Franti (Spearhead). No seu quarto álbum - A Ma Zone (1999) - as Zap Mama operaram uma verdadeira transformação musical. O single "Rafiki", com a participação de Black Thought, do The Roots, foi o primeiro passo para uma nova direção no grupo.
Entretanto, Ancestry in Progress (2004) é o mais novo álbum deste colectivo. Nele, praticamente todos os temas foram co-produzidos e compostos pela própria Daulne - um disco a piscar o olho ao mercado norte-americano e que bebe várias influencias da música americana, não perdendo, contudo, a originalidade que adquiriu no começo da carreira. Este álbum conta com participações de Erykah Badu, Common, Bahamadia, Questlove, Talib Kweli, Jazzyfatnastees entre outros. Ancestry in Progress foi criado na maior parte nos Estados Unidos e traz o reflexo da "Urban Music" americana. Anthony Tidd e Richard Nichols (The Roots) produziram "Show Me the Way" e "Ca Varie Varie" . O produtor belga Phillippe Allaert assina a produção de "Sweet Melody" e "Yaku" - que incorpora, naturalmente, sonoridades mais europeias. Outro ponto marcante é o dueto de Marie Daulne e beat-boxer Scratch em "Wadidyusay?"
Neste disco é surpreendente a forma com que se explora o universo vocal em tons de jazz, blues, funk, r&b, rap e música africana.
Fonte: http://attambur.com/Noticias/20052t/zapmama.htm

Oficinas durante o Festival de Musicas do Mundo

DIA 13 de SETEMBRO (Quarta-Feira)
17h00 - Oficina de percussões árabes com WAFIR SHEIK (90 minutos de duração) máximo 10 alunos – inscrição – 15 euros

DIA 14 de SETEMBRO (Quinta-Feira)
11h00 - Continuação da oficina de percussões árabes com WAFIR SHEIK (90 minutos) máximo 10 alunos
17h30 - Oficina de dança oriental egipcia - dança do ventre com a bailarina SHAKTI (60 minutos) máximo 15 alunos – inscrição 10 euros

Actividades Paralelas

- Feira do disco (musicas do mundo) – De 13 a 16 de Setembro - Foyer CAEP
- Animação após os concertos na Praça da República

Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva


Amanhã, realiza-se no Salão Nobre do Teatro Nacional D. Maria II, com a presença da Exma. Senhora a Ministra da Cultura, do director artístico do TNDM II e representantes do Instituto Camões e do Instituto das Artes, a apresentação do Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva.

Com vista ao incremento das relações culturais no âmbito do teatro entre Portugal e Brasil, foi estabelecido entre o Instituto Camões, a Funarte, o Instituto das Artes e o Teatro Nacional de D.Maria II, um acordo genérico de colaboração que prevê a atribuição de um prémio de dramaturgia luso-brasileira, a sua edição posterior apresentação pública através da sua montagem cénica.
Assim, no âmbito do acordo, compete ao Instituto Camões e à Funarte a atribuição anual do prémio e a respectiva edição, sendo competência do Instituto das Artes, Funarte e Teatro Nacional de D. Maria II a apresentação cénica do mesmo.

O Prémio de Dramaturgia António José da Silva tem o valor monetário de 15.000€ e a sua atribuição implica a edição da obra premiada em Portugal e no Brasil.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Vitorino actua no Casino Estoril

O álbum “Tudo” estará em evidência no concerto de Vitorino, agendado para a próxima Quinta-Feira, no Du Arte Lounge do Casino Estoril. A partir das 23 e 30, “vou fazer uma chamada de memória das canções mais conhecidas”, explica o intérprete alentejano.

Nascido no Redondo, o artista reuniu os melhores êxitos em “Tudo”, o seu último álbum, lançado no passado mês de Janeiro. “Trinta anos a cantar sem parar é um feito em Portugal”, sublinha Vitorino, que acrescenta, “Tudo” é a festa, é a comemoração e o recordar de um tempo que, ainda, é bom”.

Vitorino faz um balanço positivo da edição de “Tudo”. E observa, “Vender discos nacionais no nosso país, cantados em português é um fenómeno digo de nota. E este vende”.

Em três discos temáticos, dedicados ao Alentejo, Lisboa e ao Amor, Vitorino reuniu cerca de meia centena de composições. De facto, “Tudo” convida os seus admiradores a recordar “Menina Estás à Janela”, “Leitaria Garret”, “Laurinda”, “Ó Rama, ó que Linda Rama”, “Queda do Império” ou “Fado Alexandrino”.

Vitorino editou, assim, uma colectânea cujas canções se confundem com a própria história da música popular portuguesa. Alguns destes temas integram a actuação no Casino Estoril.

De facto, desde o lançamento pioneiro do disco “Semear Salsa ao Reguinho”, em 1975, considerado, aliás, uma referência na redefinição de padrões estéticos da música portuguesa, até ao recente “Ninguém nos Ganha aos Matraquilhos”, o artista distinguiu-se pela sua invulgar sensibilidade musical.

Presença obrigatória nos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, Vitorino lembra, que “o público gosta de reconhecer os temas e, até, de participar activamente”.

Recorde-se que, ainda, no ano passado, o intérprete editou “Ninguém nos Ganha aos Matraquilhos”.

Neste álbum de originais, Vitorino lança “um olhar romântico e nostálgico sobre um fenómeno quase obsessivo na sociedade portuguesa: o Futebol. Se ele é a indústria do show-biz, o que eu canto é festa, disponibilidade e nostalgia ética do desporto de massas”.

A animação no Du Arte Lounge será assegurada, a partir das 21 horas, com a participação de vários grupos musicais. A entrada é gratuita mas, por imperativo legal, é reservada a maiores de 18 anos.

Encantos de Medeia no Teatro D. Maria, em Lisboa

O Teatro Nacional D. Maria II apresenta Os Encantos de Medeia, de António José da Silva, uma encenação de João Paulo Seara Cardoso.

Este espectáculo inicia um ciclo dedicado ao autor, que teve um fim trágico nas fogueiras da Inquisição, à época sedeada onde hoje existe o TNDM II.

Os Encantos de Medeia é, talvez, a obra de António José da Silva que melhor encarna o espírito do teatro barroco. A recorrência a um tema mitológico, a exuberância visual dos lugares, a forte caracterização dos personagens, a intriga desenvolvida em dois planos, o do mundo sobrenatural e o do mundo real, constituem marcas de uma engenhosa escrita teatral que consegue o prodígio de transformar em comédia uma das mais impressionantes tragédias do teatro grego.

Claro que, ao contrário da obra-prima de Eurípides, tudo acaba bem, sobretudo no plano dos ajustes de contas amorosos, e os episódios “terríveis” da tragédia, como o da morte dos filhos de Medeia são omitidos, até porque fora do tempo de acção, que aqui se limita à estadia de Jasão e dos Argonautas na ilha de Colcos, com o fim de roubar o Velo de Ouro.

Foto: João Tuna

Ficha Técnica:
ENCENAÇÃO CENOGRAFIA JOÃO PAULO SEARA CARDOSO
MARIONETAS FIGURINOS ILUSTRAÇÃO JÚLIO VANZELER
MUSICA ROBERTO NEULICHEDL
DESENHO DE LUZ JORGE COSTA
PRODUÇÃO SOFIA CARVALHO
INTERPRETAÇÃO EDGARD FERNANDES JOÃO PAULO SEARA CARDOSO SARA HENRIQUES SÉRGIO ROLO TÂNIA GONÇALVES
ACTORES CONTRA REGRAS PEDRO RIBEIRO SÓNIA SOUSA
PIANISTA SHIRLEY RESENDE
TÉCNICO DE SOM LUZ RUI PEDRO RODRIGUES
ASSISTENTE DE PRODUÇÃO PEDRO MIGUEL CASTRO
ASSITENTE DE ENCENAÇÃO PEDRO RIBEIRO
PREPARAÇÃO VOCAL ANA BARROS
PINTURA DE MARIONETAS EMÍLIA SOUSA
TÉCNICOS DE CONSTRUÇÃO FILIPE GARCIA
JANE SAKS RUI PEDRO RODRIGUES VÍTOR SILVA
CONFECÇÃO DE FIGURINOS (MARIONETAS) BIANCA BAST
CONFECÇÃO DE FIGURINOS ACTORES ADEREÇOS DE GUARDA-ROUPA COORDENÇÃO CLÁUDIA RIBEIRO
ADERECISTA ISABEL PEREIRA
ASSISTENTE DE ADERECISTA TERESA BATISTA
COSTUREIRA LA SALLETE OLIVEIRACONSTRUÇÃO DE ESTRUTURAS CENOGRÁFICAS AMÉRICO CASTANHEIRA TUDO-FAÇO

Teatro Nacional de São Carlos com Orquestra Sinfónica Portuguesa na Figueira da Foz


O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, dia 15 de Setembro, pelas 22h00, um concerto com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, do Teatro Nacional de São Carlos.

A Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direcção musical de Donato Renzetti, apresenta um concerto com um repertório integralmente preenchido com música russa.

Assim, o programa desta noite será composto, na primeira parte, pelas obras Ouverture, da ópera Il Principe Igor, de Alexandr Borodin; Concerto nº 2 op.18 para piano e orquestra, de Sergey Rachmaninov; sendo a segunda parte integralmente dedicada à Sinfonia nº 5 op.64, de Piotr I. Tchaikovski.

Mais se informa que o custo dos bilhetes é de € 15,00 por pessoa, e que os mesmos estão à venda no Centro de Artes e Espectáculos.

BOX NOVA: SUPER-HERÓIS de Joana Brandão e Madalena Silva

16 Setembro Sábado 19h00
Sala de Ensaio do Centro Cultural de Belém

Numa época em que ninguém acredita em super-heróis, quem nos poderá valer?

Esta questão poderá ter sido o ponto de partida para o projecto Super-Heróis.

Uma abordagem da perspectiva do senso comum a este vasto e complexo imaginário.
Por um lado o fascínio pela ficção ideal, onde o Bem vence sobre o Mal e onde os protagonistas são capazes de restituir a ordem, organizar o caos. Por outro lado a visão pragmática sobre o imaginário dos Super-Heróis.

No universo do fantástico procurámos trabalhar a plasticidade dos gestos, a fisicalidade das figuras dos Super-Heróis, assim como o poder da narrativa fragmentada, os quadradinhos da Banda Desenhada.
Não procuramos a “moral da história” implícita num final feliz porque provavelmente a Humanidade até acredita em Super-Heróis e talvez por isso se “deixe andar”…



Ficha Artística
Concepção e interpretação: Joana Brandão e Madalena Silva
Música original: João Bucho
Espaço cénico: Joana Brandão, Madalena Silva e João Bucho
Desenho de luz: Pedro Cláudio
Figurinos: Tânia Franco
Apoio dramaturgico: Pedro Moura
Agradecimentos: Carlos Pereira, Eunice Silva, Escola Superior de Dança, Pedro Moura, Pedro Silva (BdMania), Produção e Direcção de Cena do CCB.
Apoio: Devir


JOANA BRANDÃO

Nasceu em 1977, em Lisboa. Actriz e Encenadora.
Tem o curso de Actores/Encenadores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e várias participações em workshops nas áreas da representação, performance, dança e movimento em Portugal, Roménia, França e Suíça.
Trabalha no teatro desde 1997 com encenadores como Álvaro Correia, An.Carl-Go, Bruno Bravo, Carlos Pimenta, João Brites, João Mota, José Peixoto, Pedro Alvaréz Ossório, entre outros.
Na área da dança / movimento trabalhou com nomes como Maria de LaRibot, Jean-Paul Bucchieri entre outros.
Conta também com várias participações em televisão e cinema, onde se destacam: Os Mistérios da Estrada de Sintra; O Testamento; A Vida Tem Destas Coisas; Anjo Selvagem; O Último Beijo; Salitre; O Que Resta; O Espelho e Manô.
Paralelamente ao percurso artístico dedica-se, desde o ano 2000, à Docência de Oficina de Expressão Dramática em Escolas Secundárias Públicas.
Recentemente encenou As 4 Gémeas de Copi.

MADALENA SILVA

Nasceu em Lisboa em 1979. Entre 1989/97 frequentou o curso de bailarinos profissionais da Escola de Dança do Conservatório Nacional. Trabalhou com coreógrafos convidados como Olga Roriz, Rui Lopes Graça, Mariana Rocha, Didier Chazeau e Armando Maciel. Após a sua formação, ingressa no 1º ano da Escola Superior de Dança (1997).
Trabalhou entre Abril e Outubro de 2000, num projecto do coreógrafo Belga Frédéric Flamand – Charlerois Danses, apresentado nas instalações da Expo 2000-Hannover.
A convite do Centro Cultural da Malaposta, em Abril de 2004 apresentou na Sala Polivalente um solo de sua autoria, “Estar de Fora Para Ver”.
No ano lectivo 2003/ 2004 e como formação complementar frequentou o curso de Profissional de audiovisuais da Restart – Escola de criatividade e novas tecnologias.
Desde Junho de 2004 colabora como bailarina com a Companhia Rui Lopes Graça, sendo intérprete da peça Antídoto e da peça Sopro.
Actualmente e desde o ano lectivo 2002/2003 trabalha como assistente da coordenação do 4ºano da Licenciatura em Dança da E.S.D.

domingo, 10 de setembro de 2006

Os gatos voltam aos Coliseus


Depois de mais de 20 anos em cena no West End londrino e na Broadway, é a vez do Coliseu do Porto receber os Jellicle Cats e se juntar à legião de fãs que este grupo de 29 gatos tem por todo o mundo.

O sucesso de CATS em Lisboa, há 2 anos, exigiu este regresso tão aguardado a Portugal. Desta vez, a cidade invicta recebe em grande estreia o espectáculo, a 12 de Setembro, no Coliseu do Porto, seguindo-se Lisboa a 5 de Outubro.

Baseado na obra de TS Eliot "Old Possum's Book of Practical Cats", este musical tem assinatura de Andrew Lloyd Webber e conta a história da Gata Grizabella e do seu regresso à família que abandonou pela descoberta de outros "mundos".
CATS
, em versão original com legendagem em português, um espectáculo mágico para ver e sonhar...


O mais famoso musical do mundo está de regresso a Portugal. Já foi visto por mais de 50 milhões de pessoas e provocou uma autêntica corrida às bilheteiras. "Cats", de Andrew Lloyd Webber, apresenta-se no Coliseu do Porto de 12 a 30 de Setembro.

"Cats" foi o musical que mais tempo esteve em cartaz no New London Theatre: 21 anos. E sempre esgotado. A proeza repetiu-se quando subiu ao palco da Broadway, em Nova Iorque. Entretanto, soltou amarras e partiu em digressão. Escusado será dizer que foi um sucesso de bilheteira em todos os países por onde já passou.

Nota de Andrew Lloyd Webber

Depois de tudo o que aconteceu com "Cats" é dificil para mim lembrar-me de como tudo começou.

Começou com uma experiência pessoal para descobrir se conseguiria musicar um texto já existente. Até 1978 quando primeiro tentei musicar os poemas de gatos de T.S. Eliot, compus a música para os espectáculos nos quais estive envolvido. Depois o meu letrista colocaria as palavras nas minhas músicas.

Realmente concordamos que a história viria em primeiro lugar, mas para Tim Rice ou Don Black a música sempre esteve primeiro. Assim comecei a escrever música para o "Old Possum's
Book of the Practical Cats" de T.S. Eliot, para ver se conseguiria trabalhar de forma diferente.
Em breve verifiquei que este poemas, poemas que a minha mãe me tinha lido quando era rapazito, eram muito especiais.

A sua métrica irregular, mesmo angular mais parecia um poema lírico (mais tarde soube por Valerie, a viúva de Eliot, que o seu marido era um grande apreciador das canções populares contemporâneas).

Comecei a pensar em "Cats" como uma peça de concerto para crianças, um pouco como "Peter and Wolf" de Prokofiev, mas qualquer coisa me afastou dessa ideia. Senti que estava perante uma futura proposta teatral embora sem saber como isso seria acançado.

Assim o meu trabalho foi levado à cena num concerto em 1980 no Sydmonton Festival. Na plateia estava Valerie Eliot. Depois disso ela deu-me material não publicado que o seu marido tinha escrito sobre um gato entertainer. Não tinha preço. Havia uma carta com uma sugestão de enredo. Depois de "Jellicle Ball" os gatos foram "up past the Russel Hotel" num balão para "to the Heaviside Layer". Havia um poema introdutório acerca de gatos e cães que se tornou base da actual canção de abertura ("JELLICLE SONGS FOR JELLICLE CATS").

Mas o ponto alto era a história de uma gata chamada Grizabella que Eliot pensou que era demasiado triste para ser incluida num livro para crianças. Com esta descoberta "Cats", como viria a chamar-se tinha o potencial de luz e sombra do que eu precisava para compôr todo o elenco.

Antes do Festival tinha levado a ideia de "Cats" ao inexperiente produtor Cameron Mackintosh. Foi com Cameron que eu embarquei na espantosa viagem que levou "Cats" a tornar-se um fenómeno que nenhum de nós jamais tinha pensado. Foi ideia de Cameron contactarmos o director Trevor Nunn. A coreógrafa Gillian Lynne tinha já trabalhado com Cameron e teve o trabalho espantoso de colocar humanos a dançar como gatos. Para ser verdadeiro, muita gente pensava que eu e o Cameron estávamos loucos. Abrimos em Maio de 1981 faltando metade do investimento e com uma segunda hipoteca sobre a minha casa.

Estava muito contente porque ocorreram mudanças que há muito esperava que acontecesssem, particularmente o reaparecimento da melodia que tinha escrito para um poema não publicado e Eliot "the Ballad of Billy McCaw". De facto houve uma grande revisão musical o que espero tenha fortalecido o elenco original e melhorado alguns dos trechos musicais com as palavras admiráveis de Eliot.

Espero que gostem da segunda vida de "Cats"!

Tradução do original por: Zita Ferreira Braga

De 12-09-2006 a 30-09-2006 - Coliseu do Porto
A partir de 05-10-2006 - Coliseu dos Recreios
Terça a sexta às 21h30
Sábado e domingo às 16h00 e 21h30
Versão original com legendagem em português.
Duração: 2h25m.
Site Oficial: http://www.catstour.co.uk/
Compositor: Andrew Lloyd Webber

Scissor Sisters com novo single

sábado, 9 de setembro de 2006

Soweto Gospel no Casino Lisboa



Com estreia marcada para o próximo dia 12, pelas 22 horas, o Soweto Gospel Choir traz ao Casino Lisboa as novas sonoridades de “Blessed”. Trata-se do mais recente álbum do conjunto sul-africano, cujos melhores temas estarão em evidência no Auditório dos Oceanos, até 24 de Setembro.

O Soweto Gospel Choir reabre, assim, a nova temporada do Auditório dos Oceanos, com um ciclo de espectáculos de excepção.

Liderado pelo maestro David Mulovhedzi, o grupo africano é reconhecido pelos seus ritmos inconfundíveis, que já conquistaram plateias por todo o mundo.

As actuações do Soweto Gospel Choir, combinam elementos culturais das diversas tribos do sul de África. O novo álbum reúne várias faixas, que identificam o estilo único desde grupo. De facto, “Blessed” constitui uma sequência do êxito discográfico anterior, intitulado “Voices from Heaven”.

O Gospel tem a voz como veículo principal da mensagem, sendo o ritmo marcado pelos tambores. É, tradicionalmente, cantado por um intérprete masculino, ao qual responde a comunidade em coro. Destaca-se, ainda, pelo colorido das suas vestes tradicionais e o movimento das suas danças rituais.

Cheia de ritmo e movimento, esta tradição musical aborda temas da vida de um povo, tão variados como os hinos de guerra, as canções de embalar, o envelhecimento, o casamento e a glorificação de grandes líderes e heróis, diferenciando-se do Gospel americano onde a religião é o tema essencial.

Exemplo cultural de um povo e de uma tradição musical, o Soweto Gospel Choir reúne cantores de todo o continente, que cantam em diferentes línguas e dialectos como o zulu, o sotho, o xhosa e o inglês.

Recorde-se que, o Soweto Gospel Choir foi criado no intuito de enaltecer a inesgotável fonte de inspiração proveniente da música gospel africana. Repletas de cor e animação, as suas actuações são marcadas por ritmos e sonoridades inconfundíveis.

Após as suas actuações no Auditório dos Oceanos, o Soweto Gospel Choir prossegue a digressão pela Europa, até ao final do ano. “Blessed” estará em evidência noutras importantes salas de espectáculos internacionais.

Soweto Gospel Choir – Blessed estreia a 12 de Setembro no Casino Lisboa prolongando-se em cartaz até ao dia 24.
Os espectáculos estão agendados de Terça-Feira a Domingo, pelas 22 horas, no Auditório dos Oceanos. Aos sábados e Domingos haverá, também, matinées, a partir das 17 horas.

Veja algumas imagens dete espectáculo clicando aqui .

sexta-feira, 8 de setembro de 2006

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Paatos da Suécia para 2 concertos em Portugal

Exposição Light Against Time

Após passagem pelo bairro alto, a Exposição itinerante de Fotografia LIGHT AGAINST
TIME
- da autoria de Nuno Moreira - irá marcar presença a partir do dia 8 de Setembro no
café teatro Santiago Alquimista, em Lisboa.

A inauguração coincide com o concerto da banda Sueca de rock progressivo, PAATOS sendo
por isso uma oportunidade para assistir a um crossover de artes performativas e visuais.

O projecto LIGHT AGAINST TIME continuará a sua tour pelo país pretendendo associar-se a outros eventos ou espaços favoráveis a instalações mixed-media.

De entre as 24 obras expostas destacam-se nomes como Antony & The Johnsons, Goldfrapp,
Bernardo Sassetti, Marilyn Manson, Moonspell, Mão Morta ou Alice Cooper.

Até 31 de Outubro (dia de Halloween) a mostra encontra-se aberta ao público com a finalidade
de dinamizar o local da exposição atraindo assim novos visitantes e promovendo o acesso
livre a interessados por Artes, Cultura e Espectáculos.

Esta exposição tem como objectivo prestar homenagem a momentos únicos e inesquecíveis.

Lugares comuns que subitamente se transformam em ambientes renovados com a junção de
pessoas de interesses semelhantes.

Os momentos captados em “Light Against Time” mostram uma procura por experiências
singulares, fruto de um desmascarar energético de quem assiste aos espectáculos (público)
em justaposição com quem resolve colocar a máscara de artista, performer, entertainer, ou
simplesmente músico.

As pessoas saem e reúnem-se num espaço comum para assistir a um espectáculo e o mesmo
acontece com os músicos que entram em palco para sair de si mesmos e se reunirem num
colectivo integro e coeso: a banda.

Enquanto um lado tira a máscara e se diverte o outro coloca-a e exercita-a, reforçando em
ambos uma linguagem motora que habita em todos: ritmo, musicalidade, expressividade,
vida.

Do palco para a audiência o som é projectado indiscriminadamente, e o primeiro a estabelecer
contacto físico com as ondas electrizantes é muitas vezes o fotógrafo, que se encontra nas
trincheiras, em frente ao palco, pronto a ripostar com o disparo da sua câmara que pretende
ser tão eficaz quanto a perfeição do músico. Aqui gera-se uma pequena disputa artística, não
de um contra o outro mas ambos procurando salvaguardar a todo o custo o mesmo interesse:
uma imagem que imortalize o momento a que se assiste - uma memória colectiva. Uma
experiência.

As fotografias patentes neste trabalho pretendem fugir a um determinismo técnico que por vezes anula o factor surpresa e espontaneidade. Tal como num concerto onde involuntariamente existe feedback e falhas técnicas e humanas o mesmo acontece na fotografia que aqui pretendo
mostrar, assumindo e fazendo valer a fotografia livre ao contrariar falsos hermetismos teóricos
que insistem em favorecer visões em formato de postal com pass-partout.

A única técnica existente é rapidez, concentração e um domínio entre máquina e homem que envolve a mente num estado de abstracção espacio-temporal.
Noções estilísticas e multiculturais fundem-se em ambientes carregados de energia e expectativa. O ataque sonoro, flashes e resposta do público geram momentos extraordinariamente ímpares e invulgares para o comum fotógrafo de reportagem actual.
Estar em frente a um mar de pessoas é estimulante, inspirador e um desafio constante.

Um privilégio que só faz sentido se for partilhado.

A fotografia ao vivo é nada mais que um esforço de uma arte que combate o tempo (volátil)
e a exactidão rigorosa de um exercício que tende a cair na sua própria extinção pela falta de
autenticidade, imaginação e imprevisibilidade. Este tipo de fotografia é a expressão viva de um
acaso que combate o controlo tecnicamente necessário provocando um resultado interessante,
motivador e mesmo experimental.

Aguarda-se pelo momento certo de uma forma quase instintiva, como se de uma presa se
tratasse, e quando a altura chega um feixe de luz trespassa os corpos já de si iluminados e em
plena libertação. A luz é precisamente o corte incisivo no tempo e na sombra. É o que marca o
ritmo e o acidente fotográfico.

Para além da tensão/catarse que habita os momentos aqui registados, assiste-se igualmente
a uma desconstrução visual do fotógrafo que constantemente procura enquadrar o motivo
da forma mais fidedigna e real possível. O alvo não é fixo nem as acções calculáveis. A
reverberação em formato imagem é igualmente dinâmica, distorcida e imprevisível.

Uma corrida na ponta do dedo que aqui venho mostrar...

:: Imagens iconográficas geram-se em breves instantes.
:: O conceito de LIGHT AGAINST TIME procura explicar o acaso proveniente da reverberação sonora em confrontação com o pressionar de um botão.
:: Um momento gera uma memória. A luz incorpora-se numa imagem.

Primeiro sopro de vida dá-se em Lisboa, no ano de 1982.
Desde cedo desenvolve um interesse obsessivo pela Cultura e as Artes. O contacto íntimo com
projecções interiores depressa se torna numa necessidade visceral em expelir as mesmas para
o mundo da matéria.

Começa por coleccionar CD’s e Livros, enquanto frequenta o curso Tecnológico de Comunicação (1998) onde assume as funções de jornalista e locutor da rádio escolar.

Nos anos subsequentes troca, grava e ouve toda e qualquer música que apele aos sentidos e
ao gosto singular por complexidade, veia literária ou abstraccionismo imaginativo.

A leitura é uma grande companhia assim como o nascimento do primeiro embrião não-mental:
Fanzines (“Touch Of Evil Magazine” e “Abyss Magazine”) dedicadas a música underground e
temáticas Esotéricas. O primeiro contacto com a ilustração gráfica e paginação dá-se assim
por força da vontade.

Com a ajuda de um companheiro-irmão escreve, distribui e entrevista inúmeros artistas e co-
habita o meio musical nacional e estrangeiro.

Em 2001, parte abruptamente em busca de algo maior e não pré-determinado. Dá-se um
salto quântico e um desenvolvimento estrondoso. Volta para o epicentro da loucura e local de
nascimento: Lisboa.

Estuda Audiovisuais e Multimédia. Realiza videoclips (Ethereal - “Through the Eyes of a
Sinner”), documentários (“Arte Nova em Lisboa”) e curtas-metragens (“Daqui para Lado
Nenhum”). O consumo de cinema de culto atinge altos níveis e resulta num coleccionismo e
estudo profundo pelo mesmo.

No ano de 2003 é finalista do concurso de fotografia da Revista Cais com o tema “Sensualidade
e Erotismo”, o “Spiral of Sensuality” marca o primeiro trabalho conceptual a ser exposto ao público na Praça do Museu do CCB.

Paralelamente, continua a frequentar o meio musical mas de uma forma menos activa: através
do fotojornalismo (“Light Against Time”) e das esporádicas participações em publicações
alternativas (Underworld Magazine).

Profissionalmente (desde 2001), para alimentar o vício pelas artes, desenvolve um particular
interesse por Design e de forma auto-didacta infiltra-se no meio mantendo-se activo nas artes-
gráficas desde então...

No final do ano de 2004, ao terminar a Licenciatura, sente novamente uma vontade de expansão que se expressa através de viagens pela Europa, estabilidade pessoal e reajustamento
comportamental.

Actualmente realiza vídeos experimentais, (“Cleansing”, “The Shell”), documentários de
investigação (“Behind the Lens”) e pinta landscapes surrealistas com o intuito de fundir
disciplinas desconexas num todo pacífico (“Nothing is True, Everything is Permitted”).

A escrita mantém-se activa através de participações livres e ousadas (Umbigo Magazine),
assim como o gosto pela imagem que continua a ser manifestado através de diferentes
suportes que pretendem invadir espaços e modificar padrões no inconsciente colectivo.


Fotos seleccionadas para esta Mostra


  • Alice Cooper (EUA) - Freeport, Alchochete
    9 de Julho de 2005

  • Antony & The Johnsons (EUA) - Lux, Lisboa
    10 de Novembro de 2004

  • Ataraxia (IT) - Santiago Alquimista, Lisboa
    31 de Março de 2006

  • Audioslave (EUA) - Super Rock in Lisbon, Alvalade
    29 de Maio de 2003

  • Bernardo Sassetti (PT) - Teatro São Luiz, Lisboa
    21 de Fevereiro de 2006

  • Bizarra Locomotiva (PT) - Aula Magna, Lisboa
    23 de Março de 2005

  • Coco Rosie (EUA) - Lux, Lisboa
    10 de Novembro de 2004

  • Dimmu Borgir (NOR) - Paradise Garage, Alcântara
    8 de Outubro de 2003

  • Goldfrapp (UK) - Coliseu dos Recreios, Lisboa
    8 de Junho de 2003

  • Hypocrisy (SWE) - Paradise Garage, Alcântara
    8 de Outubro de 2003

  • Jacinta (PT) - Teatro São Luiz, Lisboa
    21 de Fevereiro de 2006

  • Jay Jay Johanson (SWE) - Aula Magna, Lisboa
    17 de Dezembro de 2004

  • Khold (NOR) - Paradise Garage, Alcântara
    7 de Março de 2003

  • Machine Head (EUA) - Voz do Operário, Lisboa
    9 de Outubro de 2003

  • Marilyn Manson (EUA) - Super Rock in Lisbon, Alvalade
    29 de Maio de 2003

  • Mão Morta (PT) - Rock House Café, Alenquer
    16 de Outubro de 2004

  • Maria Rita (BR) - Coliseu dos Recreios, Lisboa
    9 de Janeiro de 2006

  • Misfits (EUA) - Paradise Garage, Alcântara
    24 de Janeiro de 2003

  • Moonspell (PT) - Festival Musa, Carcavelos
    10 de Julho de 2004

  • Opeth (SWE) - Paradise Garage, Alcântara
    14 de Fevereiro de 2003

  • Rammstein (GER) - Pavilhão Atlântico, Lisboa
    9 de Novembro de 2004

  • Satyricon (NOR) - Paradise Garage, Alcântara
    7 de Março de 2003

  • Thievery Corporation (EUA) - Queima das Fitas, Évora
    25 de Maio de 2005

  • Tiamat (SWE) - Paradise Garage, Alcântara
    28 de Setembro de 2002

1º Festival Internacional de Solos de Dança Contemporânea


1º FESTIVAL INTERNACIONAL DE SOLOS DE DANÇA CONTEMPORÂNEA NA MALAPOSTA

Programa do Festival:

23 de Setembro - 21H30 - Auditório Centro Cultural Malaposta

- Koen de Preter - Bélgica - "Les Mots"

- Cecília Hermosilla - Chile - "Ek... El Comienzo"

- Sonia Rodriguez - Espanha - "Caos"

30 de Setembro - 21H30 - Auditório Centro Cultural Malaposta

- Barbara Pereyra - Argentina - "Cruel Poeta"

- Natalia Garcia - Chile - "Flamenco"

- Alessandra Copolla - Itália - "The Fear of the Sky"



Este Festival Internacional de dança ,é um evento não competitivo, que tem como objectivo principal a divulgação de criadores nacionais e internacionais , com peças coreográficas individuais, tendo o solo como forma de apresentação.O desenvolvimento do bailarino enquanto único intérprete e a valorização do individualismo capaz de comunicar.

O Festival incide sobre o trabalho desenvolvido na área da dança contemporânea , podendo contemplar no entanto projectos pluridisciplinares , oferecendo ao público a possibilidade de conhecer a dança contemporânea nacional e internacional e também provocar um ponto de encontro entre publico e artista onde a divulgação,discussão ,intercâmbio e participação darão um acesso mais fácil a esta forma de expressão artística.

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Nate James no Porto e em Lisboa


NATE JAMES vai estar no Porto a 6 de Setembro e em Lisboa a 7 no
PAVILHÃO ATLANTICO

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Flamenco no Teatro Nacional de S.Carlos


O Teatro Nacional de São Carlos traz a Lisboa
três espectáculos dos mais importantes nomes do Flamenco
em estreia em Portugal.

5 de Setembro – Carmen Linares – DE VOZ DE MADERA

7 de Setembro – Eva Yerbabuena – EVA

► 9 de Setembro – Israel Galván – ARENA

domingo, 3 de setembro de 2006

Festival de Flamenco no TNS Carlos

sábado, 2 de setembro de 2006

Entrega Oficial do Disco de Platina na Império Romano

DJ Murphy do Brasil para o Porto

Rentreé no Danubio

Festival Internacional de Animação em Ofir

'Wake Up... Oporto' After Hours

" Edifício Imocom" exposição no Casino Lisboa

O Casino Lisboa acolhe, a partir do próximo dia 7, uma exposição de propostas do concurso de ideias de arquitectura, que visa a construção do novo “Edifício IMOCOM”. A Galeria de Arte exibe, assim, painéis assinados por arquitectos, maioritariamente de nacionalidade portuguesa e espanhola, até ao dia 28 de Setembro.
Os visitantes do Casino Lisboa poderão apreciar os trabalhos de vários arquitectos convidados para este concurso, que visa construir um edifício marcante e emblemático, que seja uma referência arquitectónica e urbanística, a nível nacional.

No espaço circundante do Arena Lounge, estarão em evidência Alexandre Burmester, António Cruz y António Ortiz, Arkibyo, ARX-Portugal, Broadway Malyan, EMBT – Miralles / Tagliabue, Erick van Egeraat, João Luís Carrilho da Graça e Inês Lobo, Manuel Graça Dias e Egas Vieira, Ricardo Bak Goedon e AN Arquitectos.

O Casino Lisboa associa-se a esta iniciativa, que se encontra em perfeita sintonia com os valores que presidiram à concepção do Parque das Nações.

Em representação do Casino Lisboa, Ana Catarino integra o júri que fará a análise e selecção das melhores propostas.

A “Exposição das propostas do Concurso de ideias de Arquitectura “Edifício IMOCOM” estará patente ao público na Galeria de Arte do Casino Lisboa, de 7 a 28 de Setembro.

Os painéis poderão ser apreciados todos os dias, das 15 ás três horas da madrugada, excepto ás sextas e sábados, cujo horário será das 16 às quatro horas da madrugada.

Dança numa ilha deserta perto do Cartaxo

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Sunset Summer Beach Party na Fonte da Telha

Tributo ao Sol em Almeirim